A propósito de “desonra”…

Um dia após a passagem de um ano do falecimento de minha esposa, li num diário online, o seguinte título: “Costa considera que manutenção de Ventura como candidato “desonra” Passos”, isto em ordem ao candidato autárquico André Ventura do PPD a Loures, por eventuais afirmações “racistas” contra a etnia cigana.

Mas quem se pode desonrar quem já não possui qualquer espécie de honra, de verticalidade, de honestidade, de dignidade, como é o caso do farsolas PaFioso que destruiu este país e o seu Povo, no governo anterior?

As imagens que se seguem, são extremamente chocantes para pessoas sensíveis, mas elas têm de ser mostradas para que provem o que o desgoverno do regime PaFioso proto-nazi do PPD/CDS e, concomitantemente, o seu executor principal, mais conhecido por Dr. Morte fez enquanto esteve no poder.

Minha esposa não morreu da doença (Alzheimer) mas da falta de assistência hospitalar – que vários médicos lhe negaram (médico de família, psiquiatria e neurologia) – e onde deveria estar para ser assistida, tratada, medicada e acompanhada, evitando o sofrimento atroz nos seus últimos dias de vida.

A resposta era sempre que não existiam meios, não existiam condições para o seu internamento e a solução passava, sempre, por um Lar de Idosos, como se estas instituições tivessem a capacidade técnica de uma unidade hospitalar ou, pelos cuidados paliativos e/ou continuados, todos eles de elevados custos para o nosso orçamento familiar.

Não satisfeitos com a situação em curso, ainda me acusaram de ter negado esses cuidados (paliativos e continuados) a minha esposa o que levou ao extremo da minha indignação informando-os que se pagasse aqueles “cuidados”, teria de ir viver para debaixo da ponte com a minha filha que também e infelizmente, possui uma doença crónica grave, com estados de coma frequentes.

Nas últimas semanas de vida de minha esposa, iam ao domicílio duas enfermeiras do Centro de Saúde fazerem-lhe a limpeza das feridas, renovarem pensos, duas vezes por semana, que passaram a três vezes dada a gravidade da situação. Mesmo com a presença da médica de família por duas vezes nas últimas semanas de vida e constatando in loco, ao vivo e a cores, a gravidade da situação, nunca lhe foi dada a mais pequena hipótese de internamento hospitalar.

Foi algaliada e colocaram-lhe uma sonda gástrica que já nada adiantava e que fez com que tivesse de chamar o INEM que a levou para a urgência do hospital de S. Francisco Xavier, onde viria a falecer horas depois, devido a insuficiência respiratória provocada por choque séptico. Quem pretender saber o que é choque séptico, vá ao Google e escreva essas palavras, mas resumidamente:

Choque séptico é uma complicação de uma infecção na qual as toxinas dão início a uma resposta inflamatória em todo o corpo. É frequente em idosos ou em pessoas com comprometimento do sistema imunológico.

Os médicos identificaram três estágios de sepse:

  • sepse, quando a infecção atinge a corrente sanguínea e causa inflamação em todo o corpo
  • sepse grave, que ocorre quando a infecção interrompe o fluxo de sangue para o cérebro ou para os rins, levando à falência órgãos. Os coágulos de sangue causam gangrena (morte do tecido) nos braços, pernas e dedos das mãos e dos pés.
  • choque séptico, quando a pressão sanguínea cai significativamente. Isso pode levar a falência respiratória, cardíaca ou de um órgão e à morte.

A queixa que ainda em vida de minha esposa apresentei contra a médica de família, logo, há mais de um ano, ainda encontra-se de pantanas de um lado para o outro na Ordem dos Médicos e, pelos vistos, vai morrer solteira. Meus amigos, quem neste País não tem uma forte componente financeira como suporte, está previamente condenado a este tipo de situações em toda e qualquer outra área social.

Atenção às imagens que podem chocar pessoas sensíveis:

Tratamento às úlceras

6 de Julho de 2016 – úlcera na anca com exposição óssea
Saco da algália com urina completamente castanha
Úlcera num dos braços
Úlcera na região sagrada, com exposição óssea
Não é uma cama de hospital mas sim no domicílio já com sonda gástrica e algália instaladas.

Descansa em Paz, minha querida, que eu nunca perdoarei a quem tanto mal te fez em vida.

A propósito de "desonra"...

