144: 12.Dez.2016

A minha filha Vera deu hoje entrada no hospital para tentarem estabilizar os valores glicémicos que oscilam entre os 20 e os 500. Veremos no que vai dar.

E ao fim de 70 anos de vida, aqui estou eu sozinho, entregue a mim mesmo. Nunca me tinha acontecido tal situação mas há sempre uma primeira vez, n’é?

Entretanto, a minha netinha mais nova faz hoje 11 aninhos. Ainda parece que foi ontem que eu e a Avó Tina estávamos a mudar-lhe as fraldas e a dar-lhe o biberão…

19.Ago.2017

19.Ago.2017

1 dia ago cuidador cuidador
Dia de visita à campa da nossa querida Tina que fez ontem 13 meses que nos deixou para sempre. Repou…
Read More
1 dia ago19.Ago.2017
18.JUL-2016 - 18.AGO.2017

18.JUL-2016 – 18.AGO.2017

2 dias ago cuidador cuidador
Há 13 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives nos…
Read More
2 dias ago18.JUL-2016 – 18.AGO.2017
12.Ago.2017

12.Ago.2017

1 semana ago cuidador cuidador
As flores naturais cada vez estão mais caras e os ramos mais pequenos o que nos levou a escolher uma…
Read More
1 semana ago12.Ago.2017
05.Ago.2017

05.Ago.2017

2 semanas ago cuidador cuidador
Dia de visita à campa da nossa querida Tina. Flores da semana passada algo murchas, sem uma gota de…
Read More
2 semanas ago05.Ago.2017
29.Jul.2017

29.Jul.2017

3 semanas ago cuidador cuidador
Mais um dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores de sábado passado estavam todas murch…
Read More
3 semanas ago29.Jul.2017

[powr-hit-counter id=31971692_1481562176399]

39: 17.Jul.2016

Penso que estou a escrever um dos últimos capítulos da vida da Tina pois só um milagre poderá dar continuidade à sua vida.

Hoje, pela hora do almoço, demos a medicação à Tina, bem como o almoço, uma sopa de legumes mas que, apesar de muito triturada, devia ter uma folhinha de legume muito pequena que entupiu a sonda gástrica e nós não reparámos nisso.

Telefonámos ao INEM para relatar a situação e eles disseram que iriam mandar a ambulância e depois logo se via o que fazer.

Depois de verificada a situação pelos técnicos do INEM, informaram que tinham de levar a Tina para o hospital para trocarem a sonda.

Fomos para S. Francisco Xavier de seguida e estivemos à espera até às 20:30 horas para saber o resultado das análises, raios x e outros exames que entretanto lhe fizeram. Foi-nos então comunicado pelo médico que a Tina encontrava-se em falência respiratória e o seu tempo de vida estava em contagem decrescente.

Viemos para casa e estamos à espera do desfecho e da comunicação do hospital.

17.Jul.2016 – 21:52

0-assinatura

19.Ago.2017
cuidador cuidador 1 dia ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina que fez ontem 13 meses que nos deixou para sempre. Repou… Read More

19.Ago.2017
18.JUL-2016 - 18.AGO.2017
cuidador cuidador 2 dias ago

Há 13 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives nos… Read More

18.JUL-2016 – 18.AGO.2017
12.Ago.2017
cuidador cuidador 1 semana ago

As flores naturais cada vez estão mais caras e os ramos mais pequenos o que nos levou a escolher uma… Read More

12.Ago.2017
05.Ago.2017
cuidador cuidador 2 semanas ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. Flores da semana passada algo murchas, sem uma gota de… Read More

05.Ago.2017
29.Jul.2017
cuidador cuidador 3 semanas ago

Mais um dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores de sábado passado estavam todas murch… Read More

29.Jul.2017

[powr-hit-counter id=ec822997_1488656359843]

37: 15.Jul.2016

A noite foi calma, hoje vêm cá a(s) enfermeira(s) para mudar pensos e fazer tratamentos e retirar amostra para uma análise (Exsudado purulento superficial – exame cultural, identificação e TSA – úlcera sacro-coccigea) pedida pela médica de família, dra. Irene Martins.

Análise esta que o hospital não quis fazer, não sei com que razões, ou antes, menos uma trabalheira para fazerem…

Assim, a Vera ontem passou pelo laboratório de análise para recolher a zaragatoa e o tubo com que se faz este tipo de análises e hoje vem cá a casa um colega da Vera – a pedido dela e que faz serviço no exterior -, para levar essa análise ao laboratório.

15072016_01

15072016_02

15072016_03

15072016_04

As enfermeiras vieram mais tarde mas tiveram hoje um trabalhão com a Tina porque tiveram de algaliá-la e introduzir-lhe uma sonda para mais facilmente receber os alimentos e medicação dado que a dificuldade para comer e beber eram cada vez maiores.

