89: 26.Set.2016

0-lutotransp200Hoje estou de vela (serviço nocturno feito nos hospitais pelos profissionais de saúde). Acabaram de sair de minha casa os técnicos do INEM (02:40) dado que a Vera sendo o quarto dia consecutivo com valores de coma hipoglicémicos (30~35), embora “consciente”, entrou hoje num cenário que nunca tinha deparado dado que parecia estar completamente louca.

É difícil explicar por palavras a situação mas é terrível! Eles queriam levá-la para o hospital mas dado que recuperou, não quis ir e sob conselho do médico a quem telefonaram a relatar o ocorrido (por vezes o médico vem atrás da ambulância, outras vezes não), aconselharam-me a ficar em vigília e se o estado voltasse ao mesmo de antes que os chamasse de novo. Por isso o meu estado de “vela” (a Tina fez tantas no hospital onde trabalhava, das 22:00 às 08:00 horas da manhã… Aliás o horário dela eram duas manhãs (08:00 às 16:00), uma tarde (16:00 às 22:00) e uma vela 22:00 às 08:00 cada e um dia de folga semanais)!

É muito difícil para quem esteve quase dois anos numa guerra, sofre de stress pós-traumático, ter sido duplo cuidador (esposa e filha) nos últimos 5 anos, ter de continuar embora com um paciente a menos, mas com noites muito mal passadas só conseguindo descansar depois das 07:30 da manhã e com os problemas graves que estão acontecendo a nível financeiro, pelo não pagamento não só do subsídio de funeral, como das pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro quer pelo Centro Nacional de Pensões, quer pela Caixa Geral de Aposentações que se encontra à espera de uma simples resposta da CNP, então o ramalhete fica completo!

São 03:30 da madrugada, vou passando a noite a colocar a escrita em dia aqui no Blogue, depois vou fazer uma torrada, beber um café até chegar a hora de acordar a Vera para ir para o emprego.

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19.Mai.2018

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88: 25.Set.2016

0-lutotransp200Ainda bem que existe alguma humanidade em pessoas (raras) que se interessam pelos problemas alheios e pelas dificuldades de terceiros. Foi o caso da D. Maria Ribeiro que, lendo a minha angústia na dificuldade em obter o que de direito me pertence, enviou-me duas dicas que já fiz seguir de imediato para os seus destinos. Espero que a resposta seja breve porque tenho só esta semana para sobreviver ao descalabro que se avizinha.

O e-mail enviado ao Gab Apoio Ministro (MSSS ) :

De: F Gomes
Enviado: dom 25/09/2016 18:35
Para: ‘apoio.msess@msess.gov.pt’
Assunto: Situação difícil

Boa tarde

Serve o presente para dar conhecimento a V. Exas. dos e-mails enviados ao Centro Nacional de Pensões pela Caixa Geral de Aposentações e por mim, solicitando via fax anexo uma resposta a fim de o processo de desbloqueamento das despesas de funeral serem pagas assim como as pensões de sobrevivência dos meses de Agosto e Setembro e, como poderão verificar pelo conteúdo dos e-mails, a situação é aflitiva dado que não obtenho qualquer resposta do CNP.

(cópia dos e-mails já publicados anteriormente neste Blogue).

Com os melhores cumprimentos

F Gomes

Também enviei outro e-mail para a Inspecção Geral da Segurança Social :

De: F Gomes
Envio: dom 25/09/2016 18:42
Para: ‘iss-ip@seg-social.pt’
Assunto: FW: Situação difícil

Boa tarde

Para conhecimento de V. Exas. junto envio e-mail enviado a apoio.msess@msess.gov.pt

A minha situação é dramática porque minha esposa faleceu no passado dia 18 de Julho, ainda não recebi o subsídio de despesas do funeral, bem como as pensões de sobrevivência da CGA e CNP dado que este último organismo não responde aos dois faxes enviados pela CGA nem dá qualquer resposta aos e-mails enviados.

Estou em incumprimento com a renda da casa deste mês e quase a vencer-se outra do mês que vem (€ 531,00 cada), tenho esta semana contas da água, EDP e gás para pagar, além de € 300,00 às Finanças referentes à primeira prestação (de duas) no final do mês e referentes ao IRS do ano passado. Como vou pagar?

