145: 14.Dez.2016

Cheguei a um período da minha vida em que me estou completamente BORRIFANDO para o que pensem ou bolsem sobre a minha pessoa e a meu respeito. Hoje, e dando sequência ao que afirmei antes, tenho uma novela melhor que as que passam nas retretes das estações de TV tugas.

A minha filha Vera encontra-se internada num hospital (público, porque privado é para os ricos) desde segunda-feira passada. Entretanto e por via de encontrar-se desempregada por força de DESPEDIMENTO COLECTIVO, está inscrita no Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP, estando, por consequência, OBRIGADA a comparecer a todas as convocatórias que eles façam.

Até aqui, nada a apontar a não ser que aos CUMPRIDORES andam em cima deles com uma fiscalização absurda que nem no tempo do fascismo salazarista existia (e eu sou e vivi esse tempo), aos outros, os que recebem RSI e outros abonos, subvenções, etc., deixam-nos à solta, sem qualquer problema.

Ora, a trágico-novela que hoje vou contar, tem tanto de absurda como de inconcebível-hilariante-demagógica. Vou começar então a primeira e única parte e/ou capítulo, como a queiram apelidar.

Recebi hoje, dia 14 de Dezembro, no meu domicílio, uma carta do IEFP, IP, com data de 10 de Dezembro (sábado), por correio azul, cujo desenvolvimento passo a inserir já de seguida um e-mail que iria ser enviado ao serviço de emprego das Picoas (origem desta carta) e serviço de emprego de Benfica (entidade a que a minha filha pertence). E este e-mail não foi enviado, está em suspenso, pelos motivos que no final esclarecerei:

De: F Gomes
Para se.picoas@iefp.pt; se.benfica@iefp.pt
Data: 14 de Dezembro de 2016 (envio suspenso)

ASSUNTO: INFORMAÇÃO

Boa tarde

Em nome de minha filha Vera Gomes, utente nº. xxxxxxxx, beneficiária nº. xxxxxxxxxxxxx, informo:

01.-. Foi recebida hoje, dia 14 de Dezembro de 2016 uma carta por CORREIO AZUL, desse serviço, com data de 10 de Dezembro de 2016 (sábado), para minha filha se apresentar amanhã, dia 15 de Dezembro de 2016, pelas 10:30 horas, na Avenida 5 de Outubro, 24, Lisboa, a fim de verificar as suas condições para possível integração em Contrato Emprego-Inserção;

02.- Minha filha, Vera Maria Chadeca Gomes, supra referenciada, deu entrada no Hospital de Egas Moniz na passada segunda-feira, dia 12 de Dezembro de 2016, encontrando-se internada desde essa data e sem data previsível de alta médica dado que é uma doente diabética insulina-dependente desde há DEZASSEIS ANOS, por isso, pedi a ela que solicitasse na Secretaria da Unidade Hospitalar uma DECLARAÇÃO em como ela estava INTERNADA desde segunda-feira passada;

03.- Através do vosso contacto telefónico 21 580 21 00, fui informado pelo funcionário que me atendeu depois de 30 minutos de tentativas de chamada, que a declaração que o Hospital iria passar NÃO ERA VÁLIDA COMO JUSTIFICAÇÃO e que teria de ser a médica de família a passar a baixa médica, sendo esse documento o único válido para justificar a não comparência da beneficiária;

04.- Sendo o Hospital de Egas Moniz, um HOSPITAL PÚBLICO, como pode uma declaração emitida por essa Unidade, ser interpretada como NÃO VÁLIDA para fins justificativos de falta de comparência às vossas convocações? E mais, o mesmo funcionário informou que teria de ser a médica de família a passar a baixa médica para esse documento ser justificativo da falta de comparência. Ora, como pode a minha filha deslocar-se ao Centro de Saúde pedir a baixa médica se está INTERNADA? O mesmo funcionário esclareceu que podia ser eu a deslocar-me ao CS em nome da minha filha e pedir à médica essa baixa. Ou seja, NÃO CONFIAM num documento emitido por um Hospital Público, mas confiam que a médica vai confiar no que o pai da internada diz…

05.- Nesta conformidade e como apenas amanhã, dia 15 de Dezembro de 2016 poderei ter em minha posse os documentos justificativos – a minha filha vai tentar ainda hoje encontrar o médico que a assiste no Hospital para lhe pedir a emissão da baixa médica – e eu amanhã vou ao CS do Santo Condestável falar com a médica de família, Dra. Salomé, – dado que já marquei hora (12:00 horas) para esse efeito -, a fim de ela também emitir a baixa médica, constituindo assim duas justificações mais que justificáveis para a não comparência da minha filha às vossas convocatórias. Penso que não seja necessária uma terceira justificação.

Nesta conformidade, amanhã serão enviadas cópias dos documentos justificativos quer para o serviço de emprego das Picoas, entidade que enviou a carta, quer para o serviço de emprego de Benfica, entidade a que ela pertence.