A propósito de “desonra”…

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18.Jul.2017

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Faz hoje um ano que a Tina a esta hora, estava a dar entrada na capela da igreja de Alcântara, vinda…
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3 dias ago cuidador cuidador
Um ano de Eterna Saudade minha querida. Continuas a morar nos nossos corações pois é muito difícil…
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Mais um dia de visita à nossa querida Tina, mudança de flores, de água, novo raminho com uma Hortêns…
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208: 18.Jul.2017

Faz hoje um ano que a Tina a esta hora, estava a dar entrada na capela da igreja de Alcântara, vinda da morgue do hospital de S. Francisco Xavier, para o corpo ser velado pelos familiares (alguns, não todos, da parte da família dela), amigos e colegas (das filhas). O funeral sairia no dia seguinte para o cemitério da Ajuda, onde se encontra. Os nossos corações estão contigo, querida. Descansa em Paz.

Hoje, eu e a Vera fomos prestar-lhe homenagem e as lágrimas correram. Um ano passou e parece que ainda foi ontem. Não deixámos as flores que tínhamos pensado dado que a florista não as conseguiu arranjar, mas o ramo que lhe pusemos na campa também é muito bonito, com um girassol no centro.

Existem agora três datas que gostava passassem por mim sem dar por isso, ou seja, deitar-me na véspera e só acordar dois dias depois: o aniversário do meu querido Pai, o aniversário da minha querida Tina e a data do seu falecimento.

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18.Jul.2016 – 18.Jul.2017

Um ano de Eterna Saudade minha querida. Continuas a morar nos nossos corações pois é muito difícil a separação e o tempo, por muito que ainda seja, não nos fará esquecer-te.

Esperamos que te encontres em Paz pois sofreste bastante pela falta de assistência que tiveste por quem de direito e que tinha a obrigação de o fazer, não só pelo juramento de Hipócrates (médicos), como pela Lei (C.R.P.) e no mínimo, por humanismo. Faltaram-te estes três quesitos.

Alguns dos raminhos de flores que te acompanharam, todos os Sábados, neste último ano de Eterna Saudade, de Dor, de Perda. Descansa em Paz, querida.

Uma das muitas canções que te dediquei, umas a teu pedido, outras de minha autoria. Foste sempre a namorada que sonhei, que realizei e com quem vivi durante 52 anos. AMO-TE!

A Namorada Que Sonhei

Nilton César

Receba as flores que lhe dou
E em cada flor um beijo meu
São flores lindas que lhe dou
Rosas vermelhas com amor
Amor que por você nasceu

Que seja assim por toda a vida
E a Deus mais nada pedirei
Querida, mil vezes querida
Deusa na terra nascida
A namorada que sonhei

No dia consagrado aos namorados
Sairemos abraçados por aí a passear
Um dia no futuro então casados
Mas eternos namorados
Flores lindas, eu ainda vou lhe dar

Que seja assim por toda a vida
E a Deus mais nada pedirei
Querida, mil vezes querida
Deusa na terra nascida
A namorada que sonhei
A namorada que sonhei
A namorada que sonhei

Compositores: Osmar Navarro
Letras de A Namorada Que Sonhei © Peermusic Publishing

 

A propósito de "desonra"...

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206: 15.Jul.2017

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. De hoje a 3 dias, fará um ano que partiste e deixaste-nos com uma dor imensa no nosso coração que ainda não se foi embora. Parece que ainda foi ontem…

Espero que repouses em Paz, querida. Um beijo de muita dor, saudade e amor do teu marido e da Vera. As flores que hoje te oferecemos são lindas, com rosas brancas, as tuas preferidas.

vídeo das imagens:

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205: 08.Jul.2017

Mais um dia de visita à nossa querida Tina, mudança de flores, de água, novo raminho com uma Hortênsia branca, uma flor que a Tina adorava. Espero que tenhas gostado, querida!

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204: 01.Jul.2017

Dia de visita à campa da Tina. As flores da semana passada ainda estavam (quase) boas, aproveitaram-se muitas e colocou-se um novo raminho com água fresca.

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203: Pobres têm “limitações fortes no acesso” a cuidados de saúde

Relatório do Observatório Português dos Sistemas de Saúde é apresentado nesta quarta-feira. Desigualdade entre ricos e pobres na hora de aceder a uma consulta, cirurgia ou de comprar medicamentos é um dos principais alertas.

