66: 06.Set.2016

0-lutotransp200Não tenho qualquer tipo de conotação/ligação/simpatia político/partidária com NENHUM partido ou associação política existentes em Portugal ou no estrangeiro, por isso, encontro-me completamente à vontade para publicar o que entender deva ser do conhecimento público e, neste caso, ligado à doença que levou à morte de minha esposa no passado dia 18 de Julho. Quem usar palas nos olhos, passe à frente.

Recebi do Grupo Parlamentar do BE a seguinte informação:

Lar de idosos

30 de Junho de 2016

proj.resolucao-gp_236O envelhecimento é um dos grandes fenómenos do século XXI. Segundo o relatório da ONU (World Population Prospects: The 2006 Revision): «A população mundial continua a envelhecer e irá exceder os 9 mil milhões de habitantes até 2050». Os dados do EUROSTAT apontam para três em cada dez pessoas ter 65 ou mais anos em 2050. Por força do aumento ininterrupto do número de idosos, o fenómeno do envelhecimento tem vindo a influenciar transversalmente toda a sociedade.

Conforme resulta dos princípios das Nações Unidas em favor das pessoas idosas, adoptados pela resolução n.º 46/91 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 16 de Dezembro de 1991, os governos devem adoptar medidas com vista à independência, participação, assistência, realização pessoal e dignidade dos idosos. No mesmo sentido, a Constituição da República Portuguesa prevê que as pessoas idosas têm direito à segurança económica e a condições de habitação e convívio familiar e comunitário que respeitem a sua autonomia pessoal, evitando e superando o isolamento ou a marginalização social.

Segundo o relatório da Comissão Europeia “The 2015 ageing report”, Portugal surge em 2060 como o país com o segundo maior índice de dependência dos idosos. Este é um fenómeno complexo, cuja resposta é multidimensional, mas que precisa de ser abordado com princípios inalienáveis de respeito pela autonomia das pessoas.

Ora, como é sabido, o fenómeno do envelhecimento tem carecido de respostas públicas e, frequentemente, é um nicho de negócio com regras em que os direitos das pessoas são depreciados em favor de outras lógicas. No nosso país, há hoje práticas inaceitáveis que têm vindo a ser denunciadas por várias organizações e pela imprensa e que não se compaginam, de forma alguma, com os princípios resultantes da referida resolução e que violam clamorosamente a Constituição. A ausência de políticas públicas capazes de contrariar o abandono, as listas de espera dos lares, a ausência de uma resposta pública adequada (73% das respostas ao nível de protecção social a idosos, crianças e deficientes estão delegadas pelo Estado em instituições privadas, por via de protocolos que ascendem aos 1,3 milhões de euros/ano), e a transformação em negócio de muitos dos lares protocolizados com a Segurança Social são alguns exemplos.

No caso específico dos lares, são diversos os problemas identificados: lacunas graves ao nível dos estímulos cognitivos e emocionais (jogos, música, exercício físico), a falta de articulação com as famílias para saídas e visitas que possam ser organizadas com os idosos, os horários de visitas restritivos e desajustados às necessidades, a vulgarização de práticas que se revelam impróprias para a saúde física e mental dos idosos – como ministrar doses excessivas de medicação -, a falta de incentivo às famílias que permitam cuidados domiciliários e que garantam um maior acompanhamento, a falta de aposta na formação de cuidadores, bem como a escassez de actividades culturais e de formação para os próprios idosos, de modo a prevenir o processo rápido de envelhecimento, entre outros problemas que têm vindo a ser identificados. A ausência de uma resposta pública e de uma fiscalização efectiva das instituições que mantêm protocolos privados com o Instituto de Segurança Social agrava estas dificuldades.

De acordo com a criadora do site Lares Online (laresonline.pt), Marina Lopes: «esta é uma área extremamente complexa. Há lares do sector social que têm camas reservadas para a Segurança Social, camas com acordos de comparticipação da Segurança Social e ainda camas privadas, algumas com custos superiores às dos lares lucrativos, o que é estranho, porque teoricamente não existem para ter lucro.»

