217: Processo na Ordem dos Médicos

Transcrevo – porque penso que já nem vale a pena escrever mais sobre o assunto -, os e-mails enviados e recebidos entre mim e a Ordem dos Médicos, sobre a queixa apresentada que envolveu o falecimento de minha esposa e a forma como a médica de família tratou do processo:

Fwd: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394
Enviado: seg 21/08/2017 09:59
Para: disciplinar OMSUL <disciplinar@omsul.pt>
CC: franciscogomes

Exmo. Senhor
Prof. Doutor Carlos Fernando Pereira Alves
Digmo. Presidente do Conselho Disciplinar Regional do Sul da Ordem dos Médicos

Encarrega-me o Senhor Bastonário de lhe reencaminhar o pedido de informação do Sr. Francisco Gomes sobre reclamação em análise nesse conselho, para emissão de resposta ao requerente, seguindo este e-mail com conhecimento do mesmo.

Com os melhores cumprimentos,

Lídia Chaves Martins
Técnica Administrativa

Conselho Nacional/Conselho Superior
Ordem dos Médicos
Av. Alm. Gago Coutinho, 151
1749-084 LISBOA
Telef.: 21 842 71 00
Fax: 21 842 71 01/99

=====================================

———- Mensagem encaminhada ———-
De: F Gomes
Data: 21 de agosto de 2017 às 01:00
Assunto: RE: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394
Para: Lídia Martins <lidia.martins@omcne.pt> Cc: omcne@omcne.pt, disciplinar@omsul.pt

Boa noite

Em ordem ao e-mail infra de V. Exas. e passados mais de dois meses deste v/ e-mail e mais de um ano sobre a queixa apresentada, não tenho qualquer informação sobre este processo.

Apenas pretendo saber se o processo ainda se encontra para apreciação, se foi arquivado ou o que vos aprouver sobre o mesmo. Penso que é tempo demais para apreciar uma queixa fundamentada.

Obrigado,

Francisco Gomes

=================================

De: Lídia Martins [mailto:lidia.martins@omcne.pt]
Enviada: 8 de junho de 2017 14:17 p
Para: disciplinar@omsul.pt
Cc: franciscogomes
Assunto: Queixa de Francisco Gomes sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2017 / 6596 / N27394

Exmo. Senhor
Prof. Doutor Carlos Fernando Pereira Alves
Digmo. Presidente do Conselho Disciplinar Regional do Sul da Ordem dos Médicos

Encarrega-me o Senhor Bastonário de lhe reencaminhar o pedido de informação do Sr. Francisco Gomes sobre reclamação em análise nesse conselho, para emissão de resposta ao requerente, seguindo este e-mail com conhecimento do mesmo.

Com os melhores cumprimentos,

Lídia Chaves Martins
Técnica Administrativa

Conselho Nacional/Conselho Superior
Ordem dos Médicos
Av. Alm. Gago Coutinho, 151
1749-084 LISBOA
Telef.: 21 842 71 00
Fax: 21 842 71 01/99

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200: 17.Jun.2017

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores da semana passada estavam boas (são mais resistentes ao calor e à falta de água), apenas retirando umas mais antigas e que estavam secas. Um calor abrasador, mas a campa ficou novamente bem florida como a Tina gostava de tratar, em vida, as suas flores. Ficaram os nossos beijinhos de Saudade na tua imagem querida.

A caminho da campa da Tina, deparei-me, por acaso, com uma homenagem a antigos jogadores do Clube de Futebol os Belenenses (Pepe, Matateu e José Pereira). Pena que esse clube não se tivesse lembrado, aquando da morte de meu Pai, Francisco Gomes, uma das 3 Torres de Belém como chamavam aos defesas dessa época, pela sua altura e porte físico, galardoado com a Cruz de Cristo (símbolo do clube) de Mérito e Valor Desportivo do Clube de Futebol Os Belenenses, campeão nacional (pela última vez) em 1945/46, época em que meu Pai arrumou as chuteiras depois de uma brilhante passagem por aquele clube e nem um contínuo enviaram com a bandeira do clube para colocá-la sob a sua urna, quando faleceu em 1962.