Agradeço a vossa ajuda

F Gomes

Esperemos uma resposta breve a estes e-mails e à rápida regularização dos processos.

Mais uma vez, obrigado D. Maria Ribeiro pela sua enorme ajuda. Bem haja!

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19.Mai.2018

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87: 24.Set.2016

0-lutotransp200Quase a entrar na última semana do mês, com a renda da casa em atraso, com as contas da água, electricidade e gás para pagar esta semana que entra, a primeira prestação (de duas) de 300 euros cada para o Fisco (IRS de 2015) e o Centro Nacional de Pensões sem dar resposta quer aos meus e-mails, quer aos e-mails e faxes da Caixa Geral de Aposentações a solicitar-lhes apenas a informação se corre naquela instituição algum processo de pedido de subsídio para funeral!

faxcga-cnp1

Apenas colocar uma cruzinha no pedido da CGA custará assim tanto? Que raio de funcionários são estes, que trampa de incompetência, de laxismo, de incúria, de falta de humanismo sabendo que o utente encontra-se em graves dificuldades financeiras por não receber as pensões a que tem direito?

Se minha esposa não tivesse falecido, não teriam de continuar a pagar-lhe as pensões de reforma aos dias 10 (CNP) e 19 (CGA) de cada mês? Por inteiro? Então porque levam tanto tempo para pagarem agora, METADE dessas pensões de reforma?

Gostava que esses funcionários também tivessem na carteira deles meia dúzia de cêntimos para se governarem!

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19.Mai.2018

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86: 23.Set.2016

0-lutotransp200Esta foi a resposta obtida do Instituto da Segurança Social, IP em ordem a uma reclamação apresentada no site deles (ver o segundo e-mail abaixo):

———- Mensagem encaminhada ———-
De: <SegurancaSocial@seg-social.pt>
Data: 21 de setembro de 2016 às 17:35
Assunto: RE: Prestações Familiares, Subsídio Funeral
Para: F Gomes

Caro Senhor,
Francisco Gomes

Na sequência do seu contacto, que desde já agradecemos, informamos que
procedemos ao registo da sua reclamação e que receberá resposta do
centro nacional de pensões com a maior brevidade possível.

————————————————-

Para qualquer esclarecimento adicional, não hesite em contactar-nos.

Com os melhores cumprimentos,

INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, IP

Linha Segurança Social – 300 502 502

Portal: www.seg-social.pt
Segurança Social Directa: https://www.seg-social.pt/consultas/ssdirecta

==============================================
De: F Gomes
Recebida: 2016-09-20 16:16:37
Assunto: RE: Prestações Familiares, Subsídio Funeral

SSDirecta: Pedido Autenticado
NISS: xxxxxxxxxxxx

Distrito: LISBOA

Dado que minha esposa faleceu a 18 de Julho e deixei de ter a sua
pensão de reforma em Agosto e Setembro, encontro-me neste momento com
extrema dificuldade em cumprir compromissos como renda de casa e outras
obrigações. Corre na Caixa Geral de Aposentações o pedido de subsídio
de funeral e pensão de sobrevivência que também não se encontra
processado dado que em resposta a um meu e-mail sobre esta situação
responderam-me hoje que:

De: CGA Geral
15 de setembro de 2016
Para: FGomes
Assunto: RE:’CGA=001-555-069′ Pedido de informação

Ex.mo Senhor,

Em resposta ao seu e-mail, informamos de que relativamente ao subsídio
por morte. aguardamos que o Centro Nacional de Pensões responda a um
nosso fax. Receberá a nossa comunicação logo que possível.
Com os melhores cumprimentos,

UAC-1.2 Equipa de Atendimento Escrito

Nesta conformidade, agradeço uma resposta de V. Exas. à Caixa Geral de
Aposentações para que os pagamentos sejam desbloqueados por aquela
entidade o mais rapidamente possível.

