102: Quatro meses de espera por uma consulta de psicologia

José Carlos Marques/Global Imagens
José Carlos Marques/Global Imagens
Falta de profissionais limita resposta. Ministério da Saúde vai reforçar agrupamentos de centros de saúde até final do ano

A falta de profissionais faz com que existam utentes a esperar quatro meses por uma primeira consulta de psicologia ou que consultas de seguimento sejam marcadas com um mês ou mais de intervalo no Serviço Nacional de Saúde (SNS), onde existem apenas 553 psicólogos, denuncia o bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Baptista, que considera serem necessário mais 1500. O Ministério da Saúde garantiu ao DN que está a ser implementado um plano para que até fim do ano todos os agrupamentos de centros de saúde (ACES) tenham pelo menos um psicólogo.

“Os recursos humanos disponíveis são muito poucos e não é possível dar resposta a tudo. Os tempos de espera para primeira consulta são grandes – de três e quatro meses em alguns centros de saúde – e noutros locais não há, porque não existem profissionais. As consultas de seguimento são marcadas com intervalos de um ou dois meses. Depressão, ansiedade, stress, consumos excessivos, problemas comportamentais nas crianças são tudo intervenções que precisam de continuidade para que possam ser eficazes”, afirmou Telmo Baptista, que salienta os sinais positivos do Ministério da Saúde de querer reforçar a área: “Já foi constituída a comissão que vai avaliar a distribuição e a necessidade de recursos humanos.”

Mulheres, idosos, crianças e jovens são alguns dos grupos de risco a situações de ansiedade e depressão. Dar resposta antes que a doença se instale seria o ideal. Mas não está a ser possível fazê-lo. “O que fazem na maioria é remediação. Há pouco tempo ou nenhum para actuar junto das pessoas que estão mais ou menos até que lhe acontece algo difícil e é nessa altura que precisam de ajuda para lidarem melhor com isso e não adoecerem”, diz Isabel Trindade, presidente da delegação regional do Sul da Ordem.

Questionado pelo DN o Ministério da Saúde revelou que até ao final do ano haverá mais psicólogos nos centros de saúde. “O ministério possui uma política activa no sentido de dotar os cuidados de saúde primários com psicólogos, por entender que trazem um valor acrescentado em termos de resposta. Nesse sentido está a ser implementado um plano de, até final deste ano, dotar todos os ACES [há 46] com pelo menos um psicólogo”.

Diário de Notícias
10 DE OUTUBRO DE 2016 | 00:51
Ana Maia

Psicólogos??? O que é isso? Uma nova marca de salsichas? Nunca tive nenhum (e bem precisava/preciso), não me foi recomendado nenhum, nem sei se o centro de saúde tem algum em stock…

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25.Mar.2017

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100: 07.Out.2016

Cuidadores informais de doentes vão ser compensados a partir de 2018

Os cuidadores informais de doentes vão ser, a partir de 2018, compensados com apoios que ainda não estão definidos, mas que poderão passar por regalias sociais, fiscais ou mesmo financeiras, anunciou o secretário de Estado de Saúde.

nm07102016

Manuel Delgado falava à agência Lusa no final da sessão de abertura da conferência que assinala o 60º aniversário da Unidade de Cuidados Domiciliários (UCD) do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

Segundo Manuel Delgado, este governo está a trabalhar para criar “condições de apoio extraordinário” a estes cuidadores informais que recompense a opção que tomaram de abdicar da sua vida profissional pela compaixão pelos seus.

“Numa sociedade em que a maior parte das pessoas trabalha, como podemos resolver o problema dos que querem acompanhar os seus, mas não o conseguem fazer sem prejudicar a sua vida profissional e até económica?”, questionou.

O secretário de Estado da Saúde adiantou que no Orçamento do Estado para 2018 já deverá estar contemplado esse apoio aos cuidadores informais, o qual está ainda a ser desenhado.

“A compensação ainda não está definida. Pode ser remuneratória ou na forma de regalias sociais e fiscais ou no emprego”, adiantou.