Este “esquecimento”, nunca lhes vou perdoar, mil anos que vivesse!

 

18.Jul.2016-18.Out.2017

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Há muitos jagunços merdosos que precisavam de ter passado por isto…

Top 10 Homecoming Videos || JukinVideo Top 10

SO MANY FEELS… 😭

Publicado por JukinVideo em Quarta-feira, 24 de Maio de 2017

… para aprenderem a ser Homens com H muito grande, pois a maioria que não foi à tropa ou não fez a guerra do Ultramar, arriscando a vida vinte e quatro horas por dia, com esposa e filha(o) na Metrópole – como então se chamava -, porque a educação e o relacionamento social deles é pior que estar numa pocilga imunda cheia de porcos.

Quando fui para a guerra em África, deixei cá a Tina e a Vera com 2 anos de idade e quando regressei já a Vera tinha quase 4 anos. A infância dela passou-me ao lado mas ainda fui a tempo de saborear, como pai, o resto da sua infância, adolescência e maturidade até aos dias de hoje.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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187: Familiares não vão poder ser os cuidadores dos deficientes

Este artigo, publicado no Diário de Notícias online, causou-me revolta, repugnou-me e fiquei ainda com mais raiva da classe política asquerosa que temos. Deixei lá ficar este comentário que fica aqui registado dado que o DN é muito lesto a CENSURAR – como nos tempos da outra senhora -comentários que não interessam ser lidos.

“Vê-se mesmo que esta malta NUNCA foi cuidador de absolutamente NADA na vida! Mete nojo ler estes pensamentos eruditos destes políticos de pacotilha e seus derivados. Fui cuidador de minha esposa durante 5 anos (Alzheimer e DPOC) que acabou por falecer sem qualquer apoio de cuidados paliativos ou outros e numa urgência do hospital com falência respiratória devido a choque séptico, ou seja, negaram-me o internamento hospitalar quando ela tinha úlceras abertas com exposição óssea e trataram dessas úlceras no domicílio já quase em estado de coma. E vêm estes “representantes do Povo”, armados em sabichões de pacotilha, mandar uns bitaites pela matraca fora… Que raiva, carago!”

Mas vamos ao artigo em apreço:

Governo está a ultimar a versão final do modelo de apoio à vida independente para discutir documento no início de Junho

As pessoas com deficiência vão contar com o apoio de assistentes pessoais para terem uma vida independente. Mas estes cuidadores – que vão desempenhar tarefas desde a higiene, transporte ou mediação na comunicação – não podem ser familiares nem vão ser escolhidos diretamente pelas pessoas com incapacidades.

Estas são duas das condições inscritas na versão inicial do modelo de apoio à vida independente que o governo está agora a ultimar, para discutir em Conselho de Ministros “no início de junho”, adiantou ao DN o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS). Porém, a contratação de assistentes está limitada a uma bolsa de inscritos nos Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI) e não é feita directamente pela pessoa com deficiência, algo que todos os partidos da oposição criticam e que gostariam que ficasse diferente na versão final. Porém, como este modelo vai ser aplicado em projectos-piloto (15 a 20) pagos com fundos comunitários – mais de 15 milhões -, o dinheiro não pode ser entregue directamente aos beneficiários, explicou o governo aos partidos e associações.

Uma das principais críticas vem do Bloco de Esquerda (BE), que, depois de ter feito um inquérito e diversas audições públicas, reuniu 17 propostas de alteração que entregou na semana passada ao MTSSS. No documento, a que o DN teve acesso, os bloquistas defendem que “a escolha do assistente pessoal é livre e da exclusiva responsabilidade da pessoa com deficiência”.