A 3 de Maio de 2016, o Diário de Notícias escreve uma notícia segundo a qual «a Direcção-Geral da Saúde suspeita que os idosos estejam a tomar sedativos em excesso, principalmente em lares». Segundo Álvaro de Carvalho, director do programa nacional para a saúde mental da Direcção-Geral de Saúde (DGS), «relativamente às pessoas idosas, há muitos ecos de que há medicação em excesso em casa e, sobretudo, nos lares. Há a presunção de que é frequente serem medicadas com mais do que é indicado pelo médico para não incomodarem». Também Wolfgang Gruner, médico e vice-presidente da Associação Portuguesa de Psicogerontologia, dizia que «há a percepção de que pode haver excesso de medicação nos lares para os doentes estarem mais tranquilos e dormirem melhor.» A notícia assinalava ainda uma maior predominância de demência «em pessoas que vivem em lares do que naquelas que vivem em comunidade» e referia um estudo feito na Administração Regional de Saúde do Norte e citado pelo relatório da DGS, nos termos do qual a prevalência duplica nos idosos institucionalizados. Wolfgang Gruner mencionava que «se um idoso já com dificuldades cognitivas vai para uma sala cheia de idosos e passa o dia a ver televisão, é natural que a sua capacidade cognitiva se deteriore por falta de estímulos. Falar, discutir é muito importante. E isso é muito difícil na maioria dos lares».

No relatório Saúde Mental em Números 2015, publicado recentemente pela DGS, focado na faixa etária dos 65 aos 69 anos, registava-se um aumento do consumo de ansiolíticos (mais de 30 milhões de doses diárias) do que em 2014, valores próximos dos que se observavam na população entre os 70 e os 79 anos. Quanto à utilização de antidepressivos, era também entre os 65 e 69 que havia o maior consumo (quase 35 milhões de doses diárias).

Além dos problemas relacionados com os lares enquanto resposta social e com o seu funcionamento, há ainda desigualdades inaceitáveis no acesso às vagas existentes. É do conhecimento público que algumas Misericórdias e instituições de solidariedade social contornam a ordem da lista de entrada nos lares e priorizam a entrada de quem tem reformas mais altas, a fim de obterem maiores rendimentos pelo serviço prestado. Esta realidade, que configura uma prática que vai contra a lei e contra os próprios protocolos estabelecidos é, de resto, assumida pelos responsáveis do sector particular. Em declarações ao Diário de Notícias, Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias, confirma-a: «Eu próprio tenho dito aos provedores para, depois de uma avaliação da situação das pessoas, e em nome da nossa sustentabilidade, fazerem o equilíbrio nas entradas. Ou seja, que deixem entrar um que tem mais posses e dois com menos. É uma questão de equilíbrio», considera. Ora, estas práticas em instituições com protocolos de cooperação com o Instituto de Segurança Social não nos parecem aceitáveis.

A restituição da dignidade aos idosos, garantindo o cumprimento do seu direito à segurança económica e a condições de habitação e convívio familiar e comunitário é essencial. Neste caso particular, isso passa por reforçar o conhecimento deste fenómeno, garantir uma maior fiscalização, o respeito por regras a que o próprio Estado está obrigado e pelo aumento da resposta pública neste domínio.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que:

1. Proceda a um estudo sobre a problemática do envelhecimento e da institucionalização dos idosos que contemple:

a) O mapeamento das respostas sociais aos idosos, quer públicas, quer protocolizadas, quer do sector lucrativo;
b) Um levantamento das práticas existentes nos lares de idosos, nomeadamente ao nível do respeito pelo bem-estar, pela saúde física e mental e pela autonomia e autodeterminação dos idosos;
c) Um levantamento sobre as qualificações e os programas de formação dos cuidadores;
d) A identificação de respostas alternativas à institucionalização;
e) A redacção de um manual de boas práticas nos lares de idosos, de aplicação obrigatória em todos os lares com protocolo com a Segurança Social.