Manuel Delgado sublinhou que este tipo de cuidados, além de permitir a continuidade do apoio destes doentes por quem está mais próximo, alivia as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O governante defendeu ainda que as mudanças na sociedade portuguesa obrigam a uma reelaboração do sistema de saúde, no qual os cuidados domiciliários deverão ter um papel cada vez maior e em áreas como situações agudas, que assim são tratadas sem internamento.

“Temos de ter os doentes sinalizados nos seus domicílios e estes serem o local de trabalho das equipas”, adiantou.

Notícias ao Minuto
07/10/2016
POR Lusa

0-lutotransp200Quando necessitei de ajuda, de apoio, fosse ele qual fosse, a resposta foi sempre: PAGA SE QUERES! Minha esposa faleceu não da doença de Alzheimer mas da incúria, incompetência, desleixo, desumanidade de quem a seguia medicamente e da COMPLETA FALTA DE APOIO das instituições agregadas ou não ao Serviço Nacional de “Saúde”. Morreu com FALÊNCIA RESPIRATÓRIA devido a CHOQUE SÉPTICO por falta dessa mesma assistência e por teimarem em não a quererem internar (médico de família e psiquiatra) mas quererem enviá-la para um Lar de Idosos a que eu sempre chamei de Depósito de Velhos. Os que beneficiarem, no futuro, deste apoio, não sabem por que passaram os que NUNCA tiveram qualquer apoio. Fotografias chocantes do estado a que minha esposa chegou já no final da sua existência:

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Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas.
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas. 3 dias depois falecia…

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25.Mar.2017

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Hoje, foi dia de mais uma visita à campa da Tina. Estava com um certo receio por causa do tempo (ont…
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18.Mar.2017 - 8 meses de eterna saudade

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95: 03.Out.2016

0-lutotransp200(actualização às 19:00 horas)

e-mails enviados hoje à CGA, CNP :

Para: ‘CGA Geral’ <cga@cgd.pt>

Boa tarde

Pretendo saber se o CNP já se dignou responder ao v/ e-mail e fax já que ainda não obtive qualquer tipo de resposta daquela instituição.

Tendo recebido hoje o meu cartão de pensionista (sobrevivência) com o nº. 000951812 01, pretendo saber, se possível, quando será paga as pensões de sobrevivência.

Obrigado,
========================

Para: _0CNP <cnp-pensoes@seg-social.pt>

Boa tarde

Sem qualquer resposta aos meus e-mails anteriores, apenas pergunto se V. Exas. conseguem (sobre)viver sem dinheiro. Gostaria de conhecer a fórmula.

Obrigado,

========================

Para: ‘apoio.msess@msess.gov.pt’

Boa tarde

Pretendo saber uma resposta ao meu e-mail infra.

Obrigado

=========================

Para: ‘iss-ip@seg-social.pt’

Boa tarde

Pretendo saber uma resposta ao meu e-mail infra.

Obrigado

=========================

Os e-mails infra, acima mencionados, referem-se às solicitações sobre o não pagamento das pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro, ao subsídio de funeral e ao facto de o CNP não ter dado qualquer resposta quer aos meus e-mails, quer aos da CGA.

====================

Mais uma noite em branco, por “falta” de sono. E como se não bastasse, às 05:00 horas da madrugada tinha a minha filha em coma hipoglicémico – uma vez mais -, e sem dar cor dela.

Para não chamar novamente o INEM que da última vez a trataram muito rudemente o que a levou a fazer uma queixa no portal deles, dei-lhe uma injecção de GlucoGen o que arromba ainda mais o meu já depauperado orçamento familiar uma vez que cada injecção destas, sem qualquer tipo de comparticipação, custa quase 20 euros e eu não posso andar a comprar esta injecção todos os dias.

É o excelente serviço nacional de “saúde” que temos, é o Estado miserável que temos, é a merda de regime que temos! Quem não tem dinheiro ou quem está a sofrer o austericídio (que ainda continua) à espera que lhe paguem o que tem a receber de direito por parte do Estado Português, vai morrendo lentamente. O Hitler foi mais rápido a matar judeus.