Obrigado,

(fim do e-mail não enviado)

Ora, o e-mail não foi enviado porque tendo estado em contacto com a minha filha no hospital via telemóvel, pedi-lhe que “apanhasse” o médico a fim de lhe passar a baixa médica para apresentar no serviço de emprego supra citado. Recebi o feedback dela mais tarde, informando que tinha conseguido falar com o médico e que este a informou que passaria hoje a alta médica a fim de ela poder amanhã tratar dos seus assuntos pessoais (serviço de emprego do IEFP, IP + convocatória para sexta-feira na Rua das Pedralvas em Benfica, ou seja, duas convocatórias de rajada), o que significa que o médico também borrifou-se para o facto da minha filha ainda não ter tido tempo para estabilizar os seus valores tipo escada rolante, apenas lhe sendo aplicado o novo equipamento de medição glicémica via wireless e que manterá por mais quinze dias. Depois, terá de o devolver ao hospital dado que o aparelho é de “testes”.

Assim, ela sairá do hospital amanhã, dia 15 às 08:30 horas (se os enfermeiros fizerem atempadamente a colheita para as análises), senão sairá sem essas colheitas a fim de estar às 10:30 horas na Av. 5 de Outubro para a convocatória acima mencionada no e-mail.

Ou seja, primeiro a OBRIGATORIEDADE da sua presença no IEFP, IP para não PERDER O DIREITO AO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO, em segundo lugar a merda da doença e da saúde.

A carta hoje recebida do IEFP, IP é bastante esclarecedora nestes termos de não comparência:

“A FALTA DE COMPARÊNCIA A ESTA CONVOCATÓRIA É UMA VIOLAÇÃO AO DEVER DE COMPARÊNCIA NOS LOCAIS E DATAS DETERMINADOS PELOS SERVIÇOS DO IEFP, IP, PREVISTA NA ALÍNEA g) do nº. 1 do artigo 41º. do Decreto-lei nº. 220/2006, de 3 de Novembro, NA ACTUAL REDACÇÃO (1) EXCEPTO SE FOR APRESENTADA NESTES SERVIÇOS UMA JUSTIFICAÇÃO DA FALTA NOS TERMOS CONSTANTES DO REGIME PREVISTO NO Código do Trabalho. A FALTA TEM QUE SER JUSTIFICADA NO PRAZO DE CINCO DIAS CONSECUTIVOS, A CONTAR DO DIA IMEDIATO À FALTA”.

Terminada esta novela, tipo mexicana de 5ª. categoria que ilustra bem o estado da Nação em que (infelizmente) tenho de (sobre)viver – e digo isto porque como atrás referi, os aldrabões, corruptos e vigaristas andam à solta, os cumpridores são incessantemente vigiados, sinto cada vez mais ÓDIO, sim, ÓDIO, por quem produz, legisla e aprova as leis deste País. Sem qualquer excepção.

18.Mar.2017 - 8 meses de eterna saudade

18.Mar.2017 – 8 meses de eterna saudade

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120: 04.Nov.2016

0-lutotransp200É facto que o CNP-Centro Nacional de Pensões é um organismo que debita COMPLETO DESPREZO por quem se lhe dirige para obter qualquer tipo de informação. Razão tem, de sobra, o dr. Garcia Pereira – embora não seja admirador deste personagem -, no artigo que escreveu e que aqui inseri sob o título “A insustentável arrogância da Segurança Social“.

Dos vários e-mails anteriormente dirigidos ao CNP para saber o estado do pagamento das pensões a que tenho direito, apenas responderam uma vez (que sorte…!!!) e nem assim deram qualquer tipo de informação concreta.

No passado dia 2 do corrente, enviei o e-mail que a seguir transcrevo, este também condenado a não obter resposta daquela instituição:

Data: qua 02/11/2016 13:20
Para: _0CNP <cnp-pensoes@seg-social.pt>
Asunto: Pedido de informação urgente

A/c da Exma. Sra.
Chefe de Equipa
D. ANA MARIA ANTUNES
Sector 4.1.4

Boa tarde

Recebi hoje uma carta da CGA informando que não tinha direito ao subsídio por morte dado que esse mesmo pedido tinha sido efectuado no CNP.

Dado que não fui eu que tratei deste assunto, embora tenha a cópia dos documentos, estava plenamente convencido que a CGA pagaria as pensões de sobrevivência referentes à pensão de minha esposa, mais as despesas de subsídio por morte/funeral e o CNP pagaria as pensões de sobrevivência da pensão que ela tinha convosco.

Qual não foi o meu espanto quando hoje telefonei para a CGA e informaram-me que era o CNP que iria pagar essas prestações.

Nesta conformidade, agradeço informação sobre quais os montantes a receber este mês, quer da pensão de sobrevivência, quer das despesas de funeral.

Obrigado,

===========================

Como é referido no e-mail supra, foram dois os processos entregues, um na CGA e outro no CNP, para pedido dos respectivos subsídios e pensões de sobrevivência, sendo que o pedido para as despesas de funeral foi solicitado à CGA e não ao CNP. Por que motivo as voltas foram trocadas, desconheço mas também não me esclarecem.

Resta-me esperar pelo dia 10 para saber (se souber) a resposta a todas as minhas dúvidas sendo mais que certo que o CNP, como habitualmente e ao contrário da CGA, não possui no site deles a informação sobre o que cada pensionista recebe mensalmente. Neste aspecto o CNP fica a milhares de milhas de distância da CGA.

