226: 07.Out.2017

Antes da visita semanal à campa da Tina, encontrei uma antiga amiga dela, conhecidas de décadas e que lhe apanhava as malhas das meias. Naquela época, as meias de nylon das senhoras quando tinham malhas caídas, era habitual levarem-nas à apanhadeira e esta amiga dela era uma delas.

Já não a via há mais de 5 anos e quando lhe disse que a Tina tinha falecido o ano passado, nem sequer esboçou um simples sentimento de tristeza, dizendo apenas que já está a descansar…

Se isto fosse dito de uma Manuela qualquer que conhecesse a Tina de vista, ainda poderia admitir, mas com esta gaja – e vou deixar de ser socialmente correcto para com este tipo de gente -, amigas durante décadas, ter uma reacção destas, deixou-me apenas perplexo e sem vontade de continuar conversa pelo que me despedi com um até mais ver.

Mas também quando a família se desligou completamente, ainda era ela viva, salvo meia dúzia de excepções durante 6 anos a fio, nomeadamente uma irmã que trabalhou com ela no hospital durante talvez 20 anos e que nem uma visita fez durante os 5 anos da doença, nem apareceu no velório e no funeral,  estou a espantar-me com este tipo de atitudes ou reacções?

Fica a nossa Saudade e o sentido de perda inconsolável pela ausência da nossa querida Tina.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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3 dias ago cuidador cuidador
Há 15 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vive…
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A nossa visita de hoje, dado que ontem não existiu disposição da minha parte. Acontece e há dias ass…
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23.Set.2017

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Nova visita à campa da nossa querida Tina. Catorze meses depois de ter baixado à terra para a sua úl…
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224: 23.Set.2017

Nova visita à campa da nossa querida Tina. Catorze meses depois de ter baixado à terra para a sua última morada temporal, fico triste por constatar que ninguém da sua família se dignou visitá-la para lhe deixar apenas uma flor de Saudade.

É certo que os mortos não necessitam de apoio, de solidariedade, de ajuda, de lhes levarem flores, isso faz-se enquanto se está vivo ou em estado de necessidade absoluta, situação esta que também se verificou durante os penosos cinco anos em que esteve doente e apenas recebeu meia dúzia de atenções por parte de poucos irmãos, sendo o marido (eu) e a filha (Vera), que suportámos todas as exigências relacionadas com as doenças que a Tina padecia.

Porque ela não morreu da doença mas de incúria médica e negação absoluta de internamento quando ainda não apresentava úlceras com EXPOSIÇÃO ÓSSEA por grande parte do seu corpo, ao ponto de ter de ser algaliada e entubada para alimentação (sonda gástrica) e a morte verificou-se na urgência do hospital de São Francisco Xavier por CHOQUE SÉPTICO devido a FALÊNCIA RESPIRATÓRIA provocada por essas úlceras.

E ainda hoje, estou à espera, mais de QUINZE MESES depois de ter apresentado queixa na Ordem dos Médicos, que o processo seja avaliado disciplinarmente!

Fica aqui o registo da nossa visita de hoje:

18.Jul.2016-18.Out.2017

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217: Processo na Ordem dos Médicos

Transcrevo – porque penso que já nem vale a pena escrever mais sobre o assunto -, os e-mails enviados e recebidos entre mim e a Ordem dos Médicos, sobre a queixa apresentada que envolveu o falecimento de minha esposa e a forma como a médica de família tratou do processo:

Fwd: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394
Enviado: seg 21/08/2017 09:59
Para: disciplinar OMSUL <disciplinar@omsul.pt>
CC: franciscogomes

Exmo. Senhor
Prof. Doutor Carlos Fernando Pereira Alves
Digmo. Presidente do Conselho Disciplinar Regional do Sul da Ordem dos Médicos

Encarrega-me o Senhor Bastonário de lhe reencaminhar o pedido de informação do Sr. Francisco Gomes sobre reclamação em análise nesse conselho, para emissão de resposta ao requerente, seguindo este e-mail com conhecimento do mesmo.