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25.Mar.2017

25.Mar.2017

4 dias ago cuidador cuidador
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91: 28.Set.2016

(Actualização às 23:30 horas)

Depois dos 5 elementos do INEM terem saído cá de casa, a Vera queixou-se que lhe doía o peito e sentiu que alguém estava aos socos no peito dela, assim como fazia pressão com os dedos na omoplata, levando todo o dia de hoje – que ainda se mantém – com as mesmas dores, nomeadamente quando dá algum geito ao corpo que pressione a zona afectada. Fica aqui uma imagem da ocorrência dado que ela apresentou queixa no Portal do INEM:

27092016

04:45 horas da madrugada, nova chamada para o INEM (estiveram cá anteontem) dado que fui encontrar a minha filha estendida no chão do quarto em coma hipoglicémico (31), a espumar da boca e com convulsões.

Difícil viver com esta carga em cima dos ombros!

Entretanto, nada de respostas das entidades a quem enviei e-mails e apenas faltam DOIS DIAS para o final do mês…

Nada mais tenho a dizer.

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25.Mar.2017

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89: 26.Set.2016

0-lutotransp200Hoje estou de vela (serviço nocturno feito nos hospitais pelos profissionais de saúde). Acabaram de sair de minha casa os técnicos do INEM (02:40) dado que a Vera sendo o quarto dia consecutivo com valores de coma hipoglicémicos (30~35), embora “consciente”, entrou hoje num cenário que nunca tinha deparado dado que parecia estar completamente louca.

É difícil explicar por palavras a situação mas é terrível! Eles queriam levá-la para o hospital mas dado que recuperou, não quis ir e sob conselho do médico a quem telefonaram a relatar o ocorrido (por vezes o médico vem atrás da ambulância, outras vezes não), aconselharam-me a ficar em vigília e se o estado voltasse ao mesmo de antes que os chamasse de novo. Por isso o meu estado de “vela” (a Tina fez tantas no hospital onde trabalhava, das 22:00 às 08:00 horas da manhã… Aliás o horário dela eram duas manhãs (08:00 às 16:00), uma tarde (16:00 às 22:00) e uma vela 22:00 às 08:00 cada e um dia de folga semanais)!

É muito difícil para quem esteve quase dois anos numa guerra, sofre de stress pós-traumático, ter sido duplo cuidador (esposa e filha) nos últimos 5 anos, ter de continuar embora com um paciente a menos, mas com noites muito mal passadas só conseguindo descansar depois das 07:30 da manhã e com os problemas graves que estão acontecendo a nível financeiro, pelo não pagamento não só do subsídio de funeral, como das pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro quer pelo Centro Nacional de Pensões, quer pela Caixa Geral de Aposentações que se encontra à espera de uma simples resposta da CNP, então o ramalhete fica completo!

São 03:30 da madrugada, vou passando a noite a colocar a escrita em dia aqui no Blogue, depois vou fazer uma torrada, beber um café até chegar a hora de acordar a Vera para ir para o emprego.

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25.Mar.2017

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78: 16.Set.2016

0-lutotransp200Volto a mencionar o significado da palavra CUIDADOR:

cui·da·dor |ô|
adjectivo e substantivo masculino

1. Que ou aquele que cuida.
2. Diligente; zeloso.

“cuidador”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Logo, a palavra CUIDADOR não se encontra ligada especificamente a uma determinada área mas a todas as áreas de intervenção sejam elas quais forem. Mas vou ainda mais longe, ao estabelecer as diferenças entre um cuidador formal e um cuidador informal (artigo retirado do site http://homecareenfermagem.comunidades.net/definicoes-de-cuidador-formal-e-informal)

DEFINIÇÕES DE CUIDADOR FORMAL E INFORMAL

O Cuidador Formal

Provê cuidados de saúde ou serviços sociais para outros, em função de sua profissão, e usa as habilidades, a competência e a introspecção originadas em treinamentos específicos. O grau de instrução e treinamento para se obter certificados em várias profissões é muito variado. Pessoas que ocupam posições administrativas ou académicas, e que têm sido treinadas na profissão de cuidar de outras pessoas, são também denominadas cuidadores formais, porque suas actividades têm um impacto significativo sobre a saúde dos pacientes. Geralmente, os cuidadores formais recebem compensação financeira pelos seus serviços, mas, algumas vezes não a recebem quando na condição de voluntários de organizações, grupos ou particulares. Os cuidadores formais atendem às necessidades de cuidados de saúde pela provisão efectiva de serviços, competência e aconselhamento, (bem) como apoio social.

