208: 18.Jul.2017

Faz hoje um ano que a Tina a esta hora, estava a dar entrada na capela da igreja de Alcântara, vinda da morgue do hospital de S. Francisco Xavier, para o corpo ser velado pelos familiares (alguns, não todos, da parte da família dela), amigos e colegas (das filhas). O funeral sairia no dia seguinte para o cemitério da Ajuda, onde se encontra. Os nossos corações estão contigo, querida. Descansa em Paz.

Hoje, eu e a Vera fomos prestar-lhe homenagem e as lágrimas correram. Um ano passou e parece que ainda foi ontem. Não deixámos as flores que tínhamos pensado dado que a florista não as conseguiu arranjar, mas o ramo que lhe pusemos na campa também é muito bonito, com um girassol no centro.

Existem agora três datas que gostava passassem por mim sem dar por isso, ou seja, deitar-me na véspera e só acordar dois dias depois: o aniversário do meu querido Pai, o aniversário da minha querida Tina e a data do seu falecimento.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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Há 15 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vive…
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A nossa visita de hoje, dado que ontem não existiu disposição da minha parte. Acontece e há dias ass…
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Nova visita à campa da nossa querida Tina. Catorze meses depois de ter baixado à terra para a sua úl…
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01.Mai.2017 – visita da Família

Hoje, no Dia do teu 82º. Aniversário, tiveste a visita da tua única e verdadeira Família: o teu marido, as nossas duas filhas Vera e Xana e as nossas duas netas Raquel e Rita, que tu ajudaste a criar desde os 4 meses até irem para a escola.

A Xana e as nossas netas, deixaram-te uma florzinha muito linda

e as nossas filhas ajudaram ao arranjo da tua campa (tive de conter muito a minha emoção para não chocar a Rita e a Raquel)

e depois ficou assim, com um coraçãozinho lindo, o de todos nós, que sempre te acompanhará até à Eternidade e nunca murchará

Estarás sempre connosco querida, nunca te esqueceremos. Onde quer que estejas, descansa em Paz.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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106: 14.Out.2015

0-lutotransp200Como uma desgraça nunca vem só mas acompanhada de outra ou de outras desgraças, depois de perder minha esposa há quase 3 meses atrás, minha filha de 50 anos, que sempre viveu connosco e ao fim de 28 anos ao serviço da mesma empresa, foi alvo de DESPEDIMENTO COLECTIVO.

Hipótese de arranjar trabalho com esta idade e no estado calamitoso em que se encontra o mercado de emprego é igual a ZERO.

Ainda não refeito da perda de minha esposa e com esta notícia, não sei mesmo onde estou a conseguir equilíbrio psicológico dado que o apoio recebido também é igual a ZERO.

Com problemas de stress pós-traumático de guerra e sendo o apoio a essa situação igual a ZERO, a nossa sobrevivência encontra-se na zona vermelha dado que não vou poder continuar a pagar uma renda de 531,00 euros e arranjar nova casa é outro problema porque valores e condições exigidas pelos senhorios continuam a ser insuportáveis para o já depauperado orçamento familiar.

Sendo também a ajuda da família igual a ZERO, afinal chego à conclusão que a minha vida também é igual a ZERO.

Entretanto, já recebi o segundo e-mail do Fisco a lembrar que no final deste mês, tenho a segunda prestação de € 300,00 referente ao IRS de 2015, para liquidar.

É o que se pode dizer de ser esmifrado até ao tutano ou até deixar de existir.

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18.Jul.2016-18.Out.2017

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61: 24.Ago.2016

0-lutotransp200Apesar de minha esposa ter falecido recentemente e da qual fui cuidador durante mais de quatro longos anos, estendia também essas funções a minha filha, diabética insulina-dependente há cerca de 16 anos.

Muitas foram as noites em que tinha minha esposa na sala a gritar “ó da guarda quem me acode” e no quarto a minha filha em coma hipoglicémico, a colocar-lhe na bochecha a papa de açúcar e esperar que a crise passasse. Mas quando ela era mais grave, tinha de chamar o INEM para lhe injectarem glucose na veia.

Chegava a ter de correr de um lado para o outro a fim de acudir às duas ao mesmo tempo. Minha esposa faleceu há pouco mais de um mês, ainda não consegui desligar-me dessa perda e penso que nunca mais irei desligar-me da dor profunda.

