179: 13.Abr.2017

Depois de tantos anos de constante desgaste psicológico, como cuidador de minha esposa, sem qualquer tipo de ajuda exterior a não ser nos últimos dias de vida dela, a “sorte” bateu-me à porta, tendo-me sido diagnosticado diabetes Mellitus (tipo 2).

Um pouco de conhecimento não faz mal a ninguém e, sem qualquer tipo de pretensão pessoal, fui à Wikipédia (porque não tenho nenhum curso de medicina) e obtive esta informação que penso estar correcta:

Diabetes mellitus tipo 2

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A diabetes mellitus tipo 2 – anteriormente designada por diabetes mellitus não-insulino-dependente ou diabetes tardia – é um distúrbio metabólico caracterizado pelo elevado nível de glicose no sangue no âmbito da resistência à insulina e pela insuficiência relativa de insulina.[2] Distingue-se da diabetes mellitus tipo 1, na qual se verifica a deficiência completa de insulina devido à destruição dos ilhéus de Langerhans no pâncreas.[3] Os sintomas clássicos são a sede excessiva, a micção frequente e a fome constante. A diabetes do tipo 2 corresponde a cerca de 90% dos casos de diabetes, correspondendo os restantes 10% à diabetes mellitus do tipo 1 e à diabetes gestacional. Pensa-se que seja a obesidade a principal causa da diabetes de tipo 2 em indivíduos geneticamente predispostos.

O tratamento inicial da diabetes de tipo 2 é feito através de exercício físico e alterações na dieta, mas o bypass cirúrgico demonstrou melhores resultados do que outros métodos de perda de peso[4]. Se estas medidas não diminuírem o nível de glicose no sangue, pode ser necessário recorrer à administração de medicamentos, como a metformina ou a insulina. Em indivíduos dependentes de insulina, torna-se normalmente necessária a realização de exames de rotina aos níveis de glicose no sangue.

A incidência da diabetes tem subido de forma significativa nos últimos 50 anos, em paralelo com a obesidade. No ano de 2010 existiam cerca de 285 milhões de pessoas afectadas pela doença, muito mais do que os 30 milhões de casos registados em 1985. Entre as possíveis complicações a longo prazo de níveis elevados de glicose no sangue estão as doenças cardiovasculares, os acidentes vasculares cerebrais, a lesão da retina provocada pela retinopatia diabética, a insuficiência renal e a necessidade de diálise e a má circulação sanguínea nos membros, o que pode levar à sua amputação. A complicação com cetoacidose é rara, já que se trata de uma característica da diabetes do tipo 1.[5] No entanto, pode ocorrer um coma hiperosmolar não cetótico.

Estou a reformular, com 71 anos de idade, todo o meu modo de vida, desde a alimentação, ao exercício físico, utilizando disciplinas que pratiquei quando estava na casa dos 30/40 anos – meditação Zen, especialmente -, e tive de investir numa bicicleta estática para completar os meus exercícios diários, além de ter de iniciar a ingestão de comprimidos de metformina uma vez ao dia durante duas semanas e depois duas vezes ao dia, receitado pelo endócrinologista que assiste minha filha desde há 17 anos (ela tem diabetes tipo 1).

Aproveitei uma baixa de preços (€ 100,00) e mandei vir (chegou hoje) uma:

Bicicleta Estática Rhona Program ION Fitness

Por este motivo, a minha mudança do Blogue que tinha – e continuo a ter -, A Cozinha do Avô Chico (http://inforgom.pt/recipes/) e passei a um novo Blogue de Receitas Especiais (http://apokalypsus.com/receitasespeciais/) que já começa a introduzir, progressivamente, outros tipos de receitas.

Esta progressividade na alimentação será um pouco morosa – não se pode, nem se deve, passar instantânea ou rapidamente de um regime alimentar normal para um outro especial, porque isso, mesmo em pessoas normais, pode causar graves problemas de saúde -, e tenderá a normalizar daqui a 3/4 meses num regime macrobiótico misto, regime este que pratiquei durante alguns anos atrás.