Obrigado

E é assim que uma instituição empurra para outra a OBRIGATORIEDADE DE CUMPRIR os seus DEVERES e a outra nem sequer responde aos meus e-mails ou aos (já) dois faxes da CGA…

E depois ainda existem calhordas que afirmam Portugal ser um Estado de Direito e pessoa de bem…

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85: 22.Set.2016

0-lutotransp200(actualizado às 14:40)

Embora a minha “actividade” de cuidador de Alzheimer tenha terminado com o falecimento de minha esposa no passado dia 18 de Julho, continuo a “actividade” de cuidador – que já exercia cumulativamente com a de Alzheimer – de minha filha diabética e com comas muito frequentes, quase diários que fazem com que tenha de efectuar vigílias nocturnas para verificar se o seu estado está normal ou não.

Embora sejam patologias diferentes, ser cuidador de um paciente diabético insulina-dependente, não é nada fácil e requer – ou deveria requerer como em Alzheimer – de conhecimentos e formação adequada, por isso ao ver vídeos, reportagens e notícias espalhadas pelas redes sociais, TV’s e blogues, constato que fui um desafortunado porque NUNCA tive um apoio de instituições que se dedicam quer a Alzheimer, quer a Diabetes, o que traduzindo em miúdos, ainda existem pessoas – e ainda bem – com muita sorte em terem – e continuarem a ter – beneficiado desses apoios.

Mas não só o apoio das instituições é necessário, seja para que patologia for. É necessária a ajuda da família, dos amigos, daqueles que pensávamos que eram e afinal não o são. Neste momento e desde sempre, que luto sozinho sem qualquer tipo de apoio material, económico e/ou psicológico.

Porque um telefonema de um familiar, de um amigo, nestes momentos de extrema depressão psicológica, ajudam não a sarar as feridas mas a amortecê-las um pouco. Costuma dizer-se que uma imagem vale por mil palavras. Neste contexto, uma palavra vale por uma caixa de anti-depressivos. E neste particular, não tenho tido a sorte de ser beneficiado. Nem das instituições, nem dos familiares, nem dos pretensos amigos que afinal não o são.

Até ter forças para continuar a lutar, continuarei como até aqui nunca desistindo de o fazer apesar de me sentir a remar num barco, com terra à vista mas com uma corrente fortíssima que não me faz sair do mesmo sítio. Quer a Caixa Geral de Aposentações, quer o Centro Nacional de Pensões (que nem se digna a responder aos meus e-mails) continuam a NÃO CUMPRIR com as suas obrigações de pagamento de subsídio de despesas de funeral e pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro.

Desactivei a minha conta no Facebook porque comecei a ficar farto de tanta imbecilidade que lia. Cada um é dono da sua opinião e palavra, mas quando estas roçam a parvoíce, a arrogância e a não respeitaram opiniões alheias, é altura de dizer chega!

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19.Mai.2018

19.Mai.2018

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84: Alimentação e doença de Alzheimer

Nas fases mais avançadas da doença, as alterações globais na alimentação podem intensificar-se com dificuldades na própria capacidade em deglutir.

inestellorodriguesHoje assinala-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, uma doença do foro neurológico que afecta 4,7 milhões de pessoas no mundo. Trata-se da forma mais comum de demência, já que representa entre 50% a 70% de todos os casos desta patologia. De acordo com os dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde, todos os anos são registados quase oito milhões de novos casos de Alzheimer no mundo.

A doença de Alzheimer provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível, principalmente do funcionamento cognitivo (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras). No entanto, sendo uma doença do cérebro, também se verificam alterações noutras funções (ex: motora, emocional e comportamental).

À medida que a doença de Alzheimer vai afectando as várias áreas cerebrais, vão-se perdendo certas funções ou capacidades, o que se repercute na realização das diferentes actividades da vida diária.

Um dos aspectos afectados, vulgarmente desconhecido ou pouco abordado quando se fala de doença de Alzheimer, é o da alimentação. A perda de capacidades cognitivas e alterações fisiológicas podem interferir na alimentação e nutrição destas pessoas. Adicionalmente, podem surgir alterações na mastigação e problemas de deglutição, acentuados não só pela idade, mas também pela doença e que contribuem para agravar a situação.

