217: Processo na Ordem dos Médicos

Transcrevo – porque penso que já nem vale a pena escrever mais sobre o assunto -, os e-mails enviados e recebidos entre mim e a Ordem dos Médicos, sobre a queixa apresentada que envolveu o falecimento de minha esposa e a forma como a médica de família tratou do processo:

Fwd: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394
Enviado: seg 21/08/2017 09:59
Para: disciplinar OMSUL <disciplinar@omsul.pt>
CC: franciscogomes

Exmo. Senhor
Prof. Doutor Carlos Fernando Pereira Alves
Digmo. Presidente do Conselho Disciplinar Regional do Sul da Ordem dos Médicos

Encarrega-me o Senhor Bastonário de lhe reencaminhar o pedido de informação do Sr. Francisco Gomes sobre reclamação em análise nesse conselho, para emissão de resposta ao requerente, seguindo este e-mail com conhecimento do mesmo.

Com os melhores cumprimentos,

Lídia Chaves Martins
Técnica Administrativa

Conselho Nacional/Conselho Superior
Ordem dos Médicos
Av. Alm. Gago Coutinho, 151
1749-084 LISBOA
Telef.: 21 842 71 00
Fax: 21 842 71 01/99

=====================================

———- Mensagem encaminhada ———-
De: F Gomes
Data: 21 de agosto de 2017 às 01:00
Assunto: RE: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394
Para: Lídia Martins <lidia.martins@omcne.pt> Cc: omcne@omcne.pt, disciplinar@omsul.pt

Boa noite

Em ordem ao e-mail infra de V. Exas. e passados mais de dois meses deste v/ e-mail e mais de um ano sobre a queixa apresentada, não tenho qualquer informação sobre este processo.

Apenas pretendo saber se o processo ainda se encontra para apreciação, se foi arquivado ou o que vos aprouver sobre o mesmo. Penso que é tempo demais para apreciar uma queixa fundamentada.

Obrigado,

Francisco Gomes

=================================

De: Lídia Martins [mailto:lidia.martins@omcne.pt]
Enviada: 8 de junho de 2017 14:17 p
Para: disciplinar@omsul.pt
Cc: franciscogomes
Assunto: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394

Exmo. Senhor
Prof. Doutor Carlos Fernando Pereira Alves
Digmo. Presidente do Conselho Disciplinar Regional do Sul da Ordem dos Médicos

Encarrega-me o Senhor Bastonário de lhe reencaminhar o pedido de informação do Sr. Francisco Gomes sobre reclamação em análise nesse conselho, para emissão de resposta ao requerente, seguindo este e-mail com conhecimento do mesmo.

Com os melhores cumprimentos,

Lídia Chaves Martins
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A propósito de “desonra”…

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05.Mar.2017

07.Nov.2016

23.Ago.2016

17.Ago.2016

4~5.Ago.2016

13.Jul.2016

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A propósito de “desonra”…

Um dia após a passagem de um ano do falecimento de minha esposa, li num diário online, o seguinte título: “Costa considera que manutenção de Ventura como candidato “desonra” Passos”, isto em ordem ao candidato autárquico André Ventura do PPD a Loures, por eventuais afirmações “racistas” contra a etnia cigana.

Mas quem se pode desonrar quem já não possui qualquer espécie de honra, de verticalidade, de honestidade, de dignidade, como é o caso do farsolas PaFioso que destruiu este país e o seu Povo, no governo anterior?

As imagens que se seguem, são extremamente chocantes para pessoas sensíveis, mas elas têm de ser mostradas para que provem o que o desgoverno do regime PaFioso proto-nazi do PPD/CDS e, concomitantemente, o seu executor principal, mais conhecido por Dr. Morte fez enquanto esteve no poder.

Minha esposa não morreu da doença (Alzheimer) mas da falta de assistência hospitalar – que vários médicos lhe negaram (médico de família, psiquiatria e neurologia) – e onde deveria estar para ser assistida, tratada, medicada e acompanhada, evitando o sofrimento atroz nos seus últimos dias de vida.

