187: Familiares não vão poder ser os cuidadores dos deficientes

Este artigo, publicado no Diário de Notícias online, causou-me revolta, repugnou-me e fiquei ainda com mais raiva da classe política asquerosa que temos. Deixei lá ficar este comentário que fica aqui registado dado que o DN é muito lesto a CENSURAR – como nos tempos da outra senhora -comentários que não interessam ser lidos.

“Vê-se mesmo que esta malta NUNCA foi cuidador de absolutamente NADA na vida! Mete nojo ler estes pensamentos eruditos destes políticos de pacotilha e seus derivados. Fui cuidador de minha esposa durante 5 anos (Alzheimer e DPOC) que acabou por falecer sem qualquer apoio de cuidados paliativos ou outros e numa urgência do hospital com falência respiratória devido a choque séptico, ou seja, negaram-me o internamento hospitalar quando ela tinha úlceras abertas com exposição óssea e trataram dessas úlceras no domicílio já quase em estado de coma. E vêm estes “representantes do Povo”, armados em sabichões de pacotilha, mandar uns bitaites pela matraca fora… Que raiva, carago!”

Mas vamos ao artigo em apreço:

Governo está a ultimar a versão final do modelo de apoio à vida independente para discutir documento no início de Junho

As pessoas com deficiência vão contar com o apoio de assistentes pessoais para terem uma vida independente. Mas estes cuidadores – que vão desempenhar tarefas desde a higiene, transporte ou mediação na comunicação – não podem ser familiares nem vão ser escolhidos diretamente pelas pessoas com incapacidades.

Estas são duas das condições inscritas na versão inicial do modelo de apoio à vida independente que o governo está agora a ultimar, para discutir em Conselho de Ministros “no início de junho”, adiantou ao DN o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS). Porém, a contratação de assistentes está limitada a uma bolsa de inscritos nos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI) e não é feita directamente pela pessoa com deficiência, algo que todos os partidos da oposição criticam e que gostariam que ficasse diferente na versão final. Porém, como este modelo vai ser aplicado em projectos-piloto (15 a 20) pagos com fundos comunitários – mais de 15 milhões -, o dinheiro não pode ser entregue directamente aos beneficiários, explicou o governo aos partidos e associações.

Uma das principais críticas vem do Bloco de Esquerda (BE), que, depois de ter feito um inquérito e diversas audições públicas, reuniu 17 propostas de alteração que entregou na semana passada ao MTSSS. No documento, a que o DN teve acesso, os bloquistas defendem que “a escolha do assistente pessoal é livre e da exclusiva responsabilidade da pessoa com deficiência”.

Também o PCP, lembrando que foi o primeiro partido a defender o apoio à vida independente (num projecto de resolução de maio de 2015), quer ver esclarecido no documento final a relação que se vai estabelecer entre os CAVI e a pessoa com deficiência. “Não há o contacto directo da pessoa na contratação do assistente e temos que ver como fica esta matéria, que nos suscita a necessidade de reflexão”, admite a deputada Diana Ferreira.

À direita, a percepção é a mesma. De que a pessoa com deficiência devia ser a responsável por escolher quem vai prestar apoio no seu dia-a-dia. “O modelo de apoio é nessa matéria ainda bastante assistencialista”, aponta a deputada social-democrata Sandra Pereira. A escolha através do CAVI – que tem de estar ligado a uma IPSS (instituição particular de solidariedade social) – torna o modelo “muito burocrático e parte da desconfiança quando impede os elementos da família de serem assistentes”, acrescenta Filipe Anacoreta Correia, do CDS-PP.

No entanto, neste último ponto, os centristas estão isolados, uma vez que todos consideram positivo o facto de os familiares ficarem fora do cargo de assistente. “Deve ser uma relação profissional sem esquemas de dominação de nenhuma parte. Percebemos que as famílias estejam muito zangadas porque, no fundo, passaram 10, 15 anos em que desistiram de tudo para tratar do familiar e agora vêem uma pessoa ganhar para tratar dele. Mas temos de separar claramente a independência das pessoas das relações familiares”, explica o deputado do BE Jorge Falcato. Sem exemplificar que pontos vão ser alterados, o MTSSS referiu ao DN estar a analisar os contributos “com vista à elaboração dos diplomas legislativos que enquadrarão o modelo e de definição dos aspectos que há que rever em resultado das sugestões recebidas”.