Com os melhores cumprimentos,

Lídia Chaves Martins
Técnica Administrativa

Conselho Nacional/Conselho Superior
Ordem dos Médicos
Av. Alm. Gago Coutinho, 151
1749-084 LISBOA
Telef.: 21 842 71 00
Fax: 21 842 71 01/99

=====================================

———- Mensagem encaminhada ———-
De: F Gomes
Data: 21 de agosto de 2017 às 01:00
Assunto: RE: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394
Para: Lídia Martins <lidia.martins@omcne.pt> Cc: omcne@omcne.pt, disciplinar@omsul.pt

Boa noite

Em ordem ao e-mail infra de V. Exas. e passados mais de dois meses deste v/ e-mail e mais de um ano sobre a queixa apresentada, não tenho qualquer informação sobre este processo.

Apenas pretendo saber se o processo ainda se encontra para apreciação, se foi arquivado ou o que vos aprouver sobre o mesmo. Penso que é tempo demais para apreciar uma queixa fundamentada.

Obrigado,

Francisco Gomes

=================================

De: Lídia Martins [mailto:lidia.martins@omcne.pt]
Enviada: 8 de junho de 2017 14:17 p
Para: disciplinar@omsul.pt
Cc: franciscogomes
Assunto: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394

Exmo. Senhor
Prof. Doutor Carlos Fernando Pereira Alves
Digmo. Presidente do Conselho Disciplinar Regional do Sul da Ordem dos Médicos

Encarrega-me o Senhor Bastonário de lhe reencaminhar o pedido de informação do Sr. Francisco Gomes sobre reclamação em análise nesse conselho, para emissão de resposta ao requerente, seguindo este e-mail com conhecimento do mesmo.

Com os melhores cumprimentos,

Lídia Chaves Martins
Técnica Administrativa

Conselho Nacional/Conselho Superior
Ordem dos Médicos
Av. Alm. Gago Coutinho, 151
1749-084 LISBOA
Telef.: 21 842 71 00
Fax: 21 842 71 01/99

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05.Mar.2017

07.Nov.2016

23.Ago.2016

17.Ago.2016

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A propósito de “desonra”…

Um dia após a passagem de um ano do falecimento de minha esposa, li num diário online, o seguinte título: “Costa considera que manutenção de Ventura como candidato “desonra” Passos”, isto em ordem ao candidato autárquico André Ventura do PPD a Loures, por eventuais afirmações “racistas” contra a etnia cigana.

Mas quem se pode desonrar quem já não possui qualquer espécie de honra, de verticalidade, de honestidade, de dignidade, como é o caso do farsolas PaFioso que destruiu este país e o seu Povo, no governo anterior?

As imagens que se seguem, são extremamente chocantes para pessoas sensíveis, mas elas têm de ser mostradas para que provem o que o desgoverno do regime PaFioso proto-nazi do PPD/CDS e, concomitantemente, o seu executor principal, mais conhecido por Dr. Morte fez enquanto esteve no poder.

Minha esposa não morreu da doença (Alzheimer) mas da falta de assistência hospitalar – que vários médicos lhe negaram (médico de família, psiquiatria e neurologia) – e onde deveria estar para ser assistida, tratada, medicada e acompanhada, evitando o sofrimento atroz nos seus últimos dias de vida.

A resposta era sempre que não existiam meios, não existiam condições para o seu internamento e a solução passava, sempre, por um Lar de Idosos, como se estas instituições tivessem a capacidade técnica de uma unidade hospitalar ou, pelos cuidados paliativos e/ou continuados, todos eles de elevados custos para o nosso orçamento familiar.

Não satisfeitos com a situação em curso, ainda me acusaram de ter negado esses cuidados (paliativos e continuados) a minha esposa o que levou ao extremo da minha indignação informando-os que se pagasse aqueles “cuidados”, teria de ir viver para debaixo da ponte com a minha filha que também e infelizmente, possui uma doença crónica grave, com estados de coma frequentes.

Nas últimas semanas de vida de minha esposa, iam ao domicílio duas enfermeiras do Centro de Saúde fazerem-lhe a limpeza das feridas, renovarem pensos, duas vezes por semana, que passaram a três vezes dada a gravidade da situação. Mesmo com a presença da médica de família por duas vezes nas últimas semanas de vida e constatando in loco, ao vivo e a cores, a gravidade da situação, nunca lhe foi dada a mais pequena hipótese de internamento hospitalar.

