17: 23.Jun.2016

Hoje, venho transcrever uma notícia que me deixa feliz, não em ordem à Tina que já é um caso irrecuperável, mas a futuros doentes com esta terrível doença. Parabéns aos cientistas e que consigam travar a tempo o avanço da demência de Alzheimer para bem de muitos doentes no futuro.

Rodrigo Cunha investigador que coordena a equipa internacional | site da UC
Rodrigo Cunha investigador que coordena a equipa internacional | site da UC

Descoberto como eliminar primeiros sintomas de Alzheimer

Universidade de Coimbra anunciou a descoberta alcançada em modelos animais foi feita por uma equipa internacional liderada por um português

Uma equipa internacional coordenada pelo investigador português Rodrigo Cunha descobriu como eliminar os primeiros sintomas da doença de Alzheimer em modelos animais, anunciou hoje a Universidade de Coimbra (UC).

A descoberta foi possível porque “pela primeira vez os cientistas focaram o estudo na causa dos primeiros sintomas da doença”, que são as perturbações na memória, causadas por modificações da chamada “plasticidade das sinapses no hipocampo”.

“O hipocampo desempenha um papel essencial na memória, funcionando como o gestor do gigantesco centro de informação recebida pelo cérebro. Das dezenas de milhões de sinais recebidos, o hipocampo tem de seleccionar a informação relevante e validá-la, atribuindo-lhe uma espécie de ‘carimbo de qualidade’. Quando ocorrem falhas, este gestor assume que toda a informação é irrelevante”, segundo uma nota da UC.

Sendo as sinapses “as responsáveis pela transmissão de informação no sistema nervoso”, ao garantirem a comunicação entre neurónios, “a equipa utilizou um modelo animal duplo mutante (com a modificação de dois genes da proteína APP, que causam doença de Alzheimer em humanos) para rastrear toda a actividade destas ligações e identificar o que impede o hipocampo de processar e gerir correctamente” a informação obtida.

O estudo, entretanto publicado na revista científica “Nature Communications”, foi coordenado por Rodrigo Cunha, do Centro de Neurociências e Biologia Celular e da Faculdade de Medicina da UC, tendo a equipa integrado 15 investigadores portugueses e franceses.

Os resultados desta investigação representam “um avanço extraordinário para o desenvolvimento de estratégias de combate à doença de Alzheimer, pois conseguiu-se recuperar o funcionamento sináptico”, afirma Rodrigo Cunha, citado na nota.

O cientista de Coimbra entende que, “do ponto de vista ético, é criticável se não se prosseguir para ensaios” em humanos e garante que estes são seguros para os doentes.

Na sua opinião, existem em Coimbra “todas as condições para avançar”, embora seja necessário assegurar financiamento para o efeito.

Financiado pelo Prémio Mantero Belard de Neurociências da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela Association Nationale de Recherche de França, o estudo foi desenvolvido ao longo de três anos.

Diário de Notícias
22 DE JUNHO DE 2016
15:18
Lusa

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16: 22.Jun.2016

A Tina esta noite esteve agitada e eram 04:00 horas da madrugada ainda não estava a dormir.

Depois sossegou mas de manhã, como estava à espera de um colchão para mim e da vinda da enfermeira para lhe fazer o tratamento, levantei-me às 08:00 horas e pelas 09:30 horas tinha um macaco por cima de mim a martelar não sei o quê o que agitou ainda mais a Tina, tendo de lhe dar meio comprimido de Quetiapina 100mg. Consegui que ela acalmasse.

A enfermeira chegou às 12:30 horas e antes tirei uma foto a uma das úlceras que a Tina tem num dos braços:

 

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15: 20.Jun.2016

O dia hoje começou às 08:00 horas com a Vera a acordar com 35 de glicémia, bastante agressiva e completamente descontrolada. Depois de passada a crise, a Vera ficou em casa para me ajudar a desmantelar o quarto porque sozinho já não o conseguiria fazer e o esforço foram enormes porque já não tenho forças para trabalhos desta natureza.

Tinha telefonado na sexta-feira a uma Loja Solidária (Betel) para marcar a recolha da mobília de quarto, ficou agendado para as 11:00 horas de hoje, mas dado que a médica e enfermeira vinham de manhã, telefonei para eles a pedir para virem um pouco mais tarde dado que a Tina tinha de ser tratada e observada na cama.