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18.Mar.2017 - 8 meses de eterna saudade

18.Mar.2017 – 8 meses de eterna saudade

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112: 21.Out.2016

.

0-lutotransp200Em resposta ao e-mail enviado à CGA – Caixa Geral de Aposentações, sobre se o CNP – Centro Nacional de Pensões já lhes tinha devolvido o fax enviado a fim de procederem (CGA) ao pagamento do subsídio de funeral de minha esposa, lembro, ocorrido em 18 de Julho passado, a resposta foi esta:

Assunto: RE:’CGA=001-555-069′ Pedido de informação
De: CGA Geral <cga@cgd.pt>
Data: sex 21/10/2016 10:54
CC: _0CNP <cnp-pensoes@seg-social.pt>

Exmo. Senhor

Informamos que ainda não recebemos a resposta do Centro Nacional de Pensões.

Com os melhores cumprimentos,

UAC12 – Equipa de Atendimento Escrito

=========================

e este foi o e-mail que deu origem à resposta acima:

—–Original Message—–
From: F Gomes
Date: Thursday, October 20, 2016 07:36 PM
To: _0CNP (cnp-pensoes@seg-social.pt)
Cc: DAC-CGA (cga@cgd.pt)
Subject: FW: Pedido de informação

Boa tarde

Pretendo saber se já foi enviada resposta à Caixa Geral de Aposentações relativa ao assunto infra, dado que ainda não recebi qualquer verba referente ao subsídio de funeral de minha esposa.

Obrigado,

Francisco Gomes

=====================

De: F Gomes
Enviada: 3 de outubro de 2016 18:59 p
Para: _0CNP (cnp-pensoes@seg-social.pt)
Assunto: FW: ‘CGA=001-555-069’ Pedido de informação

Boa tarde

Sem qualquer resposta aos meus e-mails anteriores, apenas pergunto se V. Exas. conseguem (sobre)viver sem dinheiro. Gostaria de conhecer a fórmula.

Obrigado,

Francisco Gomes

==================

Ou seja, o CNP – Centro Nacional de Pensões está-se completamente borrifando para que as pessoas possam (sobre)viver ou não, porque se entretanto morrerem, é menos um a receber subsídios… Pelos vistos é esta a política seguida por esta instituição. E basta apenas o CNP devolver à CGA a cópia do Fax por estes enviada por DUAS VEZES, sobre se existe ou não algum pedido de subsídio de despesas de funeral para que a CGA possa desbloquear esse pagamento. É assim tão difícil, porra???

Já pensei apresentar uma queixa ao Provedor de Justiça mas infelizmente este órgão, das vezes que reclamei para outros assuntos bem fundamentados e a exigir uma tomada de posição efectiva, mandou-me apanhar ar no jardim mais próximo…

Não vale a pena viver neste país que tão maltrata os seus cidadãos e contribuintes a todos os níveis. A única culpa que assumo, foi a de não ter emigrado logo que vim da guerra colonial em África.

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18.Mar.2017 - 8 meses de eterna saudade

18.Mar.2017 – 8 meses de eterna saudade

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100: 07.Out.2016

Cuidadores informais de doentes vão ser compensados a partir de 2018

Os cuidadores informais de doentes vão ser, a partir de 2018, compensados com apoios que ainda não estão definidos, mas que poderão passar por regalias sociais, fiscais ou mesmo financeiras, anunciou o secretário de Estado de Saúde.

nm07102016

Manuel Delgado falava à agência Lusa no final da sessão de abertura da conferência que assinala o 60º aniversário da Unidade de Cuidados Domiciliários (UCD) do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

Segundo Manuel Delgado, este governo está a trabalhar para criar “condições de apoio extraordinário” a estes cuidadores informais que recompense a opção que tomaram de abdicar da sua vida profissional pela compaixão pelos seus.

“Numa sociedade em que a maior parte das pessoas trabalha, como podemos resolver o problema dos que querem acompanhar os seus, mas não o conseguem fazer sem prejudicar a sua vida profissional e até económica?”, questionou.

O secretário de Estado da Saúde adiantou que no Orçamento do Estado para 2018 já deverá estar contemplado esse apoio aos cuidadores informais, o qual está ainda a ser desenhado.

“A compensação ainda não está definida. Pode ser remuneratória ou na forma de regalias sociais e fiscais ou no emprego”, adiantou.

Manuel Delgado sublinhou que este tipo de cuidados, além de permitir a continuidade do apoio destes doentes por quem está mais próximo, alivia as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O governante defendeu ainda que as mudanças na sociedade portuguesa obrigam a uma reelaboração do sistema de saúde, no qual os cuidados domiciliários deverão ter um papel cada vez maior e em áreas como situações agudas, que assim são tratadas sem internamento.

“Temos de ter os doentes sinalizados nos seus domicílios e estes serem o local de trabalho das equipas”, adiantou.

