139: 06.Dez.2016

RECUSAR
Significado de Recusar

v.t.
1. Renegar, declinar, negar ou não aceitar;
2. Acção de não oferecer, não dar ou não disponibilizar;
3. Não assumir ou não admitir;
4. Impedir, evitar ou conter;

v.pron.
5. Não se disponibilizar para; negar-se;
6. Insurgir-se ou adversar-se;
7. Abster-se ou privar-se.
(Etm. do latim: recusāre)

In Dicionário de Português online

0-lutotransp200Esta palavra tem siso sistematicamente empregue por médicos e profissionais de saúde e/ou a ela associados, pelo que me permite deduzir ser uma espécie de “doutrina” a aplicar quando se pretende justificar algo.

Aconteceu durante a doença de minha esposa; está a acontecer a minha filha. Vejamos: O médico de endocrinologia que assiste a Vera há anos na especialidade, a meu pedido e dado os valores instáveis e quase diários de comas hipoglicémicos, informou que ia interná-la para saberem o porquê dessa instabilidade e tentarem corrigi-la ou estabilizá-la.

Na penúltima quinta-feira do mês passado, telefonaram a informar para se apresentar no hospital a fim de ser internada no dia seguinte. Dado que a Vera já tinha marcado há uns meses o jantar anual de colegas e ex-colegas da empresa onde trabalhou mais de 30 anos, informou que nesse dia não poderia ir, por esse motivo, mas que marcassem outro dia seguinte a esse.

Ora, esta situação não preconiza uma RECUSA a ser internada mas um adiamento que até poderia ser logo no dia seguinte. Não entendeu assim o médico dela que, a um e-mail que lhe enviei a informar que os valores hipoglicémicos da Vera continuavam a ser comatosos e que o hospital não deu mais uma resposta sobre o internamento, respondeu desta forma:

“… … Pois já a convidámos na semana passada p/ vir ser internada mas recusou”… …

Já tinha ouvido esta palavra – RECUSA -várias vezes quando solicitei o internamento de minha esposa por razões óbvias e informaram-me que a solução não passava pelo internamento hospitalar mas por cuidados continuados, paliativos, lares e outros que, dados os seus custos, encontravam-se fora do nosso orçamento familiar, por isso disse que não poderia suportar esses valores por insuficiência orçamental, pelo que me foi atribuída a palavra RECUSA a esses cuidados.

O facto é que afinal eu tinha razão em andar há 3 anos a solicitar o seu internamento, ainda numa fase preliminar do agravamento da doença, dado que não sendo médico, qualquer pessoa com um mínimo de neurónios funcionais no cérebro, percebe que a situação não passava pelo domicílio onde não existia conhecimentos nem meios, mas por um internamento hospitalar, que redundou na morte de minha esposa, não por motivo da demência de Alzheimer, mas numa urgência hospitalar, por insuficiência respiratória, provocada por CHOQUE SÉPTICO devido a não ter sido devidamente tratada embora a médica de família estivesse ao corrente da situação, inclusive, das duas vezes que veio ao domicílio vê-la, constatou o estado degradante em que se encontrava. Passemos às imagens chocantes da situação, já aqui publicadas no Blogue:

6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016

Doze dias depois falecia por motivo destas úlceras, com exposição óssea, cheiro fétido, conforme consta da sua certidão de óbito, que levaram – a úlcera da região sagrada -, à sua morte por CHOQUE SÉPTICO.

Concluindo, não empreguem a palavra RECUSA para salvaguardar interesses que não são os dos doentes ou de quem infelizmente não possui verbas para cuidar dos seus familiares em CLÍNICAS PRIVADAS. E seria bom que os intervenientes da saúde em Portugal, se lembrassem, coisa que parece andar arredada desta gente, do que a Constituição da República Portuguesa decreta na PARTE I – Direitos e deveres fundamentais – TÍTULO III – Direitos e deveres económicos, sociais e culturais . CAPÍTULO III – Direitos e deveres sociais – Artigo 64.º – (Saúde).

