100: 07.Out.2016

Cuidadores informais de doentes vão ser compensados a partir de 2018

Os cuidadores informais de doentes vão ser, a partir de 2018, compensados com apoios que ainda não estão definidos, mas que poderão passar por regalias sociais, fiscais ou mesmo financeiras, anunciou o secretário de Estado de Saúde.

nm07102016

Manuel Delgado falava à agência Lusa no final da sessão de abertura da conferência que assinala o 60º aniversário da Unidade de Cuidados Domiciliários (UCD) do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

Segundo Manuel Delgado, este governo está a trabalhar para criar “condições de apoio extraordinário” a estes cuidadores informais que recompense a opção que tomaram de abdicar da sua vida profissional pela compaixão pelos seus.

“Numa sociedade em que a maior parte das pessoas trabalha, como podemos resolver o problema dos que querem acompanhar os seus, mas não o conseguem fazer sem prejudicar a sua vida profissional e até económica?”, questionou.

O secretário de Estado da Saúde adiantou que no Orçamento do Estado para 2018 já deverá estar contemplado esse apoio aos cuidadores informais, o qual está ainda a ser desenhado.

“A compensação ainda não está definida. Pode ser remuneratória ou na forma de regalias sociais e fiscais ou no emprego”, adiantou.

Manuel Delgado sublinhou que este tipo de cuidados, além de permitir a continuidade do apoio destes doentes por quem está mais próximo, alivia as instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O governante defendeu ainda que as mudanças na sociedade portuguesa obrigam a uma reelaboração do sistema de saúde, no qual os cuidados domiciliários deverão ter um papel cada vez maior e em áreas como situações agudas, que assim são tratadas sem internamento.

“Temos de ter os doentes sinalizados nos seus domicílios e estes serem o local de trabalho das equipas”, adiantou.

Notícias ao Minuto
07/10/2016
POR Lusa

0-lutotransp200Quando necessitei de ajuda, de apoio, fosse ele qual fosse, a resposta foi sempre: PAGA SE QUERES! Minha esposa faleceu não da doença de Alzheimer mas da incúria, incompetência, desleixo, desumanidade de quem a seguia medicamente e da COMPLETA FALTA DE APOIO das instituições agregadas ou não ao Serviço Nacional de “Saúde”. Morreu com FALÊNCIA RESPIRATÓRIA devido a CHOQUE SÉPTICO por falta dessa mesma assistência e por teimarem em não a quererem internar (médico de família e psiquiatra) mas quererem enviá-la para um Lar de Idosos a que eu sempre chamei de Depósito de Velhos. Os que beneficiarem, no futuro, deste apoio, não sabem por que passaram os que NUNCA tiveram qualquer apoio. Fotografias chocantes do estado a que minha esposa chegou já no final da sua existência:

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