Notícias ao Minuto
07/10/2016
POR Lusa

0-lutotransp200Quando necessitei de ajuda, de apoio, fosse ele qual fosse, a resposta foi sempre: PAGA SE QUERES! Minha esposa faleceu não da doença de Alzheimer mas da incúria, incompetência, desleixo, desumanidade de quem a seguia medicamente e da COMPLETA FALTA DE APOIO das instituições agregadas ou não ao Serviço Nacional de “Saúde”. Morreu com FALÊNCIA RESPIRATÓRIA devido a CHOQUE SÉPTICO por falta dessa mesma assistência e por teimarem em não a quererem internar (médico de família e psiquiatra) mas quererem enviá-la para um Lar de Idosos a que eu sempre chamei de Depósito de Velhos. Os que beneficiarem, no futuro, deste apoio, não sabem por que passaram os que NUNCA tiveram qualquer apoio. Fotografias chocantes do estado a que minha esposa chegou já no final da sua existência:

06072016_03

06072016_02

06072016_04

06072016_05

Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas.
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas. 3 dias depois falecia…

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97: 04.Out.2016

Hoje, recebi o seguinte e-mail da CGA-Caixa Geral de Aposentações:

De: CGA Geral <cga@cgd.pt>
Assunto: RE:’CGA=001-555-069′ Pedido de informação
Data: ter 04/10/2016 10:54
Para: F Gomes

Ex.mo Senhor

O pagamento da pensão de sobrevivência iniciar-se-á no corrente mês de Outubro, mais precisamente no dia 19.
Em conjunto serão pagos os retroactivos, devidos desde 18 de Julho.

Continuamos a aguardar a resposta do Centro Nacional de Pensões.

Com os melhores cumprimentos,
UAC 12 – Equipa de Atendimento Escrito

==========================

Continuam a aguardar resposta do CNP-Centro Nacional de Pensões, a dois faxes enviados pela CGA. Ainda não tiveram tempo de colocarem duas cruzinhas no papel e devolverem à CGA a fim desta poder libertar e pagar as despesas do funeral?

E também do CNP PAGAR o que me é devido, ou seja, as pensões de Agosto, Setembro e provavelmente, por este andar, a de Outubro no próximo dia 10? Souberam sacar atempadamente à minha conta bancária, sem meu conhecimento ou ordem expressa nesse sentido, a pensão creditada indevidamente em 10 de Agosto de € 219,20 e agora não são tão lestos a PAGAREM O QUE ME DEVEM??? CANALHAS!

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94: 30.Set.2016

Hoje, sinto-me ROUBADO IMPUNEMENTE e sem poder recorrer à polícia a fim de apresentar queixa porque estou a ser ROUBADO pelo ESTADO PORTUGUÊS, e este ROUBA a seu bel-prazer sem ter de prestar contas a NINGUÉM, antes, com um sério aviso aos “incumpridores” deste saque legal: “A falta de pagamento de qualquer das prestações resulta no vencimento imediato das seguintes e a instauração do respectivo processo de execução fiscal pelo valor em dívida a que acrescem todas as custas do processo, pelo que deverá efectuar o pagamento dentro deste prazo.”!!!

Paguei a primeira (de duas) prestações referentes ao IRS de 2015 no valor de € 300,00 cada uma e o Estado está-se completamente BORRIFANDO para que o contribuinte fique sem cheta para se governar, pagar os seus compromissos ou já se encontre em INCUMPRIMENTO por falta de recebimentos desse mesmo Estado-ladrão.

Até hoje, NÃO RECEBI qualquer informação das 4 entidades (CGA, CNP, Gab Apoio Ministro (MSSS) e Inspecção Geral da Segurança Social pedida em 25 do corrente) a quem solicitei informação sobre o NÃO PAGAMENTO das despesas de funeral de minha esposa, ocorrido em 19 de Julho, assim como do pagamento das pensões de sobrevivência dos meses de Agosto e Setembro.

É doloroso ter de (sobre)viver num país miserável como este; é doloroso ter de constatar que os políticos – todos eles, sem excepção -, são uma cambada de inúteis que apenas se lembram do povo quando precisam dele para botar cruzinha no boletim de voto no dia das eleições – e estão-se completamente borrifando para tudo o resto.

É preciso sacar o mais possível, de preferência aos mais desfavorecidos, aos miseráveis idosos pensionistas e reformados de baixos recursos económicos porque esses já não têm força para se defenderem e estão em prazo fora de validade. E têm de ser estes a alimentar a pança dos banqueiros corruptos, da banca e toda a canalha corrupta existente no país, a todos os níveis.

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87: 24.Set.2016

0-lutotransp200Quase a entrar na última semana do mês, com a renda da casa em atraso, com as contas da água, electricidade e gás para pagar esta semana que entra, a primeira prestação (de duas) de 300 euros cada para o Fisco (IRS de 2015) e o Centro Nacional de Pensões sem dar resposta quer aos meus e-mails, quer aos e-mails e faxes da Caixa Geral de Aposentações a solicitar-lhes apenas a informação se corre naquela instituição algum processo de pedido de subsídio para funeral!

faxcga-cnp1

Apenas colocar uma cruzinha no pedido da CGA custará assim tanto? Que raio de funcionários são estes, que trampa de incompetência, de laxismo, de incúria, de falta de humanismo sabendo que o utente encontra-se em graves dificuldades financeiras por não receber as pensões a que tem direito?