A resposta era sempre que não existiam meios, não existiam condições para o seu internamento e a solução passava, sempre, por um Lar de Idosos, como se estas instituições tivessem a capacidade técnica de uma unidade hospitalar ou, pelos cuidados paliativos e/ou continuados, todos eles de elevados custos para o nosso orçamento familiar.

Não satisfeitos com a situação em curso, ainda me acusaram de ter negado esses cuidados (paliativos e continuados) a minha esposa o que levou ao extremo da minha indignação informando-os que se pagasse aqueles “cuidados”, teria de ir viver para debaixo da ponte com a minha filha que também e infelizmente, possui uma doença crónica grave, com estados de coma frequentes.

Nas últimas semanas de vida de minha esposa, iam ao domicílio duas enfermeiras do Centro de Saúde fazerem-lhe a limpeza das feridas, renovarem pensos, duas vezes por semana, que passaram a três vezes dada a gravidade da situação. Mesmo com a presença da médica de família por duas vezes nas últimas semanas de vida e constatando in loco, ao vivo e a cores, a gravidade da situação, nunca lhe foi dada a mais pequena hipótese de internamento hospitalar.

Foi algaliada e colocaram-lhe uma sonda gástrica que já nada adiantava e que fez com que tivesse de chamar o INEM que a levou para a urgência do hospital de S. Francisco Xavier, onde viria a falecer horas depois, devido a insuficiência respiratória provocada por choque séptico. Quem pretender saber o que é choque séptico, vá ao Google e escreva essas palavras, mas resumidamente:

Choque séptico é uma complicação de uma infecção na qual as toxinas dão início a uma resposta inflamatória em todo o corpo. É frequente em idosos ou em pessoas com comprometimento do sistema imunológico.

Os médicos identificaram três estágios de sepse:

  • sepse, quando a infecção atinge a corrente sanguínea e causa inflamação em todo o corpo
  • sepse grave, que ocorre quando a infecção interrompe o fluxo de sangue para o cérebro ou para os rins, levando à falência órgãos. Os coágulos de sangue causam gangrena (morte do tecido) nos braços, pernas e dedos das mãos e dos pés.
  • choque séptico, quando a pressão sanguínea cai significativamente. Isso pode levar a falência respiratória, cardíaca ou de um órgão e à morte.

A queixa que ainda em vida de minha esposa apresentei contra a médica de família, logo, há mais de um ano, ainda encontra-se de pantanas de um lado para o outro na Ordem dos Médicos e, pelos vistos, vai morrer solteira. Meus amigos, quem neste País não tem uma forte componente financeira como suporte, está previamente condenado a este tipo de situações em toda e qualquer outra área social.

Atenção às imagens que podem chocar pessoas sensíveis:

Tratamento às úlceras

6 de Julho de 2016 – úlcera na anca com exposição óssea
Saco da algália com urina completamente castanha
Úlcera num dos braços
Úlcera na região sagrada, com exposição óssea
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas.

Descansa em Paz, minha querida, que eu nunca perdoarei a quem tanto mal te fez em vida.

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Queixa de Francisco dos Santos Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394

Recebi hoje um novo e-mail, que nada adianta sobre a minha queixa efectuada o ano passado, ainda minha esposa era viva:

Enviado: qui 08/06/2017 14:17
Para: disciplinar@omsul.pt

Exmo. Senhor
Prof. Doutor Carlos Fernando Pereira Alves
Digmo. Presidente do Conselho Disciplinar Regional do Sul da Ordem dos Médicos

Encarrega-me o Senhor Bastonário de lhe reencaminhar o pedido de informação do Sr. Francisco dos Santos Gomes sobre reclamação em análise nesse conselho, para emissão de resposta ao requerente, seguindo este e-mail com conhecimento do mesmo.