Penso às vezes que estou a ter um pesadelo e que a Tina está internada num hospital, longe de casa e que um dia voltará de novo ao nosso convívio…

Mas a acção de cuidador continua na mesma embora com menos um interveniente. No último ano de vida da Tina, era raro o dia em que minha filha não entrasse em coma a meio da noite. Depois da morte da Mãe essas situações vão-se espaçando mas a vigilância é diária, constante porque não pode relaxar.

Por isso, continuo a apoiar tudo o que se relacione com o Estatuto dos Cuidadores, seres humanos que não possuem qualquer tipo de formação, ajuda psicológica nem um mínimo de interesse por parte das entidades de saúde – e dos governos – deste País.

Petição pela criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neuro-degenerativas associadas ao envelhecimento

 

http://peticaopublica.com/?pi=PT82396

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50: 02.Ago.2016

0-lutotransp200Antes de qualquer consideração sobre a notícia que a seguir insiro neste espaço, questiono a quem a ler: quais as razões, os motivos, que levaram este idoso de 80 anos a matar a esposa e suicidar-se de seguida? Falta de acompanhamento? Isolacionismo? Desprezo da família (se a tinham)? Falta de cuidados de saúde?

O povão, tão rápido a fazer julgamentos e condenações apenas por aquilo que lê, escrito por jornaleiros que nem para limpar sanitas têm competência, julga logo o “crime” e pronto! Mas aqui fica a notícia:

Idoso de 80 anos mata a mulher a tiro de caçadeira em Sever do Vouga

Um idoso de 80 anos terá matado, esta madrugada, a mulher na povoação de Rocas do Vouga, concelho de Sever do Vouga.

O homicida terá morto a mulher a tiro de caçadeira quando esta dormia e depois suicidou-se também com um tiro na cabeça. Os dois terão tido morte imediata.

Os corpos foram levados para o Gabinete Médico-Legal de Aveiro.

A GNR tomou conta do caso, que agora vai transitar para a Polícia Judiciária.

Escrito por: Centro TV 02 Março 2015

Ninguém deve ser juiz de casos que desconhece e apenas são denunciados por jornaleiros que moldam as notícias de acordo com as conveniências e dimensão que entendem dar-lhes. Que estará por detrás deste acto tresloucado de uma pessoa com 80 anos de idade? No início deste post, mencionei: Falta de acompanhamento? Isolacionismo? Desprezo da família (se a tinham)? Falta de cuidados de saúde?

Infelizmente é o povão que temos, imbecilizado, desumano, estúpido, mais analfabeto que nos tempos do fascismo salazarista!

Mas saindo da notícia acima, faz hoje QUINZE DIAS que a Tina foi a sepultar. NENHUM(A) irmão(ã), sobrinho ou família dela fizeram um telefonema dando uma palavra de conforto, de força…

O mesmo acontecendo com outras pessoas que pensava terem uma atitude diferente numa situação destas, em que psicologicamente nos encontramos destruídos e tremendamente afectados pela perda, pelo luto, de um ente muito querido.

Já os meus Avós diziam, com muita sabedoria: aprender até morrer!

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19: 25.Jun.2016

A manhã da Tina foi sossegada mas depois do almoço virou por completo.

O vídeo mostra apenas um pouco da situação e a dose de Quetiapina (50mg) teve de ser reforçada (100mg) para ver se acalmava.

Veremos com o decorrer do tempo já que são ainda 16:20 horas.

Entretanto, da família da Tina, nem vê-los…!!! Infelizmente ela já não tem capacidade para poder limpar o olho do cu a todos eles!

Um deles, o Dicas, que andou comigo na escola primária da Câmara, quando foi para a guerra em Moçambique logo no início, a Tina ia várias vezes ao S.P.M. (Serviço Postal Militar) no forte do Bom Sucesso em Pedrouços, enviar-lhe encomendas com latas de conserva, enchidos e outros mimos para que ele sentisse que tinha cá quem se lembrava dele.

A paga, nestes momentos dolorosos, é o puro e completo desprezo pela situação em que a irmã se encontra! Quanto aos outros irmãos, apenas uma, a Amélia, vai telefonando e já se prestou a levá-la ao hospital por duas vezes, a última das quais foi à Fundação Champalimaud, ainda a Tina conseguia mover-se. O resto, é tudo estrume da pior espécie!

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18.Jul.2016-18.Out.2017

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12: 17.Jun.2016

Pelas 09:30 horas de hoje, tive a visita da enfermeira que veio limpar e mudar os pensos à Tina. São vários: nos dois pés, nos dois cotovelos no cócix e o mais grave de todos, na anca.