O Cuidador Informal (leigo ou familiar)

Provê cuidados e assistência para outros, mas sem remuneração. Geralmente, este serviço é prestado em um contexto de relacionamento já em andamento. É uma expressão de amor e carinho por um membro da família, amigo ou simplesmente por um outro ser humano em necessidade. Cuidadores, no sistema informal, auxiliam a pessoa que é parte ou totalmente dependente de auxílio em seu quotidiano, como: para se vestir, se alimentar, se higienizar, dependa de transporte, administração de medicamento, preparação de alimentos e gerenciamento de finanças.

Características do cuidador informal:

Levantamentos e pesquisas efectuados em vários países permitem reconhecer a importância dos cuidadores. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de dois milhões e duzentos mil membros de famílias e amigos provêm cuidados e tratamentos para mais de um milhão e trezentos mil enfermos ou debilitados. Cerca de dois terços dos cuidadores são mulheres. Aproximadamente, três quartos desses doentes recebem cuidados ou tratamentos por intermédio de membros da família e vivem com as próprias famílias. Embora a actividade empregatícia dos cuidadores tenha provado não reduzir o cuidado dedicado ao paciente, existe um certo impacto na qualidade desse cuidado e/ou tratamento. Esse impacto é relativo ao número de horas disponíveis para esta actividade. Pesquisas indicam que, em média, o cuidador trabalha de 4 a 8 horas/dia. Para muitos, a actividade de prover cuidados estende-se de um até quatro anos, mas com o aumento da expectativa de vida nos Estados Unidos e no Brasil, pode-se esperar um aumento no número de anos dedicados a esta actividade.

Impacto das actividades sobre o Cuidado informal: O envolvimento prolongado na actividade de prover cuidados parece ter um efeito negativo sobre a saúde física e emocional do cuidador, embora, geralmente, ele assuma este papel com grande satisfação e carinho. Diferentemente da experiência do cuidador parente de uma criança, que normalmente resulta na reabilitação, os cuidadores de pessoas debilitadas ou enfermas encaram uma situação stressante, em função da deterioração gradual do doente, sua eventual transferência para um tratamento institucional ou, lamentavelmente, a sua morte. Estudos mostram problemas de sobrecarga do cuidador, altos índices de depressão, sintomas de stresse, uso de psicotrópicos, redução no nível de imunidade e aumento da susceptibilidade a enfermidades. Homens e mulheres parecem ser afectados similarmente, embora as mulheres pareçam desenvolver mais stresse. Estes efeitos negativos parecem persistir em alguns cuidadores, até mesmo após a internação ou a morte do paciente.

Menciona o texto acima que: “Pesquisas indicam que, em média, o cuidador trabalha de 4 a 8 horas/dia“. No meu caso e em outros do meu conhecimento, o cuidador trabalha 24 horas por dia, 7 dias por semana, 30 dias por mês e 365 dias por ano como foi o meu caso específico como cuidador de minha esposa durante mais de 4 anos consecutivos.

Com o falecimento de minha esposa no passado dia 18 de Julho, até essa data, apenas saí à rua duas vezes para a levar à urgência do hospital; no ano passado (2015), saí à rua 4 vezes, duas para ir a consultas no Centro de Saúde, uma para uma consulta de neuro-psiquiatria na Fundação Champalimaud e outra para uma consulta de psiquiatria no hospital de Egas Moniz.

Nos anos anteriores não saí mais que duas a 4 vezes à rua sempre para a acompanhar a consultas e/ou exames, ainda ela estava em condições de mobilidade embora reduzida.

Mas este texto de hoje vem à baila por continuar a ser cuidador de minha filha, como tem sido desde quase há 16 anos. Anteontem, dia 14, tive de chamar o INEM às 04:00 horas da madrugada para assisti-la a um coma hipoglicémico o qual não consegui estabilizar. Nestas condições, os técnicos tiveram, como de outras vezes anteriores, de lhe injectarem glucose na veia.