Com os melhores cumprimentos,

Lídia Chaves Martins
Técnica Administrativa

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Ordem dos Médicos
Av. Alm. Gago Coutinho, 151
1749-084 LISBOA
Telef.: 21 842 71 00
Fax: 21 842 71 01/99

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178: Ordem dos Médicos

Neste artigo:
(http://cuidadordealzheimer.net/cuidador/2017/04/07/ordem-dos-medicos-para-que-serve/), de 7 de Abril, perguntava para que serve a Ordem dos Médicos, já que uma queixa apresentada no dia 30 de Junho do ano passado (2016), não tinha ainda obtido qualquer tipo de resposta.

Finalmente, quase UM ANO DEPOIS, chegou hoje, dia 10 de Abril, uma carta registada com aviso de recepção, proveniente da Ordem dos Médicos, Conselho Disciplinar Regional do Sul, com data de 7 de Abril, informando que, para adequada instrução do processo de averiguações sumária, tenho um prazo de 15 dias úteis para informar, por escrito, a identificação (nome completo e/ou número de cédula profissional) do médico contra quem apresentei queixa.

Tendo telefonado de imediato para aquele Conselho Disciplinar, a fim de saber se podia enviar a resposta por e-mail, foi-me confirmado que sim, o que fiz logo terminei a referida chamada telefónica.

Resta agora esperar (será mais um ano?) pela resposta. Mas pelo menos, responderam ao solicitado.

10.Abr.2017

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176: Ordem dos Médicos, para que serve?

No passado dia 30 de Junho de 2016, ainda minha esposa era viva (viria a falecer a 18 de Julho), enviei um e-mail à Ordem dos Médicos com o seguinte teor:

Enviada: 30 de Junho de 2016 00:03
Para: ‘omcne@omcne.pt’

Boa tarde

Com este e-mail, pretendo saber de V. Exas. se uma doente com demência de Alzheimer, D.P.O.C. (entretanto controlada), anemia crónica, hipotiroidismo, arritmias cardíacas (mais ou menos controladas) e com úlceras espalhadas pelo corpo provenientes do seu estado de acamada, uma delas na anca com um a visão muito arrepiante conforme poderão constatar pelas imagens anexas, não tem o direito como ser humano de ser internada para tratamento (já que a recuperação é impossível) em vez da presença 3 vezes por semana de enfermeiras da USF Santo Condestável que lhe vêm limpar as feridas e mudar os pensos.

Se os hospitais não são indicados para este tipo de pacientes, para que servem eles? Tem sido uma luta constante desde há 3 anos a esta data com os médicos o pedido de internamento mas eles canalizam sempre para um Lar de Idosos. Lar de Idosos? Desconhecia que agora os Lares de Idosos, são hospitais onde estes pacientes são vigiados, tratados e medicados convenientemente e de acordo com as patologias apresentadas.

Nesta conformidade, agradeço o favor de um parecer de V. Exas. sobre se realmente é assim, ou seja, a doente ficar no domicílio em estado semi-vegetativo já que não fala, está paralisada dos membros inferiores, a mão direita quase que não mexe e a esquerda está a ir pelo mesmo caminho, toma os medicamentos esmagados e bebe-os por uma palhinha assim como os alimentos que estão reduzidos a sopas, gelatinas e néctares de fruta, causando perigosos desequilíbrios psicológicos nos cuidadores (marido e filha) que a acompanham 24 horas por dia (marido) e horário pós-laboral (filha, que é diabética insulina-dependente e cujos episódios de coma hipoglicémico estão a ser quase diários).

Com os melhores cumprimentos e agradecendo a atenção dispensada,

(assinatura)

Depois de vários e-mails a solicitar o ponto de situação em que se encontrava este assunto, ora respondiam que estava entregue, depois vieram as férias de Verão (recebi este e-mail a 23 de Agosto do ano passado):

Enviado: ter 23/08/2016 20:19

Assunto: Queixa sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2016 / 8886 / N27394

Exmo. Senhor

Encarrega-me o Senhor Presidente da Ordem dos Médicos, Prof. José Manuel Silva, de acusar a recepção das exposições de V. Exa., enviadas a 30 de Junho, 1 de Julho e 17 de Agosto de 2016, sobre o assunto supra indicado, lamentando o atraso da presente resposta, que se deveu ao período de férias em curso.