Parecendo que eram eles que estavam a fazer um enorme favor dada a fraca humildade e enorme arrogância demonstrada no trato, informaram-me que tinham atrasado uma entrega de manhã, de tarde tinham uma mudança para fazer e já não poderiam vir cá hoje recolher a mobília (doada).

Como não sou de tretas e já constatei que ser bonzinho não ajuda absolutamente nada, telefonei para a Câmara Municipal de Lisboa, pedi o levantamento dos objectos, disseram-me para os colocar na rua depois das 20:00 horas mas como aqui os passeios são parques de estacionamento privativos dos lordes cá do sítio, o espaço é sempre zero. Assim, eu e a Vera começámos a carregar com a tralha para a rua dado que existia um “buraco” disponível à nossa porta e passada nem uma hora, já lá não estava nada!

Estamos completamente derreados mas ainda falta vir a cama e o colchão para acabarmos a nova arrumação do quarto. Entretanto, a Vera pediu à médica uma semana de apoio à família (sem vencimento) e fomos informados que a Tina terá de ser operada à úlcera que tem na anca para que o osso não saia dado o estado de necrose em que a zona circundante já se encontra. Mais outro problema a juntar a tantos outros…

Entretanto a Tina está a não querer alimentar-se e a médica falou na eventual hipótese de lhe colocar uma sonda. Veremos o desenrolar dos próximos capítulos.

Mais tarde, quando tivermos a disposição final do quarto, colocarei aqui as imagens.

17:00 horas, chegou a cama da Tina mais o colchão viscoelástico, que já foi montada pelos técnicos da empresa e a funcionar (parte eléctrica do comando manual). Tem elevação do tronco e das pernas (duas secções).

Por cima do viscoelástico foi colocado o colchão pneumático com compressor, mesmo à medida e a Tina já se encontra a descansar mais confortável e adaptada às suas maleitas. Não sei se por obra do ruído do aspirador (limpezas), se eu e a Vera estarmos sempre a falar, a Tina está um pouco agitada.

Esta foi a cama e o colchão que a irmã Esmeralda negou dar ajuda através dos restantes irmãos da Tina e da sua filha Isabel que nem se dignou responder ao meu segundo e-mail a saber se tinha entregue o primeiro e-mail à mãe… E anda esta gente a invocar Deus (o delas), orações & companhia… Beatas de merda!

A primeira refeição da Tina na cama:

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14: 19.Jun.2016

Ontem, eu e a Vera, estivemos a fazer uma “limpeza” ao meu quarto a fim de preparar a vinda amanhã da nova cama para a Tina e a saída da mobília de quarto conforme já aqui mencionei anteriormente.

Mesmo com o novo colchão pneumático, a Tina está a ganhar novas escaras como as que mostram as imagens a seguir e que hoje “descobrimos” ao fazer-lhe a higiene diária. Não sei onde isto irá parar, a continuar desta forma, mas o dinheiro dos impostos não é para a saúde dos pobres mas para continuar a alimentar a corrupção dos banqueiros, da banca & associados…

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13: Alzheimer. Doença está a crescer

Especialistas reúnem-se a partir de sábado para discutir como combater doença que já afecta 80 mil pessoas, mais os cuidadores e famílias.

A Alzheimer afecta cerca de 80 mil pessoas mas desequilibra também muitos dos cuidadores.

“É um problema que afecta muito os cuidadores que acabam por sofrer também eles. Vêem o familiar a desaparecer aos poucos e ao longo dos anos”, diz o director e professor no Instituto de Ciências de Saúde da Católica.

Precisamente para debater esta e outras questões, que se perdem com a falta de estruturas estatais para combater esta doença, um conjunto de especialistas e associações de apoio a estes doentes reúnem-se este sábado na Universidade Católica de Lisboa.

Alexandre Castro Caldas, director e professor no Instituto de Ciências de Saúde daquela universidade, lamenta a falta de planos para acompanhar e lutar contra a Alzheimer e diz, em entrevista à Renascença, que é preciso mudar este rumo porque o país está cada vez mais envelhecido e esta doença a crescer.