Segundo informação do hospital S. Francisco Xavier, introduzido na rede informática, a dra. Irene Martins, médica de família, recebeu a informação que a Tina estava com nova infecção urinária e já me enviou por SMS o receituário para o antibiótico a tomar. Também está com febre (37,5ºC) devido à infecção e já tomou um Ben-Uron 1g.

Estiveram também a sugar as secreções que tinha, pelo que pediram um aparelho ao Centro de Saúde para o efeito.

As enfermeiras também tiveram de amarrar os braços da Tina à cama para ela não poder arrancar a sonda.

0-assinatura

19.Ago.2017
cuidador cuidador 1 dia ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina que fez ontem 13 meses que nos deixou para sempre. Repou… Read More

19.Ago.2017
18.JUL-2016 - 18.AGO.2017
cuidador cuidador 2 dias ago

Há 13 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives nos… Read More

18.JUL-2016 – 18.AGO.2017
12.Ago.2017
cuidador cuidador 1 semana ago

As flores naturais cada vez estão mais caras e os ramos mais pequenos o que nos levou a escolher uma… Read More

12.Ago.2017
05.Ago.2017
cuidador cuidador 2 semanas ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. Flores da semana passada algo murchas, sem uma gota de… Read More

05.Ago.2017
29.Jul.2017
cuidador cuidador 3 semanas ago

Mais um dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores de sábado passado estavam todas murch… Read More

29.Jul.2017

[powr-hit-counter id=71c3a49a_1488656420282]

35: 13.Jul.2016

O dia de hoje foi calmo, a Tina comeu as suas refeições normalmente e a enfermeira do centro de saúde veio de manhã tirar-lhe o catéter da veia que os INCOMPETENTES da urgência do hospital de S. Francisco Xavier lhe deixaram quando veio para casa (pela segunda vez, note-se!).

A médica de família, segundo informação da enfermeira, já tinha conhecimento que a Tina tinha tido alta e do relatório aqui publicado, dado que o sistema permite essa troca de informações e acesso.

Ficam aqui mais umas imagens do estado debilitado da Tina.

13072016_01
13072016_02

Entretanto e da Ordem dos Médicos, ainda não obtive qualquer resposta à reclamação que efectuei no passado dia 30.Jun.2016 e AQUI PUBLICADA.

No final do dia, houve uma altura em que a respiração da Tina era esquisita, não sei se era expectoração mas fica aqui o registo. Já devia estar a sofrer bastante!

0-assinatura

19.Ago.2017
cuidador cuidador 1 dia ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina que fez ontem 13 meses que nos deixou para sempre. Repou… Read More

19.Ago.2017
18.JUL-2016 - 18.AGO.2017
cuidador cuidador 2 dias ago

Há 13 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives nos… Read More

18.JUL-2016 – 18.AGO.2017
12.Ago.2017
cuidador cuidador 1 semana ago

As flores naturais cada vez estão mais caras e os ramos mais pequenos o que nos levou a escolher uma… Read More

12.Ago.2017
05.Ago.2017
cuidador cuidador 2 semanas ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. Flores da semana passada algo murchas, sem uma gota de… Read More

05.Ago.2017
29.Jul.2017
cuidador cuidador 3 semanas ago

Mais um dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores de sábado passado estavam todas murch… Read More

29.Jul.2017

[powr-hit-counter id=cb03f92e_1488656481908]

34: 12.Jul.2016

A Tina ontem teve uma noite calma e hoje de manhã, pelas 11:30 horas apareceram cá em casa as enfermeiras do Centro de Saúde (não estava à espera delas) para avaliarem o estado da Tina dado que ontem tinha uma ponta de febre e devido ao seu estado de desidratação, queriam chamar o INEM dado o estado dela mas eu perguntei se só agora é que “apareceu” essa urgência dado que ando há dois anos a dizer que o lugar da Tina era num hospital para acompanhamento, vigilância, tratamento e estabilização e então sim, depois viria para casa!

A médica, dra. Irene Martins, disse ontem para ela tomar um Ben-Uron de 1g para a febre e que fizesse nova medição à hora do jantar para depois poder avaliar a situação.

Depois de terem verificado o estado da Tina, as enfermeiras disseram que o melhor era mesmo chamar o INEM e levá-la para S. Francisco a fim de ser vista, hidratada e o mais que fosse necessário ao estado dela.

Depois de a Tina ter apenas pele e osso, úlceras por todo o corpo, alimentada a cremes de legumes, sumos de pêssego e de pêra e gelatina, as únicas formas de a podermos alimentar, SÓ AGORA É QUE ACORDARAM, PORRA???!!!

Vou agora, mais a Vera ao hospital para sabermos o que se passa.