A Ordem dos Médicos, através dos seus Conselhos Disciplinares, actua como entidade disciplinadora do exercício da profissão médica, podendo sancionar disciplinarmente os seus associados por comportamentos que sejam técnica e/ou deontologicamente censuráveis. Nessa medida, procedeu-se ao envio da sua queixa para o Conselho Disciplinar Regional do Sul desta Ordem, cujas referências se indicam para eventuais contactos:

Morada: Av. Almirante Gago Coutinho n.º 151, 1749-084 LISBOA
Telef.: 215 917 506 – Fax: 215 917 589
E-mail: disciplinar@omsul.pt

(assinatura)

Depois de vários e-mails, o último enviado à Ordem dos Médicos foi este:

enviado: sáb 04/03/2017 18:49
para: omcne@omcne.pt

Boa tarde

Sem qualquer resposta ao assunto que me levou a enviar vários e-mails à Ordem dos Médicos e passados que foram quase 8 meses após o falecimento de minha esposa, solicito o favor de me informarem se o assunto foi arquivado ou em que ponto de situação se encontra.

Obrigado,
(assinatura)

Até hoje, dia 7 de Abril de 2017, nem resposta se dignaram a dar, quer ao meu e-mail de 4 de Março passado, quer ao processo. Por isso, é lógico que me questione para que serve a Ordem dos Médicos? É bom não esquecer que esta minha queixa contra a médica de família que assistiu minha esposa, esteve presente a dois dos últimos “tratamentos” efectuados pelas duas enfermeiras do Centro de Saúde que vinham ao domicílio 3 vezes por semana, antes de falecer, quando esta situação deveria ter sido tratada, de acordo com os meus pedidos insistentes desde há muito tempo atrás, num internamento hospitalar, dado que não é em casa que se tratam doentes neste avançado estado de decomposição física.

E, para que não restem dúvidas sobre o estado em que minha esposa se encontrava – atenção que são imagens chocantes que não me canso de mostrar -, aqui ficam essas últimas imagens de quem não se queixava nem dava um ai – a não ser quando as enfermeiras tocavam na carne dilacerada com exposição óssea -, e que de certeza sofreu em silêncio:

6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas. Viria a falecer 3 dias depois nas urgências do Hospital de São Francisco Xavier

 

Aqui fica o registo de um ser humano que assistiu ao sofrimento de outro ser humano, impotentemente, sem qualquer hipótese de alterar o estado de coisas.

07 de Abril de 2017

21.Out.2017

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112: 21.Out.2016

.

0-lutotransp200Em resposta ao e-mail enviado à CGA – Caixa Geral de Aposentações, sobre se o CNP – Centro Nacional de Pensões já lhes tinha devolvido o fax enviado a fim de procederem (CGA) ao pagamento do subsídio de funeral de minha esposa, lembro, ocorrido em 18 de Julho passado, a resposta foi esta:

Assunto: RE:’CGA=001-555-069′ Pedido de informação
De: CGA Geral <cga@cgd.pt>
Data: sex 21/10/2016 10:54
CC: _0CNP <cnp-pensoes@seg-social.pt>

Exmo. Senhor

Informamos que ainda não recebemos a resposta do Centro Nacional de Pensões.

Com os melhores cumprimentos,

UAC12 – Equipa de Atendimento Escrito

=========================

e este foi o e-mail que deu origem à resposta acima:

—–Original Message—–
From: F Gomes
Date: Thursday, October 20, 2016 07:36 PM
To: _0CNP (cnp-pensoes@seg-social.pt)
Cc: DAC-CGA (cga@cgd.pt)
Subject: FW: Pedido de informação

Boa tarde

Pretendo saber se já foi enviada resposta à Caixa Geral de Aposentações relativa ao assunto infra, dado que ainda não recebi qualquer verba referente ao subsídio de funeral de minha esposa.