Também no meu Blogue Portal da Saúde (http://inforgom.pt/portalsaude) que tem andado um pouco “esquecido”, começará agora a ser introduzida informação sobre a área dedicada aos diabéticos. Quem estiver interessado, poderá visitá-lo.

Quanto à bicicleta estática e para os interessados:

Características

  • Desenhada para utilização doméstica regular
  •  Para treinos de entre 3 e 7 horas por semana.
  • Sistema de inercia de 7 Kg
    Garante um movimento continuado, extremamente suave e sem sensação de salto.
  • Sistema de travão magnético
    Proporciona um leque vasto de tensões. Sem ruído e uma resistência para a vida.
  • Sistema de medição da pulsação por contacto na pega
  • Fornece metas para treino avançado.
    Pedais do acesso fácil
  • Com correia para maior segurança e eficácia durante o exercicio.
    Ajuste do selim horizontal
    Ajuda cada utilizador a encontrar a posição correcta de pedalar.

    • Guiador de triatlo
      Mais confortável e intensivo durante o uso.
    • Fácil acceso
      Permite um acesso fácil para realizar o exercício.
    • Rodas de transporte
      Para deslocar a máquina com facilidade.
  • Monitor e Programas
  • Ecrã electrónico LCD de fácil leitura
    • Proporciona informação do tempo, velocidade, distância, calorias consumidas, RPM, Watios e pulso da sessão de exercício.
    • 12 programas pré-definidos
      Permitem a creiação de retos e superar-se em cada treino.
    • 4 Perfis personalizáveis (uPrg)
      Permite ao utilizador desenhar o seu programa pessoal.
    • 1 programa manual
      Permite ao utilizador desfrutar de um treino livre, podendo escolher, tempo, distância ou as calorias para treinar ao seu próprio ritmo.
    • 1 programa de watts constantes
      Especialmente desenhado para reabilitação.
    • 4 Programas de controlo do ritmo cardíaco (HRC)
      Permite atingir níveis cardiovasculares durante o treino. Controla automaticamente a intensidade do treino para manter o esforço a limites de pulsação diferentes.
    •  Test de controlo da gordura corporal (BF)
      Controla a percentagem de gordura corporal.

Especificações

  • Peso máximo do utilizador: 120 kg
  • Peso do sistema inercial: 7 kg
  • Dimensões: 92 x 50 x 134 cm
  • Peso: 25 kg

21.Out.2017

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95: 03.Out.2016

0-lutotransp200(actualização às 19:00 horas)

e-mails enviados hoje à CGA, CNP :

Para: ‘CGA Geral’ <cga@cgd.pt>

Boa tarde

Pretendo saber se o CNP já se dignou responder ao v/ e-mail e fax já que ainda não obtive qualquer tipo de resposta daquela instituição.

Tendo recebido hoje o meu cartão de pensionista (sobrevivência) com o nº. 000951812 01, pretendo saber, se possível, quando será paga as pensões de sobrevivência.

Obrigado,
========================

Para: _0CNP <cnp-pensoes@seg-social.pt>

Boa tarde

Sem qualquer resposta aos meus e-mails anteriores, apenas pergunto se V. Exas. conseguem (sobre)viver sem dinheiro. Gostaria de conhecer a fórmula.

Obrigado,

========================

Para: ‘apoio.msess@msess.gov.pt’

Boa tarde

Pretendo saber uma resposta ao meu e-mail infra.

Obrigado

=========================

Para: ‘iss-ip@seg-social.pt’

Boa tarde

Pretendo saber uma resposta ao meu e-mail infra.

Obrigado

=========================

Os e-mails infra, acima mencionados, referem-se às solicitações sobre o não pagamento das pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro, ao subsídio de funeral e ao facto de o CNP não ter dado qualquer resposta quer aos meus e-mails, quer aos da CGA.

====================

Mais uma noite em branco, por “falta” de sono. E como se não bastasse, às 05:00 horas da madrugada tinha a minha filha em coma hipoglicémico – uma vez mais -, e sem dar cor dela.