Se minha esposa não tivesse falecido, não teriam de continuar a pagar-lhe as pensões de reforma aos dias 10 (CNP) e 19 (CGA) de cada mês? Por inteiro? Então porque levam tanto tempo para pagarem agora, METADE dessas pensões de reforma?

Gostava que esses funcionários também tivessem na carteira deles meia dúzia de cêntimos para se governarem!

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18.Mar.2017 - 8 meses de eterna saudade

18.Mar.2017 – 8 meses de eterna saudade

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62: 26.Ago,2016

0-lutotransp200Existe certo tipo de pessoas que afirmam nas redes sociais e em jornais online, a propósito de certas notícias, que têm nojo em serem Portugueses. Discordo completamente. Eu tenho muita honra em ser Português. Tenho é NOJO de ter políticos que (des)governaram Portugal depois do golpe de Estado do 25 de Abril’74 e que o levaram à ruína económica e social. Desses, é que eu tenho NOJO!

Ainda não recebi qualquer resposta ao meu pedido de transferência de médica de família, a mesma que “acompanhou” minha esposa até quase à véspera da sua morte, porque fui informado pelos serviços do Centro de Saúde, quando necessitei de uma consulta no princípio deste mês, que a médica estava doente e possivelmente durante este mês de Agosto não iria estar presente.

Hoje, vim a saber através de outros doentes que têm a mesma médica de família que a “doença” dela era GRAVIDEZ!

Bom, se a gravidez é doença (exclusivamente na classe médica porque nunca tinha ouvido falar nessa “doença”), compreende-se então porque razão a senhora deixou minha esposa definhar até à sua morte porque não era o trabalho de duas enfermeiras virem cá a casa 3 vezes por semana – e já nas últimas semanas de vida dela -, a fim de limparem as úlceras e colocarem novos pensos, com EXPOSIÇÃO ÓSSEA e cheiro fétido (relatório da urgência do hospital de S. Francisco Xavier) que ela própria constatou porque em duas vezes em que esteve cá em casa, que seria a via indicada para a situação decorrente mas sim o seu internamento hospitalar, não nessa altura, mas muito, muito antes conforme eu vinha a solicitar com insistência.

Minha esposa faleceu por ter entrado em falência respiratória devido a choque séptico provocado pela infecção das referidas úlceras. Será que uma médica não tem conhecimento disto?

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1mesdesaudade

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54: 11.Ago.2016

0-lutotransp200Anteontem, recebi do Hospital de São Francisco Xavier, a meu pedido, cópia do Certificado de Óbito da Tina. Nesse certificado vem mencionado:

Causa da Morte:

Parte I
a) Choque Séptico
b) Úlcera de pressão região sagrada

Parte II
Úlcera na região sagrada com exposição óssea; asma brônquica, hipotiroidismo, HTA; arritmia

Causa da morte indicada com base em elementos de ordem clínica.

Para os interessados, pesquisei no Google, dado que não tenho presunção a conhecimentos de medicina e deparei-me com o seguinte:

Choque séptico: sintomas, tratamentos e causas

Visão Geral

O que é Choque séptico?

O choque séptico é uma condição grave que ocorre em decorrência da sepse e traz risco de vida. Ocorre quando um agente infeccioso, como bactérias, vírus ou fungo, entra na corrente sanguínea de uma pessoa. Essa infecção afecta todo o sistema imunológico, desencadeando uma reação em cadeia que pode provocar uma inflamação descontrolada no organismo. Esta resposta de todo o organismo à infecção produz mudanças de temperatura, da pressão arterial, frequência cardíaca, contagem de células brancas do sangue e respiração.

Causas

Choque séptico é geralmente causado por infecção bacteriana. Qualquer tipo de bactéria pode causar choque séptico. Fungos e vírus também podem causar essa condição, embora infecções virais sejam extremamente raras. As toxinas liberadas pelos agentes invasores podem causar danos nos tecidos e resultar em pressão arterial baixa e função reduzida dos órgãos. Alguns pesquisadores acreditam que os coágulos sanguíneos em pequenas artérias interrompem o fluxo sanguíneo e causam a redução da função dos órgãos.

O organismo também produz uma forte resposta inflamatória às toxinas. Essa inflamação pode contribuir para que ocorram danos nos órgãos.

Factores de risco

Os factores de risco para choque séptico incluem:

Idade: tanto pessoas muito jovens quanto pessoas muito idosas são mais propensas a ter choque séptico
Diabetes
Doenças do sistema geniturinário, sistema biliário e no sistema intestinal
Doenças que enfraquecem o sistema imunológico, como a Aids
Cateteres de longa permanência (aqueles que permanecem no lugar por longos períodos de tempo, especialmente linhas intravenosas, cateteres urinários e stents de plástico e metal usados para drenagem)
Leucemia
Uso prolongado de antibióticos
Linfoma
Infecção recente
Cirurgia ou procedimento médico recente
Uso recente de medicamentos esteroides.

