244: 16.Jan.2018

Hoje, a mensagem é mais longa do que habitualmente, mas a data também é muito especial e merece referência.

Há 52 anos atrás, deste-me uma filha linda, rechonchuda, lourinha como o pai quando nasceu, um amor de bebé. Demos-lhe o nome de Vera.

Sete anos e meio depois, deste-me outra filha linda, mais pequenota, cabelo preto como o teu, outro amor de bebé a quem demos o nome de Sandra.

Duas filhas que trago no meu coração desde que nasceram e que tu também amavas em vida. Criaste as nossas netas, a minha ajuda foi pouca comparada com a tua, sacrificaste os teus horários de trabalho fazendo turnos nocturnos para cuidar delas de dia, primeiro da Raquel e depois da Rita. Foste uma Mãe extremosa e uma Avó fenomenal, tudo o que uma mulher de carácter pode dar a quem verdadeiramente ama os seus.

Já na fase final da tua doença (Jan.2016), ainda bateste palminhas quando cantámos os parabéns a você à nossa filha e ela apagou as velas dos 50 anos.

Depois disso, temos mantido a tradição de um bolinho com as velas mas já não temos vontade para cantar os parabéns a você. Apenas apagamos as velas por ti também, porque estás e estarás sempre connosco nos nossos corações e nos nossos pensamentos.

Obrigado Tina por me teres dado duas filhas lindas.

Não te fomos visitar no passado sábado, como tem sido hábito há quase 18 meses, porque eu estava psicologicamente em baixo de forma e porque na véspera tinha ido buscar a Vera ao hospital de S. José onde deu entrada pelas 16:00 horas, levada pelos Bombeiros, devido a um episódio de coma hipoglicémico com perda de conhecimento e lembrei-me de há uns anos atrás termos os dois ido ao mesmo hospital buscá-la, toda esmurrada, caída no chão do Bairro da Madre de Deus, não sei se atirada porta fora do autocarro onde ela fazia todos os dias a ida e volta do emprego, também devido a coma hipoglicémico com perda de conhecimento.

                   

Mas hoje, levámos-te um lindo raminho de flores com uma rosinha branca com um bordo a vermelho. Também mereces os nossos Parabéns pelo Dia de hoje e onde quer que estejas, sabes que estamos sempre contigo minha querida.

E este foi o bolinho de anos da nossa Vera e dos seus 52 anos. Fica o registo.

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18.JUL-2016 – 18.AGO.2017

Há 13 meses que partiste e ainda parece que foi ontem… Não te esquecemos minha querida, vives nos nossos corações diariamente e a toda a hora.

Amanhã, como todos os Sábados, vamos fazer-te uma visita e colocar mais um raminho de flores.

Onde quer que estejas, descansa em Paz.

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207: 18.Jul.2017

Faz hoje um ano que a Tina a esta hora, estava a dar entrada na capela da igreja de Alcântara, vinda da morgue do hospital de S. Francisco Xavier, para o corpo ser velado pelos familiares (alguns, não todos, da parte da família dela), amigos e colegas (das filhas). O funeral sairia no dia seguinte para o cemitério da Ajuda, onde se encontra. Os nossos corações estão contigo, querida. Descansa em Paz.

Hoje, eu e a Vera fomos prestar-lhe homenagem e as lágrimas correram. Um ano passou e parece que ainda foi ontem. Não deixámos as flores que tínhamos pensado dado que a florista não as conseguiu arranjar, mas o ramo que lhe pusemos na campa também é muito bonito, com um girassol no centro.

Existem agora três datas que gostava passassem por mim sem dar por isso, ou seja, deitar-me na véspera e só acordar dois dias depois: o aniversário do meu querido Pai, o aniversário da minha querida Tina e a data do seu falecimento.

15.Nov.2018

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18.Jul.2016 – 18.Jul.2017

Um ano de Eterna Saudade minha querida. Continuas a morar nos nossos corações pois é muito difícil a separação e o tempo, por muito que ainda seja, não nos fará esquecer-te.