20% dos mais pobres deixaram de aceder a consultas ou tratamentos devido a dificuldades financeiras Rui Gaudêncio

“Quanto mais doente mais pobre, e quanto mais pobre mais doente.” A doença e a pobreza andam de mãos dadas e, na altura de aceder a cuidados de saúde, o caminho é mais difícil e demorado para quem tem rendimentos mais baixos. Este é um dos principais alertas deixado no Relatório Primavera 2017, do Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS), que será apresentado nesta quarta-feira, e que descreve que o acesso a serviços como consultas de especialidade ou de medicina dentária tem uma relação directa com os ordenados das famílias.

O documento Viver em Tempos Incertos – Sustentabilidade e Equidade na Saúde, que será apresentado na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, começa por fazer uma avaliação das principais políticas seguidas pelo Ministério da Saúde neste ano e meio de Governo. José Aranda da Silva, um dos coordenadores do OPSS, salientou ao PÚBLICO que, em linhas gerais, o ministro Adalberto Campos Fernandes tem “tido uma elevada taxa de cumprimento das medidas que apresentou”.

O antigo bastonário da Ordem dos Farmacêuticos dá como exemplo algumas “medidas de reposição de justiça”, como a redução das taxas moderadoras ou a disponibilização de mais serviços nos centros de saúde, como dentistas, psicólogos e nutricionistas. No entanto, Aranda da Silva diz que isto não chega para garantir igualdade e alerta que “estão a ficar para trás mudanças urgentes e mais estruturais, como é o caso da reforma hospitalar ou da aposta na melhoria da literacia dos cidadãos”.

Reforma não está a ser feita

Para o investigador, o facto de as urgências continuarem a ser a porta de entrada nos hospitais é um dos exemplos de que a reforma não está a ser feita e de que a mensagem de que os utentes devem ir primeiro ao centro de saúde não está a passar. Este desconhecimento dos cidadãos, explica o especialista, acaba por influenciar a forma como cada pessoa é capaz de se movimentar nos serviços de saúde.

Os investigadores trabalharam os dados do Inquérito Nacional de Saúde de 2014 para perceber em que medida é que o rendimento influencia a utilização dos cuidados de saúde e perceberam que quase 20% dos mais pobres deixaram de aceder no ano anterior ao inquérito a consultas ou tratamentos por dificuldades financeiras. Entre os mais ricos o valor não chegava aos 5%.

Nos cuidados dentários o valor entre os mais pobres disparava para 50%, enquanto nos mais ricos não chegava a 10%. Mesmo para os cuidados de saúde no geral, 19% dos mais pobres têm dificuldades no acesso, contra 4% dos mais ricos. As pessoas com rendimentos mais elevados “têm uma probabilidade significativamente inferior de esperar por uma consulta, em comparação com as pessoas no rendimento mais baixo”.

“Não existem apenas limitações fortes no acesso, como também estas limitações afectam de forma desproporcional os mais pobres”, frisa o relatório. Aranda da Silva explica que os dados dizem respeito ao acesso tanto ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) como a privados. No entanto, lembra que a grande maioria dos serviços ainda são públicos. “Regra geral, as pessoas com mais rendimentos sabem mexer-se melhor no SNS e conseguem consultas e tratamentos mais rapidamente. E quando não conseguem têm mais frequentemente seguros privados ou mesmo ADSE. Os pobres têm mais problemas tanto no acesso como na própria utilização do SNS”, diz.

“É mais fácil um alemão manter-se saudável”

O farmacêutico lembra que o problema do SNS, nomeadamente das listas de espera, foi agravado com os cortes durante o período de intervenção da troika. Aliás, o relatório destaca que “a percentagem do financiamento público dos cuidados de saúde prestados à população portuguesa (66,0%) tornou-se em 2014 das mais baixas da Europa”, com os portugueses a estarem entre os que mais pagam directamente do seu bolso quando precisam de cuidados de saúde, nomeadamente em medicamentos. “O peso dos gastos privados é o principal factor de agravamento da desigualdade”, insiste-se.

“É mais fácil para um alemão ou holandês manter-se saudável do que é para um português”, reforça o OPSS, que dá como exemplo que “em Portugal apenas 55% da despesa com medicamentos é publica, em comparação com a Alemanha (83%), a França (71%) e o Reino Unido (66%)”. Mais uma vez, Aranda da Silva fala numa “erro de estratégia”. Porquê? O adiamento dos cuidados de saúde pode levar a um agravamento do estado de saúde das pessoas que, chegando mais tarde aos centros de saúde e hospitais, podem gerar ainda mais despesa.