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18.Jul.2016 - 18.Dez.2017

18.Jul.2016 – 18.Dez.2017

21 horas ago cuidador cuidador
Há 17 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives no…
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21 horas ago18.Jul.2016 – 18.Dez.2017
17.Dez.2017

17.Dez.2017

1 dia ago cuidador cuidador
A senhoria do prédio onde residimos há cerca de 19 anos, é emigrante em França. Esteve cá durante un…
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1 dia ago17.Dez.2017
16.Dez.2017

16.Dez.2017

2 dias ago cuidador cuidador
A nossa visita semanal à campa da nossa querida, num dia cheio de Sol. Hoje, levámos um raminho de t…
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09.Dez.2017

09.Dez.2017

1 semana ago cuidador cuidador
Dia nublado mas sem chover. Fomos a mais uma visita à campa da nossa querida e hoje levámos um ramin…
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1 semana ago09.Dez.2017
03.Dez.2017

03.Dez.2017

2 semanas ago cuidador cuidador
Ontem, sábado, não existiram condições para a nossa habitual visita semanal à campa da nossa querida…
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2 semanas ago03.Dez.2017

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132: 28.Nov.2016

06:00 horas da madrugada. Na rotineira vigilância nocturna a minha filha, dei com ela, mais uma vez, em coma hipoglicémico (32). Utilizei uma ampola de glucose a 30% (Labesfal), ampola esta que me foi deixada pela última intervenção do INEM à Vera.

Resultou dado que minutos depois começou a recuperar e evitou mais uma chamada para o INEM. E vou ter mesmo de comprar uma caixa destas ampolas (100) na farmácia, dado que a empresa que as distribui não vende directamente ao público.

Hoje, se o dia estiver sem chuva forte, iremos ao cemitério para mais uma visita à nossa querida Tina.

16:20 horas: chegámos agora a casa vindos do cemitério e das compras. Tínhamos encomendado à florista uma coroa pequenina com um buraco no centro por onde entrasse o copo das flores. A imagem mostra o conjunto. Ficou lindo.

28112016_0328112016_02As duas rosinhas que lá deixámos a semana passada, ainda estavam perfeitas. A chuva que caiu, cuidou delas…

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18.Jul.2016 - 18.Dez.2017

18.Jul.2016 – 18.Dez.2017

21 horas ago cuidador cuidador
Há 17 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives no…
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17.Dez.2017

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128: 21.Nov.2016

.

0-lutotransp20006:30 horas da manhã, tive de chamar o INEM dado que a Vera estava em coma hipoglicémico (valor = 30) e não conseguia recuperá-la.

Levaram 15 minutos a chegar e saíram 30 minutos depois, contudo, o enfermeiro também não estava operacional pois pediu para ir duas vezes à casa de banho e a assistência à minha filha foi quase toda feita pelo colega.

Penso que um profissional desta área deveria retirar-se até estar operacional.

Apesar de tudo, a Vera recuperou e foi deitar-se. E as preocupações não param…

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18.Jul.2016 - 18.Dez.2017

18.Jul.2016 – 18.Dez.2017

21 horas ago cuidador cuidador
Há 17 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives no…
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17.Dez.2017

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A senhoria do prédio onde residimos há cerca de 19 anos, é emigrante em França. Esteve cá durante un…
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A nossa visita semanal à campa da nossa querida, num dia cheio de Sol. Hoje, levámos um raminho de t…
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05.Nov.2016 – Dia do Cuidador

Desconhecia que hoje, dia 5 de Novembro, era o Dia do Cuidador. Com tantos dias para outras tantas celebrações de Dias disto e Dias de aquilo, chamou-me a atenção uma pequena notícia no online Destak para este tema.

Apesar de na Comunicação Social não ter visto ainda qualquer referência a este Dia do Cuidador, fui ao Google e surgiu-me esta notícia que transcrevo.

Hoje é Dia do Cuidador: em Portugal, são mais de 2 milhões

“Por si, por eles”

Lindor Ausonia celebra no próximo dia 5 de Novembro o #DiaDoCuidador, uma iniciativa que conta com o apoio da APCP (Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos), a fim de prestar uma homenagem a todos aqueles que cuidam dos nossos idosos e dos que se encontram em situação de doença prolongada, incurável e progressiva. Adicionalmente, este ano é lançada a iniciativa “Por si, por eles” para informar e consciencializar a sociedade acerca do excelente trabalho exercido por quem cuida.

Em Portugal, mais de dois milhões de pessoas são dependentes de alguém e requerem continuidade de cuidados. A dedicação e o cuidado de um familiar é, em muitos casos, uma realidade que não é reconhecida pela sociedade.