São várias as causas possíveis da falta de apetite na pessoa com doença de Alzheimer, entre as quais se destaca o facto de:

— O centro da fome no cérebro, o hipotálamo, responsável pelo apetite, pode tornar-se disfuncional;

— Poderem existir alterações da visão ou do olfacto;

— Poder, igualmente, existir uma alteração do paladar, o que pode fazer com que a comida seja menos apetitosa;

— Algumas doenças crónicas ou certos medicamentos também poderem diminuir o apetite;

— Quando a pessoa ainda vive sozinha ou com pouco apoio, pode esquecer-se de cozinhar e de se alimentar;

— Ambientes novos ou não familiares poderem originar agitação e confusão;

— Distracções, tais como muito barulho ou muita gente, poderem influenciar negativamente a refeição;

— Alimentos pouco atractivos, refeições repetidas ou odores inoportunos contribuem para a recusa alimentar.

Algumas pequenas medidas poderão ajudar a tornar as refeições mais fáceis:

— Usar taças ou chávenas, em vez de pratos, e maiores do que as porções de alimentos, para evitar que se entornem.

— Não utilizar utensílios de plástico por serem demasiado leves para se manipularem e poderem partir-se na boca.

— Servir alimentos que se possam comer com as mãos, tais como pedacinhos de batata cozida, queijo, mini-sandes, pedacinhos de frango, fruta ou vegetais, pois, muitas vezes, as pessoas com demência recusam sentar-se para comer.

— Se necessário, dar instruções verbais como “mastigue agora”, “engula agora”, espaçadamente.

— Humedecer os alimentos com molho.

— Servir alimentos macios e finamente cortados.

— Evitar extremos de temperaturas como o muito quente e/ou muito frio.

— Se a pessoa necessitar de ser alimentada, oferecer alimentos pequenos, um de cada vez, pacientemente.

— Não alimentar a pessoa deitada.

— Se for necessário, reaquecer a comida.

Mas não só a ingestão de alimentos pode estar afectada; também a ingestão de líquidos pode estar comprometida.

A desidratação é uma das principais causas de problemas de saúde geral na pessoa com demência, mas é frequente existir uma recusa na ingestão de líquidos.

Algumas das estratégias para fomentar o consumo de líquidos podem passar por:

— Preparar infusões, sumos sem açúcar, bebidas energéticas e sopas mais líquidas, que podem ser ajudas preciosas na manutenção dos níveis de hidratação.

— Deixar sempre água disponível perto da pessoa, pronta a servir.

— Promover a ingestão de líquidos em pequenas porções ao longo de todo o dia.

— Experimentar acrescentar água com gás nos sumos, servir as bebidas a diferentes temperaturas e observar se existe preferência por alguma destas opções. Por vezes, existem alterações na sensibilidade intra-oral (boca) que podem também condicionar a ingestão de líquidos.

Nas fases mais avançadas da doença, as alterações globais na alimentação podem intensificar-se com dificuldades na própria capacidade em deglutir. Estas dificuldades em deglutir (disfagia) podem provocar, em casos mais graves, aspirações de alimentos para os pulmões. É importante estar atento a sinais de infecção respiratória, engasgamento, alterações na voz e a tosse frequente durante e após as refeições. Poderá ser necessária a intervenção médica de um nutricionista ou de um terapeuta da fala para avaliação e intervenção em casos de alterações na deglutição. Esta interligação multidisciplinar pode tomar várias formas e é fundamental para assegurar o bem-estar físico e nutricional da pessoa.

Terapeuta da Fala no NeuroSer, doutorada em neuro-ciências cognitivas

(O NeuroSer é um centro dedicado às doenças neurológicas, sob direcção clínica do Prof. Doutor Alexandre Castro Caldas, actual director do Instituto de Ciências de Saúde da Universidade Católica Portuguesa)

Público
Inês Tello Rodrigues
21/09/2016 – 00:50

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83: 21.Set.2016

21 de Setembro
Dia Mundial da Doença de Alzheimer

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diaalzheimer_02

Estou a aguardar a autorização para a publicação de um artigo sobre Dicas para o cuidador – Doença de Alzheimer: facilitando o dia-a-dia do portador e do cuidador, dado que este texto encontra-se proibido de reprodução total ou parcialmente por qualquer meio ou sistema. Veremos se obtenho a autorização porque é um excelente manual para os que continuam a cuidar dos seus pacientes.