2. Garanta a fiscalização, por parte da Segurança Social, dos lares de idosos, nomeadamente com os seguintes objectivos:

a) O respeito, em todos lares e independentemente da sua natureza, dos princípios a que o Estado português está vinculado, designadamente ao nível da garantia da independência, participação, assistência, realização pessoal e dignidade dos idosos;
b) A garantia de que, nas instituições privadas com protocolos de cooperação com o Instituto de Segurança Social, as ordens das listas de espera são respeitadas, cessando os protocolos de cooperação com as instituições que façam passar idosos com maiores rendimentos à frente de idosos com pensões e rendimentos menores que estejam à frente na lista.

3. Um reforço da resposta pública nesta área, especialmente através:

a) do reforço da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e do apoio domiciliário;
b) de um plano para o reforço dos equipamentos públicos de resposta a pessoas idosas;
c) de um programa de formação de cuidadores e o reconhecimento do Estatuto do Cuidador Informal.
d) Assembleia da República, 29 de Junho de 2016.

As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda

(texto integral apenas corrigido para a ortografia pré-Acordo Ortográfico do qual não sou aderente).

Lendo bem o texto, foi por muitas das deficiências apontadas em Lares de Idosos que NUNCA quis que minha esposa fosse depositada numa dessas instituições mas sim internada num hospital para tratamento, acompanhamento, estabilização e depois ser devolvida ao domicílio onde tinha quem cuidasse dela com todo o carinho que se pode prestar a um ser humano.

Tal não foi entendido pelos médicos que a assistiram, quer de medicina familiar, quer de psiquiatria e até mesmo de neurologia que todos eles, sem excepção, apontaram sempre para Lares de Idosos.

Quanto a ajudas, estamos conversados porque até os tratamentos – efectuados por enfermeiras do Centro de Saúde a que pertencemos -, às úlceras que levaram à morte de minha esposa por CHOQUE SÉPTICO (consta do óbito), foram taxados e pagos.

 

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65: 05.Set.2016

0-lutotransp200Hoje, enviei uma queixa ao Provedor de Justiça nestes termos:

Minha esposa faleceu no passado dia 18 de Julho na urgência do hospital de São Francisco Xavier devido a choque séptico com falência respiratória, originado por úlceras na região sagrada e anca, com exposição óssea, devido a demência de Alzheimer que vinha desde há 4 anos atrás.

O processo para requerer Prestações por Morte foi enviado por carta registada a 24 de Agosto por quem se encarregou dessa tarefa embora tardiamente.

Dado o estado psicológico em que me encontro, não reparei que na nossa conta conjunta no Banco XXXXX tinha sido creditada o valor da pensão do mês de Agosto (€ 219,20), devido ao processo ter dado entrada depois de 10 de Agosto (a 24.Ago.2016).

Hoje, dia 5 de Setembro e quando ia pagar os meus compromissos mensais, deparei-me com um saldo de 20 euros devido à cobrança pelo Instituto de Segurança Social no valor de € 219,20.

Apenas pergunto se as contas bancárias estão a saque e qualquer entidade pode sacar, sem qualquer aviso prévio, valores que embora lhes pertençam, penso não ser esta a forma mais correcta de o fazerem. Um acerto de contas posterior seria o mais indicado para quem não possui saldos bancários de milhares de euros.

Apenas pretendo saber se esta situação é normal ou legal.

Veremos se no próximo dia 10 de Setembro, data de pagamento das pensões do Instituto de Segurança Social, a Pensão por Morte a que tenho direito será paga com a mesma rapidez com que foi sacada uma prestação indevidamente creditada.

Veremos qual a resposta do Provedor de Justiça. Entretanto, os compromissos não foram pagos e as consequências podem ir até penhoras sobre os valores não liquidados nas datas previstas. Desconhecia que estas entidades, sem qualquer aviso prévio ou envio de carta pedindo a liquidação de verbas indevidas, podiam SACAR de uma conta bancária sem que o visado tenha conhecimento a não ser após a concretização do facto.

Depois desta situação, terei de rever os meus procedimentos em ordem à minha conta bancária que apenas serve para receber a pensão e fazer os pagamentos da água, luz, gás e renda da casa.

