16: 22.Jun.2016

A Tina esta noite esteve agitada e eram 04:00 horas da madrugada ainda não estava a dormir.

Depois sossegou mas de manhã, como estava à espera de um colchão para mim e da vinda da enfermeira para lhe fazer o tratamento, levantei-me às 08:00 horas e pelas 09:30 horas tinha um macaco por cima de mim a martelar não sei o quê o que agitou ainda mais a Tina, tendo de lhe dar meio comprimido de Quetiapina 100mg. Consegui que ela acalmasse.

A enfermeira chegou às 12:30 horas e antes tirei uma foto a uma das úlceras que a Tina tem num dos braços:

 

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15: 20.Jun.2016

O dia hoje começou às 08:00 horas com a Vera a acordar com 35 de glicémia, bastante agressiva e completamente descontrolada. Depois de passada a crise, a Vera ficou em casa para me ajudar a desmantelar o quarto porque sozinho já não o conseguiria fazer e o esforço foram enormes porque já não tenho forças para trabalhos desta natureza.

Tinha telefonado na sexta-feira a uma Loja Solidária (Betel) para marcar a recolha da mobília de quarto, ficou agendado para as 11:00 horas de hoje, mas dado que a médica e enfermeira vinham de manhã, telefonei para eles a pedir para virem um pouco mais tarde dado que a Tina tinha de ser tratada e observada na cama.

Parecendo que eram eles que estavam a fazer um enorme favor dada a fraca humildade e enorme arrogância demonstrada no trato, informaram-me que tinham atrasado uma entrega de manhã, de tarde tinham uma mudança para fazer e já não poderiam vir cá hoje recolher a mobília (doada).

Como não sou de tretas e já constatei que ser bonzinho não ajuda absolutamente nada, telefonei para a Câmara Municipal de Lisboa, pedi o levantamento dos objectos, disseram-me para os colocar na rua depois das 20:00 horas mas como aqui os passeios são parques de estacionamento privativos dos lordes cá do sítio, o espaço é sempre zero. Assim, eu e a Vera começámos a carregar com a tralha para a rua dado que existia um “buraco” disponível à nossa porta e passada nem uma hora, já lá não estava nada!

Estamos completamente derreados mas ainda falta vir a cama e o colchão para acabarmos a nova arrumação do quarto. Entretanto, a Vera pediu à médica uma semana de apoio à família (sem vencimento) e fomos informados que a Tina terá de ser operada à úlcera que tem na anca para que o osso não saia dado o estado de necrose em que a zona circundante já se encontra. Mais outro problema a juntar a tantos outros…

Entretanto a Tina está a não querer alimentar-se e a médica falou na eventual hipótese de lhe colocar uma sonda. Veremos o desenrolar dos próximos capítulos.

Mais tarde, quando tivermos a disposição final do quarto, colocarei aqui as imagens.

17:00 horas, chegou a cama da Tina mais o colchão viscoelástico, que já foi montada pelos técnicos da empresa e a funcionar (parte eléctrica do comando manual). Tem elevação do tronco e das pernas (duas secções).

Por cima do viscoelástico foi colocado o colchão pneumático com compressor, mesmo à medida e a Tina já se encontra a descansar mais confortável e adaptada às suas maleitas. Não sei se por obra do ruído do aspirador (limpezas), se eu e a Vera estarmos sempre a falar, a Tina está um pouco agitada.

Esta foi a cama e o colchão que a irmã Esmeralda negou dar ajuda através dos restantes irmãos da Tina e da sua filha Isabel que nem se dignou responder ao meu segundo e-mail a saber se tinha entregue o primeiro e-mail à mãe… E anda esta gente a invocar Deus (o delas), orações & companhia… Beatas de merda!

A primeira refeição da Tina na cama:

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14: 19.Jun.2016

Ontem, eu e a Vera, estivemos a fazer uma “limpeza” ao meu quarto a fim de preparar a vinda amanhã da nova cama para a Tina e a saída da mobília de quarto conforme já aqui mencionei anteriormente.