Hoje, ao acordá-la pelas 05:30 horas da madrugada, como todos os dias de segunda a sexta-feira, acordou com um valor glicémico de 51, muito agressiva e completamente desnorteada, debitando palavras sem nexo e descontextualizadas. Levei 35 minutos até conseguir estabilizar e normalizar a situação.

Por isso, penso que qualquer cuidador, em qualquer área de actuação, sofre uma tremenda pressão psicológica que se vai reflectindo no seu dia a dia, na degradação da sua imunidade física, das suas qualidades de concentração, discernimento, actuação e de muitos outros factores que, em situação normal nunca aconteceriam.

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25.Mar.2017

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75: 14.Set.2016

0-lutotransp200Hoje, sinto-me completamente desfeito! Pelas 04:00 horas da madrugada tive de chamar o INEM dado que não consegui reanimar a minha filha de um coma hipoglicémico (34) nem com a habitual papa de açúcar na bochecha.

Depois de mais de meia-hora e uma injecção intra-venosa de glucose, os técnicos do INEM saíram e um episódio completamente descabido e anormal decorreu.

Quando os técnicos do INEM iam a sair a porta, vi a minha filha atrás deles e pensei que ela tinha de ir ao hospital mas ela disse-me que ia apenas à ambulância para lhe tirarem a agulha que eles tinham aplicado nas costas da mão para lhe injectarem a glucose (!!!???!!!).

Das (muitas) vezes anteriores que este mesmo episódio aconteceu aqui em casa, NUNCA foi necessária esta deslocação dado que o enfermeiro que colocava a agulha, retirava-a depois. E o facto é que a minha filha tinha saído de um coma, completamente encharcada em suor (uma das reacções que costuma ter quando os valores descem a níveis muito baixos) e a noite estava fria! Para apanhar uma pneumonia não era preciso mais!

Ela desceu as escada, atravessou a rua a tremer dado que a ambulância estava estacionada do outro lado, e disse-me depois que tinha assinado um papel e tinha pedido que se despachassem a tirar-lhe a agulha da mão porque estava cheia de frio…

Das outras vezes, costuma aparecer primeiro a ambulância e depois um carro com um(a) médico(a) que verifica a situação, não sei se foi por não ter aparecido o segundo carro que ela teve de assinar o papel mas concordo que no estado em que ela se encontrava, foi COMPLETAMENTE IRRACIONAL, DESPROPOSITADO e INCONCEBÍVEL, a sua saída para a rua para fazer o que atrás mencionei!

Talvez por ter sido a primeira vez que esta situação aconteceu – a chamada do INEM a casa -, depois da morte de minha esposa que me deitou abaixo porque ainda não me encontro refeito do profundo golpe de separação e o meu estado psicológico abanou como um tsunami.

Quem pensa que também ser cuidador de um diabético é pera doce e não requer grandes entregas, está profundamente enganado porque tenho de levantar-me de noite para ver se ela se encontra bem.

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74: 13.Set.2016

0-lutotransp200Infelizmente, terminou no passado dia 18 de Julho a minha “actividade” de cuidador de minha esposa, com demência de Alzheimer e outras patologias associadas, contudo, a minha “actividade” de cuidador continua embora não tanto desgastante mas também muito intensa dado que tenho de cuidar de minha filha, diabética insulina-dependente que entra em coma glicémico muito frequentemente, especialmente durante a noite ou antes de jantar.

O artigo que a seguir insiro vem na sequência dos custos que, pelos vistos, abrangem a maioria das doenças incuráveis e que necessitam de cuidados especiais. Mas passemos à notícia:

Diabetes

O fim das picadelas no dedo

Monitorização da doença tornou-se mais fácil, com uma nova tecnologia que evita as picadelas nos dedos dos doentes.

Há 22 anos que Maria de Lurdes Frade pica os dedos. Não uma, mas várias vezes ao dia. Hoje, com 60 anos, a diabetes de que sofre obriga-a a três injecções de insulina diárias e seis picadelas de dedo para avaliar os níveis de glicose. «Custa tanto», admite ao Destak. Por isso, não tem dúvidas quanto lhe perguntam como seria viver sem ter que picar o dedo: «imagino que deve ser o paraíso!». É isso que oferece uma nova tecnologia, que chega ao País. Mas que não é para todos.