Ainda não me tinha apercebido da gravidade dessa úlcera na anca e hoje, depois de tirar uma fotografia, é que constatei esse facto (a imagem poderá ser chocante para pessoas mais sensíveis).

Na próxima segunda-feira, o meu programa diário está bem preenchido:

01.- Vem cá a casa a médica ver a Tina e a enfermeira para o tratamento;
02.- Às 11:00 horas vem uma associação a quem doei a minha mobília de quarto, levantá-la;
03.- Depois das 15:00 horas vêm entregar e montar a cama articulada e o colchão visco-elástico para a Tina.

Em ordem ao terceiro ponto, consegui negociar com a empresa fornecedora, o pagamento no dia 8 do mês que vem, altura em que recebemos os subsídios de “férias” (meu e da Tina) contra a entrega antecipada da mercadoria. Foram sensibilizados para a situação e responderam positivamente.

Da família, nomeadamente uma das irmãs da Tina (Esmeralda) a quem pedi ajuda para esta compra, englobando todos os restantes irmãos e sobrinhos que o pudessem fazer, não obtive qualquer resposta o que demonstra bem a humanidade e a solidariedade desta gente e o tal “grupo” que ela (Esmeralda) disse estar sempre pronto a ajudar, foi só conversa da treta! Hoje, nem sei com que intenção o disse…!

Assim, a Tina a partir da próxima segunda-feira vai ficar melhor posicionada, mais confortável e aliviada da pressão que uma cama “normal” oferece a pacientes com a sua patologia e maleitas já que coloquei de parte toda a esperança (que dizem ser a última a morrer mas a minha já morreu há muito) que a internassem para os devidos cuidados e tratamentos. Não somos ricos, não temos direito à saúde, nem à dignidade de um final de vida tranquilo que todo o ser humano merece e ponto final…

Este fim-de-semana será preenchido a desarticular o meu quarto, esvaziar gavetas com roupas, posicionar tudo de modo a que na segunda-feira às 11:00 horas esteja tudo pronto para sair.

A cama que foi encomendada:

e, por cima deste, o colchão anti-escaras pneumático (com compressor de ar):

Como fico sem cama, tenho um divã articulado que serve perfeitamente para descansar as poucas horas em que o faço, possivelmente comprarei um colchão mais adequado dado que o que veio com o divã é muito fino e os tempos em que (não) dormia no mato, já lá vão e com 21 anos de idade resiste-se a tudo e mais alguma coisa…

Imagem (chocante para pessoas sensíveis) de uma das úlceras da Tina:

Tratamentos de hoje:

http://dai.ly/x4h1h0s

Posição que a Tina toma quando está sentada (as almofadas são para não tombar mais para esse lado):

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8: 06.Jun.2016

Estiveram hoje cá em casa duas enfermeiras da USF para limpar as feridas da Tina e colocar novos pensos, vindo novamente na próxima quinta-feira.

No passado dia 1 de Junho, enviei o e-mail que abaixo transcrevo – e faço-o para que fica registado para memória futura -, à minha sobrinha Isabel, filha de uma das irmãs da Tina (Esmeralda) que no princípio da destruição psicológica e física da Tina, apareceu cá em casa informando que tinha um grupo muito unido e que ajudaria em tudo o que fosse necessário, até numa eventual mudança de residência.

De facto, essa irmã levou a Tina duas vezes ao hospital S. Francisco Xavier (reside a dois passos dele) e penso que duas vezes à USF (já foi há mais de dois anos) e quando a Tina necessitou de ir a uma junta médica da Segurança Social para atestar da sua incapacidade, ela novamente prontificou-se a levá-la, informando que a avisasse de véspera.

Não foi de véspera mas dois ou três dias antes e a desculpa foi que nesse dia tinha de ir levantar o diploma da universidade sénior e o marido não gostava de conduzir para os lados onde ficava a junta médica. A partir daí, acabaram-se os telefonemas para saber como a irmã estava (fazia-o quase diariamente) e até hoje nunca mais deu “ar” dela.

Mas como esse tal grupo muito unido de irmãos – que nunca visualizei – nunca surgiu, chegou a altura de apelar a todos eles, sobrinhos incluídos porque fazem parte da família da Tina, um pedido de ajuda.

O e-mail enviada a uma das filhas dessa irmã foi o seguinte e até hoje não obtive qualquer feedback:

Para: Isabel Guilherme
Data: 01/06/2016

Olá Isabel, bom dia.