Para não chamar novamente o INEM que da última vez a trataram muito rudemente o que a levou a fazer uma queixa no portal deles, dei-lhe uma injecção de GlucoGen o que arromba ainda mais o meu já depauperado orçamento familiar uma vez que cada injecção destas, sem qualquer tipo de comparticipação, custa quase 20 euros e eu não posso andar a comprar esta injecção todos os dias.

É o excelente serviço nacional de “saúde” que temos, é o Estado miserável que temos, é a merda de regime que temos! Quem não tem dinheiro ou quem está a sofrer o austericídio (que ainda continua) à espera que lhe paguem o que tem a receber de direito por parte do Estado Português, vai morrendo lentamente. O Hitler foi mais rápido a matar judeus.

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21.Out.2017

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91: 28.Set.2016

(Actualização às 23:30 horas)

Depois dos 5 elementos do INEM terem saído cá de casa, a Vera queixou-se que lhe doía o peito e sentiu que alguém estava aos socos no peito dela, assim como fazia pressão com os dedos na omoplata, levando todo o dia de hoje – que ainda se mantém – com as mesmas dores, nomeadamente quando dá algum geito ao corpo que pressione a zona afectada. Fica aqui uma imagem da ocorrência dado que ela apresentou queixa no Portal do INEM:

27092016

04:45 horas da madrugada, nova chamada para o INEM (estiveram cá anteontem) dado que fui encontrar a minha filha estendida no chão do quarto em coma hipoglicémico (31), a espumar da boca e com convulsões.

Difícil viver com esta carga em cima dos ombros!

Entretanto, nada de respostas das entidades a quem enviei e-mails e apenas faltam DOIS DIAS para o final do mês…

Nada mais tenho a dizer.

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21.Out.2017

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89: 26.Set.2016

0-lutotransp200Hoje estou de vela (serviço nocturno feito nos hospitais pelos profissionais de saúde). Acabaram de sair de minha casa os técnicos do INEM (02:40) dado que a Vera sendo o quarto dia consecutivo com valores de coma hipoglicémicos (30~35), embora “consciente”, entrou hoje num cenário que nunca tinha deparado dado que parecia estar completamente louca.

É difícil explicar por palavras a situação mas é terrível! Eles queriam levá-la para o hospital mas dado que recuperou, não quis ir e sob conselho do médico a quem telefonaram a relatar o ocorrido (por vezes o médico vem atrás da ambulância, outras vezes não), aconselharam-me a ficar em vigília e se o estado voltasse ao mesmo de antes que os chamasse de novo. Por isso o meu estado de “vela” (a Tina fez tantas no hospital onde trabalhava, das 22:00 às 08:00 horas da manhã… Aliás o horário dela eram duas manhãs (08:00 às 16:00), uma tarde (16:00 às 22:00) e uma vela 22:00 às 08:00 cada e um dia de folga semanais)!

É muito difícil para quem esteve quase dois anos numa guerra, sofre de stress pós-traumático, ter sido duplo cuidador (esposa e filha) nos últimos 5 anos, ter de continuar embora com um paciente a menos, mas com noites muito mal passadas só conseguindo descansar depois das 07:30 da manhã e com os problemas graves que estão acontecendo a nível financeiro, pelo não pagamento não só do subsídio de funeral, como das pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro quer pelo Centro Nacional de Pensões, quer pela Caixa Geral de Aposentações que se encontra à espera de uma simples resposta da CNP, então o ramalhete fica completo!

São 03:30 da madrugada, vou passando a noite a colocar a escrita em dia aqui no Blogue, depois vou fazer uma torrada, beber um café até chegar a hora de acordar a Vera para ir para o emprego.

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21.Out.2017

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75: 14.Set.2016

0-lutotransp200Hoje, sinto-me completamente desfeito! Pelas 04:00 horas da madrugada tive de chamar o INEM dado que não consegui reanimar a minha filha de um coma hipoglicémico (34) nem com a habitual papa de açúcar na bochecha.