Também o PCP, lembrando que foi o primeiro partido a defender o apoio à vida independente (num projecto de resolução de maio de 2015), quer ver esclarecido no documento final a relação que se vai estabelecer entre os CAVI e a pessoa com deficiência. “Não há o contacto directo da pessoa na contratação do assistente e temos que ver como fica esta matéria, que nos suscita a necessidade de reflexão”, admite a deputada Diana Ferreira.

À direita, a percepção é a mesma. De que a pessoa com deficiência devia ser a responsável por escolher quem vai prestar apoio no seu dia-a-dia. “O modelo de apoio é nessa matéria ainda bastante assistencialista”, aponta a deputada social-democrata Sandra Pereira. A escolha através do CAVI – que tem de estar ligado a uma IPSS (instituição particular de solidariedade social) – torna o modelo “muito burocrático e parte da desconfiança quando impede os elementos da família de serem assistentes”, acrescenta Filipe Anacoreta Correia, do CDS-PP.

No entanto, neste último ponto, os centristas estão isolados, uma vez que todos consideram positivo o facto de os familiares ficarem fora do cargo de assistente. “Deve ser uma relação profissional sem esquemas de dominação de nenhuma parte. Percebemos que as famílias estejam muito zangadas porque, no fundo, passaram 10, 15 anos em que desistiram de tudo para tratar do familiar e agora vêem uma pessoa ganhar para tratar dele. Mas temos de separar claramente a independência das pessoas das relações familiares”, explica o deputado do BE Jorge Falcato. Sem exemplificar que pontos vão ser alterados, o MTSSS referiu ao DN estar a analisar os contributos “com vista à elaboração dos diplomas legislativos que enquadrarão o modelo e de definição dos aspectos que há que rever em resultado das sugestões recebidas”.

Independência com oito horas

Para quem deseja ter uma vida independente, a proposta inicial ainda fica aquém do desejado. “Sou totalmente dependente e as 40 horas semanais de apoio para mim não chegam. Oito horas por dia para mim é um apoio domiciliário e isso já existe”, lamenta Eduardo Jorge, activista pela vida independente. Aos 55 anos, tetraplégico desde 1991, quando sofreu um acidente de viação, viu-se obrigado a ir viver para um lar da terceira idade por não conseguir viver sozinho.

“Tenho de ser virado de três em três horas, não posso passar uma noite sozinho e ficar oito horas na mesma posição”, explica. Finalmente, conseguiu ter um contrato de trabalho como assistente social no lar da Carregueira, onde também vive. O seu sonho “era trabalhar aqui, mas viver numa casa aqui ao lado”. No entanto, sente que o limite de 40 horas no apoio não o vai tornar independente. Eduardo gostava também de ter uma palavra a dizer na escolha do assistente. “A filosofia de vida independente está toda alterada quando é alguém a escolher quem nos dá apoio. Não posso despedi-la quando quiser e além disso, como os CAVI podem decidir quem faz apoio, todos os dias vão ser pessoas diferentes”, alerta.

A ligação com o assistente é fundamental, lembra Eduardo. Já que em muitos casos – como no seu – a pessoa com deficiência precisa que cuidem da sua higiene pessoal, da mudança de fraldas e de ser alimentada. A que se juntam as horas que passam sozinhos: “Se for para casa, vai lá uma senhora umas horas e depois fico na cama, sozinho, deitado de barriga para baixo oito horas. Com água e umas bolachas à mão, mas sem poder fazer nada. Se o saco da urina fica muito cheio, não posso fazer nada, se me acontece alguma coisa, como falhar a electricidade, fico assim até ela voltar de manhã.” Com esta descrição, Eduardo quer mostrar que oito horas por dia são insuficientes e que a solução passava por um banco de horas, que podia ser usado conforme as necessidades. “Pode haver dias em que preciso de 18 horas e outros em que preciso só de cinco, e vamos gerindo essas horas.”

Diário de Notícias
10 DE MAIO DE 2017
07:46
Ana Bela Ferreira

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18.Abr.2017 – 9 meses de eterna saudade

Faz hoje nove meses que partiste, deixando-nos com uma Saudade sem fim e uma dor incurável.