“A doença de Alzheimer é uma catástrofe e tem vindo a aumentar a prevalência. As famílias estão a ficar com enormes dificuldades e sem saber o que fazer. Há um plano europeu, mas nunca foi implementado. É preciso perceber como se pode ajudar estas pessoas”, disse.

Rádio Renascença
17 jun, 2016 – 00:38

O meu comentário na Rádio Renascença:

Sou cuidador de minha esposa, demente de Alzheimer há 3 anos e, neste momento, paralisada dos membros inferiores, da mão direita e a esquerda quase que nem mexe. Tem um úlcera numa das ancas que mais parece a abertura de um vulcão e que requer tratamento diário pela enfermagem da USF a que pertencemos, embora tenham vindo ao domicílio duas vezes por semana, além de várias escaras nos pés e cotovelos. Quase que nem abre a boca para a alimentarmos, os medicamentos têm de ser esmagados num almofariz e dados por uma palhinha com a água. Defeca e urina na fralda e a higiene é bastante complicada para ser executada por uma só pessoa. Tenho vindo pedir o seu internamento desde há um ano mas dizem que o lugar dela é num Lar de Idosos! Gostaria de saber para que servem os hospitais e quem neles está internado e se os lares de idosos possuem equipamentos e pessoal especializado neste tipo de doenças! Mas mesmo que isso possuíssem, seria a troco de quantias que ficam fora do orçamento familiar de pensionistas de baixos recursos porque quando as instituições calculam o preço desses internamentos, não contabilizam renda de casa, água, gás, electricidade, alimentação, farmácia, material de incontinência, taxas moderadoras por tudo e por nada e outras despesas que vão aparecendo no dia a dia. Só para uma cama articulada,um colchão viscoelástico e outro pneumático, foram 800 euros para que ela não sofresse tanto e ficasse melhor acomodada e mais confortável. Vivemos numa sociedade desumana em que interessa e prevalece apenas o lucro e se tens dinheiro, estás safo, se não o tens, vai morrendo lentamente até deixares de dar despesa ao Estado!

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12: 17.Jun.2016

Pelas 09:30 horas de hoje, tive a visita da enfermeira que veio limpar e mudar os pensos à Tina. São vários: nos dois pés, nos dois cotovelos no cócix e o mais grave de todos, na anca.

Ainda não me tinha apercebido da gravidade dessa úlcera na anca e hoje, depois de tirar uma fotografia, é que constatei esse facto (a imagem poderá ser chocante para pessoas mais sensíveis).

Na próxima segunda-feira, o meu programa diário está bem preenchido:

01.- Vem cá a casa a médica ver a Tina e a enfermeira para o tratamento;
02.- Às 11:00 horas vem uma associação a quem doei a minha mobília de quarto, levantá-la;
03.- Depois das 15:00 horas vêm entregar e montar a cama articulada e o colchão visco-elástico para a Tina.

Em ordem ao terceiro ponto, consegui negociar com a empresa fornecedora, o pagamento no dia 8 do mês que vem, altura em que recebemos os subsídios de “férias” (meu e da Tina) contra a entrega antecipada da mercadoria. Foram sensibilizados para a situação e responderam positivamente.

Da família, nomeadamente uma das irmãs da Tina (Esmeralda) a quem pedi ajuda para esta compra, englobando todos os restantes irmãos e sobrinhos que o pudessem fazer, não obtive qualquer resposta o que demonstra bem a humanidade e a solidariedade desta gente e o tal “grupo” que ela (Esmeralda) disse estar sempre pronto a ajudar, foi só conversa da treta! Hoje, nem sei com que intenção o disse…!

Assim, a Tina a partir da próxima segunda-feira vai ficar melhor posicionada, mais confortável e aliviada da pressão que uma cama “normal” oferece a pacientes com a sua patologia e maleitas já que coloquei de parte toda a esperança (que dizem ser a última a morrer mas a minha já morreu há muito) que a internassem para os devidos cuidados e tratamentos. Não somos ricos, não temos direito à saúde, nem à dignidade de um final de vida tranquilo que todo o ser humano merece e ponto final…

Este fim-de-semana será preenchido a desarticular o meu quarto, esvaziar gavetas com roupas, posicionar tudo de modo a que na segunda-feira às 11:00 horas esteja tudo pronto para sair.