Independência com oito horas

Para quem deseja ter uma vida independente, a proposta inicial ainda fica aquém do desejado. “Sou totalmente dependente e as 40 horas semanais de apoio para mim não chegam. Oito horas por dia para mim é um apoio domiciliário e isso já existe”, lamenta Eduardo Jorge, activista pela vida independente. Aos 55 anos, tetraplégico desde 1991, quando sofreu um acidente de viação, viu-se obrigado a ir viver para um lar da terceira idade por não conseguir viver sozinho.

“Tenho de ser virado de três em três horas, não posso passar uma noite sozinho e ficar oito horas na mesma posição”, explica. Finalmente, conseguiu ter um contrato de trabalho como assistente social no lar da Carregueira, onde também vive. O seu sonho “era trabalhar aqui, mas viver numa casa aqui ao lado”. No entanto, sente que o limite de 40 horas no apoio não o vai tornar independente. Eduardo gostava também de ter uma palavra a dizer na escolha do assistente. “A filosofia de vida independente está toda alterada quando é alguém a escolher quem nos dá apoio. Não posso despedi-la quando quiser e além disso, como os CAVI podem decidir quem faz apoio, todos os dias vão ser pessoas diferentes”, alerta.

A ligação com o assistente é fundamental, lembra Eduardo. Já que em muitos casos – como no seu – a pessoa com deficiência precisa que cuidem da sua higiene pessoal, da mudança de fraldas e de ser alimentada. A que se juntam as horas que passam sozinhos: “Se for para casa, vai lá uma senhora umas horas e depois fico na cama, sozinho, deitado de barriga para baixo oito horas. Com água e umas bolachas à mão, mas sem poder fazer nada. Se o saco da urina fica muito cheio, não posso fazer nada, se me acontece alguma coisa, como falhar a electricidade, fico assim até ela voltar de manhã.” Com esta descrição, Eduardo quer mostrar que oito horas por dia são insuficientes e que a solução passava por um banco de horas, que podia ser usado conforme as necessidades. “Pode haver dias em que preciso de 18 horas e outros em que preciso só de cinco, e vamos gerindo essas horas.”

Diário de Notícias
10 DE MAIO DE 2017
07:46
Ana Bela Ferreira

20.Mai.2017

20.Mai.2017

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179: 13.Abr.2017

Depois de tantos anos de constante desgaste psicológico, como cuidador de minha esposa, sem qualquer tipo de ajuda exterior a não ser nos últimos dias de vida dela, a “sorte” bateu-me à porta, tendo-me sido diagnosticado diabetes Mellitus (tipo 2).

Um pouco de conhecimento não faz mal a ninguém e, sem qualquer tipo de pretensão pessoal, fui à Wikipédia (porque não tenho nenhum curso de medicina) e obtive esta informação que penso estar correcta:

Diabetes mellitus tipo 2

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A diabetes mellitus tipo 2 – anteriormente designada por diabetes mellitus não-insulino-dependente ou diabetes tardia – é um distúrbio metabólico caracterizado pelo elevado nível de glicose no sangue no âmbito da resistência à insulina e pela insuficiência relativa de insulina.[2] Distingue-se da diabetes mellitus tipo 1, na qual se verifica a deficiência completa de insulina devido à destruição dos ilhéus de Langerhans no pâncreas.[3] Os sintomas clássicos são a sede excessiva, a micção frequente e a fome constante. A diabetes do tipo 2 corresponde a cerca de 90% dos casos de diabetes, correspondendo os restantes 10% à diabetes mellitus do tipo 1 e à diabetes gestacional. Pensa-se que seja a obesidade a principal causa da diabetes de tipo 2 em indivíduos geneticamente predispostos.