Onde quer que estejas, sintas que nunca te esqueceremos.

Descansa em Paz querida.

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180: 15.Abr.2017

Mais uma visita à campa da Tina, véspera de Domingo de Páscoa, o primeiro que não celebramos em família.

Extremamente doloroso, muita saudade, lágrimas q.b. por não ter a minha querida entre nós, difícil de explicar. São sentimentos muito profundos de uma vivência em comum de 52 anos.

Novo raminho de flores, limpeza das que estavam secas (o copo já não tinha uma gota de água dado o calor que tem feito sentir-se nestes últimos dias).

Ficam as imagens, a dor, a saudade, a tristeza de não a termos connosco.

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179: 13.Abr.2017

Depois de tantos anos de constante desgaste psicológico, como cuidador de minha esposa, sem qualquer tipo de ajuda exterior a não ser nos últimos dias de vida dela, a “sorte” bateu-me à porta, tendo-me sido diagnosticado diabetes Mellitus (tipo 2).

Um pouco de conhecimento não faz mal a ninguém e, sem qualquer tipo de pretensão pessoal, fui à Wikipédia (porque não tenho nenhum curso de medicina) e obtive esta informação que penso estar correcta:

Diabetes mellitus tipo 2

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A diabetes mellitus tipo 2 – anteriormente designada por diabetes mellitus não-insulino-dependente ou diabetes tardia – é um distúrbio metabólico caracterizado pelo elevado nível de glicose no sangue no âmbito da resistência à insulina e pela insuficiência relativa de insulina.[2] Distingue-se da diabetes mellitus tipo 1, na qual se verifica a deficiência completa de insulina devido à destruição dos ilhéus de Langerhans no pâncreas.[3] Os sintomas clássicos são a sede excessiva, a micção frequente e a fome constante. A diabetes do tipo 2 corresponde a cerca de 90% dos casos de diabetes, correspondendo os restantes 10% à diabetes mellitus do tipo 1 e à diabetes gestacional. Pensa-se que seja a obesidade a principal causa da diabetes de tipo 2 em indivíduos geneticamente predispostos.

O tratamento inicial da diabetes de tipo 2 é feito através de exercício físico e alterações na dieta, mas o bypass cirúrgico demonstrou melhores resultados do que outros métodos de perda de peso[4]. Se estas medidas não diminuírem o nível de glicose no sangue, pode ser necessário recorrer à administração de medicamentos, como a metformina ou a insulina. Em indivíduos dependentes de insulina, torna-se normalmente necessária a realização de exames de rotina aos níveis de glicose no sangue.

A incidência da diabetes tem subido de forma significativa nos últimos 50 anos, em paralelo com a obesidade. No ano de 2010 existiam cerca de 285 milhões de pessoas afectadas pela doença, muito mais do que os 30 milhões de casos registados em 1985. Entre as possíveis complicações a longo prazo de níveis elevados de glicose no sangue estão as doenças cardiovasculares, os acidentes vasculares cerebrais, a lesão da retina provocada pela retinopatia diabética, a insuficiência renal e a necessidade de diálise e a má circulação sanguínea nos membros, o que pode levar à sua amputação. A complicação com cetoacidose é rara, já que se trata de uma característica da diabetes do tipo 1.[5] No entanto, pode ocorrer um coma hiperosmolar não cetótico.

Estou a reformular, com 71 anos de idade, todo o meu modo de vida, desde a alimentação, ao exercício físico, utilizando disciplinas que pratiquei quando estava na casa dos 30/40 anos – meditação Zen, especialmente -, e tive de investir numa bicicleta estática para completar os meus exercícios diários, além de ter de iniciar a ingestão de comprimidos de metformina uma vez ao dia durante duas semanas e depois duas vezes ao dia, receitado pelo endócrinologista que assiste minha filha desde há 17 anos (ela tem diabetes tipo 1).