(actualização às 01:03 horas de 13.Jul.2016)

A Tina deu entrada na urgência do Hospital S. Francisco Xavier, levada pelo INEM a pedido das enfermeiras do Centro de Saúde, às 13:40 horas. Chegámos ao hospital cerca das 16:30 horas porque disseram que ela iria fazer análises e não adiantava estar mais cedo.

Como já temos “experiência” destas andanças, esperei que a Vera chegasse do emprego, apanhámos um táxi e fomos para o hospital onde chegámos 15 minutos depois.

Começou neste preciso instante mais uma aventura naquela urgência (porque tivemos aventuras anteriores idênticas) e resumindo, para não ser muito chato, eram 17:15 horas quando deram um iogurte à Tina que estava desde o jantar de ontem sem alimentos e sem medicação. Estes “profissionais” da saúde são “excepcionais” no que toca a “qualidade” e “dedicação” à causa…

Espera pelo médico, eram mais ou menos 18:00 horas quando lhe deram uma sopa e uma pêra (penso que cozida). A Vera esteve a dar-lhe o comer (os empregados não se podem cansar muito), a Tina desde que entrou até que saiu esteve sempre aos gritos de ó da guarda, quem me acode e não houve uma santa alminha (enfermeiro, no mínimo) que lhe desse um comprimido calmante para ela não ficar tão agitada. O excelente serviço de saúde que este hospital possui em ordem a quem tem a desgraça de lá cair…

A alta foi dada às 20:19 horas mas não sem antes ter ido falar com a médica que a assistiu e lhe ter explicado o historial da Tina e o porquê dela ter sido levada para a urgência por indicação da dra. Irene Martins, médica de família, e então a estória resumiu-se assim:

01.- Feitas as análises, estavam todas sem problemas;
02.- A Tina, ao contrário do que afirmaram a médica de família e as enfermeiras que vêm a casa tratar dos pensos e limpar as úlceras, que estava desidratada, afinal não estava desidratada de acordo com o parecer da dra. Paula Magro, médica que a assistiu;
03.- Pela área da demência, ela não podia fazer nada porque não era área daquele hospital mas iria reforçar uma análise à urina para ver se existia alguma infecção que a levasse a ter tido febre, conforme tirada pela médica de família, ontem, segunda-feira e depois hoje pelas enfermeiras;
04.- Executada a análise, não deu indício de infecção, por isso a Tina teria de ter alta porque não existiam motivos para o internamento, aliás, esta estória de recusa de internamento já vem de há dois anos atrás. Penso que actualmente os hospitais servem apenas para tirar unhas encravadas, dar cabelo a carecas, colocar bandas gástricas para os gordos ficarem mais elegantes, fazer implantes de silicone para as mamas ficarem mais firmes e tratar dos desastres que vão acontecendo no dia-a-dia.

Mas fora toda esta panóplia de extravagâncias – afinal a Tina, ao contrário do que vimos e assistimos no dia-a-dia -, está de boa saúde e apta para fazer a lida da casa. Amanhã já a vou por de faxina à cozinha porque ela o que tem é ronha.

O relatório da médica do hospital é que parece um capítulo de um filme de Drácula ou Frankenstein, mas eu vou traduzir o que está escrito nesse relatório:

Estado Clínico da Doente:
– Desconhecem-se AP ou MA (para mim, é chinês);
– Registo HCIS 12/2014: # AP-asma brônquica, Hipotiroidismo, HTA arritmia cardíaca, Demência e *Psicose (seguida de consulta de Psiquiatra HEM (hospital Egas Moniz), invisual por cataratas que não foram operadas (não foram porque a Tina não pode receber qualquer tipo de anestesia sob perigo de vida).
– Medicação habitual (segundo PDS): (note: esta é uma completa anedota e apenas demonstra a extrema “competência” destes médicozinhos de família que devem ter sacado os seus cursos de Medicina na Faculdade da Trafaria ou do Caneiro de Alcântara (excelentes instituições académicas): Oxazepan (Serenal)50 mg; Cilazapril+Hidroclorotiazida 5mg+12,5mg (este medicamento sou eu que o tomo para o controlo da hipertensão arterial e não a Tina); Bisoprolol 5 mg (este é outro medicamento que eu tomo para o mesmo efeito do anterior e não a Tina); Zotepina 25 mg (deixou de tomar há um ano ou mais); Quetiapina 100 mg e Memantina 20 mg. Já agora faltou mencionar (nem sei porquê) os seguintes: Filotempo (pneumologia, para a D.P.O.C.); Spiriva aerossol (para a DPOC), Seretaide aerossol (para a DPOC) e Tyrax para a tiróide. Mas continuando o relatório médico porque estes apartes são de minha autoria.
– Doente no domicílio, trazida pelos bombeiros (falso porque a Tina foi levada pelos técnicos do INEM e não pelos bombeiros), por quadro febril. Úlceras de pressão trocanter direito e região sagrada com sinais inflamatórios (a região sagrada, para quem não sabe e/ou tirou Medicina, é a área antes do ânus, no final das costas, por isso é que é sagrada).
– Observação (atenção a este razoado de males (que não devem ser tão males assim): Úlcera trocantera à direita, GIV com EXPOSIÇÃO ÓSSEA. Tecido desvitalizado no fundo, CHEIRO FÉTIDO, com bordos com tecido viável.
Úlcera sagrada extensa com CONTAMINAÇÃO DE FEZES, GIV com abundante tecido desvitalizado e sinais INFLAMATÓRIOS CIRCUNDANTES, CHEIRO FÉTIDO. (desconhecia, por completo, que as úlceras também eram sagradas, mas enfim, quem sou eu para desdizer um médico que até fez o juramento de Hipócrates quando terminou o curso de Medicina?).