Sintomas
Sintomas de Choque séptico

O choque séptico pode afectar qualquer parte do organismo, incluindo coração, cérebro, rins, fígado e intestinos. Os sintomas podem incluir:

Extremidades frias e pálidas
Temperatura alta ou muito baixa, tremores
Tontura leve
Pressão arterial baixa, especialmente quando de pé
Produção de urina reduzida ou ausente
Palpitações
Frequência cardíaca acelerada
Inquietação, agitação, letargia ou confusão
Falta de ar
Exantema cutâneo ou descoloração da pele

Convivendo (prognóstico)
Complicações possíveis

Entre as principais complicações decorrentes de choque séptico, estão:

Insuficiência respiratória
Insuficiência cardíaca
Falência de qualquer outro órgão do corpo.

Pode ocorrer gangrena, resultando possivelmente em amputação de um membro, principalmente pernas.

Expectativas

O choque séptico tem uma alta taxa de mortalidade. A taxa de mortalidade depende da idade do paciente e de suas condições gerais de saúde, da causa da infecção e de quantos órgãos apresentaram insuficiência, assim como da rapidez e agressividade com as quais o tratamento médico foi iniciado.

In Minha Vida

Úlcera de Pressão Região Sagrada

Do mesmo modo, pesquisei esta área e fui dar a um documento que pode ler NA ÍNTEGRA AQUI, com origem na Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados

0 – Introdução
O aparecimento de uma Úlcera de Pressão é, quase sempre, consequência do incumprimento de boas práticas nos cuidados prestados a doentes sujeitos a longos períodos de imobilidade. A sua prevenção e tratamento requerem uma equipa multidisciplinar composta por enfermeiros, médicos, nutricionistas, assistentes sociais e fisioterapeutas. O risco de desenvolvimento de úlceras de pressão aumenta consideravelmente quando se combinam os seguintes factores:
ƒ
  • Imobilidade
  • Compromisso do sistema imunitário
  • Perda de massa muscular
A manutenção da integridade cutânea, intervindo nos factores que a condicionam, é determinante para a qualidade de cuidados prestados. A circular informativa da Direcção Geral da Saúde de 23-06-98 refere que “ o aparecimento de Úlceras de Pressão, associado ou não a outros factores, é um indicador da qualidade dos  cuidados prestados pela equipe de saúde”.
As presentes recomendações pretendem alertar para os meios de prevenção. Os diagnóstico e tratamento adequados deverão obedecer a normas e protocolos consensualizados, que oportunamente serão divulgados.

1 – Definição de Úlceras de Pressão

As Úlceras de Pressão são áreas da superfície corporal localizadas que sofreram exposição prolongada a pressões elevadas, fricção ou estiramento, de modo a impedir a circulação local, com consequente destruição e/ou necrose tecidular. A classificação da ferida é particularmente importante quando a lesão do tecido é
observada pela primeira vez, uma vez que será a referência para avaliação da sua evolução.

Há vários métodos de classificação das Úlceras de Pressão, sendo o mais comum aquele que atribui graus ás estruturas e tecidos lesados.

Grau I

– Presença de eritema cutâneo que não desaparece ao fim de 15 min de alívio da pressão. Apesar da integridade cutânea, já não está presente resposta capilar.

Grau II
– A derme, epiderme ou ambas estão destruídas. Podem observar-se flictenas e escoriações.

Grau III
– Ausência da pele, com lesão ou necrose do tecido subcutâneo, sem atingir a fascia muscular.

Grau IV
– Ausência total da pele com necrose do tecido subcutâneo ou lesão do músculo, osso ou estruturas de suporte (tendão, cápsula articular, etc.)

Nos graus III e IV podem apresentar-se lesões com trajectos sinuosos. Para  proceder a uma classificação correcta das úlceras deve primeiro, ser retirado o
tecido necrosado.

2 – Etiologia das Úlceras

A sucessão de acontecimentos que levam ao aparecimento de uma Úlcera de pressão são:

Pressão – Hipoxia e isquemia tecidular

– Necrose das células – Ulceração.

2.1 Pressão

A aplicação directa de pressão superior à pressão de encerramento dos capilares (16-33 mm Hg ), sobre a pele e tecidos moles vai provocar hipoxia em toda a região abrangida e, se a pressão se mantiver, anóxia tecidular. Um doente debilitado, com zonas cutâneas sujeitas a uma pressão de 20 mm Hg por um período superior a 2 horas, pode desencadear nelas uma situação de isquémia grave.

A pressão e o tempo a que os tecidos a ela estão sujeitos são factores determinantes no aparecimento de lesões. As proeminências ósseas, ao aumentarem a pressão directa contra os tecidos moles, são local preferencial
para o aparecimento das lesões.

As feridas assim provocadas têm uma extensão maior perto da proeminência óssea e menor à superfície, tomando a característica forma de cone invertido. A ulceração inicia-se junto ao osso e progride até à superfície, no sentido da  aplicação da pressão.