Mesmo com o novo colchão pneumático, a Tina está a ganhar novas escaras como as que mostram as imagens a seguir e que hoje “descobrimos” ao fazer-lhe a higiene diária. Não sei onde isto irá parar, a continuar desta forma, mas o dinheiro dos impostos não é para a saúde dos pobres mas para continuar a alimentar a corrupção dos banqueiros, da banca & associados…

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13: Alzheimer. Doença está a crescer

Especialistas reúnem-se a partir de sábado para discutir como combater doença que já afecta 80 mil pessoas, mais os cuidadores e famílias.

A Alzheimer afecta cerca de 80 mil pessoas mas desequilibra também muitos dos cuidadores.

“É um problema que afecta muito os cuidadores que acabam por sofrer também eles. Vêem o familiar a desaparecer aos poucos e ao longo dos anos”, diz o director e professor no Instituto de Ciências de Saúde da Católica.

Precisamente para debater esta e outras questões, que se perdem com a falta de estruturas estatais para combater esta doença, um conjunto de especialistas e associações de apoio a estes doentes reúnem-se este sábado na Universidade Católica de Lisboa.

Alexandre Castro Caldas, director e professor no Instituto de Ciências de Saúde daquela universidade, lamenta a falta de planos para acompanhar e lutar contra a Alzheimer e diz, em entrevista à Renascença, que é preciso mudar este rumo porque o país está cada vez mais envelhecido e esta doença a crescer.

“A doença de Alzheimer é uma catástrofe e tem vindo a aumentar a prevalência. As famílias estão a ficar com enormes dificuldades e sem saber o que fazer. Há um plano europeu, mas nunca foi implementado. É preciso perceber como se pode ajudar estas pessoas”, disse.

Rádio Renascença
17 jun, 2016 – 00:38

O meu comentário na Rádio Renascença:

Sou cuidador de minha esposa, demente de Alzheimer há 3 anos e, neste momento, paralisada dos membros inferiores, da mão direita e a esquerda quase que nem mexe. Tem um úlcera numa das ancas que mais parece a abertura de um vulcão e que requer tratamento diário pela enfermagem da USF a que pertencemos, embora tenham vindo ao domicílio duas vezes por semana, além de várias escaras nos pés e cotovelos. Quase que nem abre a boca para a alimentarmos, os medicamentos têm de ser esmagados num almofariz e dados por uma palhinha com a água. Defeca e urina na fralda e a higiene é bastante complicada para ser executada por uma só pessoa. Tenho vindo pedir o seu internamento desde há um ano mas dizem que o lugar dela é num Lar de Idosos! Gostaria de saber para que servem os hospitais e quem neles está internado e se os lares de idosos possuem equipamentos e pessoal especializado neste tipo de doenças! Mas mesmo que isso possuíssem, seria a troco de quantias que ficam fora do orçamento familiar de pensionistas de baixos recursos porque quando as instituições calculam o preço desses internamentos, não contabilizam renda de casa, água, gás, electricidade, alimentação, farmácia, material de incontinência, taxas moderadoras por tudo e por nada e outras despesas que vão aparecendo no dia a dia. Só para uma cama articulada,um colchão viscoelástico e outro pneumático, foram 800 euros para que ela não sofresse tanto e ficasse melhor acomodada e mais confortável. Vivemos numa sociedade desumana em que interessa e prevalece apenas o lucro e se tens dinheiro, estás safo, se não o tens, vai morrendo lentamente até deixares de dar despesa ao Estado!

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12: 17.Jun.2016

Pelas 09:30 horas de hoje, tive a visita da enfermeira que veio limpar e mudar os pensos à Tina. São vários: nos dois pés, nos dois cotovelos no cócix e o mais grave de todos, na anca.

Ainda não me tinha apercebido da gravidade dessa úlcera na anca e hoje, depois de tirar uma fotografia, é que constatei esse facto (a imagem poderá ser chocante para pessoas mais sensíveis).

Na próxima segunda-feira, o meu programa diário está bem preenchido:

01.- Vem cá a casa a médica ver a Tina e a enfermeira para o tratamento;
02.- Às 11:00 horas vem uma associação a quem doei a minha mobília de quarto, levantá-la;
03.- Depois das 15:00 horas vêm entregar e montar a cama articulada e o colchão visco-elástico para a Tina.