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81: UE exige aos governos que tratem melhor a saúde mental

dn19092016

Só metade dos doentes mentais graves que vivem nos países da União Europeia têm acesso a cuidados adequados. Os efeitos negativos destas doenças representam 450 mil milhões de euros/ano. Por isso, a Europa quer compromissos e actuação.

A União Europeia (UE) quer que os países europeus assumam um compromisso sério para garantir mais cuidados de saúde mental. Por isso os 25 Estados membros, mais a Islândia e a Noruega, reuniram-se para avaliar problemas e fazer propostas para dar mais tratamentos, consultas, prevenção e envolver mais áreas políticas. O retrato assim o exige: as doenças mentais são muito comuns e têm um efeito negativo na qualidade de vida pessoal e profissional (representam 22% da carga das incapacidades); são mais de 450 mil milhões de euros anuais os custos directos e indirectos (cuidados médicos, faltas ao trabalho, etc.); só cerca de metade dos doentes mentais graves na UE têm acesso a tratamentos adequados e há infra-estruturas institucionais ultrapassadas. A avaliação recaiu em cinco áreas, para as quais a UE faz propostas e pede aos países que implementem as recomendações, façam uma avaliação dos resultados e que mudem a legislação se preciso: são as Linhas de Acção Estratégica para a Saúde Mental e Bem estar da União Europeia. Os projectos inovadores vão ter apoio para que possam ser implementados nos restantes países.

Portugal tem legislação e um Plano de Saúde Mental que vai ao encontro das recomendações da UE. Mas como estamos neste retrato? “Numa situação pouco confortável. Temos seguido a um ritmo lento, influenciado pelas políticas nacionais e pela crise financeira. Entre 2012 e 2015 houve um retrocesso, com perspectiva de reactivar a institucionalização”, disse ao DN Álvaro de Carvalho, director do Programa Nacional para a Saúde Mental, referindo que Portugal não precisará de grandes alterações legislativas para pôr em marchas as recomendações da UE. Precisa sim, de outra organização e financiamento, sobretudo para cumprir o objectivo da integração dos doentes na comunidade. “Sem uma mudança do modelo de financiamento e de governação para os serviços locais não podemos aprofundar muito o que quer que seja. A fonte de financiamento dos hospitais são as consultas e os internamentos. Há um modelo que está a ser estudado no âmbito dos EEA-Grants [programa de financiamento europeu] em que o dinheiro segue o doente, à semelhança do que acontece com a diabetes e VIH, em vez de ser um valor per capita. Se o doente precisar de cuidados na comunidade é accionado um financiamento especifico”, explica, referindo que é este o modelo que vai ser proposto ao Ministério da Saúde.

O modelo de organização teria por base os centros de responsabilidade integrada já previstos desde 1999, mas que não avançaram. “Os serviços locais de saúde mental seriam centros destes. O director estabelece um plano para determinado tempo, recebe o orçamento de acordo com os objectivos. Se não cumprir é penalizado”. O actual ministro da saúde, Adalberto Campos Fernandes, já disse que os centros de responsabilidade integrada são uma das áreas a apostar.

Mais cuidados na comunidade e menos nos hospitais

› Segundo a UE, ainda existe um longo caminho a percorrer na criação de uma rede de cuidados mentais na comunidade e na disponibilização de cuidados socialmente inclusivos e de boa qualidade na Europa. Defende-se, por isso, uma ligação mais próxima com os centros de saúde, a cooperação com os serviços sociais e de emprego para que existam projectos vocacionais ou residências acompanhadas. Um dos exemplos de boas práticas saiu de Portugal, que coordenou este grupo de trabalho na acção conjunta europeia. Aliás, o modelo de novo financiamento que está a ser estudado em Portugal tem por base um projecto desenvolvido em Oeiras, com uma equipa do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental que em 2009 recebeu financiamento por ser um programa inovador.