O tratamento inicial da diabetes de tipo 2 é feito através de exercício físico e alterações na dieta, mas o bypass cirúrgico demonstrou melhores resultados do que outros métodos de perda de peso[4]. Se estas medidas não diminuírem o nível de glicose no sangue, pode ser necessário recorrer à administração de medicamentos, como a metformina ou a insulina. Em indivíduos dependentes de insulina, torna-se normalmente necessária a realização de exames de rotina aos níveis de glicose no sangue.

A incidência da diabetes tem subido de forma significativa nos últimos 50 anos, em paralelo com a obesidade. No ano de 2010 existiam cerca de 285 milhões de pessoas afectadas pela doença, muito mais do que os 30 milhões de casos registados em 1985. Entre as possíveis complicações a longo prazo de níveis elevados de glicose no sangue estão as doenças cardiovasculares, os acidentes vasculares cerebrais, a lesão da retina provocada pela retinopatia diabética, a insuficiência renal e a necessidade de diálise e a má circulação sanguínea nos membros, o que pode levar à sua amputação. A complicação com cetoacidose é rara, já que se trata de uma característica da diabetes do tipo 1.[5] No entanto, pode ocorrer um coma hiperosmolar não cetótico.

Estou a reformular, com 71 anos de idade, todo o meu modo de vida, desde a alimentação, ao exercício físico, utilizando disciplinas que pratiquei quando estava na casa dos 30/40 anos – meditação Zen, especialmente -, e tive de investir numa bicicleta estática para completar os meus exercícios diários, além de ter de iniciar a ingestão de comprimidos de metformina uma vez ao dia durante duas semanas e depois duas vezes ao dia, receitado pelo endócrinologista que assiste minha filha desde há 17 anos (ela tem diabetes tipo 1).

Aproveitei uma baixa de preços (€ 100,00) e mandei vir (chegou hoje) uma:

Bicicleta Estática Rhona Program ION Fitness

Por este motivo, a minha mudança do Blogue que tinha – e continuo a ter -, A Cozinha do Avô Chico (http://inforgom.pt/recipes/) e passei a um novo Blogue de Receitas Especiais (http://apokalypsus.com/receitasespeciais/) que já começa a introduzir, progressivamente, outros tipos de receitas.

Esta progressividade na alimentação será um pouco morosa – não se pode, nem se deve, passar instantânea ou rapidamente de um regime alimentar normal para um outro especial, porque isso, mesmo em pessoas normais, pode causar graves problemas de saúde -, e tenderá a normalizar daqui a 3/4 meses num regime macrobiótico misto, regime este que pratiquei durante alguns anos atrás.

Também no meu Blogue Portal da Saúde (http://inforgom.pt/portalsaude) que tem andado um pouco “esquecido”, começará agora a ser introduzida informação sobre a área dedicada aos diabéticos. Quem estiver interessado, poderá visitá-lo.

Quanto à bicicleta estática e para os interessados:

Características

  • Desenhada para utilização doméstica regular
  •  Para treinos de entre 3 e 7 horas por semana.
  • Sistema de inercia de 7 Kg
    Garante um movimento continuado, extremamente suave e sem sensação de salto.
  • Sistema de travão magnético
    Proporciona um leque vasto de tensões. Sem ruído e uma resistência para a vida.
  • Sistema de medição da pulsação por contacto na pega
  • Fornece metas para treino avançado.
    Pedais do acesso fácil
  • Com correia para maior segurança e eficácia durante o exercicio.
    Ajuste do selim horizontal
    Ajuda cada utilizador a encontrar a posição correcta de pedalar.