A cama que foi encomendada:

e, por cima deste, o colchão anti-escaras pneumático (com compressor de ar):

Como fico sem cama, tenho um divã articulado que serve perfeitamente para descansar as poucas horas em que o faço, possivelmente comprarei um colchão mais adequado dado que o que veio com o divã é muito fino e os tempos em que (não) dormia no mato, já lá vão e com 21 anos de idade resiste-se a tudo e mais alguma coisa…

Imagem (chocante para pessoas sensíveis) de uma das úlceras da Tina:

Tratamentos de hoje:

http://dai.ly/x4h1h0s

Posição que a Tina toma quando está sentada (as almofadas são para não tombar mais para esse lado):

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11: 14.Jun.2016

A Vera está em casa até a enfermeira chegar para depois ajudar-me. Já mudámos a fralda à Tina para ela estar mais limpa para o tratamento mas os pensos estão cheios de fezes dado que desde quinta-feira passada não são tratados devido aos feriados do 10 de Junho (sexta-feira) e 13 de Junho (segunda-feira-Stº. António, em Lisboa).

Ficam aqui imagens dessa situação para memória futura.

É com este pesadelo que temos de viver diariamente dado que a merda dos políticos que (des)governam este país desde há 42 anos, apesar das bacoradas que lhes saem pela matraca fora, deixaram chegar as pessoas a esta situação, nomeadamente as que não têm defesa nem meios financeiros!

(Nota em 10.09.2016: Foi por esta situação que a Tina faleceu e não pela doença de Alzheimer! Este estado miserável deu origem a um CHOQUE SÉPTICO que a levou a falência respiratória e à morte na urgência do hospital de S. Francisco Xavier! Por isso, RESPONSABILIZO TODOS OS MÉDICOS que intervieram neste processo por esta situação.)

http://dai.ly/x4gdhaa

É útil rever esta notícia, já aqui publicada anteriormente:

Ainda há “ricos e pobres” no acesso à saúde

http://rr.sapo.pt/noticia/56529/ainda_ha_ricos_e_pobres_no_acesso_a_saude

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10: 13.Jun.2016

Hoje telefonei parta a Linha Saúde (808 24 24 24) porque estava desesperado. Embora soubesse de antemão que não iriam resolver o problema, pelo menos pretendia que me dessem uma explicação porque as pessoas actualmente são tratadas como animais selvagens e não como seres humanos e, por cima, com doenças degenerativas, incuráveis e a sofrerem e a fazerem sofrer quem delas cuida.

De manhã, ao fazer a higiene da Tina antes de se levantar, verifiquei que estava com fezes na fralda e na altura que estava a limpá-la, começou a urinar. Resultado, os pensos que a enfermeira da USF colocou na passada quinta-feira (sexta, sábado, domingo e segunda foram dias de ponte) estavam todos sujos e não sabia o que fazer. Lavei e limpei o melhor que pude dado que estou cada vez mais com dificuldade em sozinho fazer essa tarefa pela falta de força na minha anca esquerda (problemas da guerra).

O meu telefonema foi no sentido de me darem uma sugestão sobre o que fazer. A primeira enfermeira que me atendeu, aliás bastante simpática e mais psicóloga que enfermeira, compreendeu a minha situação e sugeriu-me que levasse a Tina ao hospital para fazerem a lavagem e troca dos pensos. Só que a Tina já não anda, não se mexe e não tem qualquer hipótese de ser transportada num táxi ou carro particular a não ser numa ambulância. Dados os custos que essas viagens implicam, torna-se inviável a sua realização, por isso ela passou-me a uma segunda enfermeira para me dar sugestões sobre instituições que poderiam prestar esses cuidados.

Informei então que a Associação Alzheimer de Portugal pediu-me 300,00 euros por virem ao domicílio de segunda a sexta-feira (excluindo fins-de-semana e feriados) e como não tinha orçamento para essa despesa, desisti, pelo que fui confrontado com aquilo que desde o início venho reclamando: não há dinheiro, não há saúde! Saúde é para quem tem bons salários ou pensões de reforma, como aquele sujeito que disse DEZ MIL EUROS não chegarem para as suas despesas (gostava de o ver a gerir a casa dele com o salário mínimo nacional a ver se lhe passava a tosse).