Obrigado,

Francisco Gomes

=====================

De: F Gomes
Enviada: 3 de outubro de 2016 18:59 p
Para: _0CNP (cnp-pensoes@seg-social.pt)
Assunto: FW: ‘CGA=001-555-069’ Pedido de informação

Boa tarde

Sem qualquer resposta aos meus e-mails anteriores, apenas pergunto se V. Exas. conseguem (sobre)viver sem dinheiro. Gostaria de conhecer a fórmula.

Obrigado,

Francisco Gomes

==================

Ou seja, o CNP – Centro Nacional de Pensões está-se completamente borrifando para que as pessoas possam (sobre)viver ou não, porque se entretanto morrerem, é menos um a receber subsídios… Pelos vistos é esta a política seguida por esta instituição. E basta apenas o CNP devolver à CGA a cópia do Fax por estes enviada por DUAS VEZES, sobre se existe ou não algum pedido de subsídio de despesas de funeral para que a CGA possa desbloquear esse pagamento. É assim tão difícil, porra???

Já pensei apresentar uma queixa ao Provedor de Justiça mas infelizmente este órgão, das vezes que reclamei para outros assuntos bem fundamentados e a exigir uma tomada de posição efectiva, mandou-me apanhar ar no jardim mais próximo…

Não vale a pena viver neste país que tão maltrata os seus cidadãos e contribuintes a todos os níveis. A única culpa que assumo, foi a de não ter emigrado logo que vim da guerra colonial em África.

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21.Out.2017

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68: 07.Set.2016

Este foi o post inserido no passado dia 5 de Setembro:

Hoje, enviei uma queixa ao Provedor de Justiça nestes termos:

Minha esposa faleceu no passado dia 18 de Julho na urgência do hospital de São Francisco Xavier devido a choque séptico com falência respiratória, originado por úlceras na região sagrada e anca, com exposição óssea, devido a demência de Alzheimer que vinha desde há 4 anos atrás.

O processo para requerer Prestações por Morte foi enviado por carta registada a 24 de Agosto por quem se encarregou dessa tarefa embora tardiamente.

Dado o estado psicológico em que me encontro, não reparei que na nossa conta conjunta no Banco XXXXX tinha sido creditada o valor da pensão do mês de Agosto (€ 219,20), devido ao processo ter dado entrada depois de 10 de Agosto (a 24.Ago.2016).

Hoje, dia 5 de Setembro e quando ia pagar os meus compromissos mensais, deparei-me com um saldo de 20 euros devido à cobrança pelo Instituto de Segurança Social no valor de € 219,20.

Apenas pergunto se as contas bancárias estão a saque e qualquer entidade pode sacar, sem qualquer aviso prévio, valores que embora lhes pertençam, penso não ser esta a forma mais correcta de o fazerem. Um acerto de contas posterior seria o mais indicado para quem não possui saldos bancários de milhares de euros.

Apenas pretendo saber se esta situação é normal ou legal.

Veremos se no próximo dia 10 de Setembro, data de pagamento das pensões do Instituto de Segurança Social, a Pensão por Morte a que tenho direito será paga com a mesma rapidez com que foi sacada uma prestação indevidamente creditada.

Veremos qual a resposta do Provedor de Justiça. Entretanto, os compromissos não foram pagos e as consequências podem ir até penhoras sobre os valores não liquidados nas datas previstas. Desconhecia que estas entidades, sem qualquer aviso prévio ou envio de carta pedindo a liquidação de verbas indevidas, podiam SACAR de uma conta bancária sem que o visado tenha conhecimento a não ser após a concretização do facto.

Depois desta situação, terei de rever os meus procedimentos em ordem à minha conta bancária que apenas serve para receber a pensão e fazer os pagamentos da água, luz, gás e renda da casa.