    • Guiador de triatlo
      Mais confortável e intensivo durante o uso.
    • Fácil acceso
      Permite um acesso fácil para realizar o exercício.
    • Rodas de transporte
      Para deslocar a máquina com facilidade.
  • Monitor e Programas
  • Ecrã electrónico LCD de fácil leitura
    • Proporciona informação do tempo, velocidade, distância, calorias consumidas, RPM, Watios e pulso da sessão de exercício.
    • 12 programas pré-definidos
      Permitem a creiação de retos e superar-se em cada treino.
    • 4 Perfis personalizáveis (uPrg)
      Permite ao utilizador desenhar o seu programa pessoal.
    • 1 programa manual
      Permite ao utilizador desfrutar de um treino livre, podendo escolher, tempo, distância ou as calorias para treinar ao seu próprio ritmo.
    • 1 programa de watts constantes
      Especialmente desenhado para reabilitação.
    • 4 Programas de controlo do ritmo cardíaco (HRC)
      Permite atingir níveis cardiovasculares durante o treino. Controla automaticamente a intensidade do treino para manter o esforço a limites de pulsação diferentes.
    •  Test de controlo da gordura corporal (BF)
      Controla a percentagem de gordura corporal.

Especificações

  • Peso máximo do utilizador: 120 kg
  • Peso do sistema inercial: 7 kg
  • Dimensões: 92 x 50 x 134 cm
  • Peso: 25 kg

20.Mai.2017

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178: Ordem dos Médicos

Neste artigo:
(http://cuidadordealzheimer.net/cuidador/2017/04/07/ordem-dos-medicos-para-que-serve/), de 7 de Abril, perguntava para que serve a Ordem dos Médicos, já que uma queixa apresentada no dia 30 de Junho do ano passado (2016), não tinha ainda obtido qualquer tipo de resposta.

Finalmente, quase UM ANO DEPOIS, chegou hoje, dia 10 de Abril, uma carta registada com aviso de recepção, proveniente da Ordem dos Médicos, Conselho Disciplinar Regional do Sul, com data de 7 de Abril, informando que, para adequada instrução do processo de averiguações sumária, tenho um prazo de 15 dias úteis para informar, por escrito, a identificação (nome completo e/ou número de cédula profissional) do médico contra quem apresentei queixa.

Tendo telefonado de imediato para aquele Conselho Disciplinar, a fim de saber se podia enviar a resposta por e-mail, foi-me confirmado que sim, o que fiz logo terminei a referida chamada telefónica.

Resta agora esperar (será mais um ano?) pela resposta. Mas pelo menos, responderam ao solicitado.

10.Abr.2017

20.Mai.2017

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156: 07.Jan.2017

Desactivei a minha Página no Facebook, referente a este Blogue, assim como desactivei todas as outras Páginas que possuía naquela rede social dado que cheguei a um ponto em que me fartei de certo tipo de atitudes e comportamentos, virtuais ou não, em ordem à minha pessoa.

Cheguei a um ponto da vida em que não tenho de me preocupar sobre o que pensam de mim. Não gostam? Sou muito frontal? Digo e/ou escrevo coisas que não deveria dizer e/ou escrever? Paciência!

Não posso é permitir que reinem hipocrisias em situações directamente conotadas com os meus sentimentos, com as minhas atitudes, com todos os pressupostos de uma vivência saudável, amigável, predominantemente de entreajuda sempre que possa, porque sendo sempre de minha iniciativa contactos, saudações, preocupações com terceiros, penso que chegou o tempo de terminar essa atitude dado que não existe o mesmo tipo de feedback (retorno).

Hoje, fui com a Vera visitar a Tina e efectuámos a limpeza da campa, retirada de flores mais antigas, colocação de um novo raminho, água fresca e um beijinho de profunda Saudade quando nos viemos embora.

20.Mai.2017

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154: 31.Dez.2016

Mais um ano que termina hoje, deixando terríveis lembranças – passadas e presentes -, na minha memória.

Partiste há cinco meses e meio deixando um completo vazio no meu coração, não de Amor, mas de Saudade, de Tristeza, de Angústia, de Pesar, um vazio completo. Porque tu fazias parte da minha vida, eras parte de mim, da minha existência, da minha razão de viver.

Este terrível ano que hoje termina, foi marcado por dois acontecimentos trágicos: a tua partida sem regresso e o despedimento da nossa filha aos 50 anos, depois de mais de 30 anos na mesma empresa. Por enquanto e durante mais um anjo, ela está colocada mas depois o que será?