Lindor Ausonia, com o objectivo de melhorar a qualidade de vida dos idosos e dos que se encontram em situação de dependência, e de consciencializar a população em geral sobre a importância do trabalho destes cuidadores, quer celebrar consigo o Dia do Cuidador.

Activa.pt
05/11/2015 11:31

cuidador-de-idosos

O meu abraço de solidariedade para todos aqueles que cuidam de pessoas que sofrem de patologias incuráveis e degenerativas, sejam elas de que tipo for.

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18.Jul.2016 - 18.Dez.2017

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21 horas ago cuidador cuidador
Há 17 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives no…
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102: Quatro meses de espera por uma consulta de psicologia

José Carlos Marques/Global Imagens
José Carlos Marques/Global Imagens
Falta de profissionais limita resposta. Ministério da Saúde vai reforçar agrupamentos de centros de saúde até final do ano

A falta de profissionais faz com que existam utentes a esperar quatro meses por uma primeira consulta de psicologia ou que consultas de seguimento sejam marcadas com um mês ou mais de intervalo no Serviço Nacional de Saúde (SNS), onde existem apenas 553 psicólogos, denuncia o bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Baptista, que considera serem necessário mais 1500. O Ministério da Saúde garantiu ao DN que está a ser implementado um plano para que até fim do ano todos os agrupamentos de centros de saúde (ACES) tenham pelo menos um psicólogo.

“Os recursos humanos disponíveis são muito poucos e não é possível dar resposta a tudo. Os tempos de espera para primeira consulta são grandes – de três e quatro meses em alguns centros de saúde – e noutros locais não há, porque não existem profissionais. As consultas de seguimento são marcadas com intervalos de um ou dois meses. Depressão, ansiedade, stress, consumos excessivos, problemas comportamentais nas crianças são tudo intervenções que precisam de continuidade para que possam ser eficazes”, afirmou Telmo Baptista, que salienta os sinais positivos do Ministério da Saúde de querer reforçar a área: “Já foi constituída a comissão que vai avaliar a distribuição e a necessidade de recursos humanos.”

Mulheres, idosos, crianças e jovens são alguns dos grupos de risco a situações de ansiedade e depressão. Dar resposta antes que a doença se instale seria o ideal. Mas não está a ser possível fazê-lo. “O que fazem na maioria é remediação. Há pouco tempo ou nenhum para actuar junto das pessoas que estão mais ou menos até que lhe acontece algo difícil e é nessa altura que precisam de ajuda para lidarem melhor com isso e não adoecerem”, diz Isabel Trindade, presidente da delegação regional do Sul da Ordem.

Questionado pelo DN o Ministério da Saúde revelou que até ao final do ano haverá mais psicólogos nos centros de saúde. “O ministério possui uma política activa no sentido de dotar os cuidados de saúde primários com psicólogos, por entender que trazem um valor acrescentado em termos de resposta. Nesse sentido está a ser implementado um plano de, até final deste ano, dotar todos os ACES [há 46] com pelo menos um psicólogo”.

Diário de Notícias
10 DE OUTUBRO DE 2016 | 00:51
Ana Maia

Psicólogos??? O que é isso? Uma nova marca de salsichas? Nunca tive nenhum (e bem precisava/preciso), não me foi recomendado nenhum, nem sei se o centro de saúde tem algum em stock…

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18.Jul.2016 - 18.Dez.2017

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100: 07.Out.2016

Cuidadores informais de doentes vão ser compensados a partir de 2018

Os cuidadores informais de doentes vão ser, a partir de 2018, compensados com apoios que ainda não estão definidos, mas que poderão passar por regalias sociais, fiscais ou mesmo financeiras, anunciou o secretário de Estado de Saúde.

nm07102016

Manuel Delgado falava à agência Lusa no final da sessão de abertura da conferência que assinala o 60º aniversário da Unidade de Cuidados Domiciliários (UCD) do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

Segundo Manuel Delgado, este governo está a trabalhar para criar “condições de apoio extraordinário” a estes cuidadores informais que recompense a opção que tomaram de abdicar da sua vida profissional pela compaixão pelos seus.

“Numa sociedade em que a maior parte das pessoas trabalha, como podemos resolver o problema dos que querem acompanhar os seus, mas não o conseguem fazer sem prejudicar a sua vida profissional e até económica?”, questionou.