Depois de mais de meia-hora e uma injecção intra-venosa de glucose, os técnicos do INEM saíram e um episódio completamente descabido e anormal decorreu.

Quando os técnicos do INEM iam a sair a porta, vi a minha filha atrás deles e pensei que ela tinha de ir ao hospital mas ela disse-me que ia apenas à ambulância para lhe tirarem a agulha que eles tinham aplicado nas costas da mão para lhe injectarem a glucose (!!!???!!!).

Das (muitas) vezes anteriores que este mesmo episódio aconteceu aqui em casa, NUNCA foi necessária esta deslocação dado que o enfermeiro que colocava a agulha, retirava-a depois. E o facto é que a minha filha tinha saído de um coma, completamente encharcada em suor (uma das reacções que costuma ter quando os valores descem a níveis muito baixos) e a noite estava fria! Para apanhar uma pneumonia não era preciso mais!

Ela desceu as escada, atravessou a rua a tremer dado que a ambulância estava estacionada do outro lado, e disse-me depois que tinha assinado um papel e tinha pedido que se despachassem a tirar-lhe a agulha da mão porque estava cheia de frio…

Das outras vezes, costuma aparecer primeiro a ambulância e depois um carro com um(a) médico(a) que verifica a situação, não sei se foi por não ter aparecido o segundo carro que ela teve de assinar o papel mas concordo que no estado em que ela se encontrava, foi COMPLETAMENTE IRRACIONAL, DESPROPOSITADO e INCONCEBÍVEL, a sua saída para a rua para fazer o que atrás mencionei!

Talvez por ter sido a primeira vez que esta situação aconteceu – a chamada do INEM a casa -, depois da morte de minha esposa que me deitou abaixo porque ainda não me encontro refeito do profundo golpe de separação e o meu estado psicológico abanou como um tsunami.

Quem pensa que também ser cuidador de um diabético é pera doce e não requer grandes entregas, está profundamente enganado porque tenho de levantar-me de noite para ver se ela se encontra bem.

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74: 13.Set.2016

0-lutotransp200Infelizmente, terminou no passado dia 18 de Julho a minha “actividade” de cuidador de minha esposa, com demência de Alzheimer e outras patologias associadas, contudo, a minha “actividade” de cuidador continua embora não tanto desgastante mas também muito intensa dado que tenho de cuidar de minha filha, diabética insulina-dependente que entra em coma glicémico muito frequentemente, especialmente durante a noite ou antes de jantar.

O artigo que a seguir insiro vem na sequência dos custos que, pelos vistos, abrangem a maioria das doenças incuráveis e que necessitam de cuidados especiais. Mas passemos à notícia:

Diabetes

O fim das picadelas no dedo

Monitorização da doença tornou-se mais fácil, com uma nova tecnologia que evita as picadelas nos dedos dos doentes.

Há 22 anos que Maria de Lurdes Frade pica os dedos. Não uma, mas várias vezes ao dia. Hoje, com 60 anos, a diabetes de que sofre obriga-a a três injecções de insulina diárias e seis picadelas de dedo para avaliar os níveis de glicose. «Custa tanto», admite ao Destak. Por isso, não tem dúvidas quanto lhe perguntam como seria viver sem ter que picar o dedo: «imagino que deve ser o paraíso!». É isso que oferece uma nova tecnologia, que chega ao País. Mas que não é para todos.

Com um custo de €169,90 (o kit), mais €59,90 por cada sensor, cuja duração é de 14 dias, esta é uma tecnologia que apenas alguns podem pagar. «Uma injustiça», classifica Maria de Lurdes Frade, que apela a uma comparticipação do Estado. José Luís Medina, presidente da Sociedade Portuguesa de Diabetologia e Francisco Carrilho, presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia pedem o mesmo. A decisão está agora do lado do Infarmed, que se encontra, segundo Paulo Sousa, responsável da Abbott, que comercializa o produto, a avaliar a situação.