Os meus setenta anos já vão pesando e estes acontecimentos vão corroendo o que ainda restava de solidez psicológica, física e material.

Por isso e como no natal que passou a semana passada, não tenho alegria, nem disposição para celebrar o que quer que seja sem a tua presença. A tua família também passa ao lado da situação porque nunca quis saber de ti enquanto estavas doente, apareceram no velório e no funeral – nem todos – mais por descargo de consciência do que por sentimento.

Daqui a pouco vou ao cemitério mais a Vera, arranjar a tua última morada, refazer as flores que tanto gostavas em vida – e não apenas depois de morta – e deixar-te mais um beijinho de Eterna Saudade. Depois, coloco aqui as imagens.

Descansa em Paz querida no sítio em que te encontras.

20.Mai.2017

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140: 08.Dez.2016

Cá em casa, celebrámos sempre o Natal em família, ou seja, eu, a Tina, as nossas filhas Vera e Sandra, as nossas netas Raquel e Rita e o meu genro.

Desde que a Tina adoeceu, essa prática foi-se esfumando até terminar pois não existia alegria, paciência para preparar as coisas, nem a árvore de Natal voltou a ser montada, ritual que se fazia desde que a Vera nasceu há 50 anos.

Deixei de festejar o Natal e este ano fomos convidados pela minha neta mais nova a irmos (eu e a Vera) passar o Natal em casa dela. A situação financeira está péssima, alegria é coisa que desapareceu, mas as netas merecem que se faça um sacrifício e aceitei o convite.

Seremos apenas dois em vez de três como em anos passados, mas a Tina estará sempre presente, nos nossos corações, na nossa cabeça e nas nossas lembranças.

À Rita, que vai fazer para a semana 11 aninhos, vamos oferecer uns patins dado que ela tem esta prática na escola 3 vezes por semana; à Raquel que fez 16 anos em Junho, como disse não querer nada de material mas dinheiro para juntar, será oferecido o mesmo valor que os patins da irmã.

Aqui ficam as imagens dos patins que eu, a Tina e a Vera iremos oferecer na noite de Natal à Rita:

e o respectivo saco de transporte:

20.Mai.2017

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137: 02.Dez.2016

Hoje foi mais um dia de visita à campa da nossa querida. Limpámos a terra do bordo da campa, mudámos a água das flores, tirámos umas que já estavam murchas e colocámos um ramo novo junto com as outras que colocámos anteriormente porque a família, essa, não aparece…

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02122016_01

02122016_03Mais logo, porque agora é hora da janta, vou preparar um esclarecimento sobre um domínio existente e do qual tive hoje conhecimento, via Facebook, e que pode confundir-se com o meu dada a sua semelhança.

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124: 10.Nov.2016

0-lutotransp200Dia muito, muito cansativo, desgastante, arrasante mesmo! Eu e a Vera fomos ao Cemitério fazer uma visita à Tina e deixámos mais um raminho de flores amarelas a juntar às brancas que tínhamos colocado anteriormente e ainda estavam perfeitas.

Mudámos a água das flores, limpámos a terra que tinha caído para cima da laje, ficou perfeito. E deixámos os nossos beijinhos e os da neta Rita na sua imagem.

Nunca te esqueceremos querida. Descansa em Paz.

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Familiares não vão poder ser os cuidadores dos deficientes

Familiares não vão poder ser os cui…

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123: 07.Nov.2016

0-lutotransp200Nem sei como começar este post porque por vezes não existem palavras para definir certo tipo de situações que inacreditavelmente vão acontecendo em série. Já diziam os meus avós que um mal nunca vem só e é uma realidade.

No passado dia 30 de Junho, ainda minha esposa era viva, enviei um e-mail à Ordem dos Médicos com o seguinte teor:

Enviada: 30 de junho de 2016 00:03
Para: ‘omcne@omcne.pt’

Boa tarde

Com este e-mail, pretendo saber de V. Exas. se uma doente com demência de Alzheimer, D.P.O.C. (entretanto controlada), anemia crónica, hipotiroidismo, arritmias cardíacas (mais ou menos controladas) e com úlceras espalhadas pelo corpo provenientes do seu estado de acamada, uma delas na anca com um a visão muito arrepiante conforme poderão constatar pelas imagens anexas, não tem o direito como ser humano de ser internada para tratamento (já que a recuperação é impossível) em vez da presença 3 vezes por semana de enfermeiras da USF Santo Condestável que lhe vêm limpar as feridas e mudar os pensos.