O secretário de Estado da Saúde adiantou que no Orçamento do Estado para 2018 já deverá estar contemplado esse apoio aos cuidadores informais, o qual está ainda a ser desenhado.

“A compensação ainda não está definida. Pode ser remuneratória ou na forma de regalias sociais e fiscais ou no emprego”, adiantou.

Manuel Delgado sublinhou que este tipo de cuidados, além de permitir a continuidade do apoio destes doentes por quem está mais próximo, alivia as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O governante defendeu ainda que as mudanças na sociedade portuguesa obrigam a uma reelaboração do sistema de saúde, no qual os cuidados domiciliários deverão ter um papel cada vez maior e em áreas como situações agudas, que assim são tratadas sem internamento.

“Temos de ter os doentes sinalizados nos seus domicílios e estes serem o local de trabalho das equipas”, adiantou.

Notícias ao Minuto
07/10/2016
POR Lusa

0-lutotransp200Quando necessitei de ajuda, de apoio, fosse ele qual fosse, a resposta foi sempre: PAGA SE QUERES! Minha esposa faleceu não da doença de Alzheimer mas da incúria, incompetência, desleixo, desumanidade de quem a seguia medicamente e da COMPLETA FALTA DE APOIO das instituições agregadas ou não ao Serviço Nacional de “Saúde”. Morreu com FALÊNCIA RESPIRATÓRIA devido a CHOQUE SÉPTICO por falta dessa mesma assistência e por teimarem em não a quererem internar (médico de família e psiquiatra) mas quererem enviá-la para um Lar de Idosos a que eu sempre chamei de Depósito de Velhos. Os que beneficiarem, no futuro, deste apoio, não sabem por que passaram os que NUNCA tiveram qualquer apoio. Fotografias chocantes do estado a que minha esposa chegou já no final da sua existência:

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Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas.
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas. 3 dias depois falecia…

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18.Jul.2016 – 18.Dez.2017

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Há 17 meses que partiste e ainda parece que foi ontem... Não te esquecemos minha querida, vives no…
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21 horas ago18.Jul.2016 – 18.Dez.2017
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95: 03.Out.2016

0-lutotransp200(actualização às 19:00 horas)

e-mails enviados hoje à CGA, CNP :

Para: ‘CGA Geral’ <cga@cgd.pt>

Boa tarde

Pretendo saber se o CNP já se dignou responder ao v/ e-mail e fax já que ainda não obtive qualquer tipo de resposta daquela instituição.

Tendo recebido hoje o meu cartão de pensionista (sobrevivência) com o nº. 000951812 01, pretendo saber, se possível, quando será paga as pensões de sobrevivência.

Obrigado,
========================

Para: _0CNP <cnp-pensoes@seg-social.pt>

Boa tarde

Sem qualquer resposta aos meus e-mails anteriores, apenas pergunto se V. Exas. conseguem (sobre)viver sem dinheiro. Gostaria de conhecer a fórmula.

Obrigado,

========================

Para: ‘apoio.msess@msess.gov.pt’

Boa tarde

Pretendo saber uma resposta ao meu e-mail infra.

Obrigado

=========================

Para: ‘iss-ip@seg-social.pt’

Boa tarde

Pretendo saber uma resposta ao meu e-mail infra.

Obrigado

=========================

Os e-mails infra, acima mencionados, referem-se às solicitações sobre o não pagamento das pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro, ao subsídio de funeral e ao facto de o CNP não ter dado qualquer resposta quer aos meus e-mails, quer aos da CGA.

====================

Mais uma noite em branco, por “falta” de sono. E como se não bastasse, às 05:00 horas da madrugada tinha a minha filha em coma hipoglicémico – uma vez mais -, e sem dar cor dela.

Para não chamar novamente o INEM que da última vez a trataram muito rudemente o que a levou a fazer uma queixa no portal deles, dei-lhe uma injecção de GlucoGen o que arromba ainda mais o meu já depauperado orçamento familiar uma vez que cada injecção destas, sem qualquer tipo de comparticipação, custa quase 20 euros e eu não posso andar a comprar esta injecção todos os dias.

