115: 26.Out.2016

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0-lutotransp200No passado dia 25/09/2016, enviei um e-mail à Inspecção Geral da Segurança Social (iss-ip@seg-social.pt) e outro ao Gabinete Ministro da Segurança Social: (apoio.msess@msess.gov.pt) informando das minhas dificuldades face ao não recebimento devido por morte de minha esposa ocorrido em 18 de Julho passado, quer por parte do CNP-Centro Nacional de Pensões, quer da CGA-Caixa Geral de Aposentações..

Qualquer destas duas entidades NÃO RESPONDEU a estes e-mails até à data, o que demonstra bem e prova que as pessoas, para eles, são números contabilísticos para estatísticas e mais nada.

À data deste post, apenas a CGA pagou as pensões de sobrevivência referentes aos meses de Agosto, Setembro e Outubro, tendo ficado por liquidar as despesas com o funeral dado que o CNP, até hoje, ainda não se dignou enviar resposta à CGA informando que não corre ali nenhum processo de pedido de subsídio de funeral. Enquanto esta resposta não chegar à CGA, a verba encontra-se suspensa.

Quanto ao CNP, além do não envio da resposta ao pedido efectuado pela CGA, as pensões de sobrevivência apenas serão pagas no próximo mês de Novembro.

Para uns, 10.000 euros não chegam para as despesas; para outros, recebem um ordenado mensal de 35.000 euros mais prémios e mordomias e em todos os casos semelhantes, esta gente não tem a mínima noção dos que estão cá em baixo e pelas atrocidades por que passam no seu dia-a-dia.

Ninguém consegue viver sem um mínimo de recursos financeiros a não ser que passe à condição de sem-abrigo, a comer dos caixotes do lixo, a dormir em vãos de escada, alpendres, bancos de jardim ou similares, até esgotarem as suas vidas.

E, para compor o ramalhete das dificuldades, no final deste mês, tenho a segunda e última prestação do IRS no valor de 300 euros para pagar, sem apelo…

Quanto à candidatura para uma habitação social enviada à C.M.L., estou à espera de uma resposta à recepção do pedido efectuado no passado dia 14 de Outubro.

RAHM – Candidatura nº 34133/DMHDL/2016
De: rrahm@cm-lisboa.pt
Data: sex 14/10/2016 19:21

A Candidatura nº 34133/DMHDL/2016 foi submetida/ enviada com sucesso para os Serviços da CML (Data/ hora da operação: 14-10-2016 19:20:21).
Obrigado.

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108: 17.Out.2016

Não conheço a D. Maria Ribeiro, nem sei sequer qual a sua área profissional, o facto é que esta senhora a quem poderei chamar um anjo da guarda – retirando à designação o seu significado religioso -, tem sido de uma ajuda fantástica na situação difícil que estamos atravessando, eu e minha filha, dado que forneceu pistas para uma candidatura a habitação social à C.M.L. e agora uma extensa informação jurídica sobre procedimentos a ter com o despedimento colectivo de que minha filha foi objecto.

Um muito bem haja a esta senhora que, no actual contexto de sociedade em que vivemos, posso considerar extremamente excepcional, raro, humano e uma ajuda preciosíssima.

Muito obrigado senhora D. Maria Ribeiro e que seja recompensada pela ajuda que nos tem prestado.

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106: 14.Out.2015

0-lutotransp200Como uma desgraça nunca vem só mas acompanhada de outra ou de outras desgraças, depois de perder minha esposa há quase 3 meses atrás, minha filha de 50 anos, que sempre viveu connosco e ao fim de 28 anos ao serviço da mesma empresa, foi alvo de DESPEDIMENTO COLECTIVO.

Hipótese de arranjar trabalho com esta idade e no estado calamitoso em que se encontra o mercado de emprego é igual a ZERO.

Ainda não refeito da perda de minha esposa e com esta notícia, não sei mesmo onde estou a conseguir equilíbrio psicológico dado que o apoio recebido também é igual a ZERO.

Com problemas de stress pós-traumático de guerra e sendo o apoio a essa situação igual a ZERO, a nossa sobrevivência encontra-se na zona vermelha dado que não vou poder continuar a pagar uma renda de 531,00 euros e arranjar nova casa é outro problema porque valores e condições exigidas pelos senhorios continuam a ser insuportáveis para o já depauperado orçamento familiar.

Sendo também a ajuda da família igual a ZERO, afinal chego à conclusão que a minha vida também é igual a ZERO.

Entretanto, já recebi o segundo e-mail do Fisco a lembrar que no final deste mês, tenho a segunda prestação de € 300,00 referente ao IRS de 2015, para liquidar.

É o que se pode dizer de ser esmifrado até ao tutano ou até deixar de existir.

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102: Quatro meses de espera por uma consulta de psicologia

José Carlos Marques/Global Imagens
José Carlos Marques/Global Imagens
Falta de profissionais limita resposta. Ministério da Saúde vai reforçar agrupamentos de centros de saúde até final do ano

A falta de profissionais faz com que existam utentes a esperar quatro meses por uma primeira consulta de psicologia ou que consultas de seguimento sejam marcadas com um mês ou mais de intervalo no Serviço Nacional de Saúde (SNS), onde existem apenas 553 psicólogos, denuncia o bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Baptista, que considera serem necessário mais 1500. O Ministério da Saúde garantiu ao DN que está a ser implementado um plano para que até fim do ano todos os agrupamentos de centros de saúde (ACES) tenham pelo menos um psicólogo.