Se os hospitais não são indicados para este tipo de pacientes, para que servem eles? Tem sido uma luta constante desde há 3 anos a esta data com os médicos o pedido de internamento mas eles canalizam sempre para um Lar de Idosos. Lar de Idosos? Desconhecia que agora os Lares de Idosos, são hospitais onde estes pacientes são vigiados, tratados e medicados convenientemente e de acordo com as patologias apresentadas.

Nesta conformidade, agradeço o favor de um parecer de V. Exas. sobre se realmente é assim, ou seja, a doente ficar no domicílio em estado semi-vegetativo já que não fala, está paralisada dos membros inferiores, a mão direita quase que não mexe e a esquerda está a ir pelo mesmo caminho, toma os medicamentos esmagados e bebe-os por uma palhinha assim como os alimentos que estão reduzidos a sopas, gelatinas e néctares de fruta, causando perigosos desequilíbrios psicológicos nos cuidadores (marido e filha) que a acompanham 24 horas por dia (marido) e horário pós-laboral (filha, que é diabética insulina-dependente e cujos episódios de coma hipoglicémico estão a ser quase diários).

Com os melhores cumprimentos e agradecendo a atenção dispensada,

=============================

Até hoje não recebi qualquer resposta. No dia 1 de Julho, enviei este e-mail à Ordem dos Médicos:

Enviada: 1 de julho de 2016 10:00 a
Para: omcne@omcne.pt

Bom dia

Em adenda ao meu e-mail anterior, junto envio mais imagens do estado degradado em que se encontra minha esposa, sem que sejam tomadas quaisquer providências a não ser o tratamento 3 vezes por semana no domicílio pela enfermagem da USF Santo Condestável às úlceras.

Obrigado

===============================

Em 17 de Agosto enviei outro e-mail à Ordem dos Médicos com o seguinte teor, também sem resposta:

Enviada: 17 de agosto de 2016 18:25 p
Para: omcne@omcne.pt

Boa tarde

A paciente a que se referem os e-mails infra, faleceu no passado dia 18 de Julho de 2016, pelas 00:30, no hospital de S. Francisco Xavier para onde foi levada numa ambulância do INEM.

A causa da morte, segundo o Certificado de Óbito emitido pelo hospital foi de choque séptico, úlcera de pressão região sagrada com exposição óssea.

Não preciso explicar a V. Exas. o que é choque séptico até porque não sou médico nem tenho qualquer formação na área da saúde, contudo e como pesquisador temático na Internet, li tudo o que tinha a ler sobre choques sépticos e respectivas origens e causas.

O que me leva a concluir que, embora a médica de família do Centro de Saúde tivesse conhecimento da situação porque assistiu, em pessoa, a dois dos últimos tratamentos efectuados pelas enfermeiras desse CS e referenciou as úlceras instaladas, uma delas com infecção devido às fezes expelidas, não tomou as precauções devidas a esta situação porque não é no domicílio e apenas TRÊS VEZES POR SEMANA, que este tipo de infecções – que causaram o choque séptico -, são tratadas.

Não sei que adjectivo deveria atribuir a esta situação, apenas sei que minha esposa faleceu e V. Exas. nem sequer se dignaram dar uma resposta aos meus e-mails infra, de 30 de Junho e 01 de Julho de 2016.

Obrigado,

=============================

Não é que eventuais respostas a estes e-mails pudessem devolver a vida a minha esposa mas caramba, não somos dignos de uma resposta por parte da Excelentíssima Ordem dos Médicos de Portugal?