Assim, estou à espera de amanhã, terça-feira, que a enfermeira da USF chegue para uma vez mais saber se a D. Albertina vai continuar a ser tratada não como ser humano mas como um animal selvagem. O político e/ou socialmente correcto, para mim, já acabaram dado que as pessoas têm de ser confrontadas com palavras duras e agressivas para ver se espertam da moleza em que vivem e da miséria em que estão envolvidas devido ao regime austericida que nos rege.

Sendo um anti-fascista, tenho de reconhecer que nos tempos do Estado Novo fascista, o ditador Salazar tratava melhor as pessoas na área da saúde, que a merda destes “democratas” de pacotilha que, além de nos andarem a roubar para pagarem a merda dos bancos falidos por banqueiros corruptos, em milhares de milhões de euros!

Em ordem ao post sobre o meu pedido de ajuda a uma das irmãs da Tina (Esmeralda), em 1 de Junho, a resposta até hoje foi ZERO!

Fazemos hoje 52 anos de casados

Um artigo que não me espanta dada a realidade que tenho passado nos últimos anos:

http://www.destak.pt/artigo/269851-portugal-tem-elevadas-desigualdades-em-saude-efeitos-dos-cortes-desconhecidos-relatorio

ACTUALIDADE

Portugal tem elevadas desigualdades em saúde, efeitos dos cortes desconhecidos – Relatório

14 | 06 | 2016 00.02H

As desigualdades em saúde em Portugal são elevadas e os anos de “profunda recessão económica e de cortes orçamentais” tiveram consequências que ainda não são conhecidas, indica o Relatório de Primavera deste ano.

“Portugal tem vivido anos de profunda recessão económica e de cortes orçamentais em várias áreas, incluindo a saúde, educação e segurança social. Neste sentido, as desigualdades em saúde representam uma preocupação acrescida, à luz dos custos elevados que acarretam”, lê-se no documento, elaborado pelo Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS).

Intitulado “Saúde – procuram-se novos caminhos”, o documento começa por recordar os relatórios elaborados nos últimos seis anos, nomeadamente sobre a questão da crise na saúde.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

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9: 09.Jun.2016

Hoje esteve cá uma enfermeira da USF e não gostou das feridas da Tina, especialmente a úlcera que ela tem na anca e que está em muito mau estado.

Face a esta situação, enviei este e-mail à médica de família e aguardo pela resposta:

Data: qui 09/06/2016 14:51
Para: condestavel.sec@csscondestavel.min-saude.pt

A/c da Exma. Sra. Dra. Irene Martins

Boa tarde

Agradeço a entrega urgente deste e-mail à sra. Dra. Irene Martins, médica de família de Maria Albertina Martins Chadeca dos Santos Gomes.

Sra. Dra., hoje esteve cá em c asa a sra. Enfermeira (que não fixei o nome) para fazer a limpeza das feridas e colocar novos pensos nos vários locais que a D. Albertina tem espalhados pelo corpo.

O pior deles todos, penso eu, é uma enorme úlcera na anca, que a sra. Enfermeira pode melhor reportar dada a sua experiência e conhecimento. Nesta data, estou à espera na próxima terça-feira de um colchão anti-escaras com compressor de ar para poder oferecer à D. Albertina um mínimo de bem-estar e evitar a criação de novas mazelas mas penso que a situação já não se reduz apenas à demência, à D.P.O.C. mas ao débil e depauperado estado físico em que se encontra, não só pelas feridas que tem pelo corpo, como pela extrema magreza que apresenta e disso, as senhoras Enfermeiras que têm tratado dela, podem atestar.

A D. Albertina, apesar de possuir uma doença incurável, é um ser humano e como tal, precisa e deve ter todos os cuidados inerentes ao seu estado de saúde e não é no seu domicílio e no estado em que se encontra que ela irá conseguir não uma cura mas um alívio dos apêndices criados e motivados pela doença.