É o excelente serviço nacional de “saúde” que temos, é o Estado miserável que temos, é a merda de regime que temos! Quem não tem dinheiro ou quem está a sofrer o austericídio (que ainda continua) à espera que lhe paguem o que tem a receber de direito por parte do Estado Português, vai morrendo lentamente. O Hitler foi mais rápido a matar judeus.

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93: O Gabinete de Apoio ao Cuidador já abriu!

Para os cuidadores activos, uma notícia positiva embora com data de 27 de Maio e parece que ainda e apenas na zona norte.

O Gabinete de Apoio ao Cuidador (GAC) pretende apoiar o cuidador informal de pessoas com demência (ex. doença de Alzheimer) na prevenção de situações de conflito e sobrecarga e promover a qualidade de vida e saúde do cuidador e do receptor de cuidados.

Neste momento já se encontram em funcionamento os GAC no Castiis e em São João da Madeira. Brevemente entrarão em funcionamento novos GAC. O cuidador informal terá ao seu dispor, e de forma gratuita, profissionais de várias áreas como sejam a Psicologia, Gerontologia, Serviço Social, Jurídica entre outros, que darão resposta às suas necessidades.

Para ser atendido no GAC basta entrar em contacto com a equipa do projecto através de e-mail (cuidardequemcuida@castiis.pt) ou telemóvel (938343804).

Cuidar de quem Cuida

E para quando o estender deste tipo de gabinetes a todo o País? Só existe dinheiro para safar os banqueiros e a banca?

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91: 28.Set.2016

(Actualização às 23:30 horas)

Depois dos 5 elementos do INEM terem saído cá de casa, a Vera queixou-se que lhe doía o peito e sentiu que alguém estava aos socos no peito dela, assim como fazia pressão com os dedos na omoplata, levando todo o dia de hoje – que ainda se mantém – com as mesmas dores, nomeadamente quando dá algum geito ao corpo que pressione a zona afectada. Fica aqui uma imagem da ocorrência dado que ela apresentou queixa no Portal do INEM:

27092016

04:45 horas da madrugada, nova chamada para o INEM (estiveram cá anteontem) dado que fui encontrar a minha filha estendida no chão do quarto em coma hipoglicémico (31), a espumar da boca e com convulsões.

Difícil viver com esta carga em cima dos ombros!

Entretanto, nada de respostas das entidades a quem enviei e-mails e apenas faltam DOIS DIAS para o final do mês…

Nada mais tenho a dizer.

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89: 26.Set.2016

0-lutotransp200Hoje estou de vela (serviço nocturno feito nos hospitais pelos profissionais de saúde). Acabaram de sair de minha casa os técnicos do INEM (02:40) dado que a Vera sendo o quarto dia consecutivo com valores de coma hipoglicémicos (30~35), embora “consciente”, entrou hoje num cenário que nunca tinha deparado dado que parecia estar completamente louca.

É difícil explicar por palavras a situação mas é terrível! Eles queriam levá-la para o hospital mas dado que recuperou, não quis ir e sob conselho do médico a quem telefonaram a relatar o ocorrido (por vezes o médico vem atrás da ambulância, outras vezes não), aconselharam-me a ficar em vigília e se o estado voltasse ao mesmo de antes que os chamasse de novo. Por isso o meu estado de “vela” (a Tina fez tantas no hospital onde trabalhava, das 22:00 às 08:00 horas da manhã… Aliás o horário dela eram duas manhãs (08:00 às 16:00), uma tarde (16:00 às 22:00) e uma vela 22:00 às 08:00 cada e um dia de folga semanais)!

É muito difícil para quem esteve quase dois anos numa guerra, sofre de stress pós-traumático, ter sido duplo cuidador (esposa e filha) nos últimos 5 anos, ter de continuar embora com um paciente a menos, mas com noites muito mal passadas só conseguindo descansar depois das 07:30 da manhã e com os problemas graves que estão acontecendo a nível financeiro, pelo não pagamento não só do subsídio de funeral, como das pensões de sobrevivência de Agosto e Setembro quer pelo Centro Nacional de Pensões, quer pela Caixa Geral de Aposentações que se encontra à espera de uma simples resposta da CNP, então o ramalhete fica completo!

São 03:30 da madrugada, vou passando a noite a colocar a escrita em dia aqui no Blogue, depois vou fazer uma torrada, beber um café até chegar a hora de acordar a Vera para ir para o emprego.

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