Foi algaliada e colocaram-lhe uma sonda gástrica que já nada adiantava e que fez com que tivesse de chamar o INEM que a levou para a urgência do hospital de S. Francisco Xavier, onde viria a falecer horas depois, devido a insuficiência respiratória provocada por choque séptico. Quem pretender saber o que é choque séptico, vá ao Google e escreva essas palavras, mas resumidamente:

Choque séptico é uma complicação de uma infecção na qual as toxinas dão início a uma resposta inflamatória em todo o corpo. É frequente em idosos ou em pessoas com comprometimento do sistema imunológico.

Os médicos identificaram três estágios de sepse:

  • sepse, quando a infecção atinge a corrente sanguínea e causa inflamação em todo o corpo
  • sepse grave, que ocorre quando a infecção interrompe o fluxo de sangue para o cérebro ou para os rins, levando à falência órgãos. Os coágulos de sangue causam gangrena (morte do tecido) nos braços, pernas e dedos das mãos e dos pés.
  • choque séptico, quando a pressão sanguínea cai significativamente. Isso pode levar a falência respiratória, cardíaca ou de um órgão e à morte.

A queixa que ainda em vida de minha esposa apresentei contra a médica de família, logo, há mais de um ano, ainda encontra-se de pantanas de um lado para o outro na Ordem dos Médicos e, pelos vistos, vai morrer solteira. Meus amigos, quem neste País não tem uma forte componente financeira como suporte, está previamente condenado a este tipo de situações em toda e qualquer outra área social.

Atenção às imagens que podem chocar pessoas sensíveis:

Tratamento às úlceras

6 de Julho de 2016 – úlcera na anca com exposição óssea
Saco da algália com urina completamente castanha
Úlcera num dos braços
Úlcera na região sagrada, com exposição óssea
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas.

Descansa em Paz, minha querida, que eu nunca perdoarei a quem tanto mal te fez em vida.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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Há muitos jagunços merdosos que precisavam de ter passado por isto…

Top 10 Homecoming Videos || JukinVideo Top 10

SO MANY FEELS… 😭

Publicado por JukinVideo em Quarta-feira, 24 de Maio de 2017

… para aprenderem a ser Homens com H muito grande, pois a maioria que não foi à tropa ou não fez a guerra do Ultramar, arriscando a vida vinte e quatro horas por dia, com esposa e filha(o) na Metrópole – como então se chamava -, porque a educação e o relacionamento social deles é pior que estar numa pocilga imunda cheia de porcos.

Quando fui para a guerra em África, deixei cá a Tina e a Vera com 2 anos de idade e quando regressei já a Vera tinha quase 4 anos. A infância dela passou-me ao lado mas ainda fui a tempo de saborear, como pai, o resto da sua infância, adolescência e maturidade até aos dias de hoje.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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198: 12.Jun.2017

Faz hoje, dia 12 de Junho de 2017, 53 anos que começámos a namorar. Foi no baile dos Santos Populares do Mercado de Algés, estava eu a actuar como vocalista do Conjunto Nice 64 e não resististe à minha voz…

Foste a minha princesa e rainha durante 52 anos, celebrámos muitas vésperas de Santo António juntos, hoje já não o podemos fazer nem nos últimos anos da tua terrível doença que te levou para bem longe de mim.

A minha Saudade não se esgota querida, sinto muito a tua falta. Desejo que te encontres em Paz onde quer que estejas e se lá chegar, envio-te um beijão muito sentido.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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18.Abr.2017 – 9 meses de eterna saudade

Faz hoje nove meses que partiste, deixando-nos com uma Saudade sem fim e uma dor incurável.

Onde quer que estejas, sintas que nunca te esqueceremos.

Descansa em Paz querida.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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180: 15.Abr.2017

Mais uma visita à campa da Tina, véspera de Domingo de Páscoa, o primeiro que não celebramos em família.