(Actualização em 06.Set.2016):

Telefonei para o meu banco pedindo uma explicação sobre a legalidade do Instituto de Segurança Social poder entrar na minha conta bancária, sem minha autorização e/ou conhecimento e sacar uma verba que, embora tivesse sido creditada indevidamente, não é desta forma que a mesma se regulariza, e o assunto foi entregue à Provedoria do Cliente do Banco dado que quem me atendeu não saber se esta situação é legal mas é a primeira vez que acontece. Veremos ao longo do dia o desenrolar dos acontecimentos.

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64: 30.Ago.2016

Recebido um e-mail do Centro de Saúde do Santo Condestável sobre o meu pedido de mudança de médica de família:

“Boa tarde Sr. Francisco,

Venho por este meio informar que o seu pedido de mudança de médico se encontra pendente, derivado a nos encontrarmos em período de férias de todos os profissionais, onde se encontram incluídas as médicas da USF.

Assim que tivermos mais informação comunicaremos-lhe.”

Tudo de férias (todos os profissionais, incluídas as médicas da USF)…!!! Adiante…

Recebi hoje uma carta da agência funerária Almeida que tratou dos serviços fúnebres da Tina, com a cópia, a meu pedido, do processo enviado ao Centro Nacional de Pensões por aquela agência.

Data do falecimento da Tina: 18/07/2016. Data de envio do processo pela agência: 24/08/2016. Adiante…

Quanto ao processo para a Caixa Geral de Aposentações não enviaram nenhuma documentação pelo que enviei novo e-mail a solicitar cópias e datas de entrega. Adiante…

A saudade e a dor teimam em não sair cá de dentro. Parece que foi ontem. A vida continua. Claro, se não continuasse já estava também morto!

Nem um telefonema da família a saber se estávamos bem, se era necessário alguma ajuda… e já lá vão 44 dias… Uma tristeza…

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19.Fev.2019

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63: 27.Ago.2016

0-lutotransp200A minha filha não tem estado bem nos últimos 3 dias dado que anteontem e ontem, antes de jantar, apresentava valores glicémicos na ordem dos 30, sendo que ontem estava com convulsões.

Hoje, ao acordar, estava com 25 e completamente encharcada em suor. Esta situação nem sempre é a mesma dado que por vezes tem estes valores e encontra-se seca, mas conseguiu recuperar bem embora penso que tivesse caído de joelhos no chão ao levantar-se dado que ouvi um barulho no quarto dela e quando a fui ver estava agarrada à porta do quarto no estado que atrás referi. Os joelhos estavam esfolados ligeiramente.

valoresdeglicemia
Portal da Diabetes

Influência na Saúde

A manutenção da glicemia em valores fora do padrão normal, tanto para mais quanto para menos, acarreta em uma série de complicações à saúde, além do diabetes. Pesquisa publicada no respeitado periódico Neurology[1] em Setembro de 2012 comprovou que até mesmo valores de glicemia considerados um pouco acima do normal são um grave perigo para a saúde cerebral. De acordo com o estudo, idosos que mantiveram os valores de glicemia bem próximos ao valor considerado normal (110 mg/dL) apresentaram uma perda de 6-10% no volume cerebral ao longo de quatro anos, o que pode acarretar em doenças neurológicas como Alzheimer e demência. O encolhimento cerebral exibido por eles foi consideravelmente maior em comparação a idosos que possuíam valores de glicemia menores.

glicose01

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Wikipedia

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62: 26.Ago,2016

0-lutotransp200Existe certo tipo de pessoas que afirmam nas redes sociais e em jornais online, a propósito de certas notícias, que têm nojo em serem Portugueses. Discordo completamente. Eu tenho muita honra em ser Português. Tenho é NOJO de ter políticos que (des)governaram Portugal depois do golpe de Estado do 25 de Abril’74 e que o levaram à ruína económica e social. Desses, é que eu tenho NOJO!