Em ordem ao terceiro ponto, consegui negociar com a empresa fornecedora, o pagamento no dia 8 do mês que vem, altura em que recebemos os subsídios de “férias” (meu e da Tina) contra a entrega antecipada da mercadoria. Foram sensibilizados para a situação e responderam positivamente.

Da família, nomeadamente uma das irmãs da Tina (Esmeralda) a quem pedi ajuda para esta compra, englobando todos os restantes irmãos e sobrinhos que o pudessem fazer, não obtive qualquer resposta o que demonstra bem a humanidade e a solidariedade desta gente e o tal “grupo” que ela (Esmeralda) disse estar sempre pronto a ajudar, foi só conversa da treta! Hoje, nem sei com que intenção o disse…!

Assim, a Tina a partir da próxima segunda-feira vai ficar melhor posicionada, mais confortável e aliviada da pressão que uma cama “normal” oferece a pacientes com a sua patologia e maleitas já que coloquei de parte toda a esperança (que dizem ser a última a morrer mas a minha já morreu há muito) que a internassem para os devidos cuidados e tratamentos. Não somos ricos, não temos direito à saúde, nem à dignidade de um final de vida tranquilo que todo o ser humano merece e ponto final…

Este fim-de-semana será preenchido a desarticular o meu quarto, esvaziar gavetas com roupas, posicionar tudo de modo a que na segunda-feira às 11:00 horas esteja tudo pronto para sair.

A cama que foi encomendada:

e, por cima deste, o colchão anti-escaras pneumático (com compressor de ar):

Como fico sem cama, tenho um divã articulado que serve perfeitamente para descansar as poucas horas em que o faço, possivelmente comprarei um colchão mais adequado dado que o que veio com o divã é muito fino e os tempos em que (não) dormia no mato, já lá vão e com 21 anos de idade resiste-se a tudo e mais alguma coisa…

Imagem (chocante para pessoas sensíveis) de uma das úlceras da Tina:

Tratamentos de hoje:

http://dai.ly/x4h1h0s

Posição que a Tina toma quando está sentada (as almofadas são para não tombar mais para esse lado):

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11: 14.Jun.2016

A Vera está em casa até a enfermeira chegar para depois ajudar-me. Já mudámos a fralda à Tina para ela estar mais limpa para o tratamento mas os pensos estão cheios de fezes dado que desde quinta-feira passada não são tratados devido aos feriados do 10 de Junho (sexta-feira) e 13 de Junho (segunda-feira-Stº. António, em Lisboa).

Ficam aqui imagens dessa situação para memória futura.

É com este pesadelo que temos de viver diariamente dado que a merda dos políticos que (des)governam este país desde há 42 anos, apesar das bacoradas que lhes saem pela matraca fora, deixaram chegar as pessoas a esta situação, nomeadamente as que não têm defesa nem meios financeiros!

(Nota em 10.09.2016: Foi por esta situação que a Tina faleceu e não pela doença de Alzheimer! Este estado miserável deu origem a um CHOQUE SÉPTICO que a levou a falência respiratória e à morte na urgência do hospital de S. Francisco Xavier! Por isso, RESPONSABILIZO TODOS OS MÉDICOS que intervieram neste processo por esta situação.)

http://dai.ly/x4gdhaa

É útil rever esta notícia, já aqui publicada anteriormente:

Ainda há “ricos e pobres” no acesso à saúde

http://rr.sapo.pt/noticia/56529/ainda_ha_ricos_e_pobres_no_acesso_a_saude

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10: 13.Jun.2016

Hoje telefonei parta a Linha Saúde (808 24 24 24) porque estava desesperado. Embora soubesse de antemão que não iriam resolver o problema, pelo menos pretendia que me dessem uma explicação porque as pessoas actualmente são tratadas como animais selvagens e não como seres humanos e, por cima, com doenças degenerativas, incuráveis e a sofrerem e a fazerem sofrer quem delas cuida.