Aproveitei uma baixa de preços (€ 100,00) e mandei vir (chegou hoje) uma:

Bicicleta Estática Rhona Program ION Fitness

Por este motivo, a minha mudança do Blogue que tinha – e continuo a ter -, A Cozinha do Avô Chico (http://inforgom.pt/recipes/) e passei a um novo Blogue de Receitas Especiais (http://apokalypsus.com/receitasespeciais/) que já começa a introduzir, progressivamente, outros tipos de receitas.

Esta progressividade na alimentação será um pouco morosa – não se pode, nem se deve, passar instantânea ou rapidamente de um regime alimentar normal para um outro especial, porque isso, mesmo em pessoas normais, pode causar graves problemas de saúde -, e tenderá a normalizar daqui a 3/4 meses num regime macrobiótico misto, regime este que pratiquei durante alguns anos atrás.

Também no meu Blogue Portal da Saúde (http://inforgom.pt/portalsaude) que tem andado um pouco “esquecido”, começará agora a ser introduzida informação sobre a área dedicada aos diabéticos. Quem estiver interessado, poderá visitá-lo.

Quanto à bicicleta estática e para os interessados:

Características

  • Desenhada para utilização doméstica regular
  •  Para treinos de entre 3 e 7 horas por semana.
  • Sistema de inercia de 7 Kg
    Garante um movimento continuado, extremamente suave e sem sensação de salto.
  • Sistema de travão magnético
    Proporciona um leque vasto de tensões. Sem ruído e uma resistência para a vida.
  • Sistema de medição da pulsação por contacto na pega
  • Fornece metas para treino avançado.
    Pedais do acesso fácil
  • Com correia para maior segurança e eficácia durante o exercicio.
    Ajuste do selim horizontal
    Ajuda cada utilizador a encontrar a posição correcta de pedalar.

    • Guiador de triatlo
      Mais confortável e intensivo durante o uso.
    • Fácil acceso
      Permite um acesso fácil para realizar o exercício.
    • Rodas de transporte
      Para deslocar a máquina com facilidade.
  • Monitor e Programas
  • Ecrã electrónico LCD de fácil leitura
    • Proporciona informação do tempo, velocidade, distância, calorias consumidas, RPM, Watios e pulso da sessão de exercício.
    • 12 programas pré-definidos
      Permitem a creiação de retos e superar-se em cada treino.
    • 4 Perfis personalizáveis (uPrg)
      Permite ao utilizador desenhar o seu programa pessoal.
    • 1 programa manual
      Permite ao utilizador desfrutar de um treino livre, podendo escolher, tempo, distância ou as calorias para treinar ao seu próprio ritmo.
    • 1 programa de watts constantes
      Especialmente desenhado para reabilitação.
    • 4 Programas de controlo do ritmo cardíaco (HRC)
      Permite atingir níveis cardiovasculares durante o treino. Controla automaticamente a intensidade do treino para manter o esforço a limites de pulsação diferentes.
    •  Test de controlo da gordura corporal (BF)
      Controla a percentagem de gordura corporal.

Especificações

  • Peso máximo do utilizador: 120 kg
  • Peso do sistema inercial: 7 kg
  • Dimensões: 92 x 50 x 134 cm
  • Peso: 25 kg

18.Jul.2016-18.Out.2017

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178: Ordem dos Médicos

Neste artigo:
(http://cuidadordealzheimer.net/cuidador/2017/04/07/ordem-dos-medicos-para-que-serve/), de 7 de Abril, perguntava para que serve a Ordem dos Médicos, já que uma queixa apresentada no dia 30 de Junho do ano passado (2016), não tinha ainda obtido qualquer tipo de resposta.

Finalmente, quase UM ANO DEPOIS, chegou hoje, dia 10 de Abril, uma carta registada com aviso de recepção, proveniente da Ordem dos Médicos, Conselho Disciplinar Regional do Sul, com data de 7 de Abril, informando que, para adequada instrução do processo de averiguações sumária, tenho um prazo de 15 dias úteis para informar, por escrito, a identificação (nome completo e/ou número de cédula profissional) do médico contra quem apresentei queixa.