Extremamente doloroso, muita saudade, lágrimas q.b. por não ter a minha querida entre nós, difícil de explicar. São sentimentos muito profundos de uma vivência em comum de 52 anos.

Novo raminho de flores, limpeza das que estavam secas (o copo já não tinha uma gota de água dado o calor que tem feito sentir-se nestes últimos dias).

Ficam as imagens, a dor, a saudade, a tristeza de não a termos connosco.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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179: 13.Abr.2017

Depois de tantos anos de constante desgaste psicológico, como cuidador de minha esposa, sem qualquer tipo de ajuda exterior a não ser nos últimos dias de vida dela, a “sorte” bateu-me à porta, tendo-me sido diagnosticado diabetes Mellitus (tipo 2).

Um pouco de conhecimento não faz mal a ninguém e, sem qualquer tipo de pretensão pessoal, fui à Wikipédia (porque não tenho nenhum curso de medicina) e obtive esta informação que penso estar correcta:

Diabetes mellitus tipo 2

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A diabetes mellitus tipo 2 – anteriormente designada por diabetes mellitus não-insulino-dependente ou diabetes tardia – é um distúrbio metabólico caracterizado pelo elevado nível de glicose no sangue no âmbito da resistência à insulina e pela insuficiência relativa de insulina.[2] Distingue-se da diabetes mellitus tipo 1, na qual se verifica a deficiência completa de insulina devido à destruição dos ilhéus de Langerhans no pâncreas.[3] Os sintomas clássicos são a sede excessiva, a micção frequente e a fome constante. A diabetes do tipo 2 corresponde a cerca de 90% dos casos de diabetes, correspondendo os restantes 10% à diabetes mellitus do tipo 1 e à diabetes gestacional. Pensa-se que seja a obesidade a principal causa da diabetes de tipo 2 em indivíduos geneticamente predispostos.

O tratamento inicial da diabetes de tipo 2 é feito através de exercício físico e alterações na dieta, mas o bypass cirúrgico demonstrou melhores resultados do que outros métodos de perda de peso[4]. Se estas medidas não diminuírem o nível de glicose no sangue, pode ser necessário recorrer à administração de medicamentos, como a metformina ou a insulina. Em indivíduos dependentes de insulina, torna-se normalmente necessária a realização de exames de rotina aos níveis de glicose no sangue.

A incidência da diabetes tem subido de forma significativa nos últimos 50 anos, em paralelo com a obesidade. No ano de 2010 existiam cerca de 285 milhões de pessoas afectadas pela doença, muito mais do que os 30 milhões de casos registados em 1985. Entre as possíveis complicações a longo prazo de níveis elevados de glicose no sangue estão as doenças cardiovasculares, os acidentes vasculares cerebrais, a lesão da retina provocada pela retinopatia diabética, a insuficiência renal e a necessidade de diálise e a má circulação sanguínea nos membros, o que pode levar à sua amputação. A complicação com cetoacidose é rara, já que se trata de uma característica da diabetes do tipo 1.[5] No entanto, pode ocorrer um coma hiperosmolar não cetótico.

Estou a reformular, com 71 anos de idade, todo o meu modo de vida, desde a alimentação, ao exercício físico, utilizando disciplinas que pratiquei quando estava na casa dos 30/40 anos – meditação Zen, especialmente -, e tive de investir numa bicicleta estática para completar os meus exercícios diários, além de ter de iniciar a ingestão de comprimidos de metformina uma vez ao dia durante duas semanas e depois duas vezes ao dia, receitado pelo endócrinologista que assiste minha filha desde há 17 anos (ela tem diabetes tipo 1).

Aproveitei uma baixa de preços (€ 100,00) e mandei vir (chegou hoje) uma:

Bicicleta Estática Rhona Program ION Fitness

Por este motivo, a minha mudança do Blogue que tinha – e continuo a ter -, A Cozinha do Avô Chico (http://inforgom.pt/recipes/) e passei a um novo Blogue de Receitas Especiais (http://apokalypsus.com/receitasespeciais/) que já começa a introduzir, progressivamente, outros tipos de receitas.