Esperamos que te encontres em Paz pois sofreste bastante pela falta de assistência que tiveste por quem de direito e que tinha a obrigação de o fazer, não só pelo juramento de Hipócrates (médicos), como pela Lei (C.R.P.) e no mínimo, por humanismo. Faltaram-te estes três quesitos.

Alguns dos raminhos de flores que te acompanharam, todos os Sábados, neste último ano de Eterna Saudade, de Dor, de Perda. Descansa em Paz, querida.

Uma das muitas canções que te dediquei, umas a teu pedido, outras de minha autoria. Foste sempre a namorada que sonhei, que realizei e com quem vivi durante 52 anos. AMO-TE!

A Namorada Que Sonhei

Nilton César

Receba as flores que lhe dou
E em cada flor um beijo meu
São flores lindas que lhe dou
Rosas vermelhas com amor
Amor que por você nasceu

Que seja assim por toda a vida
E a Deus mais nada pedirei
Querida, mil vezes querida
Deusa na terra nascida
A namorada que sonhei

No dia consagrado aos namorados
Sairemos abraçados por aí a passear
Um dia no futuro então casados
Mas eternos namorados
Flores lindas, eu ainda vou lhe dar

Que seja assim por toda a vida
E a Deus mais nada pedirei
Querida, mil vezes querida
Deusa na terra nascida
A namorada que sonhei
A namorada que sonhei
A namorada que sonhei

Compositores: Osmar Navarro
Letras de A Namorada Que Sonhei © Peermusic Publishing

 

15.Nov.2018

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193: Nova temporada

Todos os anos, por esta altura, eu, a Tina e a Vera, aprontávamos o espaço que temos nas traseiras da nossa casa, ou antes, da casa da senhoria, para prepararmos um pequeno espaço confortável onde jantávamos ao fresco do fim da tarde, embora a Câmara tivesse roubado mais de metade do espaço que antes desfrutávamos, sob justificação de fazer obras na escarpa para segurança dos moradores.

Infelizmente, o ano passado, a Tina já não tinha capacidade para ajudar nestas tarefas e fui eu e a Vera que fizemos tudo. A Tina ainda fez algumas refeições no terraço – ela adorava – mas mês e meio depois, após uma agonia atroz, deixou de nos acompanhar e este ano apenas a temos em pensamento e em saudade imensa que nunca acabará.

E foi em homenagem à sua memória que eu e a Vera este ano (a Vera entrou hoje de férias), fizemos o mesmo que em anos anteriores. Tirou-se a coberta às mesas e cadeiras de jardim, foram limpas e regadas à mangueirada, chapéu de sol aberto e montado (apenas abrimos um dos três que temos), cadeiras colocadas nos seus lugares, instalei um projector de LED para iluminar o espaço e vamos começar a tomar ali as nossas refeições da noite (ao almoço, está um caloraço insuportável), sempre que o tempo o permitir.

Ficam umas imagens do acontecimento que não teve a presença do Prof. Marcelo (ele não vai a todas?) por indisponibilidade dele para vir tirar uma selfie…

15.Nov.2018

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152: 28.Dez.2016

Chegou a altura de promover uma limpeza de fim-de-ano nos meus sites, blogues, Facebook e outros registos espalhados pela Rede. Não só porque a disposição vai escasseando para a manutenção diária de tanta informação, como também para “limpar” certo tipo de lixo biológico que por esses sítios vegetam.

No Facebook apenas ficarei com o registo d ‘A Cozinha do Avô Chico embora nesse registo tenha criado páginas que antes ocupavam outras áreas de informação em registos separados.