De manhã, ao fazer a higiene da Tina antes de se levantar, verifiquei que estava com fezes na fralda e na altura que estava a limpá-la, começou a urinar. Resultado, os pensos que a enfermeira da USF colocou na passada quinta-feira (sexta, sábado, domingo e segunda foram dias de ponte) estavam todos sujos e não sabia o que fazer. Lavei e limpei o melhor que pude dado que estou cada vez mais com dificuldade em sozinho fazer essa tarefa pela falta de força na minha anca esquerda (problemas da guerra).

O meu telefonema foi no sentido de me darem uma sugestão sobre o que fazer. A primeira enfermeira que me atendeu, aliás bastante simpática e mais psicóloga que enfermeira, compreendeu a minha situação e sugeriu-me que levasse a Tina ao hospital para fazerem a lavagem e troca dos pensos. Só que a Tina já não anda, não se mexe e não tem qualquer hipótese de ser transportada num táxi ou carro particular a não ser numa ambulância. Dados os custos que essas viagens implicam, torna-se inviável a sua realização, por isso ela passou-me a uma segunda enfermeira para me dar sugestões sobre instituições que poderiam prestar esses cuidados.

Informei então que a Associação Alzheimer de Portugal pediu-me 300,00 euros por virem ao domicílio de segunda a sexta-feira (excluindo fins-de-semana e feriados) e como não tinha orçamento para essa despesa, desisti, pelo que fui confrontado com aquilo que desde o início venho reclamando: não há dinheiro, não há saúde! Saúde é para quem tem bons salários ou pensões de reforma, como aquele sujeito que disse DEZ MIL EUROS não chegarem para as suas despesas (gostava de o ver a gerir a casa dele com o salário mínimo nacional a ver se lhe passava a tosse).

Assim, estou à espera de amanhã, terça-feira, que a enfermeira da USF chegue para uma vez mais saber se a D. Albertina vai continuar a ser tratada não como ser humano mas como um animal selvagem. O político e/ou socialmente correcto, para mim, já acabaram dado que as pessoas têm de ser confrontadas com palavras duras e agressivas para ver se espertam da moleza em que vivem e da miséria em que estão envolvidas devido ao regime austericida que nos rege.

Sendo um anti-fascista, tenho de reconhecer que nos tempos do Estado Novo fascista, o ditador Salazar tratava melhor as pessoas na área da saúde, que a merda destes “democratas” de pacotilha que, além de nos andarem a roubar para pagarem a merda dos bancos falidos por banqueiros corruptos, em milhares de milhões de euros!

Em ordem ao post sobre o meu pedido de ajuda a uma das irmãs da Tina (Esmeralda), em 1 de Junho, a resposta até hoje foi ZERO!

Fazemos hoje 52 anos de casados

Um artigo que não me espanta dada a realidade que tenho passado nos últimos anos:

http://www.destak.pt/artigo/269851-portugal-tem-elevadas-desigualdades-em-saude-efeitos-dos-cortes-desconhecidos-relatorio

ACTUALIDADE

Portugal tem elevadas desigualdades em saúde, efeitos dos cortes desconhecidos – Relatório

14 | 06 | 2016 00.02H

As desigualdades em saúde em Portugal são elevadas e os anos de “profunda recessão económica e de cortes orçamentais” tiveram consequências que ainda não são conhecidas, indica o Relatório de Primavera deste ano.

“Portugal tem vivido anos de profunda recessão económica e de cortes orçamentais em várias áreas, incluindo a saúde, educação e segurança social. Neste sentido, as desigualdades em saúde representam uma preocupação acrescida, à luz dos custos elevados que acarretam”, lê-se no documento, elaborado pelo Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS).

Intitulado “Saúde – procuram-se novos caminhos”, o documento começa por recordar os relatórios elaborados nos últimos seis anos, nomeadamente sobre a questão da crise na saúde.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

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9: 09.Jun.2016

Hoje esteve cá uma enfermeira da USF e não gostou das feridas da Tina, especialmente a úlcera que ela tem na anca e que está em muito mau estado.

Face a esta situação, enviei este e-mail à médica de família e aguardo pela resposta:

Data: qui 09/06/2016 14:51
Para: condestavel.sec@csscondestavel.min-saude.pt

A/c da Exma. Sra. Dra. Irene Martins

Boa tarde

Agradeço a entrega urgente deste e-mail à sra. Dra. Irene Martins, médica de família de Maria Albertina Martins Chadeca dos Santos Gomes.