Esta progressividade na alimentação será um pouco morosa – não se pode, nem se deve, passar instantânea ou rapidamente de um regime alimentar normal para um outro especial, porque isso, mesmo em pessoas normais, pode causar graves problemas de saúde -, e tenderá a normalizar daqui a 3/4 meses num regime macrobiótico misto, regime este que pratiquei durante alguns anos atrás.

Também no meu Blogue Portal da Saúde (http://inforgom.pt/portalsaude) que tem andado um pouco “esquecido”, começará agora a ser introduzida informação sobre a área dedicada aos diabéticos. Quem estiver interessado, poderá visitá-lo.

Quanto à bicicleta estática e para os interessados:

Características

  • Desenhada para utilização doméstica regular
  •  Para treinos de entre 3 e 7 horas por semana.
  • Sistema de inercia de 7 Kg
    Garante um movimento continuado, extremamente suave e sem sensação de salto.
  • Sistema de travão magnético
    Proporciona um leque vasto de tensões. Sem ruído e uma resistência para a vida.
  • Sistema de medição da pulsação por contacto na pega
  • Fornece metas para treino avançado.
    Pedais do acesso fácil
  • Com correia para maior segurança e eficácia durante o exercicio.
    Ajuste do selim horizontal
    Ajuda cada utilizador a encontrar a posição correcta de pedalar.

    • Guiador de triatlo
      Mais confortável e intensivo durante o uso.
    • Fácil acceso
      Permite um acesso fácil para realizar o exercício.
    • Rodas de transporte
      Para deslocar a máquina com facilidade.
  • Monitor e Programas
  • Ecrã electrónico LCD de fácil leitura
    • Proporciona informação do tempo, velocidade, distância, calorias consumidas, RPM, Watios e pulso da sessão de exercício.
    • 12 programas pré-definidos
      Permitem a creiação de retos e superar-se em cada treino.
    • 4 Perfis personalizáveis (uPrg)
      Permite ao utilizador desenhar o seu programa pessoal.
    • 1 programa manual
      Permite ao utilizador desfrutar de um treino livre, podendo escolher, tempo, distância ou as calorias para treinar ao seu próprio ritmo.
    • 1 programa de watts constantes
      Especialmente desenhado para reabilitação.
    • 4 Programas de controlo do ritmo cardíaco (HRC)
      Permite atingir níveis cardiovasculares durante o treino. Controla automaticamente a intensidade do treino para manter o esforço a limites de pulsação diferentes.
    •  Test de controlo da gordura corporal (BF)
      Controla a percentagem de gordura corporal.

Especificações

  • Peso máximo do utilizador: 120 kg
  • Peso do sistema inercial: 7 kg
  • Dimensões: 92 x 50 x 134 cm
  • Peso: 25 kg

18.Jul.2016-18.Out.2017

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3 dias ago cuidador cuidador
Há 15 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vive…
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23.Set.2017

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176: Ordem dos Médicos, para que serve?

No passado dia 30 de Junho de 2016, ainda minha esposa era viva (viria a falecer a 18 de Julho), enviei um e-mail à Ordem dos Médicos com o seguinte teor:

Enviada: 30 de Junho de 2016 00:03
Para: ‘omcne@omcne.pt’

Boa tarde

Com este e-mail, pretendo saber de V. Exas. se uma doente com demência de Alzheimer, D.P.O.C. (entretanto controlada), anemia crónica, hipotiroidismo, arritmias cardíacas (mais ou menos controladas) e com úlceras espalhadas pelo corpo provenientes do seu estado de acamada, uma delas na anca com um a visão muito arrepiante conforme poderão constatar pelas imagens anexas, não tem o direito como ser humano de ser internada para tratamento (já que a recuperação é impossível) em vez da presença 3 vezes por semana de enfermeiras da USF Santo Condestável que lhe vêm limpar as feridas e mudar os pensos.

Se os hospitais não são indicados para este tipo de pacientes, para que servem eles? Tem sido uma luta constante desde há 3 anos a esta data com os médicos o pedido de internamento mas eles canalizam sempre para um Lar de Idosos. Lar de Idosos? Desconhecia que agora os Lares de Idosos, são hospitais onde estes pacientes são vigiados, tratados e medicados convenientemente e de acordo com as patologias apresentadas.