Com um custo de €169,90 (o kit), mais €59,90 por cada sensor, cuja duração é de 14 dias, esta é uma tecnologia que apenas alguns podem pagar. «Uma injustiça», classifica Maria de Lurdes Frade, que apela a uma comparticipação do Estado. José Luís Medina, presidente da Sociedade Portuguesa de Diabetologia e Francisco Carrilho, presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia pedem o mesmo. A decisão está agora do lado do Infarmed, que se encontra, segundo Paulo Sousa, responsável da Abbott, que comercializa o produto, a avaliar a situação.

Manancial de informações

«Para quem, há muitos anos, acompanha o dia a dia dos doentes diabéticos e partilha não só a parte clínica mas humana desta doença, que pesa muito na vida das pessoas, quando falávamos sobre o futuro, falávamos de dispositivos semelhantes a este», partilha Francisco Carrilho, que não hesita em classificar a novidade como «disruptiva», capaz de reduzir os episódios de hipoglicémias e melhorar a qualidade de vida.

Por isso, lança um desafio: que por cá seja possível aceder à tecnologia, «sendo seguro que com esta acessibilidade vamos ter uma redução dos custos com a saúde».

«Um avanço notável»

Com recurso a uma tecnologia «única», o FreeStyle Libre, o primeiro medidor de glicose que evita as picadas nos dedos e que começa a ser comercializado em Portugal na próxima semana, é composto por um sensor, que deve ser colocado na parte posterior do braço, e um leitor que recolhe a informação. E tem indicação para todos os diabéticos mas sobretudo para os do tipo 1 e do tipo 2 que fazem insulina.

«Um avanço notável», garante José Luís Medina, e capaz de «melhorar a qualidade de vida dos doentes», oferecendo três tipos de informação: «sobre o perfil de glicose nas últimas horas, o valor presente e a tendência de futuro. Uma vantagem, já que avisa sobre os ajustes necessários».

Jornal Destak online
12 | 09 | 2016 11.01H
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

Nota: “Com um custo de €169,90 (o kit), mais €59,90 por cada sensor, cuja duração é de 14 dias, esta é uma tecnologia que apenas alguns podem pagar.” o que significa que, quanto aos sensores, são € 4,28/dia. Ora, a notícia refere que esse sensor é colocado no braço mas não informa se é um por dia ou sempre que se pretenda fazer uma medição.

Mas como diz a notícia, “esta é uma tecnologia que apenas alguns podem pagar”, ou seja, quem tem dinheiro pode seguir esta metodologia, quem não tem dinheiro, continua a picar o dedo… Como em quase tudo na área da saúde em Portugal.

Ou seja, os ricos quando morrem vão de pança cheia; os pobres quando morrem já vão cadáveres.

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18.Mar.2017 - 8 meses de eterna saudade

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71: 10.Set.2016

tina004aa55 dias passaram desde que partiste e nos deixaste em profunda dor e saudade. O tempo não arrefece estes sentimentos porque eles estão e continuarão a estar dentro de nós bem vivos e latentes a todo o minuto. Espero que te encontres em Paz. Um dia destes vou ter contigo minha querida.

Para os leitores deste Blogue, o primeiro post que aqui se encontra tem a data de 01 de Julho de 2016. Mas eu tenho um outro blogue (privado) onde conto as diárias anteriores a essa data sendo o primeiro episódio a 10 de Janeiro de 2014.

0-lutotransp200Conforme a minha disposição, porque mexer neste tema é muito doloroso e reviver acontecimentos recentes, ainda pior, vou tentar introduzir todos esses episódios começando pelos mais recentes, ou seja, 30 de Junho de 2016 para trás.

Minha esposa, não fosse a teimosia, a incompetência e a incúria médica, ainda hoje poderia estar viva embora a doença continuasse a progredir. Ela NÃO FALECEU DA DOENÇA mas de FALÊNCIA RESPIRATÓRIA provocada por CHOQUE SÉPTICO devido às úlceras espalhadas pelo corpo e da infecção bacteriana resultante dessas úlceras.