Sra. Dra., hoje esteve cá em c asa a sra. Enfermeira (que não fixei o nome) para fazer a limpeza das feridas e colocar novos pensos nos vários locais que a D. Albertina tem espalhados pelo corpo.

O pior deles todos, penso eu, é uma enorme úlcera na anca, que a sra. Enfermeira pode melhor reportar dada a sua experiência e conhecimento. Nesta data, estou à espera na próxima terça-feira de um colchão anti-escaras com compressor de ar para poder oferecer à D. Albertina um mínimo de bem-estar e evitar a criação de novas mazelas mas penso que a situação já não se reduz apenas à demência, à D.P.O.C. mas ao débil e depauperado estado físico em que se encontra, não só pelas feridas que tem pelo corpo, como pela extrema magreza que apresenta e disso, as senhoras Enfermeiras que têm tratado dela, podem atestar.

A D. Albertina, apesar de possuir uma doença incurável, é um ser humano e como tal, precisa e deve ter todos os cuidados inerentes ao seu estado de saúde e não é no seu domicílio e no estado em que se encontra que ela irá conseguir não uma cura mas um alívio dos apêndices criados e motivados pela doença.

Como marido dela, dói-me constatar que a D. Albertina não está a ter o acompanhamento devido ao seu estado de saúde global, dado que se encontra paralisada dos membros inferiores, a mão direita quase que já nem mexe, os medicamentos têm de ser todos triturados, misturados com água e bebidos por uma palhinha e a comida, mesmo que leve, custa-lhe a mastigar e a engolir.

Por isso, apelo ao bom senso de quem de direito para esta situação, reservando-me no direito de responsabilizar por todos os danos causados na paciente, se não forem tomadas as medidas minimamente usadas neste tipo de situações dado que a D. Albertina não tem condições para ser tratada no domicílio no estado em que se encontra e necessitar diariamente de tratamento adequado ao seu estado de saúde.

Com os melhores cumprimentos,

F Gomes

Já encomendei o colchão pneumático com compressor e como se mete os feriados de amanhã e segunda-feira, apenas vai chegar na próxima terça-feira.

Uma cama articulada, eléctrica, com colchão visco-elástico e grades custa € 634,86 na empresa que vendeu o colchão pneumático. Vou ter de esperar pelo mês que vem aquando do recebimento do meu subsídio de férias e da Tina.

Cama articulada eléctrica + Colchão Visco-elástico + Grades
REF: ERGA2

C/ 4 rodas de 125 mm;
2 C/ travão; Pintura Epoxy;
Estrado dividido em 4 planos, sendo 3 articulados através de motor accionado p/ comando;
Suporte de Estrado em Tubo Rectangular de 45 x 25 mm; Cabeceiras em Termo-laminado;
Leito: Réguas de Madeira;
Preparada p/ receber Coluna de Suspensão (trapézio) / haste de Soro e Grades Laterais.
Peso: 68 Kg
Medidas: 1900 x 900 x 510mm

COLCHÃO VISCO-ELÁSTICO ERGOFOAM

– Total circulação de ar para uma melhor respirabilidade da pele
– Colchão constituído por uma base de espuma de 10 cm de espessura e de uma parte de cima em espuma visco elástica multi-densidade de 5 cm de espessura
– Previne as escaras

GRADES DE ENCARTAR

– Aplica-se na maior parte das camas hospitalares
– Estrutura em tubo de aço redondo
– Pintura Epoxy
– Fecho c/ sistema de mola
– Sistema rebatível

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19.Fev.2019

19.Fev.2019

19 horas ago cuidador cuidador
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18.Fev.2019 - 31 meses

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12.Fev.2019

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03.Fev.2019

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18.Jan.2019 - 30 meses

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1 mês ago18.Jan.2019 – 30 meses

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8: 06.Jun.2016

Estiveram hoje cá em casa duas enfermeiras da USF para limpar as feridas da Tina e colocar novos pensos, vindo novamente na próxima quinta-feira.