Pedido de observação por Cirurgia Plástica:
Doente não fornece história, segundo registos anteriores com síndrome demencial.
Aparentemente não deambula (se está paralisada dos membros inferiores, como pode deambular? Nem sonambular…!), posição viciosa das articulações com flexão dos joelhos e cotovelos.
Trazida pelos Bombeiros – irra que já é abuso tirar o mérito aos técnicos do INEM – (reside em casa com o marido) – falta a filha desde que nasceu há 50 anos… – por febre.
Úlcera de pressão grau IV trocantérica direita (uma, chama troncantera, outro, chama trocantérica), com fundo de TECIDO NECROSADO E EXPOSIÇÃO ÓSSEA. Úlcera de pressão grau IV sagrada, com fundo de tecido NECROSADO E EXPOSIÇÃO ÓSSEA.
Dado o estado geral da doente, potencial de reabilitação e aparente infecção das úlceras descritas, não apresenta de momento indicação para procedimentos de cariz reconstrutivo.

E para concluir o relatório:
UII sem sinais de infecção
Tem ALTA mantendo o seguimento das úlceras de pressão em cuidados domiciliários.

Por aqui estamos conversados mas… mas…

Pela SEGUNDA VEZ neste mesmo hospital, chamado de São Francisco Xavier, a Tina quando chegou a casa, verifiquei que trazia o catéter espetado na veia, usado para as análises, além de equimoses nas duas mãos e na garganta (ver imagens)!

12072016_01

12072016_02

12072016_03

12072016_04

Mas a aventura de hoje ainda não tinha terminado… O melhor veio depois, ou seja, o transporte para casa teria de ser feito pelos Bombeiros dado que a Tina só podia vir de maca. A Vera tinha uma colega cujo marido é dos bombeiros do Dafundo e pediu-lhe se eles podiam vir buscar a Tina já que ela tinha tido alta hospitalar. Ok, ficou acordado só que eles chegaram pelas 00.10 horas de dia 13, ou seja, estivemos mais de 4 horas à espera do retorno a casa com a Tina aos gritos de ó da guarda quem me acode até que, na mudança de turno, apareceu uma enfermeira que lhe deu um comprimido para a acalmar, mas não surtiu efeito porque veio todo o caminho na ambulância a gritar ó da guarda, quem me acode e a cuspir (puseram-lhe uma máscara no hospital).

À hora que estou a fazer o meu relatório da aventura de hoje, uma coisa é certa: a Tina NUNCA MAIS VAI PARA O HOSPITAL e se tiver de morrer infectada, desidratada e o raio que os parta a todos, morrerá em casa onde tem, 24 horas por dia, quem cuide dela, lhe dê atenção, amor e carinho e a ajude a passar, com um mínimo de dignidade e muito afecto, os últimos tempos que lhe restam de vida!

Porque enquanto estava à espera do resultado das análises, atiraram-na para um corredor, amarrada pelos pulsos como se fosse um animal selvagem perigoso e não um ser humano!

12072016_01

12072016_02

12072016_03

12072016_04

0-assinatura

19.Ago.2017
cuidador cuidador 1 dia ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina que fez ontem 13 meses que nos deixou para sempre. Repou… Read More

19.Ago.2017
18.JUL-2016 - 18.AGO.2017
cuidador cuidador 2 dias ago

Há 13 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives nos… Read More

18.JUL-2016 – 18.AGO.2017
12.Ago.2017
cuidador cuidador 1 semana ago

As flores naturais cada vez estão mais caras e os ramos mais pequenos o que nos levou a escolher uma… Read More

12.Ago.2017
05.Ago.2017
cuidador cuidador 2 semanas ago

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. Flores da semana passada algo murchas, sem uma gota de… Read More

05.Ago.2017
29.Jul.2017
cuidador cuidador 3 semanas ago

Mais um dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores de sábado passado estavam todas murch… Read More

29.Jul.2017

[powr-hit-counter id=712a3cec_1488656530768]