Tendo telefonado de imediato para aquele Conselho Disciplinar, a fim de saber se podia enviar a resposta por e-mail, foi-me confirmado que sim, o que fiz logo terminei a referida chamada telefónica.

Resta agora esperar (será mais um ano?) pela resposta. Mas pelo menos, responderam ao solicitado.

10.Abr.2017

18.Jul.2016-18.Out.2017

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3 dias ago cuidador cuidador
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14.Out.2017

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07.Out.2017

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2 semanas ago cuidador cuidador
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01.Out.2017

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3 semanas ago cuidador cuidador
A nossa visita de hoje, dado que ontem não existiu disposição da minha parte. Acontece e há dias ass…
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23.Set.2017

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4 semanas ago cuidador cuidador
Nova visita à campa da nossa querida Tina. Catorze meses depois de ter baixado à terra para a sua úl…
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4 semanas ago23.Set.2017

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176: Ordem dos Médicos, para que serve?

No passado dia 30 de Junho de 2016, ainda minha esposa era viva (viria a falecer a 18 de Julho), enviei um e-mail à Ordem dos Médicos com o seguinte teor:

Enviada: 30 de Junho de 2016 00:03
Para: ‘omcne@omcne.pt’

Boa tarde

Com este e-mail, pretendo saber de V. Exas. se uma doente com demência de Alzheimer, D.P.O.C. (entretanto controlada), anemia crónica, hipotiroidismo, arritmias cardíacas (mais ou menos controladas) e com úlceras espalhadas pelo corpo provenientes do seu estado de acamada, uma delas na anca com um a visão muito arrepiante conforme poderão constatar pelas imagens anexas, não tem o direito como ser humano de ser internada para tratamento (já que a recuperação é impossível) em vez da presença 3 vezes por semana de enfermeiras da USF Santo Condestável que lhe vêm limpar as feridas e mudar os pensos.

Se os hospitais não são indicados para este tipo de pacientes, para que servem eles? Tem sido uma luta constante desde há 3 anos a esta data com os médicos o pedido de internamento mas eles canalizam sempre para um Lar de Idosos. Lar de Idosos? Desconhecia que agora os Lares de Idosos, são hospitais onde estes pacientes são vigiados, tratados e medicados convenientemente e de acordo com as patologias apresentadas.

Nesta conformidade, agradeço o favor de um parecer de V. Exas. sobre se realmente é assim, ou seja, a doente ficar no domicílio em estado semi-vegetativo já que não fala, está paralisada dos membros inferiores, a mão direita quase que não mexe e a esquerda está a ir pelo mesmo caminho, toma os medicamentos esmagados e bebe-os por uma palhinha assim como os alimentos que estão reduzidos a sopas, gelatinas e néctares de fruta, causando perigosos desequilíbrios psicológicos nos cuidadores (marido e filha) que a acompanham 24 horas por dia (marido) e horário pós-laboral (filha, que é diabética insulina-dependente e cujos episódios de coma hipoglicémico estão a ser quase diários).

Com os melhores cumprimentos e agradecendo a atenção dispensada,

(assinatura)

Depois de vários e-mails a solicitar o ponto de situação em que se encontrava este assunto, ora respondiam que estava entregue, depois vieram as férias de Verão (recebi este e-mail a 23 de Agosto do ano passado):

Enviado: ter 23/08/2016 20:19

Assunto: Queixa sobre a assistência médica prestada à sua esposa – lm / 2016 / 8886 / N27394

Exmo. Senhor

Encarrega-me o Senhor Presidente da Ordem dos Médicos, Prof. José Manuel Silva, de acusar a recepção das exposições de V. Exa., enviadas a 30 de Junho, 1 de Julho e 17 de Agosto de 2016, sobre o assunto supra indicado, lamentando o atraso da presente resposta, que se deveu ao período de férias em curso.