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Úlcera de Pressão Região Sagrada

Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados

O aparecimento de uma Úlcera de Pressão é, quase sempre, consequência do incumprimento de boas práticas nos cuidados prestados a doentes sujeitos a longos períodos de imobilidade. A sua prevenção e tratamento requerem uma equipa multidisciplinar composta por enfermeiros, médicos, nutricionistas, assistentes sociais e fisioterapeutas. O risco de desenvolvimento de úlceras de pressão aumenta consideravelmente quando se combinam os seguintes factores:

Imobilidade

Compromisso do sistema imunitário
Perda de massa muscular

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Definição de Úlceras de Pressão

Há vários métodos de classificação das Úlceras de Pressão, sendo o mais comum aquele que atribui graus ás estruturas e tecidos lesados.

Grau IV
– Ausência total da pele com necrose do tecido subcutâneo ou lesão do músculo, osso ou estruturas de suporte (tendão, cápsula articular, etc.)

Choque séptico: sintomas, tratamentos e causas

Visão Geral

O que é Choque séptico?

O choque séptico é uma condição grave que ocorre em decorrência da sepse e traz risco de vida. Ocorre quando um agente infeccioso, como bactérias, vírus ou fungo, entra na corrente sanguínea de uma pessoa. Essa infecção afecta todo o sistema imunológico, desencadeando uma reação em cadeia que pode provocar uma inflamação descontrolada no organismo. Esta resposta de todo o organismo à infecção produz mudanças de temperatura, da pressão arterial, frequência cardíaca, contagem de células brancas do sangue e respiração.

Causas

Choque séptico é geralmente causado por infecção bacteriana. Qualquer tipo de bactéria pode causar choque séptico. Fungos e vírus também podem causar essa condição, embora infecções virais sejam extremamente raras. As toxinas liberadas pelos agentes invasores podem causar danos nos tecidos e resultar em pressão arterial baixa e função reduzida dos órgãos. Alguns pesquisadores acreditam que os coágulos sanguíneos em pequenas artérias interrompem o fluxo sanguíneo e causam a redução da função dos órgãos.

O organismo também produz uma forte resposta inflamatória às toxinas. Essa inflamação pode contribuir para que ocorram danos nos órgãos.

O choque séptico tem uma alta taxa de mortalidade. A taxa de mortalidade depende da idade do paciente e de suas condições gerais de saúde, da causa da infecção e de quantos órgãos apresentaram insuficiência, assim como da rapidez e agressividade com as quais o tratamento médico foi iniciado.

Relatórios da urgência do hospital de S. Francisco Xavier:

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63: 27.Ago.2016

0-lutotransp200A minha filha não tem estado bem nos últimos 3 dias dado que anteontem e ontem, antes de jantar, apresentava valores glicémicos na ordem dos 30, sendo que ontem estava com convulsões.

Hoje, ao acordar, estava com 25 e completamente encharcada em suor. Esta situação nem sempre é a mesma dado que por vezes tem estes valores e encontra-se seca, mas conseguiu recuperar bem embora penso que tivesse caído de joelhos no chão ao levantar-se dado que ouvi um barulho no quarto dela e quando a fui ver estava agarrada à porta do quarto no estado que atrás referi. Os joelhos estavam esfolados ligeiramente.

valoresdeglicemia
Portal da Diabetes

Influência na Saúde

A manutenção da glicemia em valores fora do padrão normal, tanto para mais quanto para menos, acarreta em uma série de complicações à saúde, além do diabetes. Pesquisa publicada no respeitado periódico Neurology[1] em Setembro de 2012 comprovou que até mesmo valores de glicemia considerados um pouco acima do normal são um grave perigo para a saúde cerebral. De acordo com o estudo, idosos que mantiveram os valores de glicemia bem próximos ao valor considerado normal (110 mg/dL) apresentaram uma perda de 6-10% no volume cerebral ao longo de quatro anos, o que pode acarretar em doenças neurológicas como Alzheimer e demência. O encolhimento cerebral exibido por eles foi consideravelmente maior em comparação a idosos que possuíam valores de glicemia menores.

glicose01

glicose02

Wikipedia

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