Manancial de informações

«Para quem, há muitos anos, acompanha o dia a dia dos doentes diabéticos e partilha não só a parte clínica mas humana desta doença, que pesa muito na vida das pessoas, quando falávamos sobre o futuro, falávamos de dispositivos semelhantes a este», partilha Francisco Carrilho, que não hesita em classificar a novidade como «disruptiva», capaz de reduzir os episódios de hipoglicémias e melhorar a qualidade de vida.

Por isso, lança um desafio: que por cá seja possível aceder à tecnologia, «sendo seguro que com esta acessibilidade vamos ter uma redução dos custos com a saúde».

«Um avanço notável»

Com recurso a uma tecnologia «única», o FreeStyle Libre, o primeiro medidor de glicose que evita as picadas nos dedos e que começa a ser comercializado em Portugal na próxima semana, é composto por um sensor, que deve ser colocado na parte posterior do braço, e um leitor que recolhe a informação. E tem indicação para todos os diabéticos mas sobretudo para os do tipo 1 e do tipo 2 que fazem insulina.

«Um avanço notável», garante José Luís Medina, e capaz de «melhorar a qualidade de vida dos doentes», oferecendo três tipos de informação: «sobre o perfil de glicose nas últimas horas, o valor presente e a tendência de futuro. Uma vantagem, já que avisa sobre os ajustes necessários».

Jornal Destak online
12 | 09 | 2016 11.01H
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

Nota: “Com um custo de €169,90 (o kit), mais €59,90 por cada sensor, cuja duração é de 14 dias, esta é uma tecnologia que apenas alguns podem pagar.” o que significa que, quanto aos sensores, são € 4,28/dia. Ora, a notícia refere que esse sensor é colocado no braço mas não informa se é um por dia ou sempre que se pretenda fazer uma medição.

Mas como diz a notícia, “esta é uma tecnologia que apenas alguns podem pagar”, ou seja, quem tem dinheiro pode seguir esta metodologia, quem não tem dinheiro, continua a picar o dedo… Como em quase tudo na área da saúde em Portugal.

Ou seja, os ricos quando morrem vão de pança cheia; os pobres quando morrem já vão cadáveres.

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63: 27.Ago.2016

0-lutotransp200A minha filha não tem estado bem nos últimos 3 dias dado que anteontem e ontem, antes de jantar, apresentava valores glicémicos na ordem dos 30, sendo que ontem estava com convulsões.

Hoje, ao acordar, estava com 25 e completamente encharcada em suor. Esta situação nem sempre é a mesma dado que por vezes tem estes valores e encontra-se seca, mas conseguiu recuperar bem embora penso que tivesse caído de joelhos no chão ao levantar-se dado que ouvi um barulho no quarto dela e quando a fui ver estava agarrada à porta do quarto no estado que atrás referi. Os joelhos estavam esfolados ligeiramente.

valoresdeglicemia
Portal da Diabetes

Influência na Saúde

A manutenção da glicemia em valores fora do padrão normal, tanto para mais quanto para menos, acarreta em uma série de complicações à saúde, além do diabetes. Pesquisa publicada no respeitado periódico Neurology[1] em Setembro de 2012 comprovou que até mesmo valores de glicemia considerados um pouco acima do normal são um grave perigo para a saúde cerebral. De acordo com o estudo, idosos que mantiveram os valores de glicemia bem próximos ao valor considerado normal (110 mg/dL) apresentaram uma perda de 6-10% no volume cerebral ao longo de quatro anos, o que pode acarretar em doenças neurológicas como Alzheimer e demência. O encolhimento cerebral exibido por eles foi consideravelmente maior em comparação a idosos que possuíam valores de glicemia menores.

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glicose02

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61: 24.Ago.2016

0-lutotransp200Apesar de minha esposa ter falecido recentemente e da qual fui cuidador durante mais de quatro longos anos, estendia também essas funções a minha filha, diabética insulina-dependente há cerca de 16 anos.