A Ordem dos Médicos, através dos seus Conselhos Disciplinares, actua como entidade disciplinadora do exercício da profissão médica, podendo sancionar disciplinarmente os seus associados por comportamentos que sejam técnica e/ou deontologicamente censuráveis. Nessa medida, procedeu-se ao envio da sua queixa para o Conselho Disciplinar Regional do Sul desta Ordem, cujas referências se indicam para eventuais contactos:

Morada: Av. Almirante Gago Coutinho n.º 151, 1749-084 LISBOA
Telef.: 215 917 506 – Fax: 215 917 589
E-mail: disciplinar@omsul.pt

(assinatura)

Depois de vários e-mails, o último enviado à Ordem dos Médicos foi este:

enviado: sáb 04/03/2017 18:49
para: omcne@omcne.pt

Boa tarde

Sem qualquer resposta ao assunto que me levou a enviar vários e-mails à Ordem dos Médicos e passados que foram quase 8 meses após o falecimento de minha esposa, solicito o favor de me informarem se o assunto foi arquivado ou em que ponto de situação se encontra.

Obrigado,
(assinatura)

Até hoje, dia 7 de Abril de 2017, nem resposta se dignaram a dar, quer ao meu e-mail de 4 de Março passado, quer ao processo. Por isso, é lógico que me questione para que serve a Ordem dos Médicos? É bom não esquecer que esta minha queixa contra a médica de família que assistiu minha esposa, esteve presente a dois dos últimos “tratamentos” efectuados pelas duas enfermeiras do Centro de Saúde que vinham ao domicílio 3 vezes por semana, antes de falecer, quando esta situação deveria ter sido tratada, de acordo com os meus pedidos insistentes desde há muito tempo atrás, num internamento hospitalar, dado que não é em casa que se tratam doentes neste avançado estado de decomposição física.

E, para que não restem dúvidas sobre o estado em que minha esposa se encontrava – atenção que são imagens chocantes que não me canso de mostrar -, aqui ficam essas últimas imagens de quem não se queixava nem dava um ai – a não ser quando as enfermeiras tocavam na carne dilacerada com exposição óssea -, e que de certeza sofreu em silêncio:

6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
6 de Julho de 2016
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas. Viria a falecer 3 dias depois nas urgências do Hospital de São Francisco Xavier

 

Aqui fica o registo de um ser humano que assistiu ao sofrimento de outro ser humano, impotentemente, sem qualquer hipótese de alterar o estado de coisas.

07 de Abril de 2017

18.Jul.2016-18.Out.2017

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175: 02.Abril.2017

Primeiro ano em que passo o meu dia de aniversário sem a companhia da Tina. Foram 52 anos de convívio e faria no próximo dia 3 de Abril o 53º. aniversário.

Dizem que o tempo vai atenuando a dor da separação, a saudade, a perda, mas essa fase ainda não passou por mim, passados que foram já oito meses e meio que a Tina partiu.

Penso mesmo que nunca mais passará, nem sequer atenuará. 52 anos não são 52 dias, nem 52 semanas, nem 52 meses. E a forma como ela foi “tratada” pelos médicos que a assistiram em vida – os tais que no final do curso fazem o célebre juramento de Hipócrates -, ainda mais acentua a sua culpa por negligência, incompetência, irresponsabilidade profissional e a completa negação desse tal juramento de hipócritas, embora se escudem no então ministro da saúde que hoje está à frente da CGD e que foi um autêntico Dr. Morte ao cortar milhões de euros na área da Saúde, atingindo todos aqueles que não tinham verbas para beneficiarem de clínicas particulares.

Não acredito na propalada “justiça divina” – que não existe -, mas desejo que todos esses vermes sofram o que eu sofri e continuo a sofrer.

Descansa em Paz minha querida e obrigado pelos anos que me deste na tua companhia.

As prendas que a Vera me deu, em nome dela e da Mãe. Obrigado filhota, obrigado Tina, onde quer que estejas.

18.Jul.2016-18.Out.2017

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