No passado dia 1 de Junho, enviei o e-mail que abaixo transcrevo – e faço-o para que fica registado para memória futura -, à minha sobrinha Isabel, filha de uma das irmãs da Tina (Esmeralda) que no princípio da destruição psicológica e física da Tina, apareceu cá em casa informando que tinha um grupo muito unido e que ajudaria em tudo o que fosse necessário, até numa eventual mudança de residência.

De facto, essa irmã levou a Tina duas vezes ao hospital S. Francisco Xavier (reside a dois passos dele) e penso que duas vezes à USF (já foi há mais de dois anos) e quando a Tina necessitou de ir a uma junta médica da Segurança Social para atestar da sua incapacidade, ela novamente prontificou-se a levá-la, informando que a avisasse de véspera.

Não foi de véspera mas dois ou três dias antes e a desculpa foi que nesse dia tinha de ir levantar o diploma da universidade sénior e o marido não gostava de conduzir para os lados onde ficava a junta médica. A partir daí, acabaram-se os telefonemas para saber como a irmã estava (fazia-o quase diariamente) e até hoje nunca mais deu “ar” dela.

Mas como esse tal grupo muito unido de irmãos – que nunca visualizei – nunca surgiu, chegou a altura de apelar a todos eles, sobrinhos incluídos porque fazem parte da família da Tina, um pedido de ajuda.

O e-mail enviada a uma das filhas dessa irmã foi o seguinte e até hoje não obtive qualquer feedback:

Para: Isabel Guilherme
Data: 01/06/2016

Olá Isabel, bom dia.

Como não consigo encontrar o endereço de e-mail da tua mãe, agradeço que lhe entregues este e-mail. Obrigado.

Olá Esmeralda

Dado o estado de quase completa imobilidade da Tina, torna-se necessário alterar completamente o modo de tratamento dela para que os seus últimos dias de vida não sejam dolorosos ou de sofrimento.

Já que os médicos (de família e psiquiatria) não a querem internar porque segundo as suas opiniões, o lugar dela seria num Lar de Idosos (???!!!???) e não numa unidade psiquiátrica (isso é para doentes bipolares segundo as suas opiniões), pensamos que não nos faltarão forças, a mim e à Vera, para acompanhá-la no seu dia a dia, no conforto possível da sua casa e embora já não nos conheça nem possua qualquer percepção do que a rodeia seremos, como sempre fomos desde o início da doença, os seus cuidadores, os que sempre viveram e coabitaram com ela.

Mas a vida não tem sido fácil em todos os sentidos, por isso vimos por este meio apelar à família da Tina, nomeadamente aos seus irmãos, irmãs e sobrinhos – porque eu já não tenho família da parte materna e paterna -, uma subscrição onde cada um possa contribuir com o que puder, para a compra de uma cama e de um colchão a fim de a Tina poder estar acomodada com maior e melhor conforto que o que proporciona, no estado actual dela, uma cama normal mesmo com colchão de molas.

Sendo em Espanha mais baratos que em Portugal, na empresa onde comprei há dois anos a cadeira de rodas quando a Tina deu uma queda cá em casa, os nomes e modelos destes dois equipamentos são os que se seguem, com os respectivos preços:

– Cama articulada hospitalar com elevador – 200cm comprimento; Largura 90cm – € 755,99
(Cama articulada hospitalar com elevador. 200cm comprimento para geriatría Ref: 271-GERELEV200-90 )

– Colchão Anti-escaras EPSUS com Resguardo Promust PU H – € 244,99
(Colchão de módulos amovíveis EPSUS mono-bloco mono-sustentação. Classe 1. Para prevenção de riscos médio a alto. Bordas estabilizadoras. Dimensões: 198 x 88 x 17 cm. Inclui resguarde Promust PU HD.
Ref: 364-VE208MBHIPH )

ambos os preços com o IVA incluído, no tal de € 1.000,98.

Para quem pretender consultar esses equipamentos:

– Cama: http://www.quirumed.com/pt/cama-articulada-hospitalar-com-elevador-200cm-comprimento.html?sid=68354
– Colchão: http://www.quirumed.com/pt/catalog/product/view/id/54585/s/colch-o-anti-escaras-epsus/category/531/?sid=77574

A firma chama-se QUIRUMED e é em Espanha.