Muitas foram as noites em que tinha minha esposa na sala a gritar “ó da guarda quem me acode” e no quarto a minha filha em coma hipoglicémico, a colocar-lhe na bochecha a papa de açúcar e esperar que a crise passasse. Mas quando ela era mais grave, tinha de chamar o INEM para lhe injectarem glucose na veia.

Chegava a ter de correr de um lado para o outro a fim de acudir às duas ao mesmo tempo. Minha esposa faleceu há pouco mais de um mês, ainda não consegui desligar-me dessa perda e penso que nunca mais irei desligar-me da dor profunda.

Penso às vezes que estou a ter um pesadelo e que a Tina está internada num hospital, longe de casa e que um dia voltará de novo ao nosso convívio…

Mas a acção de cuidador continua na mesma embora com menos um interveniente. No último ano de vida da Tina, era raro o dia em que minha filha não entrasse em coma a meio da noite. Depois da morte da Mãe essas situações vão-se espaçando mas a vigilância é diária, constante porque não pode relaxar.

Por isso, continuo a apoiar tudo o que se relacione com o Estatuto dos Cuidadores, seres humanos que não possuem qualquer tipo de formação, ajuda psicológica nem um mínimo de interesse por parte das entidades de saúde – e dos governos – deste País.

Petição pela criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neuro-degenerativas associadas ao envelhecimento

 

http://peticaopublica.com/?pi=PT82396

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25: 01.Jul.2016

05:00 horas da madrugada, dado o cansaço, falhei a primeira ronda da noite que deveria ter sido por volta das 03:00 horas, mas às 05:00 fui ver a Vera e vi que não estava bem (de novo). Tirei-lhe os valores e estava com 45. Acordei-a com muita dificuldade e consegui dar-lhe uma pastilha de GlucoTabs e a CocaCola. Ao fim de um quarto de hora conseguiu normalizar e deitou-se de novo.

Entretanto, a Tina esteve toda a noite muito agitada, acordada e a falar (não se percebe o que diz) apesar de ter tomado o Serenal como habitualmente. Tive de lhe dar meio comprimido de Quetiapina 100mg e por volta das 05:30 conseguiu acalmar.

Entretanto, tive de chamar a Vera dado que sou o despertador dela uma vez que é a única forma de ela acordar.

Também e devido ao cansaço, deixei-me adormecer e nem ouvi o despertador às 08:50 horas, altura em que me levanto quando vêm cá as enfermeiras para fazer o tratamento à Tina. Acordei eram 09:20 horas meio zaranza mas por sorte elas ainda não tinham batido à porta. Chegaram pelas 09:45 horas… Sorte a minha… Ficam aqui algumas imagens da sessão de hoje.

Entretanto, ficam aqui imagens do estado em que a Tina se encontra e quem quiser que tire as devidas conclusões. Estas imagens foram tiradas ontem à noite quando eu e a Vera estávamos a fazer-lhe a cama.

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Acham que uma pessoa, um SER HUMANO, neste estado de degradação absoluta, deve estar em casa sem o mínimo de cuidados que um hospital pode fornecer? Fica a pergunta.

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22: 29.Jun.2016

Hoje, o dia começou às 04:00 horas da madrugada na segunda “ronda” que fiz à Vera: 28 de glicémia, sem resposta e ter de chamar o INEM que saiu cá de casa por volta das 05:15 horas, depois de a Vera ter ficado estabilizada.

Entretanto e em ordem à Tina, até agora, que são 17:45, tem estado apenas agitada pelas marteladas das obras que estão a dar no prédio ao lado, as tais obras que ontem um polícia da esquadra de Campo de Ourique disse que tinham de ser feitas e, mesmo com dolo para a paciente, não podiam ser proibidas, porque estão no horário diurno!

Fica um registo áudio (a imagem serve apenas de suporte à faixa) do que temos vindo a sofrer desde a semana passada, a partir das 09:00 horas da manhã, hora “legal” para fazer barulho mesmo que isso prejudique pessoas acamadas e em estado muito grave!

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