Nesta conformidade, agradeço o favor de um parecer de V. Exas. sobre se realmente é assim, ou seja, a doente ficar no domicílio em estado semi-vegetativo já que não fala, está paralisada dos membros inferiores, a mão direita quase que não mexe e a esquerda está a ir pelo mesmo caminho, toma os medicamentos esmagados e bebe-os por uma palhinha assim como os alimentos que estão reduzidos a sopas, gelatinas e néctares de fruta, causando perigosos desequilíbrios psicológicos nos cuidadores (marido e filha) que a acompanham 24 horas por dia (marido) e horário pós-laboral (filha, que é diabética insulina-dependente e cujos episódios de coma hipoglicémico estão a ser quase diários).

Com os melhores cumprimentos e agradecendo a atenção dispensada,

(assinatura)

Depois de vários e-mails a solicitar o ponto de situação em que se encontrava este assunto, ora respondiam que estava entregue, depois vieram as férias de Verão (recebi este e-mail a 23 de Agosto do ano passado):

Enviado: ter 23/08/2016 20:19

Assunto: Queixa sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2016 / 8886 / N27394

Exmo. Senhor

Encarrega-me o Senhor Presidente da Ordem dos Médicos, Prof. José Manuel Silva, de acusar a recepção das exposições de V. Exa., enviadas a 30 de Junho, 1 de Julho e 17 de Agosto de 2016, sobre o assunto supra indicado, lamentando o atraso da presente resposta, que se deveu ao período de férias em curso.

A Ordem dos Médicos, através dos seus Conselhos Disciplinares, actua como entidade disciplinadora do exercício da profissão médica, podendo sancionar disciplinarmente os seus associados por comportamentos que sejam técnica e/ou deontologicamente censuráveis. Nessa medida, procedeu-se ao envio da sua queixa para o Conselho Disciplinar Regional do Sul desta Ordem, cujas referências se indicam para eventuais contactos:

Morada: Av. Almirante Gago Coutinho n.º 151, 1749-084 LISBOA
Telef.: 215 917 506 – Fax: 215 917 589
E-mail: disciplinar@omsul.pt

(assinatura)

Depois de vários e-mails, o último enviado à Ordem dos Médicos foi este:

enviado: sáb 04/03/2017 18:49
para: omcne@omcne.pt

Boa tarde

Sem qualquer resposta ao assunto que me levou a enviar vários e-mails à Ordem dos Médicos e passados que foram quase 8 meses após o falecimento de minha esposa, solicito o favor de me informarem se o assunto foi arquivado ou em que ponto de situação se encontra.

Obrigado,
(assinatura)

Até hoje, dia 7 de Abril de 2017, nem resposta se dignaram a dar, quer ao meu e-mail de 4 de Março passado, quer ao processo. Por isso, é lógico que me questione para que serve a Ordem dos Médicos? É bom não esquecer que esta minha queixa contra a médica de família que assistiu minha esposa, esteve presente a dois dos últimos “tratamentos” efectuados pelas duas enfermeiras do Centro de Saúde que vinham ao domicílio 3 vezes por semana, antes de falecer, quando esta situação deveria ter sido tratada, de acordo com os meus pedidos insistentes desde há muito tempo atrás, num internamento hospitalar, dado que não é em casa que se tratam doentes neste avançado estado de decomposição física.

E, para que não restem dúvidas sobre o estado em que minha esposa se encontrava – atenção que são imagens chocantes que não me canso de mostrar -, aqui ficam essas últimas imagens de quem não se queixava nem dava um ai – a não ser quando as enfermeiras tocavam na carne dilacerada com exposição óssea -, e que de certeza sofreu em silêncio:

6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas. Viria a falecer 3 dias depois nas urgências do Hospital de São Francisco Xavier

 

Aqui fica o registo de um ser humano que assistiu ao sofrimento de outro ser humano, impotentemente, sem qualquer hipótese de alterar o estado de coisas.

07 de Abril de 2017

18.Jul.2016-18.Out.2017

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