165: Sete Meses de Profunda e Eterna Saudade

Faz hoje sete meses que a Tina nos deixou para sempre. A saudade e a dor desta separação, ao fim de 52 anos, não tem descrição. É profunda, dolorida. Até o escrever destas simples linhas, dói profundamente.

Tenho uma fotografia da Tina por baixo do monitor e, teimosamente, as lágrimas não param de correr. Maldita doença, malditos médicos que não honraram a sua profissão e o juramento de Hipócrates que fizeram quando terminaram os seus cursos de Medicina!

Eu e a Vera fomos visitar a campa e levámos-lhe um coração de flores brancas. Flores que a Tina adorava em vida e que não se separam dela depois da sua morte.

Descansa em Paz querida, nunca te esqueceremos.

Um coração de flores brancas como brancos e puros eram os seus sentimentos

A Vera a tratar das flores

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