Como marido dela, dói-me constatar que a D. Albertina não está a ter o acompanhamento devido ao seu estado de saúde global, dado que se encontra paralisada dos membros inferiores, a mão direita quase que já nem mexe, os medicamentos têm de ser todos triturados, misturados com água e bebidos por uma palhinha e a comida, mesmo que leve, custa-lhe a mastigar e a engolir.

Por isso, apelo ao bom senso de quem de direito para esta situação, reservando-me no direito de responsabilizar por todos os danos causados na paciente, se não forem tomadas as medidas minimamente usadas neste tipo de situações dado que a D. Albertina não tem condições para ser tratada no domicílio no estado em que se encontra e necessitar diariamente de tratamento adequado ao seu estado de saúde.

Com os melhores cumprimentos,

F Gomes

Já encomendei o colchão pneumático com compressor e como se mete os feriados de amanhã e segunda-feira, apenas vai chegar na próxima terça-feira.

Uma cama articulada, eléctrica, com colchão visco-elástico e grades custa € 634,86 na empresa que vendeu o colchão pneumático. Vou ter de esperar pelo mês que vem aquando do recebimento do meu subsídio de férias e da Tina.

Cama articulada eléctrica + Colchão Visco-elástico + Grades
REF: ERGA2

C/ 4 rodas de 125 mm;
2 C/ travão; Pintura Epoxy;
Estrado dividido em 4 planos, sendo 3 articulados através de motor accionado p/ comando;
Suporte de Estrado em Tubo Rectangular de 45 x 25 mm; Cabeceiras em Termo-laminado;
Leito: Réguas de Madeira;
Preparada p/ receber Coluna de Suspensão (trapézio) / haste de Soro e Grades Laterais.
Peso: 68 Kg
Medidas: 1900 x 900 x 510mm

COLCHÃO VISCO-ELÁSTICO ERGOFOAM

– Total circulação de ar para uma melhor respirabilidade da pele
– Colchão constituído por uma base de espuma de 10 cm de espessura e de uma parte de cima em espuma visco elástica multi-densidade de 5 cm de espessura
– Previne as escaras

GRADES DE ENCARTAR

– Aplica-se na maior parte das camas hospitalares
– Estrutura em tubo de aço redondo
– Pintura Epoxy
– Fecho c/ sistema de mola
– Sistema rebatível

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18.Dez.2018 - 29 meses

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8: 06.Jun.2016

Estiveram hoje cá em casa duas enfermeiras da USF para limpar as feridas da Tina e colocar novos pensos, vindo novamente na próxima quinta-feira.

No passado dia 1 de Junho, enviei o e-mail que abaixo transcrevo – e faço-o para que fica registado para memória futura -, à minha sobrinha Isabel, filha de uma das irmãs da Tina (Esmeralda) que no princípio da destruição psicológica e física da Tina, apareceu cá em casa informando que tinha um grupo muito unido e que ajudaria em tudo o que fosse necessário, até numa eventual mudança de residência.

De facto, essa irmã levou a Tina duas vezes ao hospital S. Francisco Xavier (reside a dois passos dele) e penso que duas vezes à USF (já foi há mais de dois anos) e quando a Tina necessitou de ir a uma junta médica da Segurança Social para atestar da sua incapacidade, ela novamente prontificou-se a levá-la, informando que a avisasse de véspera.

Não foi de véspera mas dois ou três dias antes e a desculpa foi que nesse dia tinha de ir levantar o diploma da universidade sénior e o marido não gostava de conduzir para os lados onde ficava a junta médica. A partir daí, acabaram-se os telefonemas para saber como a irmã estava (fazia-o quase diariamente) e até hoje nunca mais deu “ar” dela.

Mas como esse tal grupo muito unido de irmãos – que nunca visualizei – nunca surgiu, chegou a altura de apelar a todos eles, sobrinhos incluídos porque fazem parte da família da Tina, um pedido de ajuda.

O e-mail enviada a uma das filhas dessa irmã foi o seguinte e até hoje não obtive qualquer feedback:

Para: Isabel Guilherme
Data: 01/06/2016

Olá Isabel, bom dia.

Como não consigo encontrar o endereço de e-mail da tua mãe, agradeço que lhe entregues este e-mail. Obrigado.