(Actualização em 06.Set.2016):

Telefonei para o meu banco pedindo uma explicação sobre a legalidade do Instituto de Segurança Social poder entrar na minha conta bancária, sem minha autorização e/ou conhecimento e sacar uma verba que, embora tivesse sido creditada indevidamente, não é desta forma que a mesma se regulariza, e o assunto foi entregue à Provedoria do Cliente do Banco dado que quem me atendeu não saber se esta situação é legal mas é a primeira vez que acontece. Veremos ao longo do dia o desenrolar dos acontecimentos.

(Actualização em 07.Set.2016)

Enviei um e-mail ao meu banco nestes termos e sobre o assunto acima:

De: F Gomes
Enviada: terça-feira, 6 de Setembro de 2016 18:08
Para: Banco XXXXXX
Assunto: Pedido de informação

Boa tarde

Ontem, dia 5, ao pretender efectuar pagamentos de compromissos com vencimento nessa data, vi-me confrontado com um saldo de 20 euros.

Consultada a conta, verifiquei que existia uma cobrança a favor do Instituto de Segurança Social, no valor de € 219,20 com data de 5/9/16.

Tendo conhecimento deste assunto por telefonema de hoje pelas 09:50 horas com o sr. XXXXXX, pretendo saber quem autorizou este débito já que o mesmo não foi do meu conhecimento e/ou autorização.

Estando nesta data em incumprimento dos compromissos acima mencionados, pretendo saber com urgência se agora é normal este tipo de operações sem conhecimento do cliente ou se são legais essas operações.

Uma queixa já foi apresentada ao Provedor de Justiça sobre este assunto, sobre o procedimento do Instituto de Segurança Social.

Obrigado,

A resposta, hoje do banco foi a seguinte:

De: banco XXXXX
Enviada: 7 de setembro de 2016 09:03 a
Para: F Gomes
Cc:
Assunto: RE: Pedido de informação

Bom dia, Sr. Francisco Gomes,

O movimento foi lançado de forma automática e sem qualquer tipo de contato prévio, pois o mesmo foi apresentado sob a forma de cobrança de SDD (débito direto).

Existindo saldo em conta e não havendo nenhuma restrição carregada, o banco validou o débito.

Muito obrigado, ficando ao dispor para qualquer esclarecimento adicional

Melhores cumprimentos,

A minha resposta ao e-mail do banco:

RE: Pedido de informação
Data de envio: qua 07/09/2016 13:25
Para: Banco XXXXX

Boa tarde

Desconhecia que neste País, qualquer instituição poderia ordenar um débito directo (SDD) e o banco executá-lo de imediato, não tendo qualquer ordem do cliente nesse sentido.

Dadas as circunstâncias desta situação e no modo em que foram executadas, a partir de hoje tomarei providências em ordem à minha conta para que não aconteçam violações desta natureza porque isto, num Estado de Direito e entre pessoas de bem, nunca poderia acontecer.

Como lhe disse ontem por telefone, o correcto por parte da Segurança Social, em ordem a um crédito indevido, seria enviar-me uma notificação para proceder à regularização e devida reposição do valor creditado indevidamente até porque essa mesma “segurança” social terá de continuar a pagar-me mensalmente as pensões a que tenho direito. Incrível o que se está passando no meu País!

Cumprimentos,

Ou seja, a minha conta bancária encontra-se a SAQUE se uma qualquer entidade pública ou privada apresentar uma cobrança (débito directo) e não havendo restrição por parte do cliente, esta ser carregada…

É a esta coisa chamada Portugal que chamam regime “democrático”? Estado de Direito? Pessoas de Bem???

Eu gostaria que me saísse o €uromilhões não para virar rico mas para poder FUGIR deste País para terminar o que resta dos meus dias de vida bem longe dele…!

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65: 05.Set.2016

0-lutotransp200Hoje, enviei uma queixa ao Provedor de Justiça nestes termos:

Minha esposa faleceu no passado dia 18 de Julho na urgência do hospital de São Francisco Xavier devido a choque séptico com falência respiratória, originado por úlceras na região sagrada e anca, com exposição óssea, devido a demência de Alzheimer que vinha desde há 4 anos atrás.