Eu entendo que a situação actual de todos nós não está para despesas, mas dentro das possibilidades de cada um, o que puder contribuir para esta compra, agradeço em meu nome, da Tina e da Vera, agradecendo a tua colaboração no contacto com a família para dar conhecimento deste meu pedido.

Junto imagens dos dois artigos que foram dos mais baratos que consegui encontrar.

Obrigado

F Gomes

Na passada sexta-feira e a conselho da enfermeira da USF, seria muito aconselhável a Tina ter um colchão especial anti-escaras já que as feridas que ela actualmente tem, poderão agravar-se. Fiz uma pesquisa no Google e deparei-me com este colchão:

 

da firma Ergométrica.pt e que custa € 75,00 já com compressor incluído.

Indicado para pessoas acamadas para prevenção de escaras.

Características Standard:

  • É colocado por cima do colchão existente
  • Colchão anti-escaras de ar alternado com compressor. As suas câmaras de ar que se enchem e esvaziam alternadamente activando a circulação e prevenindo a formação de escaras
  • O fluxo do ar é regulado mediante o peso da pessoa
  • De fácil limpeza e desinfecção.
  • Medidas:0.90x190cm – Peso máx. utili. 100kg

Estamos à espera que o Fisco reembolse a Vera do que ela descontou a mais e embora alguém do governo tivesse afirmado que as devoluções, em média, seriam de 25 dias, o facto é que a Vera entregou a declaração electrónica no dia 1 de Abril e passados mais de SESSENTA DIAS, ainda não recebeu e claro, nem vai ter direito a juros de mora… É este o Estado de Direito e pessoa de bem que temos…

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19.Fev.2019

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18.Fev.2019 - 31 meses

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7: 31.Mai.2016

Na passada segunda-feira, dia 23, esteve cá em casa uma enfermeira da USF a que pertencemos para tirar urina à Tina dado que ela já não pede para ir à casa de banho. Esta foi a única forma de conseguir urina directamente para análise pedida pela médica de família.

Ao mesmo tempo e porque a Tina tem várias escoriações dada a sua imobilidade, a enfermeira fez os devidos tratamentos e aplicou pensos informando que viria na segunda-feira seguinte, ou seja, ontem, dia 30.

Assim foi e ontem, outra enfermeira veio cá a casa para limpar as feridas e colocar novos pensos, informando que voltaria na próxima quinta-feira para fazer o mesmo trabalho.

Hoje, pelas 08:00 horas esteve cá uma técnica do Laboratório de Análises para tirar sangue à Tina a fim de seguir para análise, também a pedido da médica de família. Dia 3 saberemos os resultados.

Seguem-se imagens um pouco chocantes destes tratamentos.

A Tina deixou, por completo, de levar o comer à boca, tendo de ser eu ou a Vera a fazê-lo. Conforme informei anteriormente, deixou de andar, não tem qualquer tipo de acção nos membros inferiores tendo de ser levantada da cama a pulso e sentada na cadeira de rodas para a levar para a sala ou para a cozinha, já não pede para urinar, fazendo as necessidades no penso super-absorvente que compramos a uma empresa de Aveiro.

Também precisaria de uns Slips MoliPants para ajustar este tipo de penso mas devido ao seu preço, vamo-nos remediando com uma cueca fralda por cima do penso para o segurar já que os pensos não têm qualquer tipo de suporte apenas servindo para absorver urina e fezes.

As dificuldades cada vez são mais acentuadas e a partir de agora a saída para o exterior terá de ser feita de maca ou em cadeira de transporte própria o que implica quando necessitar de consultas de clínica geral (USF) ou psiquiatria (Hospital de Egas Moniz) ou os médicos vêm ao domicílio, ou faz-se a consulta por telefone.

A Vera esteve a semana passada de férias e continua até final desta semana e tem ajudado nas tarefas de transportar a mãe da cama para a cadeira e daqui para a sala ou para a cozinha a fim de tomar as refeições.

A fase de estar sempre a esfregar a fralda na boca está a desaparecer dado que os movimentos dos membros superiores também já não são o que eram, notando-se uma imobilidade progressiva.

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19.Fev.2019

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