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Médicos denunciam “imoral pressão” para não passar exames

Gastrenterologia

O presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia denunciou uma “imoral pressão de índole económica” sobre os médicos de medicina geral e familiar para que estes sejam “restritivos na solicitação dos exames necessários, nomeadamente colonoscopias”.

A propósito do Dia Europeu de Luta Contra o Cancro do Cólon, que se assinala quinta-feira, José Cotter alertou para o facto de estas “restrições” trazerem “consequências graves para os cidadãos, uma vez que não permitem o diagnóstico atempado da doença”.

Estas restrições “também se podem virar contra os próprios profissionais de saúde por razões de responsabilidade médico-legal”, acrescentou.

“A prevenção do cancro do intestino tem uma grande vantagem sobre os demais cancros, que se relaciona com o facto de através de uma colonoscopia ser possível detectar as lesões pré-malignas (pólipos) e removê-las num mesmo tempo, obtendo a cura”, disse.

De acordo com o gastrenterologista, tal “impede o desenvolvimento dessas mesmas lesões até à fase do cancro, com subsequente necessidade de cirurgia e outros tratamentos (quimioterapia e radioterapia, mais frequentemente)”.

Para a efeméride, o presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) gostaria de passar a mensagem de que “a prevenção do cancro do cólon é possível e tremendamente eficaz, desde que o cidadão adira ao que está recomendado”.

Em Portugal, o cancro do cólon e do recto é o que mais mortalidade provoca em Portugal. Só em 2014, houve sete mil casos da doença, com a mortalidade a cinco anos a ser de 50%.

Para José Cotter, estes números devem-se “à falta de prática de um quotidiano sadio, com combate à obesidade, ao sedentarismo, ao tabagismo e em contraponto ao estimulo de uma alimentação saudável do tipo da dieta mediterrânica com privilegio das hortaliças, frutas, cereais, azeite, peixe e líquidos em abundância, associados a exercício físico regular”.

“Existe uma prevenção secundária deficiente com défice de cidadãos rastreados no momento certo. Torna-se necessário implementar um rastreio organizado, ainda que tenha de se criar uma linha de financiamento específica, que seria gratificantemente «amortizada» em vidas humanas, diminuição do absentismo, poupança com tratamentos e melhoria da qualidade de vida das populações”, prosseguiu.

Segundo José Cotter, “vários exames são possíveis de fazer, mas, com excepção da colonoscopia, todos se revelam muito insuficientes para a detecção das lesões pré-malignas atrás citadas”.

“E esse é o objectivo que deve ser perseguido. Porque detectar um cancro precoce, se bem que sendo melhor do que diagnosticá-lo em fase avançada, já vai implicar cirurgia e tratamentos muito onerosos, que condicionam muito a qualidade de vida e apenas permitem que esta doença tenha uma sobrevivência global aos cinco anos de cerca de 50%”, concluiu.

In Jornal de Notícias
http://www.jn.pt/nacional/interior/medicos-denunciam-imoral-pressao-para-nao-passar-exames-5475400.html
02.11.2016

0-lutotransp200No caso da morte de minha esposa, quer médicos de família (foram dois), quer psiquiatras (foram dois), quer neurologista, NUNCA quiseram interná-la para observação, acompanhamento e tratamento das doenças que tinha e que redundaram em FALÊNCIA RESPIRATÓRIA devido a CHOQUE SÉPTICO por falta dessa mesma assistência e tratamentos. Um neuro-psiquiatra da Fundação Champalimaud na última e única consulta que teve antes de falecer, até chegou a dizer que não existem meios, nem recursos para este tipo de internamentos hospitalares, remetendo a situação para os privados. A “receita” deles era enviá-la para um Lar de Idosos, como se os lares de idosos tivessem capacidades técnicas para cuidar deste tipo de doentes… E mais, ainda minha esposa estava com a saúde “normal”, era habitual fazermos exames de rotina (check-ups) de 6 em 6 meses (bi-anual), mas a partir de uma certa altura o médico de família disse que não valia a pena e esses exames passariam a ser apenas uma vez por ano! Pena não ter dinheiro para processá-los criminalmente pela sua morte…

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