No terreno trabalha uma equipa com psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros. Estão numa casa alugada em Caxias, onde os doentes mentais graves, que mais dificilmente iriam ao hospital, têm consultas e planos individuais. E onde a família destes também participam. “O facto de termos instalações nestes locais é socialmente mais inclusivo. Trabalhamos com o doente e apoiamos a família. Trabalhamos com as estruturas locais – Câmara de Oeiras, juntas de freguesia, associações recreativas, Instituto do Emprego – e em articulação com os Cuidados de Saúde Primários o que permite promover uma melhor integração para os nossos doentes. Após uma crise fazemos a reabilitação inicial e trabalhamos com instituições que promovem formação e emprego apoiado. Quando não é possível para o doente, existem os fóruns ocupacionais, onde têm actividades, relacionamento com outras pessoas, desenvolvem competências. Dá-lhes objectivos. Sem isto, a alternativa após internamento seria irem para casa, ficarem isolados, e ter consulta de dois em dois meses no hospital”, explicou ao DN Joaquim Gago, coordenador da equipa, que reconhece que o financiamento tem sido difícil e que projectos como este são ainda excepções e não a regra. Com este modelo de cuidados integrados, acrescenta, é possível diminuir os internamentos e as recaídas devido a prestação de cuidados diferenciados na comunidade e assim conseguir melhorar a inclusão social e a qualidade de vida destes doentes.

Prevenir as depressões e reduzir o risco de suicídio

› A UE quer que esta seja uma prioridade. “Agir contra a exclusão económica e social, a violência doméstica, o bullying, consumo de drogas e álcool”, pode ler-se nas linhas estratégicas europeias, que defendem ainda o apoio das redes sociais de protecção e o aumento do reconhecimento da depressão e o acesso a tratamentos com mais psicoterapia e ferramentas electrónicas. No caso Portugal já foram implementados projectos que estão a chegar aos centros de saúde do país de formação de médicos e enfermeiros “para capacitação do diagnóstico da depressão e tratamento”, diz Álvaro de Carvalho, adiantando que “nos centros de saúde estão a ser incluídos indicadores de saúde mental na avaliação das grávidas”. O plano do Governo passa por ter também psicólogos nos centros de saúde. Aqui, fica um alerta. “Tem de ter formação em psicoterapias, que são intervenções mediadas pela palavra em que a medicação não é a componente principal”, defendeu o director do programa nacional de saúde mental.

Escolas: um aliado para promover a saúde mental

› A maioria das doenças mentais começa antes da idade adulta. Por isso a UE afirma que as escolas são fundamentais para prevenir as doenças mentais, reconhecimento da doença e informação sobre os tratamentos. Recomenda, pois, que haja formação a todos os funcionários e que as escolas sejam vistas como uma parte da rede. Portugal já está a agir. “Foram desenvolvidos dois projectos, um com equipas de saúde outra com equipas educativas [professores] que procura sensibilizar para a valorização dos sinais de sofrimento de crianças e adolescentes [por exemplo perturbações no sono ou lesões auto-infligidas]. Já está a ser estendido a todo o país”, disse Álvaro de Carvalho.

Promover melhor saúde nos locais de trabalho

› A principal recomendação da UE é a intensificação da colaboração política entre a saúde e o trabalho para a criação de estratégias que envolvam as empresas. É uma forma de combater as reformas antecipadas e faltas ao trabalho por doença mental, que aumentaram nos últimos anos. Querem que haja a identificação e combate aos factores de risco psico-social, promoção de vida saudável e serviços de saúde disponíveis para os trabalhadores que precisem. Em Portugal já existe um projecto que pretende avaliar a pressão que a crise criou nos locais de trabalho e o apoio dado aos grupos mais afectados.

Saúde mental tem de estar em todas as políticas

› Público, privado, políticas internacionais, nacionais, regionais. A UE quer que todas as decisões tenham em conta os efeitos que as medidas podem ter na saúde mental da população. Consideram que é fundamental que haja mais conhecimento sobre a saúde mental para que se reduza o fosso que existe entre as decisões e o impacto destas. No nosso país decorre um estudo sobre o impacto da crise na saúde mental.

Diário de Notícias
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80: 19.Set.2016

0-lutotransp200Hoje, seria o dia de pagamento por parte da CGA-Caixa Geral de Aposentações, dos valores referentes aos meses de Agosto e Setembro das pensões de “sobrevivência” por morte de minha esposa.