Ainda não recebi qualquer resposta ao meu pedido de transferência de médica de família, a mesma que “acompanhou” minha esposa até quase à véspera da sua morte, porque fui informado pelos serviços do Centro de Saúde, quando necessitei de uma consulta no princípio deste mês, que a médica estava doente e possivelmente durante este mês de Agosto não iria estar presente.

Hoje, vim a saber através de outros doentes que têm a mesma médica de família que a “doença” dela era GRAVIDEZ!

Bom, se a gravidez é doença (exclusivamente na classe médica porque nunca tinha ouvido falar nessa “doença”), compreende-se então porque razão a senhora deixou minha esposa definhar até à sua morte porque não era o trabalho de duas enfermeiras virem cá a casa 3 vezes por semana – e já nas últimas semanas de vida dela -, a fim de limparem as úlceras e colocarem novos pensos, com EXPOSIÇÃO ÓSSEA e cheiro fétido (relatório da urgência do hospital de S. Francisco Xavier) que ela própria constatou porque em duas vezes em que esteve cá em casa, que seria a via indicada para a situação decorrente mas sim o seu internamento hospitalar, não nessa altura, mas muito, muito antes conforme eu vinha a solicitar com insistência.

Minha esposa faleceu por ter entrado em falência respiratória devido a choque séptico provocado pela infecção das referidas úlceras. Será que uma médica não tem conhecimento disto?

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61: 24.Ago.2016

0-lutotransp200Apesar de minha esposa ter falecido recentemente e da qual fui cuidador durante mais de quatro longos anos, estendia também essas funções a minha filha, diabética insulina-dependente há cerca de 16 anos.

Muitas foram as noites em que tinha minha esposa na sala a gritar “ó da guarda quem me acode” e no quarto a minha filha em coma hipoglicémico, a colocar-lhe na bochecha a papa de açúcar e esperar que a crise passasse. Mas quando ela era mais grave, tinha de chamar o INEM para lhe injectarem glucose na veia.

Chegava a ter de correr de um lado para o outro a fim de acudir às duas ao mesmo tempo. Minha esposa faleceu há pouco mais de um mês, ainda não consegui desligar-me dessa perda e penso que nunca mais irei desligar-me da dor profunda.

Penso às vezes que estou a ter um pesadelo e que a Tina está internada num hospital, longe de casa e que um dia voltará de novo ao nosso convívio…

Mas a acção de cuidador continua na mesma embora com menos um interveniente. No último ano de vida da Tina, era raro o dia em que minha filha não entrasse em coma a meio da noite. Depois da morte da Mãe essas situações vão-se espaçando mas a vigilância é diária, constante porque não pode relaxar.

Por isso, continuo a apoiar tudo o que se relacione com o Estatuto dos Cuidadores, seres humanos que não possuem qualquer tipo de formação, ajuda psicológica nem um mínimo de interesse por parte das entidades de saúde – e dos governos – deste País.

Petição pela criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neuro-degenerativas associadas ao envelhecimento

 

http://peticaopublica.com/?pi=PT82396

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60: 23.Ago.2016

0-lutotransp200Foi recebido nesta data, o seguinte e-mail:

De: Lídia Martins <lidia.martins@omcne.pt> Enviado: ter 23/08/2016 20:19

Assunto: Queixa sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2016 / 8886 / N27394

Exmo. Senhor
Francisco dos Santos Gomes,

Encarrega-me o Senhor Presidente da Ordem dos Médicos, Prof. José Manuel Silva, de acusar a recepção das exposições de V. Exa., enviadas a 30 de Junho, 1 de Julho e 17 de Agosto de 2016, sobre o assunto supra indicado, lamentando o atraso da presente resposta, que se deveu ao periodo de férias em curso.

A Ordem dos Médicos, através dos seus Conselhos Disciplinares, actua como entidade disciplinadora do exercício da profissão médica, podendo sancionar disciplinarmente os seus associados por comportamentos que sejam técnica e/ou deontologicamente censuráveis. Nessa medida, procedeu-se ao envio da sua queixa para o Conselho Disciplinar Regional do Sul desta Ordem, cujas referências se indicam para eventuais contactos:

Morada: Av. Almirante Gago Coutinho n.º 151, 1749-084 LISBOA
Telef.: 215 917 506 – Fax: 215 917 589
E-mail: disciplinar@omsul.pt

Subscrevemos-nos com consideração, apresentando-lhe as nossas condolências.