Olá Esmeralda

Dado o estado de quase completa imobilidade da Tina, torna-se necessário alterar completamente o modo de tratamento dela para que os seus últimos dias de vida não sejam dolorosos ou de sofrimento.

Já que os médicos (de família e psiquiatria) não a querem internar porque segundo as suas opiniões, o lugar dela seria num Lar de Idosos (???!!!???) e não numa unidade psiquiátrica (isso é para doentes bipolares segundo as suas opiniões), pensamos que não nos faltarão forças, a mim e à Vera, para acompanhá-la no seu dia a dia, no conforto possível da sua casa e embora já não nos conheça nem possua qualquer percepção do que a rodeia seremos, como sempre fomos desde o início da doença, os seus cuidadores, os que sempre viveram e coabitaram com ela.

Mas a vida não tem sido fácil em todos os sentidos, por isso vimos por este meio apelar à família da Tina, nomeadamente aos seus irmãos, irmãs e sobrinhos – porque eu já não tenho família da parte materna e paterna -, uma subscrição onde cada um possa contribuir com o que puder, para a compra de uma cama e de um colchão a fim de a Tina poder estar acomodada com maior e melhor conforto que o que proporciona, no estado actual dela, uma cama normal mesmo com colchão de molas.

Sendo em Espanha mais baratos que em Portugal, na empresa onde comprei há dois anos a cadeira de rodas quando a Tina deu uma queda cá em casa, os nomes e modelos destes dois equipamentos são os que se seguem, com os respectivos preços:

– Cama articulada hospitalar com elevador – 200cm comprimento; Largura 90cm – € 755,99
(Cama articulada hospitalar com elevador. 200cm comprimento para geriatría Ref: 271-GERELEV200-90 )

– Colchão Anti-escaras EPSUS com Resguardo Promust PU H – € 244,99
(Colchão de módulos amovíveis EPSUS mono-bloco mono-sustentação. Classe 1. Para prevenção de riscos médio a alto. Bordas estabilizadoras. Dimensões: 198 x 88 x 17 cm. Inclui resguarde Promust PU HD.
Ref: 364-VE208MBHIPH )

ambos os preços com o IVA incluído, no tal de € 1.000,98.

Para quem pretender consultar esses equipamentos:

– Cama: http://www.quirumed.com/pt/cama-articulada-hospitalar-com-elevador-200cm-comprimento.html?sid=68354
– Colchão: http://www.quirumed.com/pt/catalog/product/view/id/54585/s/colch-o-anti-escaras-epsus/category/531/?sid=77574

A firma chama-se QUIRUMED e é em Espanha.

Eu entendo que a situação actual de todos nós não está para despesas, mas dentro das possibilidades de cada um, o que puder contribuir para esta compra, agradeço em meu nome, da Tina e da Vera, agradecendo a tua colaboração no contacto com a família para dar conhecimento deste meu pedido.

Junto imagens dos dois artigos que foram dos mais baratos que consegui encontrar.

Obrigado

F Gomes

Na passada sexta-feira e a conselho da enfermeira da USF, seria muito aconselhável a Tina ter um colchão especial anti-escaras já que as feridas que ela actualmente tem, poderão agravar-se. Fiz uma pesquisa no Google e deparei-me com este colchão:

 

da firma Ergométrica.pt e que custa € 75,00 já com compressor incluído.

Indicado para pessoas acamadas para prevenção de escaras.

Características Standard:

  • É colocado por cima do colchão existente
  • Colchão anti-escaras de ar alternado com compressor. As suas câmaras de ar que se enchem e esvaziam alternadamente activando a circulação e prevenindo a formação de escaras
  • O fluxo do ar é regulado mediante o peso da pessoa
  • De fácil limpeza e desinfecção.
  • Medidas:0.90x190cm – Peso máx. utili. 100kg

Estamos à espera que o Fisco reembolse a Vera do que ela descontou a mais e embora alguém do governo tivesse afirmado que as devoluções, em média, seriam de 25 dias, o facto é que a Vera entregou a declaração electrónica no dia 1 de Abril e passados mais de SESSENTA DIAS, ainda não recebeu e claro, nem vai ter direito a juros de mora… É este o Estado de Direito e pessoa de bem que temos…

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