O processo para requerer Prestações por Morte foi enviado por carta registada a 24 de Agosto por quem se encarregou dessa tarefa embora tardiamente.

Dado o estado psicológico em que me encontro, não reparei que na nossa conta conjunta no Banco XXXXX tinha sido creditada o valor da pensão do mês de Agosto (€ 219,20), devido ao processo ter dado entrada depois de 10 de Agosto (a 24.Ago.2016).

Hoje, dia 5 de Setembro e quando ia pagar os meus compromissos mensais, deparei-me com um saldo de 20 euros devido à cobrança pelo Instituto de Segurança Social no valor de € 219,20.

Apenas pergunto se as contas bancárias estão a saque e qualquer entidade pode sacar, sem qualquer aviso prévio, valores que embora lhes pertençam, penso não ser esta a forma mais correcta de o fazerem. Um acerto de contas posterior seria o mais indicado para quem não possui saldos bancários de milhares de euros.

Apenas pretendo saber se esta situação é normal ou legal.

Veremos se no próximo dia 10 de Setembro, data de pagamento das pensões do Instituto de Segurança Social, a Pensão por Morte a que tenho direito será paga com a mesma rapidez com que foi sacada uma prestação indevidamente creditada.

Veremos qual a resposta do Provedor de Justiça. Entretanto, os compromissos não foram pagos e as consequências podem ir até penhoras sobre os valores não liquidados nas datas previstas. Desconhecia que estas entidades, sem qualquer aviso prévio ou envio de carta pedindo a liquidação de verbas indevidas, podiam SACAR de uma conta bancária sem que o visado tenha conhecimento a não ser após a concretização do facto.

Depois desta situação, terei de rever os meus procedimentos em ordem à minha conta bancária que apenas serve para receber a pensão e fazer os pagamentos da água, luz, gás e renda da casa.

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47: 26.Jul.2016

0-lutotransp200

Em ordem à queixa apresentada ao cemitério da Ajuda, recebi hoje a seguinte resposta:

De: dmevae.dgc <dmevae.dgc@cm-lisboa.pt>
Data: ter 26/07/2016 15:30
CC: cemiterio.ajuda <cemiterio.ajuda@cm-lisboa.pt>; Sara Goncalves (DMEVAE/DGC) <sara.goncalves@cm-lisboa.pt>

Assunto: Queixa – Cemitério da Ajuda

Exmº Senhor
Francisco Gomes

No seguimento do email infra, o qual mereceu a nossa melhor atenção, informo:

Após deslocação do Encarregado do Cemitério ao local, sepultura temporária nº 3659/17, constatou que as referidas percintas, já não se encontravam em cima da sepultura.

Nos períodos entre funerais, é normal as percintas ficarem junto às últimas sepulturas ocupadas dentro da secção de enterramento, para serem manuseadas nos próximos funerais, embora não devessem certamente ficar sobre as referidas sepulturas.

De forma alguma é pretensão destes serviços faltar ao respeito a qualquer falecido inumado nos Cemitérios Municipais ou aos seus familiares.

Pelos constrangimentos causados, apresentamos as nossas desculpas.

Com os melhores cumprimentos

Sara Gonçalves
Chefe de Divisão
Câmara Municipal de Lisboa
Direção Municipal da Estrutura Verde, do Ambiente e Energia
Divisão de Gestão Cemiterial
Cemitério de Carnide – Rua Rio Zêzere | 1600-755 LISBOA
Tel. (+351) 218 172 375 | Fax (+351) 218 171 328
http://www.cm-lisboa.pt| sara.goncalves@cm-lisboa.pt

Ai que respondi:

Data: ter 26/07/2016 15:56
Para: ‘dmevae.dgc’ <dmevae.dgc@cm-lisboa.pt>
CC: cemiterio.ajuda@cm-lisboa.pt

Assunto: Queixa – Cemitério da Ajuda

Boa tarde

Agradeço o vosso e-mail e aceito o pedido de desculpas.

Obrigado,

F Gomes

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