Lídia Chaves Martins
Técnica Administrativa

Conselho Nacional/Conselho Superior
Ordem dos Médicos
Av. Alm. Gago Coutinho, 151
1749-084 LISBOA
Telef.: 21 842 71 00
Fax: 21 842 71 01/99

Este e-mail reporta-se ao conteúdo inserido neste post:

http://inforgom.pt/diariocuidador/2016/08/17/17-ago-2016/

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59: 20.Ago.2016

0-lutotransp200Dado que o processo de pedido de subsídio de funeral deu entrada na Caixa Geral de Aposentações, este mês (19 de Agosto) já não foi processada a pensão da Tina, o que considero correcto.

Veremos é se a celeridade com que este corte foi efectuado, será proporcional ao pagamento do subsídio de funeral e à pensão a que o viúvo tem direito. Até à data ainda nada foi recebido a não ser uma certa pressão da agência funerária a perguntar se já tinha sido efectuado o pagamento dos seus serviços no que foram informados que o combinado, de acordo com a proposta oferecida aquando da requisição desses serviços, era a de que o pagamento seria efectuado quando recebesse o subsídio de funeral por parte da CGA.

Por isso e dadas as circunstâncias em que o Estado corta na data mas não paga na data, considero que este mesmo Estado não pode ser considerada pessoa de bem e além disso é um Estado ladrão como a seguir provo.

Aquando da campanha para as Legislativas de 2011, Pedro Passos Coelho, um dos concorrentes a primeiro-ministro, entre as muitas aldrabices que impingiu aos Portugueses foi esta que esteve (não sei se ainda lá se encontra) na sua conta do Twitter:

“Todos aqueles que produziram os seus descontos e que têm hoje direito às suas reformas ou às suas pensões, deverão mantê-las no futuro, sob pena do Estado apropriar-se daquilo que não é seu – Pedro Passos Coelho, Campanha Eleitoral a 19 de Maio de 2011”.

Ora a quem se apropria daquilo que não é seu, neste caso, o Estado Português, chama-se LADRÃO. Desconheço outro adjectivo apropriado a esta situação concreta. É que o Estado Português, representado na altura pela pessoa do então primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, ROUBOU 50 euros a uma pensão de 240,00 euros de minha esposa, desde 01 de Janeiro de 2012 até 2015, além de cortes nos subsídios de férias e de Natal de 2011, conforme notícias da época:

Governo corta 50% do subsídio de Natal

http://www.dn.pt/portugal/interior/governo-corta-50-do-subsidio-de-natal-1893470.html

Diário de Notícias 30 DE JUNHO DE 2011 15:03

Função Pública fica sem subsídios de férias e de Natal até 2013

http://economico.sapo.pt/noticias/funcao-publica-fica-sem-subsidios-de-ferias-e-de-natal-ate-2013_129011.html

jornal Económico 14 Out 2011

Quer pensões atribuídas, quer subsídios de férias e de Natal, são bens adquiridos pelos pensionistas e reformados e todo aquele que retire UM CÊNTIMO a esses valores, não passa de um reles ladrão.

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58: 18.08.2016

1mesdesaudade

Descansa em Paz, minha querida. Nunca te esqueceremos.

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57: 17.Ago.2016

0-lutotransp20030 dias passaram desde a tua partida e é como tivesse sido hoje minha querida. A dor teima em não sair cá de dentro e penso que nunca mais sairá.

52 anos a aturar-nos um ao outro, nos bons e maus momentos, nas crises e nas alegrias, são muitos anos que nunca passarão em branco! Onde quer que estejas, um beijão muito grande e espero que descanses em Paz.

Deixo aqui um vídeo (a imagem vale por mil palavras) para o Joaquim Ribeiro e todos aqueles que se encontram no topo da Petição Pública, bem como todos os que já assinaram.