Quando a pressão é aplicada longitudinalmente, surge uma úlcera de pressão com características diferentes. A extensão é maior à superfície e menor em profundidade. Na etiologia das úlceras de pressão temos ainda que considerar factores de risco intrínsecos e extrínsecos

2.2 Factores intrínsecos

Os factores intrínsecos podem ser:

Vasculares: incluem alterações como arteriopatias obliterantes, insuficiência venosa periférica e microarteriopatia diabética. Em todos os casos a oxigenação dos tecidos a nível local ou geral está comprometida, devido à redução da pressão capilar por interrupção ou inversão do fluxo sanguíneo.

Neurológicos: alterações da sensibilidade, da motricidade e do estado de consciência, podem induzir situações de imobilidade ou agitação, que favorecem as forças de pressão e/ou de fricção.

Tópicos: a diminuição da elasticidade da pele, a perda de gordura sub-cutânea e a
atrofia muscular, levam ao aparecimento de proeminências ósseas mais salientes, facilitadoras do aparecimento de úlceras de pressão, sobretudo em pessoas idosas

Gerais: neoplasias, febre, infecções, desnutrição, fármacos (córticosteroides, analgésicos e sedativos) que possam diminuir a sensibilidade.

2. 3 Factores extrínsecos

São as forças físicas que actuam a nível local, como compressão prolongada, fricção e estiramento.

3 – Prevenção das Úlceras de pressão
Qualquer atitude ou programa de prevenção deve iniciar-se pela informação e educação, pelo que os cuidadores, incluindo os informais, assim como o doente devem estar esclarecidos acerca da correlação directa entre a ocorrência das úlceras e a qualidade dos cuidados prestados.
A manutenção da integridade cutânea e a ausência de lesões reflecte mais o trabalho da equipa de cuidadores do que o estado geral do doente.
São de considerar:
3.1 Áreas de risco
A localização das úlceras está associada às proeminências ósseas do esqueleto  humano e à atitude postural do doente. São áreas preferenciais para o seu aparecimento:
ƒ
  • região sacro coccígea
  • ƒregião trocanteriana / crista ilíaca
  • ƒregião isquiática
  • ƒregião escapular
  • ƒregião occipital
  • ƒcotovelos
  • ƒcalcâneos
  • ƒregião maleolar
Áreas de risco relacionadas com posições:
Em decúbito lateral:
ƒ
  • maléolo externo
  • ƒtrocânter
  • caixa torácica, na região das costelas
  • ƒacrómio
  • ƒpavilhão auricular
  • ƒface externa dos joelhos
Em decúbito dorsal:
ƒ
  • calcâneos
  • ƒregião sacro coccígea
  • ƒcotovelos
  • ƒregião occipital
  • ƒomoplatas
Em posição de Fowler:
ƒ
  • região sagrada
  • ƒregião isquiática
  • ƒcalcâneos
3.2 Medidas de conforto, higiene e hidratação cutânea
A pele deve ser observada diariamente e sujeita a cuidados:
ƒ
  • manter a pele seca (e limpa);
  • ƒlavar com água morna e sem esfregar/causar fricção;
  • secar a pele, sem friccionar e utilizar toalhas ou outros tecidos suaves e lisos;
  • não utilizar álcool;
  • usar sabões não irritantes e hidratantes;
  • massajar com cremes hidratantes;
  • não massajar sobre as proeminências ósseas ou zonas ruborizadas (os capilares já estão afectados);
  • quando presentes situações de incontinência, a zona afectada deve ser limpa e seca o mais rapidamente possível;
  • usar meios de protecção que não danifiquem ou irritem a pele.
3.3 Medidas de alívio de pressão
3.3.1 Meios materiais
Existem vários materiais e dispositivos que podem ser utilizados na prevenção de úlceras de pressão. Muitos deles também têm o seu uso no tratamento das mesmas. Entre os materiais existentes, são de referir:
Colchões:
ƒ
  • colchão de água
  • ƒcolchão de sílica
  • ƒcolchão de silicone
  • ƒcolchão hidro-aéreo
  • ƒcolchão de pressão alternada.
A escolha do colchão deverá considerar a relação custo/benefício, tendo presente que todos eles podem ser eficazes, mas que a alternância de decúbitos do doente é obrigatória, seja qual for o colchão usado.
Roupa:
ƒ
  • lençóis moldáveis, sem bordas, lisos
  • ƒroupa de tecidos naturais
  • ƒtêxteis de lã de carneiro (“meias”, resguardos)
Suportes:
ƒ
  • almofadas
  • ƒalmofadas e dispositivos especiais para suporte dos pés e cotovelos
  • ƒ“sogras” (com uso limitado)
Pensos protectores:
ƒ
  • placas hidrocolóides
  • ƒdermoprotectores de gel
  • ƒpelículas especiais
Basicamente, na prevenção, a característica mais importante dos materiais utilizados é aliviar e/ou diluir a pressão no corpo, sem causar fricção, estiramento ou “pontos quentes”.
3.3.2 Recursos humanos.
Nunca é demais repetir que a mobilização e alternância de decúbitos do doente são fundamentais para a prevenção das úlceras de pressão. Para tal são fundamentais os recursos humanos, quer em número, quer em competências.
Neste sentido, existem regras e protocolos que estabelecem qual o número mínimo de elementos que deverão estar presentes numa determinada situação e perante patologias determinadas.
Por exemplo, quando se estabelece um protocolo de posicionamento é necessário garantir os elementos necessários ao seu cumprimento, de acordo com recomendações comunitárias, que visam estabelecer critérios de segurança no  trabalho. Está implícito que todos os intervenientes conhecem quais as atitudes a ter na mobilização dos doentes.
Assim:
ƒ
  • Pesos (doentes) até 25 kg podem ser manipulados por uma pessoa.
  • ƒPesos (doentes) entre 25 e 50 kg devem de ser manipulados por duas pessoas.
  • ƒPesos (doentes) de mais de 50 kg devem de ser manipulados por 3 pessoas (mínimo) ou com ajuda mecânica, ou ambas.
O respeito por estas recomendações garante não só a protecção dos prestadores como e sobretudo, a correcção de execução das manobras necessárias ao correcto posicionamento.
3.3.3 Técnicas de alívio de pressão
Para além dos meios descritos anteriormente, existe um conjunto de técnicas que contribuem para a prevenção de úlceras de pressão e que se baseiam nas operações de posicionamento dos doentes.
Técnicas de posicionamento dos doentes:
ƒ
  • evitar arrastar o doente –levantar!
  • ƒdistribuir o peso do doente no colchão, evitando zonas de pressão.
  • ƒcolocar o doente em posições “naturais”. (respeitando o alinhamento corporal).
  • ƒnão elevar a parte superior da cama mais que 30-35º quando o doente estiver em posição lateral, de modo a evitar pressão de deslizamento.
o tempo que um doente pode permanecer em qualquer posição, depende dos meios e materiais usados, posição e estado geral. O tempo médio considerado para reposicionar doentes é com intervalos de 3-4 horas. Isto permite que a pele “descanse” após o posicionamento anterior e evita mobiliza-los demasiado , com fricção desnecessária.
3.4 Alimentação
3.4.1 – Necessidades de nutrientes na prevenção de úlceras de pressão
Indivíduos portadores de doença ou deficiência ou em situação de acamados precisam de uma alimentação adequada, com valor energético acima do basal.
O aporte dos nutrientes necessários deverá ser, tanto quanto possível, garantido através de produtos naturais e uma alimentação com confecção e apresentação “normais”, devendo o recurso a produtos farmacêuticos (suplementos alimentares) ser restrito aos casos em que existe indicação estrita para tal.
A título de exemplo, recorda-se que:
ƒ
  • As Proteínas são fundamentais para a regeneração tecidular e estimulam a função imunitária.
  •  ƒA Arginina aumenta a irrigação na área da ferida e facilita a regeneração do tecido.
  •  ƒAs vitaminas, principalmente a Vitamina C, ajudam na anulação dos radicais livres obtendo-se uma melhor síntese de colagéneos.
  •  ƒO Zinco facilita a mitose, com consequente aceleração do processo cicatricial.