Como não consigo encontrar o endereço de e-mail da tua mãe, agradeço que lhe entregues este e-mail. Obrigado.

Olá Esmeralda

Dado o estado de quase completa imobilidade da Tina, torna-se necessário alterar completamente o modo de tratamento dela para que os seus últimos dias de vida não sejam dolorosos ou de sofrimento.

Já que os médicos (de família e psiquiatria) não a querem internar porque segundo as suas opiniões, o lugar dela seria num Lar de Idosos (???!!!???) e não numa unidade psiquiátrica (isso é para doentes bipolares segundo as suas opiniões), pensamos que não nos faltarão forças, a mim e à Vera, para acompanhá-la no seu dia a dia, no conforto possível da sua casa e embora já não nos conheça nem possua qualquer percepção do que a rodeia seremos, como sempre fomos desde o início da doença, os seus cuidadores, os que sempre viveram e coabitaram com ela.

Mas a vida não tem sido fácil em todos os sentidos, por isso vimos por este meio apelar à família da Tina, nomeadamente aos seus irmãos, irmãs e sobrinhos – porque eu já não tenho família da parte materna e paterna -, uma subscrição onde cada um possa contribuir com o que puder, para a compra de uma cama e de um colchão a fim de a Tina poder estar acomodada com maior e melhor conforto que o que proporciona, no estado actual dela, uma cama normal mesmo com colchão de molas.

Sendo em Espanha mais baratos que em Portugal, na empresa onde comprei há dois anos a cadeira de rodas quando a Tina deu uma queda cá em casa, os nomes e modelos destes dois equipamentos são os que se seguem, com os respectivos preços:

– Cama articulada hospitalar com elevador – 200cm comprimento; Largura 90cm – € 755,99
(Cama articulada hospitalar com elevador. 200cm comprimento para geriatría Ref: 271-GERELEV200-90 )

– Colchão Anti-escaras EPSUS com Resguardo Promust PU H – € 244,99
(Colchão de módulos amovíveis EPSUS mono-bloco mono-sustentação. Classe 1. Para prevenção de riscos médio a alto. Bordas estabilizadoras. Dimensões: 198 x 88 x 17 cm. Inclui resguarde Promust PU HD.
Ref: 364-VE208MBHIPH )

ambos os preços com o IVA incluído, no tal de € 1.000,98.

Para quem pretender consultar esses equipamentos:

– Cama: http://www.quirumed.com/pt/cama-articulada-hospitalar-com-elevador-200cm-comprimento.html?sid=68354
– Colchão: http://www.quirumed.com/pt/catalog/product/view/id/54585/s/colch-o-anti-escaras-epsus/category/531/?sid=77574

A firma chama-se QUIRUMED e é em Espanha.

Eu entendo que a situação actual de todos nós não está para despesas, mas dentro das possibilidades de cada um, o que puder contribuir para esta compra, agradeço em meu nome, da Tina e da Vera, agradecendo a tua colaboração no contacto com a família para dar conhecimento deste meu pedido.

Junto imagens dos dois artigos que foram dos mais baratos que consegui encontrar.

Obrigado

F Gomes

Na passada sexta-feira e a conselho da enfermeira da USF, seria muito aconselhável a Tina ter um colchão especial anti-escaras já que as feridas que ela actualmente tem, poderão agravar-se. Fiz uma pesquisa no Google e deparei-me com este colchão:

 

da firma Ergométrica.pt e que custa € 75,00 já com compressor incluído.

Indicado para pessoas acamadas para prevenção de escaras.

Características Standard:

  • É colocado por cima do colchão existente
  • Colchão anti-escaras de ar alternado com compressor. As suas câmaras de ar que se enchem e esvaziam alternadamente activando a circulação e prevenindo a formação de escaras
  • O fluxo do ar é regulado mediante o peso da pessoa
  • De fácil limpeza e desinfecção.
  • Medidas:0.90x190cm – Peso máx. utili. 100kg

Estamos à espera que o Fisco reembolse a Vera do que ela descontou a mais e embora alguém do governo tivesse afirmado que as devoluções, em média, seriam de 25 dias, o facto é que a Vera entregou a declaração electrónica no dia 1 de Abril e passados mais de SESSENTA DIAS, ainda não recebeu e claro, nem vai ter direito a juros de mora… É este o Estado de Direito e pessoa de bem que temos…

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