Mas como músico e cantor, vivendo a música com um raro dom que me foi oferecido à nascença, não podia deixar desaparecer um registo que me fez chorar quando o vi e ouvi. De uma beleza rara sem igual, de uma sonoridade celestial que apenas quem dedica à música muito da sua vida, do seu amor e daquele dom especial de saber captá-la, aqui fica um vídeo que me emocionou  até às lágrimas e que partilho com todos os visitantes deste Blogue:

BRAVO!!!

André Rieu & Gheorghe Zamfir – Tribute to James Last
(Maastricht 2015)

15.Nov.2018

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49: 29.Jul.2016

0-lutotransp200Hoje, deu-me para o sentimento, aliás, o sentimento não me tem largado desde o passado dia 17!

Alguns dirão: mas então o tipo anda a chorar a morte da esposa e anda a cantar todo satisfeito? Eu respondo:

Existiram ao longo dos meus 70 anos e 4 meses de vida, dois momentos extremamente dramáticos e que mesmo vivesse 200 anos, nunca os esqueceria: foram eles a morte do meu querido Pai, aos 16 anos de idade, e a morte de minha esposa Tina no passado dia 17 de Julho.

Embora a minha profissão não fosse a de músico, era este um hobby que tinha desde os 10 anos de idade (1956), altura em que comecei a pisar os palcos das Colectividades de Recreio lisboetas, no tempo em que nem Beatles, nem Shadows – com Cliff Richards – existiam como grupos de música pop.

No dia em que fui enterrar o meu Pai, segui directamente do mesmo cemitério onde a Tina foi a enterrar, para actuar num Baile de uma Colectividade em Linda-a-Velha. Não estava nas melhores condições psicológicas mas os meus camaradas de Conjunto ajudaram-me e deram-me a força necessária para fazer as quatro horas de actuação, como vocalista, tempo que durava uma “matinée” na época.

Escusado será dizer que a morte de meu Pai foi tão sentida, que ainda sinto-a como tivesse acontecido hoje. E os dois momentos dramáticos que acima referenciei, foram precisamente o ruído da terra a cair sobre os caixões. Quando isso aconteceu no momento da Tina descer à Terra, os sons chocaram-se no meu cérebro e a dor foi tremendamente aterradora.

Por isso e apesar de não ter alegria nem disposição para nada, não queria deixar de manifestar uma singela homenagem quer a meu Pai – que adorava a Tina -, quer à Tina, pelo texto que a seguir vou transcrever e que também deixei na minha página do Facebook.

Vou resumir a inserção neste espaço do vídeo que editei há pouco. Durante 50 anos (comecei em 1956) fui vocalista de vários grupos de baile. Foi na noite de Santo António (12 de Junho de 1964, num baile de Arraial dos Santos Populares, no Mercado de Algés) que unimos os nossos destinos durante 52 anos. Foi a cantar que a Tina se apaixonou por mim e eu retribui da mesma forma porque existiu química e, quando isso acontece, não existe nada, mas mesmo nada, que separe dois seres.

Nunca mais nos separámos até ao passado dia 17 de Julho em que ela definitivamente me deixou, sem um queixume, mas no maior sofrimento. Espero que agora se encontre em Paz, embora a dor teime em não sair de mim por esta separação.

Este vídeo contém uma canção de nome Amor que fazia parte do meu repertório musical e está cantada por mim, numa gravação ao vivo através de um gravador de cassetes nada profissional, daí a fraca qualidade de som. Apenas inseri o playback de imagem e escolhi esta canção porque era uma das preferidas da Tina e diz muito sobre o nosso amor.

Meu Amor, onde quer que estejas, dedico-te a tua canção preferida, como o fazia nos bailes onde sempre me acompanhaste.

A gravação original foi feita ao vivo numa Colectividade de Recreio onde actuámos e o Quarteto para Baile chamava-se Millennium2000, com o Zé Vasconcelos nos sintetizadores, o Rui nas guitarras eléctricas, o Pedro no baixo/vozes e eu na voz e na bateria.

Um beijo minha querida.

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15.Nov.2018
cuidador cuidador 2 dias ago

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27.Out.2018
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