In ACSS – Ministério da Saúde de Portugal

COMENTÁRIO FINAL: Resumindo e depois de ler estes textos, não é necessário ter-se um canudo em medicina para, depois do que passámos nestes últimos três anos, concluir que a Tina NÃO TEVE A ASSISTÊNCIA QUE LHE SERIA DEVIDA em ordem à sua doença, e MUITO MENOS OS CUIDADOS QUE ESTES MESMOS DOCUMENTOS INDICAM como sendo normas a seguir.

Negligência? Incúria? Desleixo? Incompetência?

Descansa em Paz querida. Espero que o teu sofrimento, causado por inadequados, insuficientes e inexistentes meios de CUIDADOS a que todo o SER HUMANO tem direito e NÃO FORAM UTILIZADOS EM TI, tenha finalmente terminado.

Não termino este post sem antes reproduzir, novamente, as úlceras de pressão que a Tina vinha apresentando, primeiro tratadas duas vezes por semana, depois três vezes por semana, com o conhecimento da médica de família que, por duas vezes, assistiu a esses tratamentos pelas enfermeiras do CENTRO DE SAÚDE, já nos últimos dias de vida.

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01072016_01Deixa-se chegar um SER HUMANO a este estado de degradação total?

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A cama (com os colchões) em que a Tina passou os seus últimos dias de vida

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35: 13.Jul.2016

O dia de hoje foi calmo, a Tina comeu as suas refeições normalmente e a enfermeira do centro de saúde veio de manhã tirar-lhe o catéter da veia que os INCOMPETENTES da urgência do hospital de S. Francisco Xavier lhe deixaram quando veio para casa (pela segunda vez, note-se!).

A médica de família, segundo informação da enfermeira, já tinha conhecimento que a Tina tinha tido alta e do relatório aqui publicado, dado que o sistema permite essa troca de informações e acesso.

Ficam aqui mais umas imagens do estado debilitado da Tina.

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13072016_02

Entretanto e da Ordem dos Médicos, ainda não obtive qualquer resposta à reclamação que efectuei no passado dia 30.Jun.2016 e AQUI PUBLICADA.

No final do dia, houve uma altura em que a respiração da Tina era esquisita, não sei se era expectoração mas fica aqui o registo. Já devia estar a sofrer bastante!

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