O relatório coloca o dedo noutra ferida – os entraves à contratação de mais profissionais de saúde para o serviço público. “As restrições nas admissões de profissionais é o maior problema com que o SNS está confrontado. Menos profissionais que o recomendado implica menor disponibilidade para praticar actos técnicos de saúde que consequentemente se traduzirão em maior morbilidade, mortalidade, reinternamentos, aumento da taxa de infecção, maiores tempos de espera e de listas de espera”, lê-se no documento. Os investigadores reconhecem o esforço para “reverter” este problema, mas dizem que as medidas ainda são insuficientes.

Por isso, nas recomendações que deixa ao Governo, o OPSS sugere a criação de orçamentos plurianais para a saúde, que permitam fazer um verdadeiro planeamento das necessidades, devendo incluir mais cidadãos em organismos consultivos, nomeadamente nos cuidados de saúde primários. Depois, insiste-se na importância de garantir que as pessoas tenham um acesso equitativo ao SNS, apelando-se a que a tutela aposte numa análise criteriosa dos novos investimentos que faz em equipamentos e tratamentos, acompanhando com estudos os resultados que tiveram de facto na melhoria da saúde das populações. Apostar numa melhor articulação entre centros de saúde, hospitais e cuidados continuados é outra das conclusões do relatório.

Jornal Público
Romana Borja-Santos
28 de Junho de 2017, 6:32

Obsv.: Nada que os pobres desconheçam…

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202: 24.Jun.2017

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores da semana passada ainda estavam boas, mas como habitualmente, juntou-se novo raminho de flores brancas como branca era a alma da nossa querida, sempre pronta a ajudar os outros mas quando necessitou de ajuda, NINGUÉM A AJUDOU…

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18.JUL-2016 – 18.JUN.2017

Há 11 meses que partiste e ainda parece que foi ontem… Não te esquecemos minha querida, vives nos nossos corações diariamente e a toda a hora.

Onde quer que estejas, descansa em Paz.

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200: 17.Jun.2017

Dia de visita à campa da nossa querida Tina. As flores da semana passada estavam boas (são mais resistentes ao calor e à falta de água), apenas retirando umas mais antigas e que estavam secas. Um calor abrasador, mas a campa ficou novamente bem florida como a Tina gostava de tratar, em vida, as suas flores. Ficaram os nossos beijinhos de Saudade na tua imagem querida.

A caminho da campa da Tina, deparei-me, por acaso, com uma homenagem a antigos jogadores do Clube de Futebol os Belenenses (Pepe, Matateu e José Pereira). Pena que esse clube não se tivesse lembrado, aquando da morte de meu Pai, Francisco Gomes, uma das 3 Torres de Belém como chamavam aos defesas dessa época, pela sua altura e porte físico, galardoado com a Cruz de Cristo (símbolo do clube) de Mérito e Valor Desportivo do Clube de Futebol Os Belenenses, campeão nacional (pela última vez) em 1945/46, época em que meu Pai arrumou as chuteiras depois de uma brilhante passagem por aquele clube e nem um contínuo enviaram com a bandeira do clube para colocá-la sob a sua urna, quando faleceu em 1962.

Este “esquecimento”, nunca lhes vou perdoar, mil anos que vivesse!

 

A propósito de "desonra"...

A propósito de “desonra”…

1 dia ago cuidador cuidador
Um dia após a passagem de um ano do falecimento de minha esposa, li num diário online, o seguinte tí…
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1 dia agoA propósito de “desonra”…
18.Jul.2017

18.Jul.2017

2 dias ago cuidador cuidador
Faz hoje um ano que a Tina a esta hora, estava a dar entrada na capela da igreja de Alcântara, vinda…
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2 dias ago18.Jul.2017
18.Jul.2016 - 18.Jul.2017

18.Jul.2016 – 18.Jul.2017

3 dias ago cuidador cuidador
Um ano de Eterna Saudade minha querida. Continuas a morar nos nossos corações pois é muito difícil…
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3 dias ago18.Jul.2016 – 18.Jul.2017
15.Jul.2017

15.Jul.2017

5 dias ago cuidador cuidador
Dia de visita à campa da nossa querida Tina. De hoje a 3 dias, fará um ano que partiste e deixaste-n…
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5 dias ago15.Jul.2017
08.Jul.2017

08.Jul.2017

2 semanas ago cuidador cuidador
Mais um dia de visita à nossa querida Tina, mudança de flores, de água, novo raminho com uma Hortêns…
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2 semanas ago08.Jul.2017

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