136: Cientista afirma que a morte não existe como achamos

© Fornecido por New adVentures, Lda.
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Cientistas e religiosos têm refletido sobre o que acontece após a morte. Existe vida após a morte, ou nós simplesmente desaparecemos no grande desconhecido? Há também uma possibilidade de que não existe tal coisa como geralmente definimos como a morte. Uma nova teoria científica sugere que a morte não é o evento terminal que pensamos, pois nossa energia pode transcender de um mundo para outro.

Segundo o site TN Online, focado nesse contexto, o cientista norte- americano Robert Lanza, teórico e autor da obra “O biocentrismo – Como vida e consciência são as chaves para entender a verdadeira natureza do Universo”, assegurou de forma reiterada em recente palestra que tem provas definitivas para confirmar que a vida após a morte existe e que de fato a morte, por sua vez, não existe da maneira como a percebemos.

Depois da morte de seu velho amigo Michele Besso, Albert Einstein afirmou: “Agora Besso se foi deste estranho mundo um pouco adiante de mim. Isso não significa nada. Gente como nós […] sabe que a distinção entre o passado, o presente e o futuro é só uma ilusão obstinadamente persistente.”

E há cientistas que são taxativos ao dizer que novas evidências nesse sentido continuam sugerindo que Einstein estava com a razão ao dizer que a morte não é mais do que uma mera ilusão.

O cientista norte- americano Robert Lanza detalhou que o biocentrismo é similar à ideia de universos paralelos, a hipótese formulada por físicos teóricos conforme a qual há um número infinito de universos e tudo o que poderia acontecer ocorre em algum deles. A morte não existe em nenhum sentido real nestes cenários. Existem todos os universos possíveis simultaneamente, independentemente do que ocorre em qualquer deles.

MSN Notícias
02/12/2016

Sobrecarga dos cuidadores é equivalente ao ‘burnout’ dos médicos e enfermeiros – especialista

O presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos defendeu hoje que a sobrecarga dos cuidadores informais de doentes “é equivalente” ao ‘burnout’ dos médicos e enfermeiros e advertiu que aqueles não podem substituir os profissionais de saúde.

“É muito fácil tirar os doentes do hospital e entregá-los à família, mas é preciso ter atenção ao impacto que isto gera nas famílias”, disse Manuel Luís Capelas à agência Lusa, na véspera de se assinalar o Dia do Cuidador.

Apesar de ser “um dos grandes defensores” da ideia de cuidar dos doentes em casa, Manuel Capelas disse que para isso acontecer têm de estar reunidas as “condições adequadas”.

Destak/Lusa
destak@destak.pt
04 | 11 | 2016 07.30H

Olha a grande novidade…!!!

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Médicos denunciam “imoral pressão” para não passar exames

Gastrenterologia

O presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia denunciou uma “imoral pressão de índole económica” sobre os médicos de medicina geral e familiar para que estes sejam “restritivos na solicitação dos exames necessários, nomeadamente colonoscopias”.

A propósito do Dia Europeu de Luta Contra o Cancro do Cólon, que se assinala quinta-feira, José Cotter alertou para o facto de estas “restrições” trazerem “consequências graves para os cidadãos, uma vez que não permitem o diagnóstico atempado da doença”.

Estas restrições “também se podem virar contra os próprios profissionais de saúde por razões de responsabilidade médico-legal”, acrescentou.

“A prevenção do cancro do intestino tem uma grande vantagem sobre os demais cancros, que se relaciona com o facto de através de uma colonoscopia ser possível detectar as lesões pré-malignas (pólipos) e removê-las num mesmo tempo, obtendo a cura”, disse.

De acordo com o gastrenterologista, tal “impede o desenvolvimento dessas mesmas lesões até à fase do cancro, com subsequente necessidade de cirurgia e outros tratamentos (quimioterapia e radioterapia, mais frequentemente)”.

Para a efeméride, o presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) gostaria de passar a mensagem de que “a prevenção do cancro do cólon é possível e tremendamente eficaz, desde que o cidadão adira ao que está recomendado”.

Em Portugal, o cancro do cólon e do recto é o que mais mortalidade provoca em Portugal. Só em 2014, houve sete mil casos da doença, com a mortalidade a cinco anos a ser de 50%.

Para José Cotter, estes números devem-se “à falta de prática de um quotidiano sadio, com combate à obesidade, ao sedentarismo, ao tabagismo e em contraponto ao estimulo de uma alimentação saudável do tipo da dieta mediterrânica com privilegio das hortaliças, frutas, cereais, azeite, peixe e líquidos em abundância, associados a exercício físico regular”.

“Existe uma prevenção secundária deficiente com défice de cidadãos rastreados no momento certo. Torna-se necessário implementar um rastreio organizado, ainda que tenha de se criar uma linha de financiamento específica, que seria gratificantemente «amortizada» em vidas humanas, diminuição do absentismo, poupança com tratamentos e melhoria da qualidade de vida das populações”, prosseguiu.

Segundo José Cotter, “vários exames são possíveis de fazer, mas, com excepção da colonoscopia, todos se revelam muito insuficientes para a detecção das lesões pré-malignas atrás citadas”.