Recordo que, no passado dia 13, enviei o e-mail infra, a esta instituição:

—–Original Message—–
From: F Gomes
Date: Tuesday, September 13, 2016 11:36 AM
To: DAC-CGA (cga@cgd.pt)
Subject: Pedido de informação

Bom dia

Minha esposa faleceu no passado dia 18 de Julho. A documentação para a Pensão de Sobrevivência, Reembolso das Despesas de Funeral e Subsídio por Morte, deram entrada nesses serviços no dia 11 de Agosto.

Entretanto, a pensão de Agosto não foi paga como é lógico e não sei o que acontecerá no próximo dia 20. O que sei é que não pude pagar a renda da casa deste mês e estou em falta com compromissos assumidos.

Nesta conformidade, solicito informação de quando se fará o pagamento das verbas referentes ao processo aberto.

Obrigado,

Francisco Gomes

A resposta da CGA foi a seguinte:

De: CGA Geral [mailto:cga@cgd.pt]
Enviada: 15 de setembro de 2016 16:24 p
Para: FGomes
Assunto: RE:’CGA=001-555-069′ Pedido de informação

Ex.mo Senhor,

Em resposta ao seu e-mail, informamos de que o processo de pensão de sobrevivência se encontra já para despacho, prevendo-se que, no início da próxima semana, lhe seja enviada a comunicação da decisão tomada.

Relativamente ao subsídio por morte. aguardamos que o Centro Nacional de Pensões responda a um nosso fax.
Receberá a nossa comunicação logo que possível.

Com os melhores cumprimentos,

UAC-1.2 Equipa de Atendimento Escrito

Hoje, dia 19, como não recebi qualquer importância, tendo enviado este e-mail:

De: F Gomes
RE: ‘CGA=001-555-069’ Pedido de informação
Data: seg 19/09/2016 11:44
Para: ‘CGA Geral’ <cga@cgd.pt>

Bom dia

Serve o presente para informar V. Exas. que, a partir de hoje, dia 19, data em que deveria receber o subsídio por morte de minha esposa referente aos meses de Agosto e Setembro, bem como o subsídio de funeral, encontro-me em INCUMPRIMENTO com a renda da casa deste mês e a minha sobrevivência encontra-se seriamente ameaçada dado que não tenho outros rendimentos a não ser a minha miserável pensão.

Obrigado
F Gomes

Estes factos demonstram, à saciedade, o valor que esta gente dá a quem recebe miseráveis pensões, a quem se encontra no limiar, se não, da pobreza e estão-se COMPLETAMENTE BORRIFANDO para que existam compromissos muito sérios a cumprir, nomeadamente quando no final deste mês ainda terei de pagar (???) às Finanças 300 euros da primeira (de duas) prestações referentes ao IRS de 2015, o equivalente a duas pensões (minha e de minha esposa enquanto viva).

Actualização às 16:00 horas:

Tentei contactar a “segurança” social através do 300 502 502 a fim de saber sobre o andamento do processo da pensão de sobrevivência, mas infrutíferamente porque o robot que atende dá números de opções mas quando seleccionamos dá ainda mais opções e quando clicamos na opção desejada… volta o disco ao princípio. É esta a “segurança” social que temos? Nem um atendimento minimamente capaz tem? Dei-me ao cuidado de gravar a chamada já que eles também o fazem sem minha autorização e o resultado foi este (é preciso um pouco de paciência para ouvir tudo):

contactos_seg-social

Actualização às 18:35 horas:
 
Foi recebido o seguinte e-mail da CGA:
RE:’CGA=001-555-069′ Pedido de informação

De: CGA Geral <cga@cgd.pt>
Enviado: seg 19/09/2016 17:24
Para: _0CNP <cnp-pensoes@seg-social.pt>

Boa tarde,

A fim de que possamos concluir este processo de subsídio por morte com a brevidade que se impõe, solicita-se que, com a máxima urgência, seja dada resposta ao fax em anexo.

O presente e-mail é enviado com conhecimento ao interessado.

Com os melhores cumprimentos,

UAC-1.2 Equipa de Atendimento Escrito

O fax é enviado ao Centro Nacional de Pensões a indagar se:

despachocga19092016a

Também foi recebida hoje uma carta da CGA informando que, por despacho de hoje, foi fixada a pensão mensal de € 244,38, valor correspondente a metade da pensão de aposentação do utente, sendo oportunamente informado da data do respectivo pagamento.

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