Entretanto, enviei hoje um e-mail à Ordem dos Médicos com o seguinte conteúdo:

 

Data: qua 17/08/2016 18:25
Para: omcne@omcne.pt

Boa tarde

A paciente a que se referem os e-mails infra, faleceu no passado dia 18 de Julho de 2016, pelas 00:30, no hospital de S. Francisco Xavier para onde foi levada numa ambulância do INEM.

A causa da morte, segundo o Certificado de Óbito emitido pelo hospital foi de choque séptico, úlcera de pressão região sagrada com exposição óssea.

Não preciso explicar a V. Exas. o que é choque séptico até porque não sou médico nem tenho qualquer formação na área da saúde, contudo e como pesquisador temático na Internet, li tudo o que tinha a ler sobre choques sépticos e respectivas origens e causas.

O que me leva a concluir que, embora a médica de família do Centro de Saúde tivesse conhecimento da situação porque assistiu, em pessoa, a dois dos últimos tratamentos efectuados pelas enfermeiras desse CS e referenciou as úlceras instaladas, uma delas com infecção devido às fezes expelidas, não tomou as precauções devidas a esta situação porque não é no domicílio e apenas TRÊS VEZES POR SEMANA, que este tipo de infecções – que causaram o choque séptico -, são tratadas.

Não sei que adjectivo deveria atribuir a esta situação, apenas sei que minha esposa faleceu e V. Exas. nem sequer se dignaram dar uma resposta aos meus e-mails infra, de 30 de Junho e 01 de Julho de 2016.

Obrigado,

0-assinatura

(E-mails referenciados acima):

01.- De: F Gomes
Enviada: 1 de Julho de 2016 10:00 a
Para: omcne@omcne.pt
Assunto: FW: Envio de formulário

Bom dia

Em adenda ao meu e-mail anterior, junto envio mais imagens do estado degradado em que se encontra minha esposa, sem que sejam tomadas quaisquer providências a não ser o tratamento 3 vezes por semana no domicílio pela enfermagem da USF Santo Condestável às úlceras.

Obrigado

02.- De: F Gomes
Enviada: 30 de Junho de 2016 00:03 a
Para: ‘omcne@omcne.pt’
Assunto: Envio de formulário

Boa tarde

Com este e-mail, pretendo saber de V. Exas. se uma doente com demência de Alzheimer, D.P.O.C. (entretanto controlada), anemia crónica, hipotiroidismo, arritmias cardíacas (mais ou menos controladas) e com úlceras espalhadas pelo corpo provenientes do seu estado de acamada, uma delas na anca com um a visão muito arrepiante conforme poderão constatar pelas imagens anexas, não tem o direito como ser humano de ser internada para tratamento (já que a recuperação é impossível) em vez da presença 3 vezes por semana de enfermeiras da USF Santo Condestável que lhe vêm limpar as feridas e mudar os pensos.

Se os hospitais não são indicados para este tipo de pacientes, para que servem eles? Tem sido uma luta constante desde há 3 anos a esta data com os médicos o pedido de internamento mas eles canalizam sempre para um Lar de Idosos. Lar de Idosos? Desconhecia que agora os Lares de Idosos, são hospitais onde estes pacientes são vigiados, tratados e medicados convenientemente e de acordo com as patologias apresentadas.

Nesta conformidade, agradeço o favor de um parecer de V. Exas. sobre se realmente é assim, ou seja, a doente ficar no domicílio em estado semi-vegetativo já que não fala, está paralisada dos membros inferiores, a mão direita quase que não mexe e a esquerda está a ir pelo mesmo caminho, toma os medicamentos esmagados e bebe-os por uma palhinha assim como os alimentos que estão reduzidos a sopas, gelatinas e néctares de fruta, causando perigosos desequilíbrios psicológicos nos cuidadores (marido e filha) que a acompanham 24 horas por dia (marido) e horário pós-laboral (filha, que é diabética insulino-dependente e cujos episódios de coma hipoglicémico estão a ser quase diários).

Com os melhores cumprimentos e agradecendo a atenção dispensada,

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