“E esse é o objectivo que deve ser perseguido. Porque detectar um cancro precoce, se bem que sendo melhor do que diagnosticá-lo em fase avançada, já vai implicar cirurgia e tratamentos muito onerosos, que condicionam muito a qualidade de vida e apenas permitem que esta doença tenha uma sobrevivência global aos cinco anos de cerca de 50%”, concluiu.

In Jornal de Notícias
http://www.jn.pt/nacional/interior/medicos-denunciam-imoral-pressao-para-nao-passar-exames-5475400.html
02.11.2016

0-lutotransp200No caso da morte de minha esposa, quer médicos de família (foram dois), quer psiquiatras (foram dois), quer neurologista, NUNCA quiseram interná-la para observação, acompanhamento e tratamento das doenças que tinha e que redundaram em FALÊNCIA RESPIRATÓRIA devido a CHOQUE SÉPTICO por falta dessa mesma assistência e tratamentos. Um neuro-psiquiatra da Fundação Champalimaud na última e única consulta que teve antes de falecer, até chegou a dizer que não existem meios, nem recursos para este tipo de internamentos hospitalares, remetendo a situação para os privados. A “receita” deles era enviá-la para um Lar de Idosos, como se os lares de idosos tivessem capacidades técnicas para cuidar deste tipo de doentes… E mais, ainda minha esposa estava com a saúde “normal”, era habitual fazermos exames de rotina (check-ups) de 6 em 6 meses (bi-anual), mas a partir de uma certa altura o médico de família disse que não valia a pena e esses exames passariam a ser apenas uma vez por ano! Pena não ter dinheiro para processá-los criminalmente pela sua morte…

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18.Mar.2017 - 8 meses de eterna saudade

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102: Quatro meses de espera por uma consulta de psicologia

José Carlos Marques/Global Imagens
José Carlos Marques/Global Imagens
Falta de profissionais limita resposta. Ministério da Saúde vai reforçar agrupamentos de centros de saúde até final do ano

A falta de profissionais faz com que existam utentes a esperar quatro meses por uma primeira consulta de psicologia ou que consultas de seguimento sejam marcadas com um mês ou mais de intervalo no Serviço Nacional de Saúde (SNS), onde existem apenas 553 psicólogos, denuncia o bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Baptista, que considera serem necessário mais 1500. O Ministério da Saúde garantiu ao DN que está a ser implementado um plano para que até fim do ano todos os agrupamentos de centros de saúde (ACES) tenham pelo menos um psicólogo.

“Os recursos humanos disponíveis são muito poucos e não é possível dar resposta a tudo. Os tempos de espera para primeira consulta são grandes – de três e quatro meses em alguns centros de saúde – e noutros locais não há, porque não existem profissionais. As consultas de seguimento são marcadas com intervalos de um ou dois meses. Depressão, ansiedade, stress, consumos excessivos, problemas comportamentais nas crianças são tudo intervenções que precisam de continuidade para que possam ser eficazes”, afirmou Telmo Baptista, que salienta os sinais positivos do Ministério da Saúde de querer reforçar a área: “Já foi constituída a comissão que vai avaliar a distribuição e a necessidade de recursos humanos.”

Mulheres, idosos, crianças e jovens são alguns dos grupos de risco a situações de ansiedade e depressão. Dar resposta antes que a doença se instale seria o ideal. Mas não está a ser possível fazê-lo. “O que fazem na maioria é remediação. Há pouco tempo ou nenhum para actuar junto das pessoas que estão mais ou menos até que lhe acontece algo difícil e é nessa altura que precisam de ajuda para lidarem melhor com isso e não adoecerem”, diz Isabel Trindade, presidente da delegação regional do Sul da Ordem.

Questionado pelo DN o Ministério da Saúde revelou que até ao final do ano haverá mais psicólogos nos centros de saúde. “O ministério possui uma política activa no sentido de dotar os cuidados de saúde primários com psicólogos, por entender que trazem um valor acrescentado em termos de resposta. Nesse sentido está a ser implementado um plano de, até final deste ano, dotar todos os ACES [há 46] com pelo menos um psicólogo”.

Diário de Notícias
10 DE OUTUBRO DE 2016 | 00:51
Ana Maia

Psicólogos??? O que é isso? Uma nova marca de salsichas? Nunca tive nenhum (e bem precisava/preciso), não me foi recomendado nenhum, nem sei se o centro de saúde tem algum em stock…

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67: 07.Set.2016

Nano partículas encontradas no cérebro humano podem causar Alzheimer

Partículas minúsculas provavelmente resultantes da poluição atmosférica foram encontradas no cérebro humano, revela-se num novo estudo, segundo o qual estas nano partículas poderão contribuir para o desenvolvimento de doenças neuro degenerativas como o Alzheimer.

“Estes resultados sugerem que as nano partículas de magnetita presentes no ambiente podem penetrar no cérebro humano, onde podem representar um risco para a saúde”, escrevem os autores do estudo, citados pela agência AFP.

Cientistas externos ao estudo, publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), alertam no entanto que é demasiado cedo para estabelecer uma ligação de causa e efeito com a doença de Alzheimer.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
06 | 09 | 2016 15.38H

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