“Os recursos humanos disponíveis são muito poucos e não é possível dar resposta a tudo. Os tempos de espera para primeira consulta são grandes – de três e quatro meses em alguns centros de saúde – e noutros locais não há, porque não existem profissionais. As consultas de seguimento são marcadas com intervalos de um ou dois meses. Depressão, ansiedade, stress, consumos excessivos, problemas comportamentais nas crianças são tudo intervenções que precisam de continuidade para que possam ser eficazes”, afirmou Telmo Baptista, que salienta os sinais positivos do Ministério da Saúde de querer reforçar a área: “Já foi constituída a comissão que vai avaliar a distribuição e a necessidade de recursos humanos.”

Mulheres, idosos, crianças e jovens são alguns dos grupos de risco a situações de ansiedade e depressão. Dar resposta antes que a doença se instale seria o ideal. Mas não está a ser possível fazê-lo. “O que fazem na maioria é remediação. Há pouco tempo ou nenhum para actuar junto das pessoas que estão mais ou menos até que lhe acontece algo difícil e é nessa altura que precisam de ajuda para lidarem melhor com isso e não adoecerem”, diz Isabel Trindade, presidente da delegação regional do Sul da Ordem.

Questionado pelo DN o Ministério da Saúde revelou que até ao final do ano haverá mais psicólogos nos centros de saúde. “O ministério possui uma política activa no sentido de dotar os cuidados de saúde primários com psicólogos, por entender que trazem um valor acrescentado em termos de resposta. Nesse sentido está a ser implementado um plano de, até final deste ano, dotar todos os ACES [há 46] com pelo menos um psicólogo”.

Diário de Notícias
10 DE OUTUBRO DE 2016 | 00:51
Ana Maia

Psicólogos??? O que é isso? Uma nova marca de salsichas? Nunca tive nenhum (e bem precisava/preciso), não me foi recomendado nenhum, nem sei se o centro de saúde tem algum em stock…

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20.Mai.2017

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100: 07.Out.2016

Cuidadores informais de doentes vão ser compensados a partir de 2018

Os cuidadores informais de doentes vão ser, a partir de 2018, compensados com apoios que ainda não estão definidos, mas que poderão passar por regalias sociais, fiscais ou mesmo financeiras, anunciou o secretário de Estado de Saúde.

nm07102016

Manuel Delgado falava à agência Lusa no final da sessão de abertura da conferência que assinala o 60º aniversário da Unidade de Cuidados Domiciliários (UCD) do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

Segundo Manuel Delgado, este governo está a trabalhar para criar “condições de apoio extraordinário” a estes cuidadores informais que recompense a opção que tomaram de abdicar da sua vida profissional pela compaixão pelos seus.

“Numa sociedade em que a maior parte das pessoas trabalha, como podemos resolver o problema dos que querem acompanhar os seus, mas não o conseguem fazer sem prejudicar a sua vida profissional e até económica?”, questionou.

O secretário de Estado da Saúde adiantou que no Orçamento do Estado para 2018 já deverá estar contemplado esse apoio aos cuidadores informais, o qual está ainda a ser desenhado.

“A compensação ainda não está definida. Pode ser remuneratória ou na forma de regalias sociais e fiscais ou no emprego”, adiantou.

Manuel Delgado sublinhou que este tipo de cuidados, além de permitir a continuidade do apoio destes doentes por quem está mais próximo, alivia as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O governante defendeu ainda que as mudanças na sociedade portuguesa obrigam a uma reelaboração do sistema de saúde, no qual os cuidados domiciliários deverão ter um papel cada vez maior e em áreas como situações agudas, que assim são tratadas sem internamento.

“Temos de ter os doentes sinalizados nos seus domicílios e estes serem o local de trabalho das equipas”, adiantou.

Notícias ao Minuto
07/10/2016
POR Lusa

0-lutotransp200Quando necessitei de ajuda, de apoio, fosse ele qual fosse, a resposta foi sempre: PAGA SE QUERES! Minha esposa faleceu não da doença de Alzheimer mas da incúria, incompetência, desleixo, desumanidade de quem a seguia medicamente e da COMPLETA FALTA DE APOIO das instituições agregadas ou não ao Serviço Nacional de “Saúde”. Morreu com FALÊNCIA RESPIRATÓRIA devido a CHOQUE SÉPTICO por falta dessa mesma assistência e por teimarem em não a quererem internar (médico de família e psiquiatra) mas quererem enviá-la para um Lar de Idosos a que eu sempre chamei de Depósito de Velhos. Os que beneficiarem, no futuro, deste apoio, não sabem por que passaram os que NUNCA tiveram qualquer apoio. Fotografias chocantes do estado a que minha esposa chegou já no final da sua existência:

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Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas.
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas. 3 dias depois falecia…

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93: O Gabinete de Apoio ao Cuidador já abriu!

Para os cuidadores activos, uma notícia positiva embora com data de 27 de Maio e parece que ainda e apenas na zona norte.

O Gabinete de Apoio ao Cuidador (GAC) pretende apoiar o cuidador informal de pessoas com demência (ex. doença de Alzheimer) na prevenção de situações de conflito e sobrecarga e promover a qualidade de vida e saúde do cuidador e do receptor de cuidados.

Neste momento já se encontram em funcionamento os GAC no Castiis e em São João da Madeira. Brevemente entrarão em funcionamento novos GAC. O cuidador informal terá ao seu dispor, e de forma gratuita, profissionais de várias áreas como sejam a Psicologia, Gerontologia, Serviço Social, Jurídica entre outros, que darão resposta às suas necessidades.

Para ser atendido no GAC basta entrar em contacto com a equipa do projecto através de e-mail (cuidardequemcuida@castiis.pt) ou telemóvel (938343804).

Cuidar de quem Cuida

E para quando o estender deste tipo de gabinetes a todo o País? Só existe dinheiro para safar os banqueiros e a banca?

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